Amor psicopata – Você vai me amar se eu matar você
2 Capitulo 02 – Entenda você é minha
Notas iniciais
Logo meus olhos começaram a pesar e senti minha consciência me deixando e a porta do quarto abrir, mãos quentes me colocaram deitada e dormi mais uma vez.
Acordei mais uma vez assustada, o quarto estava escuro, meu corpo estava enrolado e meu cabelo antes molhado estava seco, tentei controlar minha respiração e coração tentando lembrar aonde era o interruptor, o medo do escuro nunca foi tão real, levantei tateando indo ao que eu pensei ser a porta, até tropeçar em algo, parecia ser uma poltrona, mas pra minha surpresa braços me prenderam, o grito que eu ia dar ficou preso na garganta.
— Aonde pensa que vai? – sua voz estava no meu ouvido e fez meu corpo se arrepiar com medo.
— O que você quer? – minha voz estava falhando o que eu me xinguei por mostrar fraqueza.
— Eu quero você. – senti seus lábios descendo pelo meu pescoço.
— Porque está fazendo isso? – minha mente parecia se recusar a cooperar com a conversa.
— Porque você é minha, porque eu quero, porque eu posso, escolha a que quiser. – seus lábios beijaram o topo da minha cabeça e sentia sua respiração profunda no meu cabelo.
— O que vai fazer comigo? – pela primeira vez acertei uma pergunta.
— O que eu quiser, você e minha lembra, sempre foi minha, no momento que começamos conversar, eu soube que você era diferente, me entendia tão bem, então a alguns meses eu precisava saber se você era real, ou se estava apenas fingindo, eu não sei o que faria se você estivesse mentindo pra mim, mas lá estava você, sendo sincera comigo, me contando tudo, cada passo eu percebia que era você, não foi difícil descobri que iria ter uma festa e fazer seus amigos receberem um convite e fazer com que discretamente eu falasse que era bom você ir, confia tanto em mim que nem percebeu, e quando você mandou aquelas mensagens manhosa dizendo que estava sozinha na festa e que queria que eu estivesse lá, tive que me segurar para não sair do corredor que eu estava te observando e te levar embora, mas eu tive paciência o que foi recompensando com cada cretino que você dispensava, não se preocupe eles nunca mais vão encostar no que é meu, tive que me controlar pra não matá-los quando começaram a falar de você, mas eu queria te punir na verdade quando vi o vestido que estava sentada em cima da mesa bebendo, estava tão sugestiva, desejável e quando veio direto para meus braços naquele quarto eu não pude me controlar, eu tinha que trazer você pra mim. – sua voz era dominante e enquanto falava me levava para a cama, seus lábios beijavam minha pele a cada intervalo de palavra, logo minha roupa foi jogada de lado, mesmo no escuro ele parecia saber exatamente o que estava fazendo e mais uma vez me vi sendo guiada para o prazer pelos braços daquele homem.
Senti calor, mas estava tão confortável que tentei voltar a dormir, não lembrava da minha cama ser tão estreitada e a coberta tão pesada, tentei me mexer e um braço me puxou em protesto, abri meus olhos assustada e vi um teto marrom em madeira, olhei para o lado e vi que na frente da porta tinha um poltrona, minha mente levou um minuto para se lembrar o que tinha acontecido e meu corpo pulou para longe se atrapalhando com a presa me fazendo cai sentada, para meu espanto ao meu lado tinha um Sebastian despenteado e com uma faca de caça em mão olhando de um lado para o outro.
— Que droga. – ele resmungou colocando a faca no criado mudo e sem dizer nada me pegar no colo colocando na cama.
— O que? – minha mente deveria estar em choque porque me lembro muito bem ter o que QI acima de uma porta pelo menos.
— Você anda monossílaba ultimamente. – riu da própria piada indo para o banheiro.
Olhei para o quarto que não tinha mudado nada, ao não ser a poltrona, e agora a faca em cima do criado mudo, a camisa que eu usava não era a mesma que eu tinha colocado antes, e meu cérebro associou que eu estava usando a camisa dele, já que estava só de calça de moletom, olhei mas uma vez para a faca, mas abandonei a ideia, eu iria irrita-lo e tinha a possibilidade de me machucar, o que seria péssimo, levantei quando ouvi o barulho de chuveiro, e sem saída entrei tendo que usar o banheiro urgente, quando terminei vi um par de olhos verdes me olhando de forma fixa de dentro do boxer, fiquei parada tentando raciocinar o que faria, eu podia sentia um magnetismo me puxando, mas por Deus ou qualquer entidade que esteja disponível ele tinha me sequestrado, mas mesmo assim me vi tirando a camisa e mais uma vez me lançando em seus braços, o banho estava morno o que parecia frio perto da sua pele quente, seus lábios mais uma vez passearam pelo meu corpo juntamente com suas mão e sem aviso ou preparação fui invadida, a dor e o prazer estava juntos quando ele começou a se movimentar rápido nos colocando embaixo do chuveiro, minhas pernas em sua cintura e a agua espirando conforme ele me puxava de encontro dele de forma feroz, eu sentia meu orgasmo chegar e então ataquei seus lábios como ele fazia comigo, o que pareceu tirar um gemido rouco dele que começou a usar mais rapidez nos movimentos suas mãos firmes em minhas nádegas deixariam marcas e seus lábios deixaria os meus vermelhos e sensíveis, mas eu não podia estar mais satisfeita quando atingi um orgasmos que fez meu corpo tremer, seus braços me seguraram e senti ele acariciar meu cabelo agora úmido mais uma vez, me colocou de pé ainda encostada no corpo dele, beijou o topo do meu cabelo e massageou com o shampoo, depois de enxaguar colocou o creme e me ajudou a lavar o corpo, senti meu rosto esquentar e me senti boba, para outras coisas eu não parecia ter vergonha, ele enrolou o meu corpo com uma toalha e voltou para o chuveiro terminando de se lavar, estava pegando uma camiseta quando ele me abraçou por trás, deixando a camiseta de volta no lugar ele enxugou me corpo e penteou meu cabelo com o pente que ele tinha trazido do banheiro, e depois disso deitamos e senti meu corpo relaxar, eu usava a toalha ainda e ele agora estava coberto parecendo dormir, me virei na cama olhando para ele tentando entender o que estava acontecendo.
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