Notas iniciais
Desculpem a demora povo não me matem, senão não vou poder terminar a fic e as mortes que planejo MUAHAHAHA~le tio rick

–Ótimo me sinto bem confortada... — ao contrario do que pensei, a carruagem não era daquelas em que se ficava em pé (Maria Clara: Isso são bigas não?) (Ana: Só não te bato porquê nós somos melhores amigas há 12 anos) (Rebeka: Isso! Magoa Ç_Ç) (Ana-chan: Ç_Ç e eu que sou ela praticamente?) (Ana: *Serra os punhos*) (Rebeka e Ana-chan: Não!! Parei parei!! Nããoo) (Ana: Deixem de drama, ainda não bati em ninguém) (Rebeka: Ç_Ç) (Ana-chan: Ç_Ç) (Maria Clara: HeHeHe) eram divididos em bancos, como uma van mas não tinha teto nem volante (Aline: Não tinha teto, não tinha nada... ) (Ana: Cale a boca que você gritou até ficar rouca) (Aline: ...) eram apenas rédeas vermelhas com lava... (Bastet: Vermelho é ruim... ) (Ana: Ah fala serio!!! Isso aqui é uma história grego-romana e não egípcia! Fora!!!) (Bastet: Epa! Saga errada... ) o garoto começou a guiar os cavalos-esqueletos. Digamos que se um dia alguém te oferecer um passeio desses diga não! Sério, diga não!!!

Os cavalos partiram em alta velocidade e a carruagem não tinha cinto de segurança, então tive que segurar bem firme no banco, Aline que estava lá atrás gritava mais alto que todos, mas infelizmente tinha alguém que gritava mais fino ainda bem no meu pé do ouvido, vou dar uma dica: Rebeka. Eu não a culpava, eu queria gritar também mas a minha voz não é muito boa para gritar.

O vento batia forte no meu rosto, minhas mãos suavam e doíam, mas a pior coisa foi ter que sentar do lado dele. Meu coração tinha que fazer aquelas dancinhas involuntárias logo agora? (Sadie: Eii! Essa fala é minha!!!) (Ánubis: *u*) (Sadie: ¬¬) (Ana: Calados!!!) (Rebeka: que lindo *---*) . Layane estava atrás de mim gritando e cuspindo meu cabelo. (Rebeka: Não! Não!! Volta pra ele!! Como ele estava?!) ele estava... me olhando, apenas isso, olhava para mim com uma seriedade incrível, como se não tivesse medo nenhum e parecia surpreso por eu não ter também. O sangue subiu ao meu rosto e meu coração começou a dançar loucamente, então eu percebi que o encarava nos olhos como se eu pudesse me perder neles (Ana Lígia: Kyaah! Que lindo!! Aninha... o... que você vai fazer? Aninha!!!) (~le sendo estapeada com um murro) (Sadie: Sinto uma nostalgia triste.) (Ánubis : Ah! Então você sentiu isso também Sadie? Wow!) (Sadie: Ei! Não faz isso!! Não me encare assim!! Saí! Tá calor!!) (Ánubis: Vem cá Sadie não adianta correr da morte) então a carruagem deu um solavanco (Rebeka: Nããoo!! Volta pra lá!! Momento lindo!! Por quê eu nunca vejo isso? Ç_Ç) Ana: Ignora) e o momento se partiu e de repente me senti vazia, como se meu chão tivesse sido arrancado (Maria Clara: ...) (Ana: O que foi? ) (Maria Clara: Oque foi?! O que foi?! Isso é muito fofo!!)

O Leo Gritou para o garoto:

–Ei cara vai demorar muito?

–Você acha que é fácil controlar isso aqui? Cale a boca e não me distraia!

–Você irrita muito sabia? – O Leo resmungou.

–Eu ouvi isso! – então o Leo percebeu que eu o encarava e sussurrou em meu ouvido: sabe, se gosta tanto de mim, é dó dizer, não precisa me encarar desse jeito. O olhei de boca aberta não acreditando.

–Eu encarando você?! Está louco? – ele tinha se afastado, mas voltou a sussurrar:

–Todo semideu é louco, se não fosse, e nem você não estaria aqui. – franzi o cenho.

–Não ouse citar Alice no País das Maravilhas para mim!!

–Ah! você já leu? – ele me encarou com surpresa.

–Não, mas vi uma frase parecida em um gibi.

–Pra mim essa frase se aplica a boa parte de minha vida e a sua? – fiquei em silêncio preferindo não responder. – entendo... seu mundo é pouco diferente do meu.

– Como assim?

– Apesar de tudo, de você ter descoberto que é semideusa agora – ele respondeu quando o olhei confusa, — seu mundo foi apenas loucura, você sempre vivia mudando de escola não é?

– Sim, já estudei em 5 colégios, por quê?

– Por qual motivo você se mudou de lá?

– O primeiro foi porque eu cai e me machuquei feio, pensando bem acho que a professora me empurrou... eu não me lembro bem... – os olhos dele brilharam em um fogo vermelho que fez com que meu coração pulasse loucamente (Aline: Quando eu te vejo meu coração faz bump bump) (Yui: Ei! Pare de cantar nossa musica!!) (Mio: É!! Fuwwa Fuwwa Time não deveria ser cantado em português!!) (Aline: Aff, desculpa) (Ana: Pronto, até K-on veio baixar aqui)

–Geralmente professores são monstros.

– E como.

– É serio, boa parte dos professores são monstros de verdade, mas continue.

– O segundo eu sai porque não me davam atenção, a professora me ignorava.

– Hmm...

– O terceiro eu sai porque meu pai tinha saído de lá onde morava, então eu tive que ir junto.

– Deve ter sido porque deveria ter muitos monstros.

– O quarto foi pela mesma razão do segundo.

– Vai demorar muito para que a gente chegue lá, por que não descansa os seus dedos do banco? — olhei para as minhas mãos, os nós dos dedos estavam brancos com a força que eu estava usando.

– Se eu soltar quem me garante que eu não vou cair? – olhei para ele, o que foi meu erro, pois ele me encarava de volta, coração: dançando loucamente.

– Eu garanto. – soltei lentamente os dedos rígidos e... dormi... serio, eu dormir. (Ana-chan: Também com uma promessa linda dessas) (Ana: *Serra os punhos* ~le estapeando com um murro) antes de dormir eu percebi o motivo de ninguém está falando. Estavam todos dormindo exaustos de tanto gritar.

Assim que eu acordei percebi que ele tinha comprida a promessa, ele ainda estava acordado e me observava com os cabelos ruivos cobrindo os olhos, e em vez de eu ter ficado vermelha, o sangue fugiu de meu rosto, Ele estava muito perto, quando viu a careta de espanto e surpresa que eu fazia ele riu RIU!! E murmurou:

– Eu cumpri minha promessa, agora é a sua vez.

– Por quanto tempo eu dormi? – perguntei.

– Umas horas – olhei para ele com surpresa.

– E você tomou conta de mim esse tempo todo?

– Eu prometi não foi? – agora me deixa dormir, ainda temos um longo caminho... – ele fechou os olhos – Ah! – exclamou com os olhos fechados – Lembre-se de não me deixar cair.

– Sempre – sussurrei baixo o bastante para que ninguém ouvisse. Então eu percebi que alguém tinha colocado um casaco em mim, era ele. Rebeka começou a acordar do meu lado então eu olhei para ela sentindo o coração voltar ao seu ritmo normal.

– E ai Bekita?

– Você sabe que eu não gosto que me chame assim.

– Tá Rebek’s – ela revirou os olhos.

– De quem é esse casaco? – eu olhei rapidamente para trás e ela percebeu e começou a mexer a boca sem unir som, sim, as duas conseguem ler lábios. A conversa foi mais ou menos assim:

Rebeka: “Ana Teresa, minha nossa esse casaco é dele.”

Eu: ”É Rebeka, o que é que tem?”

Rebeka: “nem huuummmm” – Rebeka estava fazendo uma cara muito engraçada que eu não sei descrever.

Eu: “Para com isso! Você só pensa besteira!”

Rebeka: “Ah, quer dizer que você pensou besteira?”

Eu: “Aff sua feia, para com isso!”

Rebeka: “Feia é você que fica pegando os boys magia me deixando sem nenhum” – ela fez uma cara triste.

Eu: “Chega de drama”

Rebeka: “Ahn?”

Eu: “eu disse: chega de drama”

Rebeka: “Ah tá”

Eu: “Sua lerda”

Rebeka: “Sou mesmo. Ah e como ele é?”

Eu: “O quê?”

Rebeka: “Como ele é? Ele é legal? Chato?”

Eu: “Ele é irritante, ridículo, charmoso, idiota, maravilhoso, cabeça-dura...”

Rebeka: ”Hummmm, maravilhoso é? Charmoso é?

Eu: “ É”

Rebeka: “Huummm”

Notas finais
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