Notas iniciais
espero que vocês gostem da minha nova fanfic
qualquer duvida, sugestão, critica pode falar comigo :)

Oi meu nome é Melanie tenho 17 anos e moro no Brasil ...

A minha vida começo a virar um inferno quando eu perdi a minha mãe em um acidente de carro no dia em que eu completaria meus 7 anos, minha mãe tinha problemas com Alcool e nesse dia ela estava bêbada e dirigia até que ela perdeu o controle do carro aconteceu essa tragédia, meu pai ficou sem rumo e tendo que cuidar sozinho de 2 filhos pequenos. 3 anos depois da tragédia o meu pai encontrou “um novo amor” e eu odeio ela até hoje a minha madrasta, eles acabaram se casando e com isso tendo mais um filho, bom ao decorrer desses anos sempre tive vários estilos, nunca me enturmei com as pessoas da minha escola eu era aquele tipo de garota que tinha muitos problemas, eu me cortava e não queria viver, meu pai cobrava muito de mim enquanto a minha madrasta sempre acabando com o dinheiro dele psé. E o que eu mais sentia falta era da minha mãe pois ninguém poderia tirar o lugar dela. Os anos se passaram e aqui estou eu tendo mais uma crise com meu pai

- nós vamos nos mudar e está decidido Melanie – meu pai dizia com um rancor na voz.

- eu não vou! Não vou sair dessa casa, o senhor não vai me obrigar ah isso – eu falava aumentando a minha voz, quase berrando.

- Melanie não ah nada que você faça que ira mudar isso querida – minha querida madrasta interrompeu

- Ah vê se não se mete que o assunto aqui é comigo e com o meu pai – eu estava pronta para voar em cima do pescoço daquela piranha mais meu irmão mais velho Jhow me puxou e me levou para o quarto, e é claro como ele adorava defender a vádia ele iria me dar o maior sermão...

- você não se cansa disso não garota? – ele falava me jogando em cima da cama

- me cansar de que? Eu só estou defendendo o que é nosso, e essa bruaca quer porque quer vender a casa da mamãe e nos mudar da cidade onde ela viveu com a gente – eu falava pronta para chorar

- Melanie, eu sei que você é a que mais sofre com isso, desse acontecimento eu sei que você deve achar que eu também não sofro né? Mais errado eu sofro muito mais você tenque aprender uma coisa, as pessoas vem e vão e não podemos fazer nada, eu só queria que você não sofresse tanto assim. Ele falava e uma lagrima escorreu pelo meu rosto, um aperto no meio peito veio como se fosse uma vaca me perfurando e a vontade de morrer veio.

- Mel? Minha linda? Eu te amo e não quero te ver triste pelos cantos – ele falava enxugando a lagrima que havia em meu rosto, eu só pude assentir com a cabeça em sinal de positivo, ele saiu do meu quarto, eu fui logo em seguida tranqueia a porta, peguei uma gillete e comecei a me cortar, a dor? Eu não sentia mais de tanto que fazia isso, e como estavam os meus pulsos? Com cicatrizes só que eu usava faixas para que ninguém visse isso.

3 meses se passavam, a casa já estava vendida, os móveis já estavam em caixas e meu coração já não existia mais.

E finalmente chegou o dia da Mudança meu pai e minha madrasta estavam ansiosos, meus irmãos estavam querendo pegar geral e eu como sempre a estranha estava revoltada.

- Próxima parada LONDRES!!! – minha madrasta gritou de felicidade pegando a ultima mala e colocando no carro, rumo ao aeroporto .... Horas depois já estavamos em londres, a viagem foi tranquila, além de meu pai e meus irmãos tentarei me animar o que não deu certo!

chegando a nossa nova casa eu não quis saber de absolutamente nada! larguei minha mochila em qualquer canto e fui dar um rolé nas ruas gelada de londres.Como eu fala bem inglês fui logo comprar um capuccino bem quente, mais o que aconteceu comigo? um menino super desastrado e por sinal cego também feio com tudo e esbarrou em mim me fazendo cair e fazendo com que aquele meu delicioso capuccino caísse sobre mim me fazendo gritar!

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI — eu berrei,- você não olha por onde anda não?- o menino ficou desesperado não sabia se saia correndo ou se me ajudava sua cara de pânico era obivia

- me-e-e d-d-desculpe, deixe — me ajuda-la — ele falou gaguejando pegando em minhas mãos geladas e o pior já foi perguntando o meu nome!

- qual o seu nome? — ele perguntava me ajudando a levantar e me secar.

- meu nome é Melanie menino desastrado — eu falei com um pouco de raiva.

- eu já pedi desculpa melanie, ah meu nome é ...