Amores Roubados
12 Cap 11- You make me burn
Notas iniciais
"- Você é minha e de mais ninguém, Phoebe. Agora que eu provei de você estou viciado e você pode até não querer nada comigo, mas não vai ter nada com ninguém...principalmente o Adam. Eu disse e repito você é minha e se ele se quer toca-la...Eu o mato, princesa- diz e sinto a minha bile subir até a garganta"
Pov.Phoebe
Estou assustada, mas não demostro em vez disso
– Você NÃO pode me manter aqui pro resto da vida- grito revidando. E ele apenas me olha debochado e diz:
– Não só posso como vou — afirma, saindo do quarto e trancado a porta.
Corro em direção a ela e tento em vão abri-la. Começo a bater com ela e gritar.
–JONATHAN ABRE ESSA PORTA SE VOCÊ É HOMEM- grito e ele começa a rir do outro lado da porta.Pronto, agora estou puta-AH É VOCÊ NÃO É HOMEM!!VOU VER SE ARRANJO UM HOMEM PRA VOCÊ- paro e abro um sorriso malicioso- OU MELHOR UM CAFETÃO, FAZ MAIS SEU ESTILO- digo e começo a gargalhar.
E num estrondo a porta se abre e Jonathan entra me agarra e me joga na cama, tampando um grito meu com sua mão e eu me debato,mas ele me prende com seu corpo.
– Caladinha, princesa! Eu que mando em você e você me deve respeito! Eu podia me aproveitar de você agora mesmo...- diz, passando a mão em meu corpo e involuntariamente arrancando um gemido meu, ele da seu sorriso sexy e safado e começa a arrancar nossas roupas.
Me beija ferozmente, como se nossas vidas dependessem daquele beijo, eu me rendo aos seus beijos e aos seus toques.
Me entrego completamente a ele. Como ele tem tanto poder sob mim? Porque deixo ele me controlar ? Não, não posso deixar ele fazer isso. Não posso deixar ele me abalar de novo, não dessa vez.
– Não- digo, tentando afasta-lo de mim.
– Não pense nisso, princesa- diz, beijando meu pescoço e acariciando meus seios. Não posso me render, chega !
–Para,para...por favor- choramingo.
Diante do meu pedido, ele se afasta. Consigo ver magoa em seus olhos e...culpa.
–Eu quero você, mas não desse jeito...preciso descansar um pouco e pensar também. Saia do meu quarto por favor- digo e coloco minha camisola, que peguei no armário e o encaro na porta. Ele sai do quarto, sem dizer mais nenhuma palavra.
Depois que a porta bate, eu me deito na cama e choro, choro até cair no sono, agarrada aos cobertores e sentindo o vazio que Jonathan deixou após sair do quarto.
Pov.Jonathan
Burro!burro,burro! Não devia ter feito isso a ela...não posso perdê-la e para isso preciso ganhar sua confiança.
Preciso te-la por completo...que bom que tenho muito,muito tempo para conquista-la. Até porque eu nunca a deixaria sair daqui, ela está segura aqui, segura "dele" e de qualquer um que queira machuca-la.
Descontrolado de raiva, chego a sala de estar e começo a chutar,empurrar e quebrar tudo que vejo a minha frente.
Viro de costas com um copo na mão e taco na parede. De repente Phoebe, aparece em minha frente, vestindo a mesma camisola de antes.
– O que está acontecendo aqui ?- ela diz,mas sem gritar- ficou louco ou só que me assustar?!- ele agora, demonstra fúria e magoa em sua voz.
– Eu nunca quero que tenha medo de mim, princesa- digo e toco seu rosto delicado, ela tem pele de anjo- eu não entendo...eu nunca quis nada,nem ninguém antes de você...meu mundo era crimes,sexo sem valor e...mortes- digo a ela, que está linda em sua camisola de seda branca e me dando a perfeita visão de seus lindos seios.
Puxo-a para mim e lhe dou um pequeno beijo,que rapidamente se torna uma chama para mim e para ela, que me puxa para si e cola nossos corpos.
Pego-a em meu colo e delicadamente coloco-a em baixo de mim e nos deito no sofá da sala.
Olho ela em seus olhos esperando que ela me de permissão para continuar.
Ela me surpreende sussurrando em meu ouvindo:
– Faça amor comigo, Jonathan- diz e eu não espero mais nada.
Sem preliminares, sem provocações, apenas nós e eu preciso estar dentro dela...é o meu lugar favorito no mundo inteiro.
E sem poder explicar, mas de alguma forma nesse últimos mês, Phoebe se tornou parte da minha vida, de uma forma inexplicável.
Tiro nossas roupas e a penetro lentamente, observando cada gemido que sai de sua boca, cada sensação de prazer que eu lhe dou.
Beijo-a e ela me pede por mais e eu sedo.
Aumento o ritmo das estocadas dentro dela enquanto a ouço gemer ao pé do meu ouvido e enquanto ela faz isso tudo o que ouço em minha mente é : Ela é minha.
Não sei porque me sinto tão possessivo em relação a ela, mas algo em mim me diz que devo protege-la...não sei.
Phoebe se aproxima de seu orgasmo e então cada vez mais eu aumento o ritmo de minhas estocadas dentro dela, até que ela se deixa levar pelo orgasmo gemendo meu nome e eu não consigo mais me segurar e gozo dentro dela.
Saio de dentro dela e a ponho deitada sobre mim. Estamos ambos ofegantes, com os corpos suados e colados um no outro.
Ela faz carinho em meu peito e sedo ao seu toque delicado.
– Bom...acho que agora não precisa mais pensar- digo a ela
– É acho que sim- ela diz e se encolhe em meu peito.
E por um súbito momento não gosto desse tipo de silêncio entre nós.
Tenho uma idéia e sei que ela ira gostar.
– Venha quero lhe mostrar um lugar- digo puxando-a
– Mas Jonathan...eu estou nua- ela diz, reviro os olhos para ela.
– Olha aí...não tem nada que eu já não tenha visto,tocado,ou provado- digo e ela cora mortalmente, e isso não me impede de continuar- e além disso só há nós dois aqui- digo a puxando para mim.
Ela abre a boca para discordar,mas por fim da de ombros e me permite guia-la pela casa.
Nós levo ao corredor dos quartos e sigo ao fim onde há uma porta grande e vermelha.
–Feche os olhos- sussurro em seu ouvido.
Ela fecha os olhos e eu ponho uma de minhas mãos em seu rosto, abro a porta e tiro a mão de seu rosto, fazendo com que ela abra os olhos e fique encanta com a visão da grande biblioteca que eu tenho na casa da fazenda.
– Nossa...é lindo- diz e começa a olhar os vários livros nas estantes- como sabia que eu gosto de livros ?
– Bom...eu fiz meu dever de casa sabe- digo, tentando não entrar em detalhes. Ela percebe e não fala mais nada, apenas olha os vários livros ao seu redor e pega um em especial.
– Que livro escolheu,princesa ?-pergunto curioso
– O morro dos ventos uivantes, um clássico e um dos livros que eu amo também- diz e vejo seus olhos brilharem.
– E você poderia ler seu pedaço favorito para mim ?- pergunto a ela, que assente com a cabeça.
Nós sento no chão da biblioteca e me deito em seu colo, ela abre o livro com uma mão e com a outra faz carinho em minha cabeça.
– Aqui, achei- ela diz e começa a recitar-"Catherine Earnshaw, enquanto eu viver não descansarás em paz! Disseste que te matei. Pois então assombra-me a existência! Os assassinados costumam assombrar a vida dos seus assassinos, e eu tenho a certeza de que os espíritos andam pela terra. Toma a forma que quiseres, mas vem para junto de mim e enlouquece-me! Não me deixes só, neste abismo onde não te encontro! Oh! Meu Deus! É indescritível a dor que sinto! Como posso eu viver sem a minha vida?! Como posso eu viver sem a minha alma?!”- ela diz e fecha o livro, deita em meu peito e nós dormimos ali mesmo, juntos e deitados no chão da biblioteca.
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