Amor proibido

9 Capítulo 9 - A Descoberta.


Notas iniciais
Como eu disse, postei o capítulo 9 galera *-* Aê, caprichei nesse viu? haha Mais tarde acho que vem o 10, vou dormir porquê madruguei para escrever esse capítulo KKKKKK beijos meus bens, e boa leitura!

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Por quê Nicholas evita que Taylor veja seu rosto?

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- Tay – Ouvi duas vozes conhecidas gritando, mas mesmo assim não abri meus olhos.

- Mhm. – Murmurei.

Ficou tudo quieto por um instante, fiquei mais relaxada, estava quase para dormir de novo, senti um peso imenso em cima de mim, abri meus olhos assustada.

- Aye Tay, enfim chegamos. – Disse Clarie saindo de cima de mim com um sorriso.

- Que horas são meninas? – Perguntei me encostando na cama.

- Deixa eu ver- Maia abriu o celular- são exatamente 20:02.

- Já?- Falei parecendo um pouco surpresa.

- Sim dorminhoca. – Clarie falou já me levantando da cama.

- Vocês demoraram para chegar, o que houve? – Falei já em pé.

- Bem... –Clarie passou a mão pela cabeça- o carro da minha mãe parou no meio do caminho e tivemos que esperar o mecânico chegar, a propósito minha mãe está ai embaixo.

- Ah, entendo.

- E qual é desse quarto imenso Tay? – Maia estava olhando em volta.

- Sabe como é, minha mãe. – Falei revirando os olhos.

- Entendo. – Maia falou e nós começamos a rir.

Clarie se aproximou da porta onde se encontrava o closet.

-Presumo eu que isso aqui é o banheiro né? – Clarie disse já abrindo a porta.

- Dê uma olhada, e veja se isso ai parece com um banheiro. – Falei apontando para a porta.

Maia se aproximou de Clarie, e as duas abriram a porta, voltei a me sentar na cama, percebi pelo semblante das duas que estavam surpresas, também, não era pra tanto né? Já tinha esse quarto que é grande o bastante e ainda tem um closet imenso?

Entendo o porquê delas estarem surpresas.

- Mas o quê... – Falou Clarie boquiaberta.

- Diabos é isso Tay?! – Maia completou totalmente arrasada.

Levantei da cama e fui até elas, pus minhas mãos em cima do ombro delas, e dei tapinhas leves.

- Entendo o porquê da surpresa, fiquei igual a vocês agora.

- Me diga Tay, você já arrumou suas malas? – Maia disse se virando para mim tentando se recompor.

- Se refere aquelas malas ali? – Apontei para a fileira de malas que tinham no chão, elas olharam boquiabertas para mim. – O quê?

- E já tem tudo aquilo ali no closet? –Elas falaram na mesma hora apontando para o closet.

-Ora, não é minha culpa, quando eu cheguei já estava tudo ai, acredite fiquei chocada quando vi esse closet. – Falei.

- Eh... Se deu bem em amiga. –Clarie disse por fim.

- Ei, que tal se agente te ajudar a arrumar as malas Tay? É melhor que fica mais espaço para a gente. –Maia disse sorrindo.

- Oh, sim, isso é uma boa ideia Mai. – Passei a mão pela minha cabeça.

- Qual iremos começar? – Clarie falou sorrindo.

- Pela primeira mala é lógico! –Maia falou já puxando a mala para dentro do closet e a abrindo.

- Ora, não tem nem tanta roupa assim Tay. –Clarie se agachou para alcançar uma peça de roupa que acabou ficando presa na fivela da mala.

- Sim, eu sei, talvez minha mãe tenha visto isso e fez essa artimanha.

- Mas Tay, acho que você estava precisando disso sabe...- Maia pegou uma peça de roupa meio desgastada e me amostrou.

- Verdade, mas por fim, vamos começar logo com isso? Quanto mais cedo melhor, certo garotas? –Clarie falou totalmente animada.

- Sim! –Concordei.

- Onde colocamos isso Tay? – Maia estava segurando uma muda de blusas.

-Naquela gaveta ali, que espero eu que esteja vazia. –Respondi.

- Er... Tay.- Maia falou meio preocupada.

- O quê?

- Chega aqui.

- Certo Mai.

Me aproximei dela e ela saiu da visão que estava sendo tapada para mim, na gaveta havia várias lingeries, Clarie se aproximou também e pegou um sutiã branco com rendas rosas.

- Hm Tay, me diga, quando foi que você arranjou coisas tão bonitas? – Clarie começou a rir maldosamente segurando o sutiã, mas brincando.

- Me dá isso Clarie! Que diabos!

Começamos a gritar pelo closet, nós três.

- Ei, o que está acontecendo aqui? Falem mais baixo. – Ouvimos uma voz masculina totalmente sexy vindo da porta e olhamos para ela, Nicholas estava encostando-se a ela com os braços cruzados, ele estava descalço com um capote e o mesmo ainda cobria seu rosto, o capote estava aberto na parte da frente fazendo com que conseguíssemos olhar a barriga de tanquinho dele, percebi que também estava com uma calça bem folgada, ou seja ele estava parecendo um Deus!

Por quê eu não conseguia ver seu rosto?

- O q-que você está fazendo aqui Nicholas? –Falei determinada.

Ele entrou no closet e se aproximou de Clarie, percebi o rosto dela corar na mesma hora.

-Com licença gatinha. – Ele pegou o sutiã da mão dela. – Hm, nada mal hein, de quem é? –Ele olhava bem nos olhos da Clarie, percebi que ela estava enfeitiçada por algo que ela estava vendo.

Maia olhou para os dois e corou instantaneamente também, as duas apontaram para mim. –É dela. –Falaram ao mesmo tempo.

- Espera um pouco –cerrei meus punhos- vocês vão falar que é meu assim?

As duas confirmaram com a cabeça.

- Hm, nada mal em bichano? Até que você tem umas peças intimas que eu adoraria em ver no corpo de uma mulher, mas claro, qualquer uma que não seja você. – Ele falou se aproximando de mim.

- O q-que disse idiota? –Falei meio gaguejando, olhei para trás dele e as meninas faziam um sinal positivo para mim, não entendi o porquê desse sinal, francamente...

- Além de atrapalhada, é surda? Hm, Taylor Mongerst você é mais interessante do que parece.

- Olha aqui... -Cerrei meus punhos novamente e os levantei em forma de protesto. –Esqueça, apenas saia daqui agora!

- Hm? Por quê? Aqui está tão agradável. – Sem eu perceber ele já estava atrás das duas meninas, Nicholas as segurou pela cintura e sorriu, senti uma veia do meu rosto saltar, que irritante! Não dá, simplesmente não dá para viver com um animal desses! Bendita hora de minha mãe se apaixonar pelo pai desse demônio!

- Eu quero que você saia daqui! – Gritei.

Nicholas soltou as duas e veio em minha direção.

- O que você quer Nicholas? Não tem nada pra você aqui! –Falei parecendo forte.

-O que eu quero? É algo que você tem.

- Como assim algo que eu tenho?

- Com o tempo Taylor Mongerst, você descobrirá.

Ele se aproximou um pouco mais de mim e eu recuei institivamente, acabei trombando em algo atrás de mim e Nicholas saiu do closet, provavelmente voltando para a cova do diabo.

Com o tempo eu descobrirei? O que ele quis dizer com isso? Minhas pernas cambalearam um pouco e eu acabei caindo no chão, sim, agora eu tenho a prova de que viverei no próprio inferno, eu tenho algo que ele quer? Ele não me deixará em paz com certeza.

Por quê ele simplesmente não disse o que queria? Não era mais fácil? Ele tinha um cheiro tão bom, era um aroma bastante agradável, me senti fascinada pelo seu cheiro, era realmente encantador.

- Tay? Tay?! – Em um instante estava Clarie e Maia agachadas em minha frente.

- O quê? – Perguntei.

- Quem é esse Deus? – Clarie falou com os olhos brilhandos.

- Deus? –comecei a rir descontroladamente. – Ele é o diabo em pessoa!

- Tá, tá, que seja. Como ele se chama? –Maia perguntou toda eufórica.

- Ele? Bem, acho que é Nicholas Henrodale.-Falei pensando cuidadosamente.

-Quantos anos? Qual seu tipo sanguíneo? Signo? Comida favorita? Esporte favorito? Que filme ele mais gosta? Altura? – Clarie fazia uma pergunta atrás da outra.

Coloquei a mão na minha cabeça, essas perguntas chatas estavam fazendo minha cabeça doer.

- Eu não sei, não sei nada sobre ele, presumo eu que ele tenha nossa idade, mas não tenho certeza, a única coisa que eu sei é o seu nome e que ele é o filho do amigo da minha mãe que supostamente mora aqui também, e parece que ele é o cara que minha mãe é apaixonada. –Falei de vez.

- Oh, nossa! – Maia disse por fim.

- Mas que sortuda você em Tay! Viver no mesmo teto que um Deus grego não é pra qualquer um não amiga! – Clarie disse toda risonha.

- Mas Tay, se sua mãe é apaixonada pelo pai dele, digamos assim, se eles se casarem e tal, você e o tal do Nicholas seriam quase como “meio irmãos” certo? – Maia falou corada, e parecia bastante pensativa sobre esse assunto.

- Acho que sim Mai, por quê esse interesse súbito sobre esse assunto? – Perguntei por fim.

- Ah bem, por nada demais Tay, foi somente minha curiosidade mesmo. –Maia estava totalmente vermelha.

- Sei... – Disse meio suspeita.

- Mas não tem problema eles serem meio irmãos, e namorarem afinal, eles não são sangue do mesmo sangue certo? E sei muito bem que a mãe da Taylor apoiaria isso e tudo mais. – Clarie começou a rir, presumo eu que era para acabar com o clima meio terrível que surgiu entre eu e a Maia.

- Mas... mesmo assim não seria errado Clarie? – Maia ainda insistia nesse assunto.

-Claro que não Mai, por favor, estamos no século 21 não existe essas regras mais. – Clary falou com um sorriso acolhedor.

- Hm, entendo. – Maia falou meio entristecida.

- Ah, vocês querem comer? – Intervi.

- Ah queremos sim! –Maia falou já em pé- Certo Clarie? – Clarie concordou com a cabeça e logo levantou.

- Então vamos. –Disse.

Levantei e saímos do closet, Maia parou em frente a porta do quarto.

- Ei, Tay, onde é o quarto do Nicholas?- Maia perguntou olhando para o corredor.

- Ah, bem acho que é esse na frente do meu. – Falei olhando para minha mesinha que estava meu celular. – Por que?

- Ah nada não. – Maia falou encarando a porta que eu mencionei.

- Bem, vamos descer. – Falei já saindo do quarto, fechei-o e a Maia junto com a Clarie já estava um pouco a frente de mim, virei-me para ir em direção a elas.

- Ei, bichano, não diga onde fica meu quarto para estranhos. – Senti uma mão me girando, era o Nicholas de novo, ele estava coberto pela escuridão por isso não pude vê-lo direito.

- E-ei, você estava ouvindo nossa conversa? – Falei.

- Não, quer dizer só o fim quando já estava me aproximando do meu quarto, acabei ouvindo alguém perguntando onde era meu quarto e decidi ouvir. – Ele falou soando metido.

- E dai? Não tem problema nenhum eu dizer, ela é minha amiga, não um animal!

Olhei de relance para trás e vi que a Maia estava meio acanhada.

- Sim, sua amiga pode virar um animal, já que as mulheres se tornam leoas quando estão atrás de sua presa, tenho que ser cuidadoso, não quero que invadam meu quarto a noite.

- Olha aqui... – Cerrei meus punhos novamente e respirei fundo. – Ninguém invadiria seu quarto senhor demônio.

-Senhor Demônio? Essa é nova, já fui chamado de coisas piores, mas senhor Demônio é realmente um apelido muito interessante, taí, eu gostei desse, senhor Demônio... Hm. –Ele começou a pensar em algo.

- Não era pra você gostar!

-Por quê?

- Porque sim.

- Ora essa, você ainda acha que EU, gostei desse apelido.

- O que você tem haver sobre gostar ou não desse apelido?

- Não sei. Mas voltando ao assunto, por favor não diga onde fica o mais o meu quarto, afinal vocês mulheres é um verdadeiro perigo, tenho que ter pelo menos um porto seguro!

- E quem é que iria querer entrar na toca do Demônio pelo amor de Deus? –Falei revirando os olhos.

- Muitas garotas iria querer, isso você pode ter certeza senhora bichano.

- Aish! Senhora bichano? Morra Nicholas!

- Não dá, as meninas desse mundo chorariam.

- Ninguém choraria, eu estou te conhecendo hoje, mas por quê sinto que te conheço de algum lugar Nicholas? – Falei com a voz séria.

Ouvi um barulho tipo “glup” vindo dele.

- Nunca te vi em lugar algum. – A voz dele soou séria.

- Tem certeza?

- Claro que sim.

- Bem... Esquece.

- Sim, é bom. Agora espero que não diga mais onde é o meu quarto, o.k? –Ele falou com um tom sério.

- Nenhuma mulher te atacaria Nicholas, deixe de drama.

- Vai saber, eu não sou feito certas pessoas sabe... Eu sou lindo, uma beleza inigualável com a maioria, então claro que iriam querer me atacar principalmente... você.

- Agora você virou narcisista é? Essa é nova para mim, além de ser um garoto demoníaco você virou narcisista, oh vida.

- Olhe aqui bichano eu não sou narcisista!

- Claro que é, você acabou de falar que era lindo e que tinha uma beleza inigualável com a maioria e blá blá blá, então significa que você é um! – Comecei a rir para irrita-lo.

- Olha, tem alguém com inveja aqui hein! Isso realmente me cheira a inveja senhorita Taylor Mongerst.

- Eu? Com inveja de você Nicholas Henrodale? Não me faça rir, por favor.

- Claro que sim, supondo que sua alta estima é totalmente baixa!

- E só por isso eu teria inveja de você? – Senti minhas veias saltarem.

- Claro, porquê eu sou totalmente lindo e você não.

- Falou novamente o narcisista.

- Olha quem fala, a senhorita bichana.

-Pare de me chamar de bichana seu imbecil, idiota!

- Ainda acha que você tem um apelido carinhoso.

- Oe... Carinhoso? Não vejo nada de carinhoso nele.

-Sim, eu falo carinhosamente sobre ele, não percebeu? Você também é lerda certo?

- Não, eu não sou lerda e obrigada pela sua preocupação, agora se me permite eu tenho coisas a resolver... senhor Demônio narcisista.

-Não sou um narcisista bichano.

- Tá que seja, só vá para o seu quarto o.k?

- Tsc.

Segui meu caminho e fui até as garotas, Maia parecia um pouco triste, a Clarie estava abraçando-a.

- Vamos? – Perguntei, e vi-as afirmarem com a cabeça.

Descemos as escadas e fomos até a sala de jantar, logo a frente tinha uma porta a qual eu não tinha aberto mais cedo, presumi que deveria ser a cozinha, e realmente era, a cozinha era totalmente linda, tinha uns tons verdes alaranjados, os armários eram brancos, o fogão ficava colado em cima de um grande balcão branco.

Tinha atrás dele outra mesa, mas dessa vez não era tão grande quanto a da cozinha, era uma mesa simples com apenas 6 lugares para se sentar, achei perfeito e seria ali que eu comeria, me sentia mais a vontade sentada naquela mesa do que na que tinha na sala de jantar.

- Então... o que vão querer? – Perguntei abrindo a geladeira.

- Qualquer coisa Tay. –Maia falou por fim.

- Então... Acho que irei fazer um hambúrguer.

-Também quero! – Olhei para onde vinha a voz e era o Nicholas.

Cerrei meus punhos e levantei meu braço esquerdo.

- Você de novo diabo?! – Disse em um tom irritado.

- Sentiu saudades queridinha? –Ele falou sarcasticamente.

- Não! – Falei.

- Poxa, que pena né. – Ele falou encostando-se ao balcão.

- O que está fazendo aqui por fim? – Perguntei.

- Sua querida mãe, que presumo eu será minha futura madrasta, ou melhor mãe, chegou ao meu quarto mandando eu descer para comer, ela disse que você faria minha comida.

- Mas o quê? Que merda é essa?! Mãe... – Murmurei. – Que seja.

Comecei a preparar os hambúrgueres e os coloquei dentro de um micro-ondas.

-Er, Nicholas... Quantos anos você tem? – A voz da Maia saiu por um fio.

- Eu? Huh, a idade de vocês. –Ele respondeu pensativo.

- Ah... –Maia disse.

- Por quê? – Nicholas parecia curioso.

- Ah, nada, nada. – Maia disse sem graça.

-Entendo, então bichano esse hambúrguer sai ou não?

- Olha aqui seu idiota... –Me segurei para não agredi-lo, respirei fundo. –Quando aquele micro-ondas apitar ele estará pronto.

- Oh. –Ele falou olhando para a própria mão.

Peguei os hambúrgueres, e dei para cada um, quando terminamos de comer peguei os pratos de cada um e os lavei.

- Vamos subir agora?

- Certo... – Maia respondeu.

Chegamos ao meu quarto.

- Droga, nem terminamos de arrumar as malas. –Clarie disse preocupada.

Começamos a guardar tudo que estava nas malas, e a última que sobrou eu pus debaixo da cama.

- Essa deixa que eu mesma arrumo! – Falei.

-Então... o que vamos fazer agora?- Maia perguntou.

- Filme? – Respondeu Clarie.

- Sim! –Eu e Maia respondemos.

Coloquei um filme no dvd.

- Espera só um instante vou rápido no banheiro, estou apertada.- Falei me segurando.

-Ah tudo bem, vai logo! – Clarie disse.

Sai do quarto e fui em direção a última porta do corredor que eu achava que era o banheiro, abri a porta com a cabeça abaixada.

-Ei?- Nicholas gritou e eu me assustei.

Ele estava enrolado na toalha, só a parte de baixo, levantei meu olhar para seu rosto, e nossa, milagrosamente não estava coberto.

Ele tinha os olhos azuis iguais a do seu pai e um cabelo bem singelo, loiro, era tão claro que parecia que tinha luzes, mesmo assim era um belo cabelo e uma bela cor, o cabelo dele descia como uma cascata loira, todos os fios arrumados, quer dizer alguns lutavam entre si, mas mesmo assim o cabelo continuava perfeito.

Os lábios finos e nariz eram bem desenhado, suavizavam o rosto bem másculo devido ao maxilar quadrado, ele me encarava totalmente assustado, como se não quisesse que eu visse que era ele, nos encaramos pasmos.

- Mas o quê...diabos?- A voz dele saiu muito sexy.

Notas finais
Eai, foi um bom capítulo ou não foi? haha
Espero que tenham gostado, e não se esqueçam de comentar hein?! rs