Amor proibido
10 Capítulo 10 - A punição, e uma surpresa.
Notas iniciais

I know you know.
Im wrapped around your finger.
Youre so, youre so.
Beautiful and dangerous.
Hot and cold.
Dont you see the light, boy.
I could blow your mind, boy.
Let me be your new toy.
Kesha — Boy Like you
– Mas o quê...diabos?- A voz dele saiu muito sexy.
Encarei-o pasma, quem imaginaria que aquele demônio, ou melhor Nicholas seria tão... lindo assim? Ah, o que eu estou pensando? Ele ainda me encarava surpreso, por quê ele queria que eu não o visse? Me recompus, fiquei de costas tapando o meu olho.
– M-me desculpe eu não vi n-nada. – Fechei a porta, me encostei nela e respirei fundo, pois eu estava ofegando, ele era muito... lindo mesmo.
Ouvi a porta se abrir e desencostei rápido dela, Nicholas ainda estava com a toalha e me olhava estranho.
– Oe, vai ficar ainda ai? – A voz dele saiu calma, porém com uma ponta de preocupação, levantei minhas mãos até o meu rosto.
– N-não, desculpe eu já es...
– Você viu o que não deveria bichano. – Ele me interrompeu
– C-como assim?
Ele agarrou meu braço e começou a me arrastar.
–Ei, demônio, o que está fazendo?
– Você já irá ver.
– Oe, espere um pouco.
O Demônio ficou em silêncio, ele parou na metade do corredor, e pegou duas faixas pretas que estavam amarradas em seu braço, se agachou e amarrou uma em meus olhos e a outra nas minhas duas mãos.
–O que você está fazendo seu psicopata? –Falei assustada.
– Olha, que interessante, primeiro era demônio, depois narcisista, agora psicopata? – Ele começou a rir – Seus apelidos são realmente interessantes bichano.
– Cale a boca seu idiota!
– Não irei calar.
– Como... como se atreve?
– A quê?
– A me amarrar desse jeito!
Ele começou a rir diabolicamente, fiquei com medo daquela risada, ele começou a me arrastar novamente, eu comecei a me debater.
– Me desamarre seu animal! – Gritei.
– Olha, outro apelido?
– Só me solte seu demônio.
– Não quero.
– Ora seu...
Ele voltou a rir, eu comecei a gritar e ele parou de novo.
– Olha aqui sua bichana, é melhor você calar a boca.
– Se eu não calar você vai fazer o quê?
– Você acha que tem vantagem de reclamar agora? Pode gritar a vontade, ninguém irá te ouvir, você está como uma menina indefesa, lembre-se disso... bichano.
–Ora seu...
Comecei a gritar feito uma louca.
– Cale sua boca, já estou com os tímpanos estourando!
– Humpf!
– Olha aqui sua bichano...
– O que é agora seu animal?!
– Paciência tem limite, cuidado com sua petulância Taylor Mongerst.
– Você não pode fazer nada comigo.
– Será mesmo Taylor?
– Claro. – Soou um pouco desafiador demais para o meu gosto, acho que irei ser morta.
– Huh... você certamente tem coragem.
– C-claro.
O Demônio me levantou e me carregou, aquela sensação estranha... Eu sinto como se já tivesse sido carregada por ele, mas por quê? Aquele sentimento... eu me sentia bem ali naquele momento, os braços dele eram tão confortáveis, quentes, como se tivessem feitos especialmente para mim, eu já senti isso antes, mas onde? E especialmente quando?! Ele começou a caminhar pelo corredor.
– Para onde estamos indo?
– Logo verás.
Ele me pôs no chão, eu escutei o barulho de algo abrindo, logo o demônio me carregou novamente, ouvi ele trancando algo, deveria ser a porta, ele me jogou em cima de algo muito fofo, presumo eu algo mais parecido com uma cama.
– Onde estamos seu Demônio?
– Huh, ainda não conseguiu reconhecer?
– Mas é claro que não!
– Entendo...
Senti alguém se aproximar de mim, pois a coisa fofa que eu estava começou a afundar.
– Agora você vai aprender que não deve se meter comigo, Taylor Mongerst.
– O que você quis di...
– Fique quieta por um instante. – Ele me interrompeu.
Ele me encostou em algo firme, o demônio mordeu o lóbulo da minha orelha e logo senti um arrepio percorrer todo o meu corpo, uma sensação tão perigosa, quente mais ao mesmo tempo tão maravilhosa, o que é isso? Que tipo de contato físico esse pervertido está fazendo comigo?
– V-você é um perver...
O demônio pôs o dedo em minha boca, interrompendo-me de falar, senti o hálito dele descer até o meu pescoço, ele o lambeu, isso me fez estremecer, eu estava nervosa, nunca tinha passado por isso, o que é isso que ele está fazendo? É algo errado? Com certeza deve ser!
Senti ele morder de leve o meu pescoço e logo senti ele chupar o lugar onde ele havia mordido, meu corpo estava todo quente, isso... será que isso é normal? Acabei ficando ajoelhada na coisa fofa meio desequilibrada, fiquei com as costas ereta.
O Demônio começou a passar a mão pelos meus braços até achar minha cintura e me segurou por ela e se aproximou mais de mim, senti seu hálito bem quente mesmo na frente da minha boca, o Demônio se afastou de mim pelo que eu percebi e começou a puxar o pano dos meus olhos somente.
Os olhos azuis dele estavam refletidos de desejo, o tom azul tinha se tornado um azul muito mais belo que o normal, então era isso que significava estar entre “quatro paredes” com um garoto? Eu nem podia fazer nada para sair dali, eu estava amarrada.
Eu comecei a ofegar novamente ao me encontrar com aqueles belíssimos pares de olhos azuis, tinha uma cor verde no meio delas, bem fraca, ele estava selvagem, como um verdadeiro demônio estaria ao estar com uma mulher presumo eu.
Ele voltou a se aproximar de mim novamente, nossos rostos estavam bastante perto, tanto isso como nossos próprios corpos, eu sentia o calor que ele emanava, e isso não ajudava o meu corpo, essa sensação que eu sentia era estranha, por quê diabos eu nunca soube da existência dela? Nem ninguém nunca comentou essas coisas comigo.
Acho que pensavam que era melhor eu descobrir isso sozinha, será? Comecei a sentir um tremo quando me dei em si, eu tinha que sair dali de qualquer forma, mas como? Se eu não tivesse amarrada, talvez... eu conseguisse fugir.
Droga, ele deve estar se sentindo o tal, que ódio, eu estou apenas alimentando o ego dele, mas que droga, bendita hora que eu quis ir ao banheiro, mas bem que a culpa foi dele de não trancar a porta, como ele queria que eu adivinhasse que ele estava ali?
Fechei meus olhos para parar de encarar aqueles pares de olhos azuis que me analisavam cuidadosamente, era quase como se ele conseguisse ver através de mim, e esse pensamento era assustador de fato.
Estava tudo tão silencioso que chegar dava medo, olhei ao redor para ver onde eu estava, e como eu havia pensado, eu realmente estava em uma cama, a parede do quarto era de madeira, uma madeira bem escura, e isso dava um certo charme ao lugar, olhei para o lado direito e tinha duas portas, será que uma era um closet também? Ai meu Deus mamãe...
Mas... o que era a outra porta? Eu apenas tenho uma em meu quarto, a janela que ficava ao lado da porta misteriosa, tinha uma paisagem belíssima, dentro daquela imensidão azul, entre aquelas estrelas brilhantes e tão vibrantes que emanavam seus brilhos próprios, estava lá a mais bela coisa, a lua!
Tão bela, tão vivaz, ela iluminava a cama, a sombra da mesma quase cobria toda a cama, deixava o quarto mais misterioso e belo do que já era, eu acho que ele percebeu que eu encara a janela e virou para olhar também.
– A lua é tão bela, certo Taylor? – A voz dele, estava encantadora, roca mas ao mesmo tempo feroz e forte.
– S-sim. – Gaguejei.
– É incrível, como a lua sozinha emana seu brilho próprio natural, mesmo não brilhando como as outras, ela é a que realmente mais se destaca, é como se no céu as estrelas e a lua brigassem entre si, um pensamento até legal de ser ter sobre elas.
– É verdade, eu me sinto igual a lua em sí –voltei meu olhar para a lua e percebi que lá for estava tendo uma ventania bem forte, algumas flores rosas passavam pela janela, junto com algumas folhas, elas faziam um show de beleza, nada mais lindo que flores tipo sakura, apesar de quê eu acho que ela não dava por aqui, mas por quê...? Eu lembro bem que eu já tive um trabalho de escola que tínhamos que estudar as flores, e para mim caiu a flor sakura... a flor de Cerejeira, ela significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança. Era uma das minhas flores favoritas, e como elas são de origem asiática, não imaginei que teria uma por aqui... Mas por quê logo em um momento como esse? Por que logo quando eu estou com o Nicholas? Logo com esse demônio... Não podia ser qualquer outra flor? A Sakura, simboliza o amor... amor... Não! Não quero um amor. Não gostava daquela sensação que eu estava tendo, meu coração começou a bater rapidamente ao olhar o Nicholas admirando a paisagem... Olhando a Lua, e as flores de Sakura voando... Nicholas, o que estás pensando assim tão quieto? Minha visão sobre ele estava perfeita, ele estava meio de costas para mim, ainda sem uma blusa, corei quando percebi, que pervertido! O quarto estava começando a ficar bastante frio, mas eu gostava assim, sentir o vento bater lentamente em minha face, fazendo meu cabelo voar junto, fechei meus olhos e respirei fundo, ah... o cheiro do ar límpido, da natureza... era realmente o melhor ar que existia, o quarto do Nicholas, era realmente muito perfeito, melhor que o meu de fato, o quarto dele também era do tamanho do meu, quer dizer pelo menos eu acho que aqui é seu quarto... certo? E se não for? Que tipo de lugar será que estou? Continuei a admirar a visão daquele demônio pensativo, talvez ele também tivesse seu lado bom, certo? -, a lua é solitária, assim como eu... Gosto de ver como a lua consegue ser tão solitária, mas mesmo assim conseguir brilhar na imensidão daquele céu azul escuro, o que é incrível em minha opinião, então eu geralmente sempre me pergunto, será que eu um dia conseguirei ser como uma lua? Isso é algo que eu não sei, principalmente quando esse mundo está cheio de pessoas mais fantásticas que eu, que podem conseguir brilhar mais que eu.
– Entendo... – Ele ainda continuava de costas, passou a mão pelo cabelo fazendo com que um movimento tão simples, parecesse tão belo. –Mas você não está sozinha certo? – Ele olhou para mim, com um olhar diferente agora, de afeto, compreensão... Sentimentos que eu nunca imaginei ver em seu rosto.
– S-sim, e-eu a-acho. – Droga, acabei gaguejando enquanto o encarava.
– Você tem a sua mãe, Maia, Clary e o Dylan certo? Então não estás só nesse mundo, minha querida.
– Sim, de fato... – Minha querida? Como assim? Corei rapidamente quando ele falou isso, mas pera... eu nunca mencionei o Dylan com ele, mas ele já conhece ele, como assim? Quer dizer o Dylan não é tão famoso assim para ele conhecer, pelo menos é o que eu acho e o que eu realmente espero. – Ei, de onde conheces o Dylan? – Perguntei com um tom de desconfiança.
– Eu? Não o conheço de fato, pelo menos de vista!
– O que quer dizer?
– Eu ouvi vocês falando dele.
–Quando você quis dizer vocês...?
– Você, Maia e Clarie.
–Oh, sim, entendo.
A luz da lua começou a pegar no Nicholas, ele estava muito mais belo agora, pois ele brilhava graças ao poder da Lua, isso era realmente incrível, mais incrível ainda, porquê ele parecia um anjo no modo que ele estava, começou a ventar mais ainda, olhei para o colchão e tinha uma flor de Sakura em cima dela, meus olhos começaram a brilhar ao vê-la, afinal era minha flor favorita.
– Você é solitário, certo Nicholas? – Perguntei soando afeto.
–Sim...-Ele ainda continuava a olhar a lua.
– Desde quando?
– Desde que minha mãe morreu, é realmente uma longa história.
– Então conta-me essa história um dia? – Perguntei com meus olhos brilhando de esperança.
– Sim... Um dia... quem sabe. – Ele continuava a olha a lua.
O Demônio estava perto de mim, mas tão distante ao mesmo tempo, por quê...? Me senti perdida em um espaço totalmente preto, eu via o Nicholas logo acima de mim, eu queria alcança-lo, apagar essa distância que nós dois temos um do outro, queria me aproximar mais dele, conhece-lo um pouco melhor, saber da sua história.
Saber do verdadeiro Nicholas que está escondido no seu eu interior, mas que ele luta tanto para escondê-lo, mas por que isso? Não seria melhor ele parar de fingir ser uma pessoa que não é? Fiquei tão entretida ao vê-lo na sombra da belíssima lua, era uma imagem incansável de ser ver, pois era algo tão bonito.
Era como se nós sentíssemos um sentimento de afeto por ele, será que...? Não-comecei a rir nervosamente- com certeza não é isso...
– Ei... Taylor... – Tomei um susto ao ouvir a voz dele que quase cai da cama- você é feliz?
– Se eu sou feliz...- Droga, essa pergunta me surpreendeu. – Acho que sim... Tudo com meus amigos se tornam mais divertidos, trazem momentos mais felizes...
Ouvi um suspiro vindo dele.
–Entendo.
– Por quê a pergunta?
– Nada, apenas curiosidade.
– Não vai me dizer que não tem amigos senhor Nicholas Henrodele, mais conhecido como o Demônio Narcisista?
– Talvez...
O silêncio reinou naquele lugar novamente, me senti tão vazia, as flores da sakura ainda caiam e voavam belamente pelo céu.
– Taylor, você sabe qual a lenda da Sakura? – Ele continuava a encarar a janela, e esse demônio fez outra pergunta que me surpreendeu.
– Acho que sim...
– Dizem que uma lenda conta, que a palavra "Sakura" surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor. Também existe uma crença que o cultivo de arroz poderá ter originado a palavra, tendo em conta que "Kura" era o depósito onde era guardado, sabia disso Taylor? É sempre bom saber dessas coisas.
–Sim, eu sabia disso, acredita-se então que o nome sakura, na verdade, é derivado do nome da princesa Konohana Sakura Hime, que significa “a princesa da árvore de flores abertas, estou certa?
– Sim, está.
Ele respirou bem fundo dessa vez, tomei um susto pois ele saltou pra minha frente novamente.
– Agora Taylor Mongerst, está na hora da sua punição que eu não terminei.
– C-como?!
Ele começou a se aproximar bastante de mim, tão perto que achei que ele iria me beijar, até que ele em vez disso desamarrou o último pano que estava em meus braços, o demônio me pegou pelo braço e me levantou, começou a me puxar, ele se aproximou da porta e a abriu, dei de cara com a porta do meu quarto, ele me empurrou para fora do quarto dele e logo após eu ouvi um barulho da porta trancando.
Francamente... O que foi isso? Andei lentamente até o meu quarto, mas antes de entrar senti minhas pernas cambalearem e sentei um pouco, minha respiração estava bastante rápida, talvez pelos momentos que passei em seu quarto, escutei a porta abrir novamente.
– Ah, e só mais uma coisa bichano, não se esqueça que qualquer coisa que você fizer e eu não gostar, ou você descobrir um segredo meu, você irá ter punição. – Ele piscou e fechou a porta trancando-a novamente.
Esse cara é maluco, psicopata, pela amor de Deus, como se eu quisesse descobrir segredos sobre ele!
– Tay?! – Ouvi a voz de Clarie ao meu lado.
– Oi Clarie.
– O que houve, por quê está ai?
– Nada demais. – Eu sorri.
Ela estendeu a mão para mim – Vem Tay, levanta. – Segurei sua mão e ela me puxou, me sentia mais equilibrada agora, é como se alguém tivesse puxado bastante energia minha.
Clarie olhou atentamente para meu pescoço e começou a sorrir maliciosamente.
–Tay, pode me responder uma coisa?
– O que foi?
Ela apontou para o meu pescoço.
– O que é essa marquinha?
Tentei ver, mas não consegui, quando eu entrasse no quarto iria checar.
– Que marquinha? – Fiz um olhar de assustada.
– Quando entrarmos você vai ver, deixe isso para lá por enquanto.
Entrei em meu quarto e vi a Maia sentada em um canto meio triste, sentei em minha cama e respirei fundo.
– Por quê demorou tanto se você só ia apenas ao banheiro Tay? – Maia me encarava com os olhos bastante esbugalhados.
– Demorei por quanto tempo?
– 3 minutos.
– 3... Minutos?
– Sim.
Três minutos? Como isso é possível?! Eu passei muito mais tempo que isso dentro do quarto daquele psicopata... Não é possível, com certeza não! Tem algo errado nessa história, e eu descobrirei o que é! Lembrei-me do que Nicholas disse. “Ah, e só mais uma coisa bichano, não se esqueça que qualquer coisa que você fizer e eu não gostar, ou você descobrir um segredo meu, você irá ter punição.” Será que ele tem algo haver com isso? Ah, eu irei descobrir isso! Ah se eu vou!
– Ei, bichano, venha cá, tenho que te mostrar uma coisa. – O Nicholas apareceu não minha porta e eu tomei um susto, bem na hora que eu estava pensando nele?! A Maia sorriu para ele mas presumo eu que ele não tenha percebido.
– O que é demônio? – Perguntei.
– Você esqueceu uma coisa no caminho do banheiro.
A Maia me lançou um olhar feio, que me fez tremer um pouco.
– Eu esqueci algo? – Não lembrava de ter esquecido nada no caminho do banheiro e eu tinha certeza disso!
– Sim, venha cá.
–Mas eu não lembro de ter esquecido nada... – Com certeza era mentira dele.
Me levantei da cama e fui até ele, o demônio estava sorrindo diabolicamente.
– O que é?
– Você esqueceu isto. – O Demônio levantou sua mão e nela ele estava segurando um sutiã branco com umas flores rosa, o mesmo de hoje mais cedo, como ele pegou isso?
– C-como você conseguiu isso seu animal? – Sussurrei.
Ele aproximou seus lábios no meu ouvido.
– Segredo. – Ele sussurrou também.
Isso me fez arrepiar, senti que ele estava sorrindo, talvez se divertindo com a situação como sempre.
– Não vai pegar?
–Claro que vou!
Peguei o sutiã da mão dele rápido e o escondi entre mim.
– Ainda quero saber como conseguiu isso- Sussurrei.
– Já disse – ele aproximou seus lábios de novo no meu ouvido- Segredo. – Ele sussurrou novamente.
Me arrepiei de novo, ele tirou cuidadosamente meu cabelo que estava no ombro e que escondia a tal marquinha que a Clarie tinha dito.
– Oh, vejo que minha marca ainda está em seu pescoço, o que significa que você ainda pertence a mim, querida. – Ele sorriu, eu corei ao ver que ele estava de roupão apenas.
–Como assim?! Idiota. – Sussurrei.
Quando ele ia responder, Clarie gritou do quarto.
– Ahn, Tay, vem cá. – Clarie olhou para mim.
– O que foi? – Perguntei.
– Tay, venha cá tipo agora! – Ela estava apontando para a janela, eu entrei no quarto e fui até ela.
– O que foi garota?
– Olhe você mesma Tay.
Segui o olhar dela até a janela, e tomei um susto quando eu vi, fiquei totalmente congelada.
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