Amor sem Compromisso

10 The Camp! A Chegada


Notas iniciais
Primeiramente, eu gostaria de agradecer á primeira recomendação feita para a Fanfic, que foi escrita pela leitora rauraauslly7! Muito obrigada mesmo! De coração!!! Bem, aqui está o Nono capítulo, espero que gostem!! Não esqueçam de comentar ;)

(...) Ela ficou na ponta dos pés e me beijou. Quando nos separamos ainda de olhos fechados eu disse:

– Quer namorar comigo?

– Eu…

– Gente! O Dallas chegou! E eu acho que… — disse Dez entrando no meu quarto.

Ally voltou a sua posição normal, suspirou, olhou para mim e disse:

– Conversamos mais tarde. — disse ela.

Ally saiu de meu quarto, deixando Dez e eu sozinhos. Grande erro dela. Eu estava me segurando para não lhe dar uma surra.

– Porra Dez! — gritei.

– Desculpa. — disse ele segurando o riso.

POV Ally

Assim que desci as escadas, encontrei com Dallas na sala de estar.

– Tudo certo?

– Melhor.

– Não vou nem perguntar.

Eu ri.

Ouvi passos descendo pelas escadas. Dallas e eu sentamos depressa em sofás diferentes. Logo, vi Austin, Dez e Clary entrando na sala. Dez e Clary se sentaram ao lado de Dallas e Austin ao meu lado. Ele tentou segurar a minha mão discretamente, mas eu não deixei. Não na frente de todos.

Trish entrou na sala e logo disse:

– Nossa! Que climão.

Eu ri.

– Então, animados? — perguntei.

– Óbvio que sim! — disse Dez animado.

– Que tipo de pessoa não iria a uma viagem dessas? — disse Austin.

– Eu. — disse Clary.

– Oi? A mamãe disse que você iria junto…

– Eu ia, mas decidi que não quero mais. Ano que vem eu terei a minha viagem, ou seja, nada de irmão! — vibrou ela.

– Poxa, assim me sinto mal… — disse Austin fazendo bico.

– Own… — disse Clary sentando ao lado dele e o abraçando — Eu achei que você me achasse a pior irmã do mundo.

– Para falar a verdade eu até tentei te trocar por outra, mas me toquei que sem você as coisas não seriam as mesmas.

– Own… — falamos todas em coro.

– Me senti tão amado agora. — brincou Austin.

Todos rimos. Ele foi tão fofo com a Clary que mereceu um presente: um beijona bochecha.

Depois do beijo, ele ficou todo bobo. Mas então virou para Clary e disse:

– Mas por que você pediu a minha mochila?

– Vou dormir na casa de uma amiga. Vamos fazer uma festa do pijama com o pessoal da sala.

– Vão ter garotos lá?

– O que você acha?

Clary levantou do sofá correndo e subiu as escadas rindo.

Todos riram da cena, menos Austin.

– Do que estão rindo?

– Você. — falei — Bancando o irmão ciumento. — falei rindo.

– Eu sou ciumento mesmo. E daí? O que é meu, é meu. O que não é meu, também é meu. O que eu acho que é meu, é mais meu ainda.

Rimos dessa. Eu quase me matei de rir.

Após nos acalmarmos, ouvimos uma buzina do lado de fora.

– Chegou a hora! — falamos.

– Mãe! O ônibus chegou! — gritou Austin.

Mimi e Clary voltaram para a sala e andaram até nós. Clary saiu correndo e pulou nos braços de Austin.

– Vou sentir sua falta, mano.

– Eu também nanica.

Após se separarem, Mimi andou até Austin e disse:

– Se cuida. Se não eu vou ligar para você todos os dias. — depois se abraçaram.

Eles se separam. Austin pegou a mala e a mochila com suas coisas. Mimi veio até mim, me abraçou e disse:

– Cuida para que ele não faça nada de irresponsável. Sinto que do grupo de vocês, você é a única que afeta as decisões dele.

– Pode deixar.

Nos separamos. Peguei minhas coisas e me juntei ao pessoal, que já estava indo para o ônibus. Pusemos nossas malas no bagageiro do ônibus e entramos.

Trish sentou com Kira (por incrível que pareça), Dez com Dallas e Austin comigo.

Encontramos dois bancos vazios lado a lado, um na janela e outro no corredor. Logo eu me meti na frente dele e sentei ao lado da janela. Ele riu.

– Então… — disse ele — Você me deve uma resposta…

– Tava demorando… — murmurei — Mas primeiro, posso saber qual era a pergunta?

– Se você aceita ser minha namorada…

– Eu… Vou pensar.

– A qual é Ally! — disse ele incrédulo.

– O que? Não foi um sim, e nem um não.

– Quanto tempo mais ou menos até você me responder?

– Uns… dois dias. No máximo.

– Bom mesmo.

Pus meus fones de ouvido e olhei para a janela. Passados alguns minutos, Austin beijou meu ombro. Olhei para ele e sorri, logo ele beijou meu pescoço.

(...)

Se não me engano, a viagem durou umas sete horas. Quando avistei o acampamento, cutuquei-o loucamente.

– Ai, ai. Que foi? — disse ele.

– Austin, o acampamento!

Imediatamente todos olharam pelas janelas e começaram a cochichar, beeem alto.

O ônibus parou em frente á entrada e abriu as portas. Imediatamente todos se levantaram e correram para a porta. Esperamos a multidão diminuir para descer. Assim que saímos do ônibus, senti meus olhos brilharem. Aquele lugar era… Era… Perfeito.