Notas iniciais
Obrigado por todos os comentários que deixaram...para nós como escritoras é uma força para continuarmos a escrever pois é com os vossos comentários que ficamos a saber o quanto estão ou não estão gostando! :) Próximo capítulo!!!! :D

Ana resolveu ficar na escola até mais tarde, quanto menos tempo estivesse na companhia de Christian melhor...não que a companhia não fosse boa, mas tinha medo que o sentimento cresce-se novamente e acabar como acabou ontem...no quarto dele. Por outro lado Christian seguiu para casa assim que ela lhe disse aquelas palavras tão dolorosas de se ouvir...quando se gosta de uma pessoa á tanto tempo, e depois dessa pessoa se ter entregado como Ana fez mais doloroso é!

Passado umas horas Ana chega a casa e depara com um monte de malas de viagem na entrada da sala de estar:

— Mãe??? Mãe??? — gritou ela.

— Sim filha, que se passa? — pergunta Carla saindo da cozinha.

— Vamos viajar e ninguém me diz nada...hello tenho montes de vestidos e sapatos...tenho que comprar uma nova mala para isso tudo! Bem vou na loja antes que feche!

— Calma Ana...nós não vamos a lado nenhum...

— Então porque este bando de malas aqui na sala? — pergunta Ana apontando para as malas.

— Christian vai viver com a sua mãe...diz que que mudar de ares e não está a conseguir aqui. Muito estranho, já que fez de tudo para ficar com o pai agora quer ir para Seattle para junto de sua mãe.

Ana nem queria acreditar no que estava a ouvir, ela ficou sem cor, sem chão, as suas pernas balançavam por todo o lado, e as lágrimas pediam licença para escorrerem pela sua cara. Mas ela não deixou apenas olhou mãe de frente e perguntou:

— Como quer mudar de ares? Onde ele está mãe? Quero lhe dizer umas coisas...

— Porque está tão nervosa Ana? Achei que ias ficar contente já que ambos andam sempre a brigar um com o outro.

—MÃE!!! ONDE ESTÁ ELE!! — gritou ela.

— Calma filha, está no quarto arrumando as ultimas coisas.

Ela subiu as escadas a voar e agora estava a bater na porta do quarto de Christian. Ela bate três vezes e ela abre a porta. Ela não pensa e atira-se logo para os seus braços e começa a chorar compulsivamente. Ele nem queria acreditar no que estava a acontecer e agarrou-a mais para junto de si. Agora sim, cada um estava nos braços do grande amor...Ele puxa o queixo dela para ela o encarar e desseguida com o polegar limpa as lágrimas que ateimam em rolar no rosto de Ana. Ela não aguentou e puxou-o para si e depositou-lhe um beijo calmo, apaixonado, verdadeiro e longo. As línguas encontravam-se de uma forma que nenhuma outra vez sentiu com José. Ele acaricia-lhe as costas e ao mesmo tempo lhe puxa o seu vestido para cima...ela empurra-o para cima da cama e vira-se para fechar a porta a chave!

Já deitada em cima de Grey Ana desaperta-lhe o botão das calças e ao mesmo tempo que o beija vai mexendo no seu membro agora rijo por estar a ser tocado...ela tira a camisa dele e vai fazendo um carreiro de beijos até ao cós das suas Calvin Klein, puxa para baixo e liberta-o...não sabe como nem porquê mas já estava com ele na sua boca...ela subia e descia lentamente, enrolava a sua língua na ponta do membro dele e ele contorcia-se e gemia baixo:

— Oh Ana...OHHHH...tão bom! — dizia ele agarrando no cabelo dela para não atrapalhar.

O clima agora estava quente e ele já não conseguia aguentar mais, não se queria vir para dentro da boca dela...queria ama-la primeiro e fazer com que ela se sentisse sua de uma vez por todas. Puxou-a para cima e rolou deixando ela por baixo de si...já de cueca e soutien ele arrancou ambos num abrir e fechar de olhos. Depositou-lhe beijos por todo o corpo mas teve bastante tempo a beijar-lhe as cochas....

— Ahhh, Christian! — disse ela contorcendo-se.

Ele estava agora a brincar com o sexo dela...mas desta vez com a língua, ele rolava e lambia o seu pontinho de prazer e ela pedia mais...quando não estava a aguentar mais ele puxou ambas as pernas dela para cima dos seus ombros e com os dentes abriu um saquinho e colocou a camisinha...

— OHHH, SIMMM! — disse ela quando sentiu-se a ser preenchida.

Ambos tiveram-se amando durante muito tempo até que ela não aguentou mais e veio-se ali mesmo, com ele dentro dela...e ele ao sentir tudo aquilo não conteve e também se perdeu no prazer que ela lhe tinha dado.

Ambos se deitaram na cama, Ana com a cabeça no seu peito pergunta:

— Porque vais embora Christian?

— Tenho que ir...eu aqui só estou a sofrer! Preciso de novos ares, novas pessoas!

— E eu? Vais desistir de mim? — perguntou ela começando a soluçar do choro.

— Eu nunca vou desistir de ti...tu és a minha musa, a minha inspiração quando escrevo meus textos, meus poemas...quando faço meu desenhos! — aponta para os desenhos colados na parede.

Ana levanta-se rapidamente e diz:

— Sim se calhar é mesmo o melhor...apesar de eu te amar como amo, estou namorando com José e sei o quanto ele me ama, e pior, nós somos meio irmãos...irmãos não namoram nem fazem estas coisas que acabamos de fazer...iriamos ser gozados por toda a escola e amigos. — diz Ana quando está a vestir o vestido.

Quando está a sair do quarto ele diz:

— Mas tu já desistes-te de nós!

Ela bate a porta e sai a correr para o seu quarto. Deita-se na cama e fica a chorar com tudo o que se estava a passar. Ouve um apito do carro e acorda:

— Peguei no sono...que horas são? oito e meia da noite...quem é a esta hora?

Ana vai até á janela do quarto e vê sua mãe e padrasto pondo as malas de Grey no porta malas. Ele já estava na porta de casa para sair para ir morar com sua mãe. Ela vê ele se despedindo de sua mãe e de seu pai e entrar no carro. Suas lágrimas agora caíam como um rio...ela não ia despedir-se dele...era demasiado doloroso para o seu coração. Ele sem hesitar já dentro do carro olha para a janela de Ana, ambos se olham e ele sorri para ela e o carro segue...

— Não...Christian! Meu amor...que foi que eu fiz meu deus! — ela chora agora compulsivamente agarrada á janela de seu quarto.

Anos mais tarde

Ana casou com José e agora trabalhava numa loja de materiais de construção, José tinha-se tornado um rapaz ciumento e não a deixou tirar um curso de literatura. Tinha medo que outros rapazes lhe olhassem para as pernas e decotes. Nunca mais tinha ouvido falar de Grey, pois sua mãe e seu padrasto se separaram pouco depois de Christian ter ido viver com sua mãe para Seattle.

— Ana? Depois pode ir á papelaria pagar esta conta de água? — perguntou seu patrão.

— Sim claro, eu vou lá agora...isto por aqui agora está calmo.

Agarrou na sua bolsa e foi até á papelaria da senhora Jones.

— Bom dia senhora Jones...tudo bem por aqui?

— Bom dia Ana, está tudo bem e contigo? Posso te ajudar com alguma coisa?

— Vinha aqui para pagar uma conta ali da loja. — entrega o envelope a senhora Jones e começa a esfolhear um jornal de negócios. — Não pode ser...é ele!

Ana viu Grey numa foto do jornal, mas ao seu lado estava uma senhora muito elegante...bem vestida e o título da entrevista era "Senhor Grey apresenta sua esposa Elena".

— Esposa? Ele casou com outra mulher... — Uma lágrima escorreu no rosto de Ana ao recordar os momentos que viveu com ele.

— Está aqui o envelope querida...Ana sê tá chorando? Que se passa? — pergunta a senhora Jones preocupada.

— Não é nada senhora Jones...bem vou indo! Adeus!

Ana ficou o dia inteiro a pensar no que tinha visto no jornal. Chegou a casa e pôs uma caneca de leite no micro-ondas e foi procurar José... Não estava em casa...Passou uma hora e ele chegou, muito bêbedo:

— ANA SUA PUTA? ONDE ESTÁS? — gritava ele.

— Que se passa José.

— Anda cá coisa mais linda...hoje eu vou-lhe usar!

Agora estava sentada na banheira deixando a água correr em sua cabeça e chorava muito...nem queria acreditar no que tinha acontecido, José violou-a...ela não queria e ele obrigou-a. Passa com a mão na sua cara e seu olho doía...como é que ele teve coragem de lhe bater também?

Notas finais
E que tal meninas?