Amor proibido

14 Little things


Notas iniciais
Oi meu povo s2 To de volta, mais viva do que nunca iudfsghiudsfhsufh não me matem, sério >3< Estava com sdds de vcs s2 Como eu n apareço muito por aqui, quero que vocês entrem nesse grupo pra me cobrar os capítulos >>> https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts Boa leitura!

Amor proibido

Capítulo 14

Por Teylla

I can't believe I had to see,
The girl of my dreams cheating on me
The pain you caused has left me dead inside
I'm gonna make sure you regret that night

Warzone — The Wanted

Um tempo depois da caminhada, encontramos a escola — era grandinha até —, a entrada era decorada com algumas árvores na frente e o piso de mármore.

— Viemos conhecer a escola — comecei dizendo para o porteiro e ele apenas assentiu.

Não sei se foi apenas a minha impressão, mas o mesmo havia encarado o Nicholas de uma forma estranha? Balancei minha cabeça, negando-me de pensar nisso. Deveria ser apenas impressão.

— Nicholas. — O porteiro deu um sorriso irônico para ele.

— Sr. Trock — retorquiu Nicholas ao levantar as mãos para cima.

Entramos e andamos pelo pátio, havia um lugar até interessante, tinha uma árvore com vários bancos de madeira embaixo, ali seria um ótimo lugar para leitura.

A porta de entrada era alta e de vidro, passamos por ela e decidimos subir as escadas que levariam as salas principais. Não era algo que eu realmente queria ver.

— Clarie, eu quero ir ao banheiro... você poderia vir comigo? — perguntei me aproximando, a Maia com certeza ia ficar ali, se agarrando no Nicholas.

Revirei os olhos.

— Claro, mas... você sabe ao menos onde é, criatura de Deus? — indagou e arqueou a sobrancelha.

— Ah... é... por ali — Nicholas apontou para a direita, onde havia um corredor.

— Como você sabe? — questionei.

— É que eu imaginei — respondeu e desviou do meu olhar.

Bufei mostrando que eu estava claramente irritada, mas ele continuou olhando para sei lá onde.

Clarie entrelaçou os nossos braços e fomos até o banheiro.

Como ele tinha dito, o lugar era correto. Como ele sabia? Acordei dos meus devaneios até abrir a porta. O piso xadrez dava um pouco de luxo, mas nada chamativo. Entrei em um dos toaletes e na parede havia escrito várias coisas, como “Nicholas, meu amor”, “Nicholas príncipe”, “Pertenço a você, Nicholas”.

Até mesmo um desenho fofinho.

Mas que diabos, é isso?

Será que é o...? Não, não é possível, certo? Ele disse que não conhecia esse colégio, então... Mas, pera um minuto. O porteiro parecia conhecê-lo e ele sabia a direção do banheiro...

Será que é o mesmo Nicholas? Se for... Isso seria interessante.

Fiz minha necessidade e fui para o espelho lavar a minha mão.

— Foi só no meu ou no seu também tinha coisas escritas como “Nicholas, você é o melhor”? — Clarie abriu a porta de um dos toaletes e perguntou meio assustada.

Eu ri.

— No meu também tinha, e ainda havia um desenho, bem fofinho até — respondi.

Após a Clarie terminar de lavar suas mãos, saímos de lá e fomos ao encontro do pessoal.

— Se perderam ou o quê? — Maia perguntou ao nos ver.

Apenas dei um sorriso irônico.

— Sim, nos perdemos ao vermos um bocado de besteiras escritas no toalete — respondi olhando bem no fundo dos olhos de Nicholas, o mesmo pigarreou.

— Acho que já está bom por hoje... certo? — indagou Nicholas.

— Quero dar uma olhada na quadra. Alguém vai comigo? — argui.

— Eu vou! — respondeu Nicholas. — Afinal... eu acho que não vou me perder aqui...

— Eu também vou — disse Maia.

— Não Maia, você fica comigo. — Clarie a puxou e andou até o andar debaixo com o Dylan.

— Então, Nicholas... Você sabe onde fica a quadra? — questionei.

— Acho que sim, vem comigo — respondeu aparentemente animado.

Nicholas segurou minha mão e eu corei, sentir aquela mão firme segurando a minha era tão tranquilizador... como se todos os meu problemas sumissem. Ele correu e desceu uma outra escada, a qual eu ainda não tinha visto.

Andamos um pouco e saímos do prédio principal, fomos até o fundo, onde tinha uma porta escancarada, adentramos a mesma e avistamos a quadra.

— Uau... ela é...

— Enorme — Nicholas me complementou. — Incrível, não acha?

Parei para encará-lo e pus minhas mãos na cintura, fiz um sorriso irônico.

— Espera um minuto, Nicholas — comecei a falar. — Como você sabia que a quadra era aqui? — questionei me aproximando dele.

— Ah... é que... eu imaginei que fosse — respondeu ao passar a mão pelo cabelo.

— Ah, é? Jura? Isso é o máximo que você consegue mentir? — Comecei a rir.

— O quê? Você acha que eu estou mentindo? — Fez um “o” com a boca.

— Sim, eu acho — respondi sinceramente.

— Ah, nossa, obrigado — Jogou as mãos para o alto.

— De nada, agora me fala a verdade — retruquei.

Nicholas andou até uma porta fechada e a abriu, tinha vários tipos de bola — para jogos, talvez — e pegou a de basquete. Começou a andar até a mim.

— Se quiser a verdade, vai ter que ganhar de mim no basquete, acha que consegue? — Deu um sorriso de vencedor.

— Então — Fiz uma pose de durona. — você acha que EU não vou conseguir ganhar por ser baixinha? — Arqueei a sobrancelha e andei até ele.

— Talvez...? — Riu.

— Ah... você apostou com a garota errada, garotão — retruquei.

Tirei minha jaqueta e a joguei em qualquer lado do chão.

— Vamos lá — disse animada.

Ele balançou a cabeça e olhou para mim, sim, ele lançou aquele olhar intimidador e logo um arrepio me percorreu. Nicholas começou a bater a bola no chão, ativei meu modo V e fiquei prestando atenção em seus passos.

Nicholas andou para o outro lado e começou a correr para a cesta do meu lado e eu corri junto, fiz uma marcação nele, impedindo-o de passar e sorri.

— Acha que consegue ganhar de mim? — questionou.

— Mas é claro que sim, Demônio — respondi.

Avancei para cima dele e tomei a posse da bola, comecei a quicá-la no chão e me direcionei a cesta do gol, rumei-a para cima com tudo o que eu tinha e a mesma começou a rodopiar na ponta da cesta, até que caiu no centro.

Eu tinha feito um gol.

E o Nicholas nenhum, isso era tão bom.

Comecei a pular e comemorar.

— Por favor, não duvide de mim — repreendi-o.

— Estou vendo que não devo ter pena, certo? — indagou.

— Pena? — argui.

Nicholas correu com a bola e fez um gol, graças a minha distração.

— Vai chorar? — Ele fingiu que lágrimas caiam dos seus olhos e que limpava as mesmas.

— Que idiota — ignorei.

Peguei a bola da mão dele e taquei no gol. Passei por ele e joguei meu cabelo para bater na sua cara — propositalmente, é claro —.

Depois de um bom tempo jogando, Nicholas havia conseguido virar o jogo, ganhando de mim. Eu não entendia como, era algo tão surreal. Em um momento, lá estava eu, arrasando. E no outro, comecei a falhar.

Peguei minha jaqueta no chão e quando me virei tomei um susto.

— Como chegou aqui tão rápido? — perguntei me ajeitando.

— Eu já estava andando atrás de você — respondeu e passou a mão no cabelo.

— Hmm...

—Então... eu ganhei o jogo, o que eu ganho? — indagou visivelmente feliz.

— Você? Nada — respondi.

— Eu tenho que ganhar alguma coisa, certo? — Ele segurou minha cintura e fixou seus olhos azuis no meu.

— Não — retruquei.

— Qual é, bichano — contestou. — Isso não é justo!

— O mundo não é justo, querido — Fiz um bico com seus lábios.

— Realmente, o mundo não é justo, Taylor — disse seriamente.

Juro que senti um medo me possuir naquele momento. Algo me sufocava e eu apenas queria me livrar.

— Hm... é brincadeira, Nicholas — falei por fim.

— Não, não é — retrucou.

Nicholas fez algo inesperado, me derrubou no chão.

— Agora estamos quites — disse e fingiu que estava limpando as mãos. O puxei pela perna e ele acabou caindo em cima de mim.

Droga.

Droga.

Seu olhar se encontrou com o meu, nossos corpos estavam grudados e eu comecei a ficar nervosa.

Oh, droga. O que eu faço?

Nicholas acariciou o meu cabelo e deu um sorriso amável que fez meu coração bater mais forte. Esse demônio... ele realmente tinha momentos que era amável.

— Taylor...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.