Amor sem Limites...
2 tentação
Notas iniciais
Bom, é meio difícil resistir quando um homem bonito chega em você não é verdade?
Aconteceu com Kyouhei.
- O-oque você está fazendo a-aquí? — Perguntei pasmo.
- Bom, se o senhor ainda não percebeu sou seu médico, eu cuido de você, e está com pressão baixa, tome cuidado está bem?- Ele se levantou, pegou a mala e se retirou. Eu me sentei e vi um pirulito encima da mesa com o cartão dele.
- Idiota...-resmunguei
- poxa, não devia me tratar assim sou seu colega de trabalho...- Magatsu estava com a minha pasta e meu casaco- Vamos?
- Claro — EU me levantei e Maga sabia muito bem que eu não gostava de faltar o trabalho, peguei meus materiais e vesti meu casaco, me arrumei rapidamente e saímos para o colégio, era como se fosse uma universidade. Quando entrei na sala de aula;
- Bom di...- Olhei para uma faixa “BEM-VINDO PROFESSOR KYOUHEI” — dia — Estava surpreso, todos os alunos estavam com presentes...Fui recebendo um por um.
- Obrigado — Se passou mais uma aluna — Obrigado! — No final eram quase 200 presentes, dei uma revisão rápida na matéria e guardei os mesmos no armário antes da aula acabar.
- Até mais tarde professor — todos se retiraram.
- Ah...vou ter que voltar aqui mais tarde para pegar os presentes...Que ótimo — resmunguei comigo mesmo, cada presente mais caro que o outro e acompanhados por imensas cartas de amor — Gostaria que você me escrevesse alguma Makie...- Me levantei soltando um longo suspiro, peguei somente meu casaco e um caderno, pois queria descobrir o nome daquele médico. Caminhei normalmente e peguei um “atalho” para o meu prédio que por acaso passava pelo hospital.
- Boa Noite senhor, tem hora marcada? — A atendente me falou, eu estava olhando para os lados tendo a certeza de que ele não estava me observando — Senhor? — Despertei.
- N-não, eu gostaria de saber o nome do médico que me atendeu ontem, ele é alto cabelos castanhos...- Eu fiz uns gestos com a mão
- Ah sim, o doutor Nobuyuki — Nobu...yuki então este era o nome daquele sujeito arrogante.
- A obrigado Linda — Eu a fiz ficar corada, não sabia o que me tornava tão “atraente” para os outros...Porque eu me sentia indiferente
- Ah claro senhora Guipza, Ficará tudo bem — Escutei a voz de yuki, droga o chamei pelo apelido...Escrevi seu nome em um papel e o segurei, me retirando rapidamente da secretaria.
- Obrigada mais uma vez — Me dirigi à atendente, e Nobuyuki me escutou e olhou na minha direção, sai correndo...caminhando rapidamente seria melhor. Ele correu atrás de mim e me alcançou.
- Você aqui, senhor velhote — Ele sorriu e olhou pra minha mão — veio me visitar?
- C-claro que n-não — porque eu gaguejava? — Eu estou indo para casa com licença - Ele pegou o meu braço me imobilizando e em seguida, roubou o papel da minha mão — Ei...- gritei
- Então o que seria isso? — Ele abriu o papel e leu em voz alta — “Nobuyuki”, pelo que eu saiba este é meu nome — Começou a chuviscar e corri para a entrada coberta.
- E-eu não sei c-como este papel foi parar ai, não é m-meu — Ele me virou novamente e agora ficou colado em meu corpo, com meu rosto a centímetros do dele.
- Você tem 29 anos correto? — Ele me olhou duvidoso, eu acenti — Então posso fazer... — Ele se aproximou — isso.
Um beijo, foi o que aconteceu, não, foi : “o beijo”, quando os lábios daquele homem se encostaram nos meus, não sentia meu corpo, eu estava praticamente voando entre as nuvens. Não consegui empurrá-lo para longe, então envolvi seu pescoço com meus braços e me deixei levar, eu acho que era exatamente isso o que eu queria, sentir alguém, tocá-lo. Beijá-lo, éramos dois adultos então não havia problema naquilo, a não ser pela Makie. Me afastei dele, estávamos completamente molhados pela chuva que aumentara ,eu acho que aquilo foi um surto de carência afetiva que senti.
- E-eu...v-você, mas nós? — Eu era incapaz de formular uma frase. Ele me abraçou e sussurrou.
- eu te amo — Me beijou na orelha — Você me ama — Ele passou para o pescoço e depois segurou meu rosto a poucos milímetros do seu — e nós vamos ficar juntos — Ele me beijou. Me sentia tão vulnerável perto dele...Odiava isso.
- E-eu não...- Caramba! Parecia que eu, um homem formado e inteligente tinha virado um bebê.
- Você não consegue mais resistir à mim? — Ele sorriu, e eu automaticamente tentei dá-lo um soco. Não deu certo — Não é? — Ele beijou minha mão e depois meu pescoço novamente.
- é...- Não consegui fazê-lo parar, e por mais idiota que fosse, eu não queria.
- Eu sabia — Ele sorriu e agora olhou rapidamente para baixo da minha cintura — Vamos continuar essa conversa em outro luar? Na sua casa talvez? — Eu só acenti, perdera meu senso de realidade perto dele.
Sim, fomos para meu apartamento. Duas palavras :
“Muita dor”
Notas finais
deixem reviews.
Beijos meus amores.
Fale com o autor