Amor verdadeiro ou ficção?
24 Capítulo 24
Gustavo narrando: Droga! Foi tudo por água abaixo. Eu brigo com o Sérgio por causa da Rosanne e saio e ele me encontra justo com ela com nossos amigos ao qual eu não quis sair por quê estava cansado. Preciso falar com eles depois,principalmente com o Sérgio. Fui pra casa não tinha mais o que fazer e ele ainda não estava lá. Resolvi ir pro quarto e esperar ele chegar lá assistindo TV.
Sergio narrando: Estava em um barzinho qualquer na cidade. Estava bem triste e não sei se quero voltar pra casa — Ei cara não fique assim. Diz um dos meus amigos pondo a mão no meu ombro — É vocês vão se resolver logo. Um amor como o de vocês não vai acabar assim. Diz o outro. Forço um sorriso — Talvez acabe. Ele anda bem diferente. Todo grosso e ultimamente só temos brigado. — Todo relacionamento passa por crise. Vocês só tem que saber vence — las juntos. — E se não quisermos vence — las? — Ai complica as coisas né — Você não quer ficar conosco essa noite? — Não. Como você mesmo disse eu tenho que encarar o problema de frente — É assim que se fala Serginho. Diz sorrindo — Vamos. Acompanhamos você até o seu apartamento — Vamos. Digo me levantando Fomos nos três ao apartamento. Meus amigos foram embora,não quiseram subir. Respirei fundo e entrei — Que bom que você chegou. Gustavo aparece na sala assim que eu entrei. Não disse nada só revirei os olhos — Vai ficar me ignorando agora? Fico em silêncio e me deito no sofá — Ei Serginho vamos conversar. Diz se sentando na beirada do sofá — Nossa já está todo carinhoso. Digo irônico — Para com isso. Eu sempre sou carinhoso com você — Ah sério? Ultimanente nem tenho percebido com você e carinhoso — Ok. Vamos conversar com calma agora sem brigar. Diz respirando fundo — Agora você quer conversar? Engraçado né mais cedo você não queria. — Eu estou tentando conversar com você na boa sem confusão — E eu estou tentando evitar você na boa sem confusão — Vai ser assim mesmo? — Foi você quem começou — E estou tentando acabar — Claro que está,foi você quem começou. Resmungo em voz baixa — O que disse? — Nada — Disse sim. Eu escutei! — Se tivesse escutado não tinha perguntado — Vamos resolver isso logo. Eu não aguento mais ficar brigando com você — Como que você não quer que a gente brigue se brigamos por uma coisa que logo em seguida você foi atrás? — Veja bem eu não fui me encontra com ela....... — Ah não? Aquela era quem então? O interrompo — Deixa eu acabar de falar por favor. Me calo e deixo ele continuar — Como eu estava dizendo eu não sai pra me encontrar com ela. Eu sai pra esfriar a cabeça pra depois conversar com você e acabei encontrando com ela — E aproveitou pra rir bastante. Diferente de quando tá comigo — Não vamos brigar novo por favor — Não estou brigando. Vamos fazer um combinado? — Depende. Qual combinado? — Você fica no seu canto e eu no meu — Você não pode estar falando sério. Diz perplexo — Nunca falei tão sério na minha vida inteira — É por quê? — Quem sabe você não se decide com quem você quer ficar — Do que você está falando? — Você sabe muito bem — Se eu soubesse eu não estaria perguntando. Ele repete o que eu disse e dá um sorriso — Affs. Reviro os olhos e me viro de costas — Ah para com isso. Vem cá. Ele me vira de frente,sobe em cima de mim e começa a fazer cócegas em mim — Ai para por favor. Digo rindo — Não até está tudo bem entre a gente — Só pra você parar com isso ok. — Não assim não vale. Forçado eu não quero — Ta bom. Eu te perdoo de verdade. — Assim está melhor. Diz se sentando — Mas que fique claro que essa é a última vez. A partir de agora eu vou passar a investigar você junto com ela — Tudo bem. Você não vai achar nada mesmo. Eu estou com a consciência traquila — Isso é o que veremos — Agora que já resolvermos tudo você não quer dar uma volta? — Eh sério? — Sim. Chame os nossos amigos pra irem junto — Que tal amanhã? Já está tarde. Digo olhando no relógio — Pode ser. O que quer fazer agora? — Nada — Ah não vamos fazer alguma coisa — Não estou afim — Tudo bem então — Com licença. Digo me levantando e indo pro quarto. Entro no banheiro e tomo um banho. Fico pensando em tudo que aconteceu. Talvez eu não deveria tomar a decisão que tomei,mas não podia por tudo a perder agora. Sai do banheiro e Gustavo estava deitado na nossa cama me olhando — Algum problema? Pergunto o encarando — Não. Nenhum — Por quê está me olhando assim então? — Por nada em específico. Agora eu também não posso olhar pro meu namorado?
— Pode. Por quê não né? — O que vai fazer agora? — O que você acha? — Não sei! — Vou me deitar aqui e vou dormir. Digo me deitando — Tem certeza? — Por quê? — Sei lá. Talvez você queira fazer alguma coisa — O que por exemplo? — Se você me dissesse eu saberia — Se eu não disse é porquê não tem nada que eu queira fazer a não ser dormir. Digo me cobrindo e virando de costas — Tudo bem então — Boa noite Gustavo — Boa noite Serginho
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