Ela o encarou longamente de um jeito esquisito, como se nunca tivesse parado para pensar naquilo. Por fim, torceu o nariz e respondeu:

— Eu não te odeio. Só não gosto de você.

— Uau, — ele apertou os lábios para reprimir a gargalhada. — Sua sinceridade é comovente. Se serve de consolo, também não gosto de você.

— Temos algo em comum, então. — deu de ombros, contendo o sorriso de canto. — Agora me dê licença. Preciso estudar. — puxou o livro de Feitiços para si, fitando-o desafiadoramente. — Tenho que superar um Malfoy nos exames.

— Boa sorte com isso. Vai precisar.

Assim, retomaram à atenção aos livros.