Notas iniciais
Nota da escritora para vocês: eu fiz um fanvid dessa fanfic, para ajudar vocês a ter uma idéia visual da coisa toda. Quer dizer, pra "entrar no clima" sacomé? Espero que vejam mesmo e apreciem. Sério. Eu nunca fiz um fanvid na minha vida, então desculpem - meu negócio é escrever mesmo. Beijão. https://vimeo.com/103666421 Vlw. ♥

"Me beija agora, como se fosse a última vez."

Robin não pensou antes de trazer os lábios dela para os seus, cerrando a distância entre eles. Sua língua entrou faminta na boca dela, saboreando, matando a vontade que o atiçava dia após dia. Ele deixou que seus dedos deslizassem pelo pescoço, enroscando-os delicadamente nos cabelos negros.

Regina tentou lembrar-se de algum outro momento em sua vida em que sentira daquele jeito, mas não conseguiu. O calor do beijo era insanamente perturbador, de uma maneira que ela era incapaz de rejeitar. Robin beijou-a com mais profundidade, sua língua tocando na dela, a mão forte contra a nuca dela enquanto a outra mão descia o zíper do seu vestido. Ela gemeu ao sentir o contato dos dedos dele contra sua pele quente, e o segurou-o com força pelos cabelos, as línguas ainda duelando dentro de suas bocas.

Os dedos dele roçaram pelos ombros dela enquanto ele retirava o vestido, lentamente. Deslizando-o pelos braços, através da fina cintura, pelas pernas torneadas. Ele beijou a parte interna da coxa dela, e ela mordeu o lábio inferior.

Robin subiu pelo corpo dela, dando beijos safados por toda a sua extensão. Que corpo era aquele, ele se perguntava. Tão perfeito, tão ardente, tão sexy. Ele nunca mais conseguiria se esquecer daquela visão, nem se tentasse. Regina sorriu ao vê-lo admirando-a.

"O que foi?"

"Você é..."

Ela colocou o indicador sobre os lábios dele. Ele deslizou as mãos pela cintura dela, chegando às nádegas, que ele espalmou e apertou, pressionando o corpo dela contra o seu. Ela se debruçou, beijando-o no pescoço, mordendo o lóbulo da sua orelha. Ele acariciava a bunda dela, colocando apenas a ponta do dedo na parte de dentro da costura, roçando, deslizando, provocando-a enquanto ela desabotoava a camisa dele.

Ela rapidamente tirou-lhe a camisa, puxando a camiseta logo em seguida. Seus olhos mostraram um brilho inoportuno quando ela avistou aquele abdômen duro como rocha, músculos em relevo como uma estátua romana. Ele mordeu o lábio inferior, e eles trocaram um olhar carregado de desejo. Mais um pouco, e aquele quarto pegaria fogo. Literalmente.

Regina esticou os dedos colocando um dedo no cós da calça jeans dele, e o puxou. Robin adiantou, se a pegou pela cintura, a mão imponente, enquanto a boca dele correu para os ouvidos dela, onde ele lambia e sussurrava.

"Você é muito..." Ele deslizou uma alça do sutiã e deixou-a caída sobre o braço. Seus lábios encontraram um ponto sensível da clavícula dela para sugar. Ela gemeu. "Gostosa."

Ele deu a volta nela, os dedos passando pela lateral da cintura, acariciando suas coxas, e voltando para os seios, que ele começou a massagear com pressão e firmeza. Sua boca encontrou um ponto logo abaixo da veia pulsante dela, e Regina fincou as unhas no jeans dele, gemendo alto.

"Como você é sensível, babe."

"Robin..."

Ele mordeu o pescoço dela, forte para doer mas parou antes de deixar alguma marca. Não queria causar problemas para ela. Regina agora rebolava contra o corpo dele, o quadril abundante agora roçando enlouquecidamente contra seu pau preso no jeans. Ele repensou aquela posição. Não ia durar um segundo nela. Robin gemeu e ela intensificou o rebolado.

"Vai me fazer gozar nas calças."

"Essa será a primeira vez?"

"Gina." Repreendeu ele. Seus lábios desceram do pescoço pelas costas, e ele fincou os dentes no fecho do sutiã, soltando a peça. Ela deixou que a peça deslizasse até o chão. Robin a virou e abocanhou um dos seus seios, enquanto encaixava sua perna entre as pernas dela, o topo da sua coxa fazendo pressão contra a umidade dela. O corpo dela era pequeno, e tinha um encaixe perfeito na sua anatomia. Ele deixou a língua circular o mamilo e então o sugou, e pela maneira pela qual ela gemeu e enfiou as unhas na carne dele, podia dizer que ela gozaria em minutos.

Repetindo o movimento de circular e sugar em seus mamilos, repetidamente, freneticamente, ele sentiu que ela começara a se movimentar em seu colo. Robin deslizou as mãos pelas coxas dela, circulando-as por baixo e a pegou no colo, levando-a de encontro à parede enquanto ela cruzava as pernas sobre o quadril dele. Em algum momento, a calça dele havia caído aos seus pés, mas ele não sabia dizer exatamente quando. Ele se desvencilhou dela, e tirou a calça dos seus calcanhares.

Regina estava na sua frente, vestida apenas com uma calcinha transparente minúscula e saltos vermelhos. Era a imagem do pecado. Os cabelos bagunçados e um olhar de lascívia profunda. Ajoelhado, ele não pode resistir. Deslizou a calcinha pelas pernas dela, roçando propositalmente os dedos por todo o caminho. Ele apertou as duas mãos ao redor da cintura dela, e então deixou que sua boca encontrasse rapidamente o centro das pernas.

Ela gemeu profundamente quando sentiu a língua dele dentro dela. Fundo, tão fundo quanto ela o queria. Ele a penetrou com a língua, uma, duas, inúmeras vezes, vez após vez – deliciando-se com a maneira com a qual ela gemia seu nome. A língua passeou pelos grandes lábios, sugando e lambendo, e ele começou a brincar com seu clitóris, atiçando com a ponta da língua e depois o abocanhando, sugando e sugando, a língua fazendo movimentos precisos de ida e vinda, lambidas firmes, vigorosas. As pernas dela começaram a enfraquecer quando ele rodopiou a língua dentro dela e então sugou forte o clitóris, sentindo-a explodir na sua boca, o abdômen se contraindo em um espasmo involuntário e as pernas dobrando. Regina não tinha mais nenhuma firmeza nas pernas, mas Robin a suspendeu novamente, libertando-se da cueca e se enterrando nela com força e precisão.

"Ai meu..."

A língua dele entrou em sua boca impedindo-a de completar seu grito, enquanto o quadril dele era imbatível contra a pélvis dela. Seu pênis entrava fundo e forte contra ela. Tanto, que chegava a doer. Mas ela não estava sentindo a dor. Sentia apenas o prazer, sentia a força com que ele a rasgava, e queria mais, precisava de mais. Seu corpo todo parecia estar sendo penetrado, e a cada estocada dele, era como se faltasse apenas mais um pouco para ela se desintegrar em prazer. Ele a preenchia, libidinosamente, o quadril curvado para que ele atingisse aquele ponto dentro dela. E ah, ele estava atingindo. Regina mal conseguia respirar, concentrada em se abrir mais, para que ele pudesse ir mais fundo.

Ele continuou a estocar nela, contra a parede, com toda a sua força. Com todo o desejo que o vinha consumindo desde que a conhecera. Com o desejo que fazia com que se masturbasse todas as noites, gemendo o nome dela.

"Robin... não se mexe, não... mexe sim, aí, pelo amor de Deus, bem aí... Oh my"

Ele sorriu e lambeu o pescoço umedecido pelo suor. Algumas reboladas depois, ela já estava à beira do abismo e as pernas de Robin começaram a ceder. Ele diminuiu o ritmo, ouvindo-a resmungar, mas a manteve preenchida enquanto deslizavam até o chão, Robin deitado no chão e Regina em seu colo. Ela o puxou pelo cabelo e o beijo com volúpia, enquanto rebolava sedutoramente em seu colo. Robin beijou seus seios antes de se deitar, e ela movimentou-se para cima para então sentir aquele pau deslizando para dentro dela novamente. Levantando-se e sentindo-o sair, sentando-se e sentindo-o deslizar para dentro, e ela continuou, levantando e sentando, levantando e sentando, seu corpo todo forçando o encaixe, a pressão insuportavelmente deliciosa levando-a a loucura. Aos poucos, ela aumentou a velocidade, sentindo as mãos másculas massageando seus seios. Ela mordeu o lábio inferior e fechou os olhos, voltando a cavalgar no colo dele. Os gemidos dela estavam enlouquecendo Robin, que apertou os dedos ao redor do quadril dela.

Em dois segundos, ele a girou, tirando-a do seu colo. Ela estava por baixo dele e mordeu seu lábio inferior, enquanto passava uma perna pela cintura dele, tentando puxá-lo para baixo.

"Não vou comer você no chão, Regina."

Ela juntou os lábios fazendo beicinho.

"E onde vai ser, dear?"

"Na mesa."

Eles se levantaram, e Robin a pegou no colo, colocando-a sobre a mesa. Eles se beijaram passionalmente, as línguas sugando e chupando. Ele beijava incrivelmente bem, ela tinha que admitir. Em poucos segundos, Robin deitou-a sobre a mesa, e se encaixou nela, o pênis voltando a entrar tão fundo que ela possivelmente o sentiria na cabeça do útero. Robin começou a movimentar-se tão rápido quanto a invadiu, as duas mãos no quadril dela, puxando-a, aumentando o impacto. Seu quadril batia violentamente contra ela, o som dos corpos se encontrando preenchia a sala toda acompanhado dos gemidos incontroláveis de Regina, dos urros de Robin e do som do corpo dela indo e voltando, esfregando-se contra o verniz seminovo da mesa de madeira. A mesa acompanhava os movimentos, indo e voltando, rangendo contra o chão tamanha a força que era colocada sobre ela. Robin entrava e saía com violência, e ritmo. Parecia que queria afundar dentro dela, tamanha a precisão que a penetrava, seu quadril forçando-se contra ela, em um ângulo curvado para atingi-la onde ela jamais esqueceria. Ele continuava incansável, indo e voltando, indo e voltando, forte, duro, áspero. Regina colocou o nó do dedo indicador entre os dedos, certa de que estava chegando ao seu limite.

"Não, não, não... Tira esse dedo daí."

"Robin... Me fode de uma vez."

"Eu quero te ouvir gozando, Gina."

A pélvis dele estava começando a doer, mas ele não parou. Debruçou-se sobre ela, lambendo seu pescoço e começou a rebolar para dentro dela, com mais força. Muito, muito mais profundamente. Ele sentiu quando ela enfiou as unhas no quadril dele, e gritou, e ele sentiu seu pau lambuzado pelo gozo dela, mas continuou, socando dentro dela como ela havia lhe pedido, como se fosse a última vez.

Mas não seria. Ele seria incapaz de passar o resto da vida longe daquilo. Algumas estocadas a mais, com mais força e ele explodiu, as mãos enroscadas no cabelo dela, puxando com força enquanto gemia baixinho contra a orelha dela.

"Ca-ra-lho."

Foi tudo que ele conseguiu dizer antes de cair sobre o corpo feminino estirado sobre a mesa.