Amor, uma droga necessária

14 Capitulo 14 - Pequenas Faíscas


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAH *_* Boa Leitura!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pov. Renesmee

Jake entrou no banheiro, e eu fiquei cogitando a hipótese de ir com ele. Estava me sentindo tão insegura… nossa primeira vez foi linda, mas também tão conturbada, que tive medo de ele achar que eu já era superexperiente e me pedir para fazer coisas que eu não sabia. Tudo bem que ele tinha paciência para me ensinar, mas… ah, que saber, eu estava agindo como uma idiota.

Entrei de mansinho no banheiro, tentando não fazer barulho. Fechei a porta atrás de mim e me virei lentamente. Sentia meu rosto queimar. Eu já tinha visto Jake sem roupa, mas, toda vez que isso acontecia, meu coração acelerava — e dessa vez não foi diferente.

Ele estava de costas, com as mãos apoiadas na parede. O pescoço levemente curvado para frente, a cabeça baixa, enquanto a água escorria por suas costas. Suspirei. Seus braços fortes sustentavam o corpo, fazendo os músculos saltarem. As costas largas, a bunda redonda, as mãos grandes e firmes apoiadas no piso frio… meus olhos desceram lentamente por ele.

Sorri sem jeito e tirei minha roupa. Meu corpo tremia levemente, não sabia dizer se era de frio ou de ansiedade. Eu estava com saudade de senti-lo perto. A porta do box estava aberta, e até aquele momento ele não havia percebido minha presença.

Sorri travessa e o abracei por trás, alisando sua barriga e encostando a cabeça em suas costas. Jake imediatamente colocou as mãos sobre as minhas, acariciando-as. Ele suspirou e se virou para mim, sorrindo. Eu o encarei, envergonhada.

— Então temos uma intrusa — comentou, pegando-me pela cintura e me erguendo. Dei um gritinho, enrolando as pernas em sua cintura.

— Desculpa… eu estava com saudade — murmurei, sentindo meu rosto esquentar.

Ele sorriu em silêncio, distribuindo beijos pelo meu rosto, e eu ri.

— Me desculpa eu por não ter te arrastado aqui pra dentro comigo, menina — resmungou, descendo os beijos pelo meu pescoço.

Suspirei, apoiando as mãos em seus ombros.

— Eu pensei que… que nunca mais ia te ver… — falei baixinho.

Ele parou e me olhou nos olhos. Meus olhos marejaram.

— Nunca pense nisso. Você não vai se livrar de mim tão fácil assim.

Sorri, assentindo. Minha pele se arrepiou quando senti seu corpo reagir ao meu contato. Me assustei, arqueando levemente o corpo, e ele riu, segurando-me com mais firmeza pela cintura.

— Não precisa ter medo dele, ele não morde — sussurrou, dando-me um selinho que logo virou beijo.

Senti sua língua invadir minha boca, e, mesmo sem saber exatamente o que fazer, fiz como ele. Jake soltou um rosnado baixo, e eu agarrei seus cabelos.

— A única coisa que ele vai fazer é te dar prazer — sussurrou em meu ouvido, fazendo meu corpo amolecer.

Suspirei.

— E isso vai demorar muito? — perguntei, ansiosa.

Ele me olhou de um jeito que eu nunca tinha visto. Mordeu o lábio inferior e apertou minhas coxas, caminhando comigo até fora do banheiro. Com toda a delicadeza possível, me deitou na cama.

Jake se apoiou sobre um braço e, com a mão livre, acariciou meu seio. Fechei os olhos, sentindo meu corpo estremecer quando seus lábios o tocaram e o sugaram lentamente. Um gemido escapou dos meus lábios, sem vergonha alguma. Ele riu, sacana, e continuou.

Senti minha intimidade úmida. Jake desceu a mão pela lateral do meu corpo, apertou minha bunda e passou um dedo por toda a extensão da minha vagina. Arqueei o corpo. Ele me olhou nos olhos e chupou o dedo.

— Deliciosa — murmurou.

Quando seus lábios quase tocaram os meus, ele se afastou. Fiz um bico.

— Jake… — resmunguei, agarrando seus cabelos.

— Fala, bebê — disse, enquanto torturava meu pescoço com beijos.

— Me beija.

Ele beijou meu queixo e então tomou meus lábios em um beijo sedento e carinhoso. Gemi em sua boca, e ele trancou a mandíbula, tentando se controlar.

Mudou nossas posições, fazendo-me sentar em seu colo. Levei um susto, insegura. Jake se ajeitou na cama, encaixando meu quadril no seu. Minhas mãos tremiam. Baixei a cabeça, nervosa.

— Jake… eu… eu nunca fiz isso… — murmurei.

Ele levantou meu queixo com os dedos, fazendo-me encará-lo.

— Eu sei, Ness. Não precisa ficar nervosa.

Assenti, respirando fundo. Ainda me olhando, ele segurou minha cintura e deslizou para dentro de mim. Fechei os olhos instintivamente, sentindo um leve desconforto, uma dor passageira, rapidamente superada pelo prazer.

Jake ficou parado por alguns segundos, respeitando meu tempo. Depois começou a mover minha cintura lentamente, para cima e para baixo. Eu o observei mordendo os lábios, claramente se controlando, e aquilo me pareceu tão fofo.

Passei a imitar seus movimentos, até conseguir me mover sozinha sobre ele. Jake gemeu, sem tirar os olhos de mim. Segurei seus ombros para ter apoio.

— J-Jake… — gemi, sentindo aquela sensação estranha e deliciosa no ventre.

Aumentei o ritmo, e ele segurou minha cintura.

— Devagar… — murmurou, soltando um rosnado de prazer.

Senti o calor dentro de mim. Jake me abraçou forte, e eu apoiei a cabeça em seu ombro, enquanto ele alisava minhas costas.

— Minha garota está ficando esperta — comentou roucamente.

Sorri, envergonhada, e o beijei com calma.

— Você nem faz ideia.

Depois nos vestimos e descemos as escadas. Alec e Ivy jogavam videogame na sala, discutindo animadamente.

— Você é horrível nisso! MORREU! — Ivy gritou, animada.

— Sua bruxa! — Alec reclamou.

Ivy arrancou o controle da mão dele e ofereceu a Jake.

— Quer mostrar como se joga pro meu priminho?

Assenti para Jake, forçando um sorriso. Ele se sentou ao lado dela. Aquela intimidade toda me incomodou.

— Essas crianças de hoje não sabem nada de videogame — Ivy comentou, desdenhosa.

Aquilo me irritou.

— Vem, vamos fazer uns bolinhos — Alec me puxou para a cozinha.

Enquanto ele separava os ingredientes, fiquei quieta, até ele me analisar.

— Qual o motivo desse silêncio todo?

— Considerando que eu sou menor de idade, quantos anos eu pegaria se enfiar esse garfo na goela da sua prima? — brinquei.

Alec riu e tirou o garfo da minha mão.

— Calma, princesa. Jacob nem imagina que está namorando uma futura presidiária.

Revirei os olhos.

— Vai dizer que não percebeu a maldade — murmurei.

— A parte em que ela deu em cima do Jacob ou quando chamou a gente de criança? — ele perguntou.

Suspirei.

— Você tem razão…

— Se garante mais, garota. Motivo pra isso você tem.

Jake entrou na cozinha, alisando a barriga. Se colocou entre minhas pernas, beijando meu pescoço. Suspirei, abraçando-o.

— Já acabou o jogo? — perguntei.

— Estava chato. Prefiro ficar perto de você.

Alec me lançou um olhar de “eu te disse”.

Ivy entrou logo depois, sentando-se ao meu lado.

— Deve estar com fome, né, grandão? — comentou, encostando em Jake.

Ele se afastou, me abraçando. Respirei fundo, tentando me controlar.

— Vou fazer um jantar hoje à noite — Ivy anunciou. — Esses bolinhos não vão satisfazer ele… afinal, ele é tão grande.

Saiu pulando da cozinha.

— Nessie, fique longe dos objetos cortantes — Alec murmurou, me fazendo rir.

Só quero ver o que essa garota vai aprontar nesse jantar…

Notas finais
comentários que tal???? Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.