Amores Roubados

14 Cap 13- Maybe we are not safe


Notas iniciais
Espero que gostem desse capítulo, porque eu amei escrevê-lo. Desculpem erros. Bjusss NessaFray

"Era ela eu tenho certeza. Pode ser que eu esteja apenas ficando louco, mas por um segundo jurava que a voz da menina ao fundo era dela. Jurava que era a menina ao fundo chamando-a era a voz de minha irmã. A voz de Phoebe."

Pov.Phoebe

Acordo sozinha na biblioteca e corro pela casa chamando por Jonathan, até que o encontro no seu escritório tentando se esconder, mas chego o suficiente para pegar o final de sua conversa
– Queria estar com você,mas...- se vira e me olha- tenho que ir, vou visita-lo em alguns dias,amigo- diz e desliga.
– Com quem você estava falando ?- pergunto
– Bom...com o seu irmão- ele diz e sinto uma enorme dor em meu peito, meu irmão e minha família devem estar sofrendo e eu sinto tanto a falta deles.
Começo a chorar e me afasto de Jonathan, mas ele me agarra e me abraça contra se peito nu.
Começo a fita-lo e me afasto de seu abraço, ele me olha com um olhar perdido e conturbado como uma criança vendo seu brinquedo favorito se partir.
Apesar de minha tristeza, também a outra coisa dentro de mim: fúria
– Por acaso, algum dia planeja me deixar ir para casa ?!?- pergunto com fúria e os olhos com lágrimas
– Claro...você verá seus pais, mas agora não é seguro e tenho que protege-la...uma pessoa quer feri-la para machucar seu pai- eu o olho muito confusa- sim ele quer usá-la para feri-lo e eu não posso deixar ele feri-la,porque você é minha! E eu vou te proteger, princesa- diz e me agarra com muita força, sinto minha bile na garganta
– As vezes você me assusta quando fala assim- sussurro para ele, que vem aproximando seu rosto do meu.
Faço carinho em seu rosto e ele me da um beijo carinhoso.
– Não quero assusta-la, mas tenho medo de perdê-la, um medo grande que nunca senti antes-diz, me pegando no colo e me levando para cozinha, e finalmente me colocando no chão.
– Jonathan, estamos nus tem certeza que devemos ficar assim aqui ?- digo a ele, que apenas me da seu lindo sorriso irônico
– Olha...você assim pra mim não tem problema nenhum. Além de você e de mim não há ninguém- diz
– Mas e o Adam ?- pergunto e seus olhos ardem em fúria. Ele bate na mesa, pega um copo, o joga no chão e se aproxima de mim, agarrando me pelos braços com força e me empurrando para a parede até que eu esteja prensada nela e exista uma distância mínima entre mim e Jonathan.
Viro meu rosto para o lado e sinto sua respiração quente em meu pescoço.
– Entenda princesa que você é minha e se você voltar a falar de Adam ou qualquer outro homem eu serei obrigado a matá-los para impedir que você se apaixone por eles- diz e sinto lágrimas caírem de meus olhos, pois o homem que eu amo é um louco possessivo
– Não quero assusta-la é que...perto de você eu me sinto perto de um anjo e ouvir você falar de outros me deixa com ódio, mas não quero que tenha medo de mim, quero que me deseje, apenas a mim- diz e depois começa a rir e eu o encaro sem entender- Sabe, agora que eu estava pensando no nosso relacionamento é meio que pedofilia, não ? Apesar de nossa diferença ser de quase 5 anos, eu sou maior de idade e você não. Além de que você é bem inocente e eu estou tirando isso de você, fazendo de você uma menina mulher, mas aos olhos da lei posso ser preso- diz e me puxa para si, me abraçando- me desculpe, prometo não assusta-la mais- diz e me entrego a seu abraço.
Depois desse episódio, tomamos nosso café e ele diz que tem alguns trabalhos para resolver, subo tomo um banho e ele faz o mesmo em seu quarto.
Ligo minha banheira, espero encher e depois me afundo nela na esperança de resolver meus problemas.
Depois do banho, visto um vestido azul leve e as peça íntimas da mesma cor, também deixo meu cabelo solto.
Chego ao escritório e vejo Jonathan organizando algumas coisas e me aproximo dele o abraçando, ele se vira para mim e me encara com um olha divertido nos olhos.
– Vestida assim, você parece uma doce e inocente menininha e eu pareço o moço mal que tira a inocência da menininha, mas eu sou mesmo- diz, da de ombros e me da um beijo na testa.
– Porque você tinha que ser tão alto? Quase não da pra te beijar sem você se abaixar.- digo
– É porque você é muito pequena e delicada como uma flor- diz, mas ele tem razão, sou muito pequena tenho apenas 1,55 de altura e ele deve ter 1,80.
Além de seus lindos cabelos castanhos sedosos e seus olhos castanhos acinzentados totalmente penetrantes.
Estou distraída o olhando, até que seu celular toca e me tira de meus devaneios. Ele atende,sai da casa e eu o sigo.
Estamos andando para uma colina da fazenda e eu encontro a coisa que eu menos esperava ver ali...uma lápide, e não uma lápide qualquer: a lápide de Jonathan.

Jonathan Tramell Cross
Filho e criminoso
21-04-1994 14-06-2014

Há uma cova cavada próxima a lápide. Levei um susto, pois é a data de hoje e tinha um bilhete. Um bilhete que Jonathan pegou e não me deixou ver.
Ele sai e eu vou atrás dele e o puxo para que ele pare e me explique, mas ele apenas me olha severo como se dissesse "isso não é da sua conta"
– O que esta acontecendo ?- pergunto, insistindo para que ele me fale
– O homem que me mandou seqüestra-la não ficou feliz ao saber que não trabalho mais para ele e desde então me faz ameaças...essa é uma delas- diz,dando de ombros.
– Você não se importa com o que ele podem fazer conosco?- pergunto espantada
– Não, princesa. Sou muito poderoso, ele não pode me fazer nada — diz
– Tem certeza que estamos seguros aqui ?-pergunto e o abraço, me aninhando em seus braços
– Ninguém nunca vai machuca-la, princesa. Eu sempre vou protege-la- diz, me fazendo me sentir segura em seus braços.

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Estamos deitados, esparramados no sofá e fazendo carícias um no outro, mas de repente escuto barulhos e tiros em direção a casa. Jonathan rapidamente se levanta e pega uma arma, olha em minha direção e toca meu rosto carinhosamente.
– Esconda-se no sótão secreto embaixo da sala e só saia quando tudo acabar ou quando eu buscá-la- diz e eu corro para o sótão embaixo da sala, que me deixa ouvir tudo e ver também tudo que está acontecendo lá por uma pequena brecha.
Quatro homens entram na sala e começam a empurrar Jonathan e quebrar as coisas na sala. Coloco uma mão em minha boca para abafar um grito.
– Cade a garota, Jonathan ? Onde está a sua nova putinha- diz um dos quatro homens da sala, empurrando Jonathan que fica visivelmente furioso e pronto para ataca-lo, mas em vez disso finge calma e diz:
– Vamos lá fora e tenho certeza que resolveremos isso- diz e todos saem da casa.

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Não sei quanto, mas passa-se muito tempo e eu não ouço nada, absolutamente nada.
Temendo o pior saio do sótão e da casa, paro na frente dela e sigo as marcas de sangue que foram deixadas.
Elas me levam a colina e eu corro em direção a lápide e a cova e começo a cava-la desesperadamente. Até que eu encontro um corpo.
Choro desesperadamente...então percebo que o corpo não é de Jonathan e um alívio se instala em meu coração.
O corpo é do homem que falou com Jonathan na sala, o homem que me chamou de "putinha", agora ele está morto.
Completamente assustada me afasto do corpo e me escorro na árvore, chorando muito e com medo.
Já está de noite e não sei como voltar a fazenda no escuro. Vejo uma pessoa e começo a correr e correr.
Até que mãos me agarram, eu começo a gritar desconsoladamente e me debater tentando me livrar dele
– Phoebe, Phoebe, sou eu !- diz e encaro o homem a minha frente.
Vejo Jonathan com a camisa toda ensangüentada e o rosto com alguns machucados superficiais.
Agarro-o e começo a beija-lo freneticamente. Suas mãos me agarram e ele retribui,nos deitando na grama.
Ele tira sua calça, levanta meu vestido e rasga minha calcinha violentamente, até que ele está dentro de mim, me penetrando e me possuindo ali mesmo.
Gemo e grito colocando meu quadril cada vez mais de encontro ao seu, tentando acabar com qualquer pequeno espaço que exista entre nós.
Ainda me penetrando, arranca meu vestido e meu sutiã e eu tiro sua camisa, passando minhas mãos em seu peito e tocando suas tatuagens.
Agora acabou qualquer espaço entre nós, somos apenas um corpo. Eu pertenço a ele e ele a mim.
Ele me penetra e me penetra várias e várias vezes, e me beija ferozmente como se cada beijo fosse o ultimo, como se para vivermos dependêssemos desse momento.
Estou perto do meu orgasmo e então me entrego a ele e Jonathan goza dentro de mim, mas isso não nos impede de continuar.
Ainda dentro de mim ele me penetra, chupa meu pescoço e depois o morde com força.
Grito e em meio as estocadas fortes que ele me da, ele diz :
– VOCE.É.MINHA. Eu vou marcar você de todas as formas possíveis só para que todos saibam que é minha- diz, com a voz rouca e sexy.
Depois chupa e brinca com meus seios, até que cada um deles recebe uma mordida, que me faz gritar tanto de dor quanto de prazer.
Me rendo a ele e o deixo me levar ao paraíso e mais uma vez tenho um orgasmo, acompanhada dele que goza depois de me estocar mais uma vez.
Ele sai de mim e me vira de costas, colocando meu corpo contra a grama e pressionando o seu corpo sob o meu.
Chega perto de meu ouvido e sussurra
– Abra as pernas, vou te comer por trás- diz e eu abro as pernas, esperando que ele me penetre mas ele não o faz.
Ao invés disso, ele acaricia minhas nádegas e depois morde com muita força cada uma delas, me fazendo gritar e gemer com essa dor e o prazer absurdo que vem junto com ela.
E então, ele começa a me penetrar por trás, segurar meus seios e aperta-los com muita força, juntando cada vez mais nossos corpos. Chupa e beija meu pescoço e sussurrar várias vezes em meu ouvido
– Minha...Diga eu quero ouvir. A quem você pertence ? Quem é dono dessa bucetinha ? Quem é o único que pode te foder, te comer e fazer amor com você ? RESPONDA!- grita
– VOCÊ- grito alto em resposta a ele e então tenho um orgasmo muito forte e ele goza junto a mim.
Ele permanece dentro de mim e continua segurando meus seios e apertando-os, enquanto nossas respirações continuam irregulares e depois de um tempo ele sai de dentro de mim, me vira e me puxa para seus braços e eu choro neles
– Eu-u...pensei que você tinha...- digo e choro mais
– Eu sei, eu estou aqui- diz e olha para mim me dando um beijo suave nos lábios.
Me encolho em seus braços e me entrego ao cansaço,vendo tudo a minha volta escurece.