Amálgama
126 126
Sentada à mesa da grifinória, ela levou uma colherada de mingau até a boca, pensando que aquele era o mesmo castelo. O mesmo uniforme. Os mesmos alunos.
Observou Scorpius, acomodado à mesa da sonserina, percebendo que ele também continuava igual. O cabelo loiro penteado, as vestes alinhadas. Os olhos brilhando para ela daquele jeito apaixonado.
A expressão de quem está diante da coisa mais preciosa do mundo.
Resmungou, desviando o olhar para o prato. De fato, tudo continuava igual. Porém, enquanto aquele frio pairava em seu estômago, sentiu como se nada fosse o mesmo.
Como se algo nela estivesse mudando.
Fale com o autor