Amor por Acaso

22 Por que sou Hades!


Notas iniciais
Escrita com InesAmazona meu coração, minha alma gêmea. Minha amiga que amooooooo.❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤ Capítulo dedicado às: MelissaAlejandra8 LeehTekilaZ tbblcp

Enquanto Rusty, seguia para o parque onde tudo começou, Morales colocou Cristina em um carro e seguiu para uma casa, era um local bem conhecido de Cris, era a casa onde ela passou a infância, era a casa dela e de sua mãe.

Morales comprou a casa logo depois que Cristina e sua nana foram morar na capital, ou seja assim que ela entrou para o departamento de polícia.

Morales tinha acabado de sair das forças armadas como um dos médicos principais, queria algo novo, e assim como alguns colegas de tropa ele resolveu entrar para a polícia, quando entrou viu sua amada pela primeira vez.

Anos atrás...

Era o primeiro dia da seleção dos novos cadetes da polícia nacional, além da prova escrita, teriam uma prova pratica, era a seleção final, alguns se destacaram mais, claro que um desses destaques era Cristina Hernandez Maldonado, era a filha do então Comissário de polícia. Mas como deixou claro desde o primeiro dia, estava ali para provar que era boa, e não dependia do pai para entrar no departamento.

Em meio a muitos cadetes, ele a viu pela primeira vez, era linda, cabelos negros, olhos verdes que brilhavam mais que lindas esmeraldas e seu sorriso era mais que contagiante, ela não olhou para ele, na verdade nem o notou ali, ela não estava li para encontrar alguém, ela estava ali para ser o que sempre quis, uma policial igual ao seu herói, seu pai. Ou melhor que ele.

Morales: OI, desculpas. – falou esbarrando nela, a fazendo deixar cair os documentos de admissão.

Cris: Tudo bem, está cheio demais aqui hoje. Você também vai ser cadete? — perguntou ela com aquele sorriso gentil.

Morales: Sim e não!

Cris: Como assim? — perguntou curiosa.

Morales: Sou médico, clinico geral, estou aqui para fazer a prova para ser médico legista da polícia, acabo de voltar de uma missão com as forças aramadas, e como só podemos servir em missão 6 vezes, depois demos que pedir baixa, achei melhor seguir meus colegas e entrar para ao polícia.

Cris: Uau, que legal. Bom tenho que ir, mas não nos apresentamos, prazer Cristina Maldonado.

Morales: Ah sim claro, Roberto Morales, encantado. – falou estendendo a mão. Ela o retribuiu e depois saíram um para cada lado. – Seu perfume é perfeito Cris, vamos nos ver novamente, isso eu lhe garanto.

Durante o processo de treinamento dos novos cadetes, Morales, não perdia tempo em observar Cristina, e sempre que podia achava uma maneira de estar ao lado dela. No final de um ano do processo de treinamento, todos saíram para comemorar antes do grande dia, a cerimônia da entrega os distintivos e das armas, oficiais para os futuros policiais.

Cris estava linda, um vestido preto, saltos e cabelos soltos, era pouco comum ela usar tal trajes, como estava sempre em cima de uma moto, sua roupa era calça, botas e jaqueta, ela entrou no bar e todos a olharam, inclusive Morales.

Sergio: Gata está linda. – falou o novo amigo de Cris.

Cris: Para com isso futuro detetive, assim me deixa sem jeito. E então Navarro já marcou a sua prova?

Sergio: Marquei sim, prova final para detetive, espero que o Comandante Amaro leve em consideração a carta de recomendação do Delegado e do detetive Sanchez.

Cris: Amaro vai levar em conta a sua recomendação Navarro, seu pai.

Sergio: La vem você de novo com isso gata, eu não nem falar da sua, Filhinha do Comissário. – os dos se olham e começara a rir, era uma amizade legal, que no futuro seria mais que isso.

Quem não gostou da aproximação deles foi Morales, que mesmo sem jeito sentou perto deles puxando assunto, Logo Amy, Rivas e Sanchez se juntaram a eles, a comemoração foi bem agradável, Rivas deu em cima de Amy o tempo todo na festa, ele estava gostando dela, só que Sanchez também entrou no páreo, mesmo ele sendo um pouco mais velho que os demais, e já era detetive a dois anos. Uma bonita amizade começou ali, Sergio, Cris, Amy, Rivas e Sanchez, somente Morales ficou de fora, mas não eles, e sim pelo próprio Morales, eles eram policiais e Morales médico.

Cristina mantinha uma ótima relação com todos, depois da cerimônia de entrega dos distintivos, eles foram para um jantar, mas como o contratempo somente Cris e Morales estavam, a relação deles profissional aumentou mais, coisas em comuns eram compartilhadas, o "amor" por Cris foi aumentando, ela contou mais da sua vida, onde cresceu, o que estudou na faculdade, quem era seu pai, o que mais gostava. A fascinação de Morales por ela só aumentou.

Com o passar dos anos, os amigos forma dando mais atenção a suas carreiras, a amizade ficou, mas só se viam em bares ou nos corredores do departamento. Morales teve seu primeiro surto de obsessão quando soube que Sergio e Cris estavam namorando, ficou mais agressivo, se tornou mais calculista em relação a ela, em uma festa de final de ano do departamento, deu um tranquilizante para Cris, sem que ela percebesse, e a levou para a sala de descanso dos policiais, acariciou o corpo dela, beijos os lábios macios dela, só não foi mais, porque ouviu passos no corredor e alguém chamando por ela, era Amy, que entrou e viu Cris deitando no sofá, chamou Sanchez que estava com ela e os dois levaram Cris para casa, sem que os demais a vissem.

Amy: Não acredito que ela bebeu até cair.

Sanchez: Ela nunca toma demais, é sempre contida, na verdade pouco a vejo beber.

Amy: Ela está como se tivesse dopada. Bom, vamos a levar para casa, avise Sergio que ela não está bem que vou levar ela para casa, ok. – ela sorriu para Sanchez. – Benzinho vou ficar com Cris, amanhã tomamos café na minha casa?

Sanchez: Sim eu levo as rosquinhas.

O tempo se passou Cris, já tinha se tornado detetives, estava em transição para capitã da polícia, Sergio tinha falecido em um caso que estava trabalhando, até que depois que ela se tornando capitã e logo assumiu a divisão de crimes graves, depois de muita "insistência dele", acabaram ficando Morales e Cris, acabaram saindo algumas vezes, alguns dos crimes estava deixando Cris sem cabeça para nada, era crimes que envolviam jovens mulheres universitárias, e da mesma área de conhecimento História Clássica, em uma noite depois do expediente, o pessoal foi para o bar de sempre beber um pouco depois de um plantão bem conturbado, Cris e Morales acabaram ficando, os beijos eram prazerosos ele a queria, ela se esquivava dele, até que quando ele a chamou para orem para outro lugar ela disse não, Cris se sentiu incomodada, e acabou dando um gelo e um basta, o que deixou mais raivoso, e foi ai que ele cometeu o descuido de deixar um testemunha.

***

Momento atual

Cristina estava vendada e amarrada, sentia um cheiro estranho no ar, não sabia identificar, ouvia passos, ao fundo o som de algo familiar, Morales percebeu que ela estava consciente, ela tinha dado algo para ela dormir, enquanto a tirava do galpão.

Cris: Morales, onde estou, Morales você está ai? Inferno responde merda.

Morales: Calma tigresa, estou aqui, que bom que acordou, agora vamos nos divertir. – Lentamente ele tira a venda dos olhos dela, Cris pisca algumas vezes para se acostumar com a claridade novamente, ela olha em volto e fica perplexa, era a casa de sua mãe. – Lar doce lar, Cris aqui vamos ser felizes eu e você, o que acha?

Cris: Você é mais louco que eu pensava, essa casa, você é psicopata ao cubo, maldito vou te matar com minhas próprias mãos. – ela tenta avançar nele, Morales recua e mostra um detonador para ela.

Morales: Já falei para não bancar a marrenta, sua valentia aqui não vale nada! Agora vamos nos divertir um pouco.

Morales a pega e a leva para um dos quartos da casa, a coloca na cama algemando seus pulsos na cabeceira, ele começa a alisar o corpo de Cristina que sente asco, nojo dele, mas mesmo assim ele continua, quando ele pega o rosto dela com as duas mãos, uma delas ainda com a arma, e coloca a arma na cabeça dela e a beija, ela o morde.

Cris: Monstro! – ele dá um forte tapa na cara dela, fazendo um corte em seus lábios.

Morales: Gosta que seu homem seja um bruto! Então é assim que vai ser minha rainha, minha Perséfone. – ele a beija sugando seus lábios com sangue. – Seu gosto é irresistível.

Morales aperta os seios de Cristina com força, ela sente uma forte dor, mas não grita, sabia que se o fizesse ele acharia que ela estava sentindo prazer. Ela rasga a blusa dela, e morde os seios, dá chupões do pescoço ao ventre dela, quando chega para arrancar a calça dela ela grita e fala.

Cris: Morales, assim não, não com violência, serei sua, serei só sua, mas não me machuque. – ele sorri vitorioso e senta em cima dela.

Morales: Vai ser minha mulher para sempre! — ela afirma com a cabeça. – Perséfone será de Hades para sempre!