Amor por Acaso
2 Mudanças
Notas iniciais
Comandante Hermández: Já que você insiste tanto que o garoto não pode ficar na casa de acolhimento Capitã, eu vou pegar a autorização do juiz e você será a responsável legal e a guardiã dele até prendermos o serial killer.
Cristina: Eu?!
Com: Sim, você, é qualificada para isso, e outra você pode dar conta de uma criança, não é mesmo, Capitã! — ele a olho, Cris respira fundo para não bater de frente com o chefe mais uma vez.
O Comandante era mais que chefe de Cristina, era seu pai, e por ele ter preferido a carreira na policia ao invés da família Cristina não o perdoava, por ter passado uma infância somente com a mãe, e por isso que ela fazia questão de usar somente o sobrenome da mãe Helenna Maldonado, o que deixava Carlos muito irritado, mas ele tinha mesmo orgulho da filha, mas não demonstrava o que deixava Cristina frustrada de certa forma.
Com: Vou providenciar com o juiz a guarda dele, e ver o que mais temos que fazer, mas quero esse assassino preso o quanto antes.
Cris: Ok, vou me organizar, Rusty sai do hospital amanhã. — ela sai da sala e vai para a sala onde estão todos, Cristina queria verificar o andamento da investigação, ela tinha que achar um padrão, uma pista de quem era o assassino.
Cris: Aurora, pode fazer uma busca e ver o que tem sobre o curso das jovens que morreram? Rivas vá com Sánchez e veja com Dr. Morales o padrão, das mortes, marcas sinais. — nesse momento alguém entra e trazendo um relatório para a Cris.
XX: Se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé. Capitã aqui esta o que achei de padrão nas mortes.
Cris: Obrigada Dr. Morales, nos poupou tempo. — ele se aproxima dela e fala baixo entregando o relatório.
Morales: Você sabe qual o real motivo para eu subir, queria te ver Cris.
Cris: Obrigada Dr, Pablo quero ver as imagens que você fez. — ela o reprova com o olhar e sai de perto dele. Morales sente Cris fria com ele, mas não fala nada.
Morales: Bom já que não sou necessário, bom dia a todos. — ele sai dali triste por que Cris não deu bola para ele novamente, embora eles tenham de beijado uma vez a meses atrás, foi só isso que ela deu a ele um beijo. E depois falou que não passariam disso, e seriam colegas de trabalhos, nada além.
Maldonado vai para o centro do departamento e olha o quadro de evidencia, ela tinha que achar algo além da semelhança do curso de história clássica das jovens, ela olhou o relatório de Morales, e leu que todas as moças tinham certas marcas, como algo da mitologia antiga, olhou o quadro novamente e foi para sua sala.
Cris: Alô, sou a capitã Maldonado, quero falar com a oficial Sykies, eu aguardo.
Uma secretaria do gabinete da corregedoria foi até a sala forense, lá estava, Amy estava fotografando as provas de uma investigação contra um policial corrupto.
Secr: Sykies, Capitã Maldonado no telefone para você.
Amy: Cristina, o que ela quer, depois de tantos anos. -ela pega o telefone. — Cristina, oi Amy.
Cris: Oi Amy, como estão as coisas aí na corregedoria, deixando muitos de nós no chão. -elas riem.
Amy: Como sempre desde a academia de polícia, mas o que devo a honra da sua ligação capitã, quer que eu investigue um do seus?
Cris: Não, os meus levo ali, linha dura. Mas quero você para me ajudar em uma investigação de esta me tirando o sono.
Amy: E qual seria?
Cris: História Clássica, sua formação, preciso de uma especialista na área e como eu seu que você além de investigadora forense da Corregedoria, você pode ser muito útil na minha investigação.
Amy: Ok vou falar com o Tenente e você manda os papeis. Certo
Cris: Já estou com eles. Estarei enviando ainda hoje, e Amy obrigada.
Amy: Eu que agradeço, sair dessa sala vai me fazer bem. – elas desligam o telefone e Cris termina de preencher as papelada e depois saiu e foi para o Hospital ver Rusty.
Quando chegou ao hospital foi informa que um enfermeiro que não estava na lista veio para medicar o garoto mais foi impedido de entrar, e não voltou mais, Cris pediu a Rivas que mandasse Aurora verificar as câmeras de segurança, mas o cara estava com o rosto coberto e não deu para fazer uma varredura facial, para ele já tinha muito.
Cris: Oi garoto, vamos embora hoje, e você ficará protegido.
Rusty: Sei, e quem vai me proteger?
Cris: Oras quem eu!
Rusty: Moça sei pai deve ser muito bravo, por que você é muito brava.
Cris: É até que sou um pouco parecida com ele, só um pouquinho assim. — ela fez um gesto com o dedo mindinho indicando o "pouquinho".
Cristina arrumou tudo para a saída do garoto, deixou tudo pronto em sua casa, até trouxe sua antiga nana para cuidar dele quando ela estivesse trabalhando, Rosário adorava sua menina, tinha verdadeira adoração por Cristina, era como se fosse sua filha, desde que Helenna tinha falecido, Rosário cuidou de Cris até ela voltou para o país depois de se formar com honras na universidade de Israel, onde teve treinamento também de combate.
Quando estavam indo pra casa Cristina percebeu que um carro estava seguindo eles, depois de um tempo ela notou que o carro sumiu, mas não deixou passar despercebido, informou sua divisão que poderia estar sendo seguida, Sánchez juntamente com uma patrulha estava por perto e seguiram eles até em casa. Rosário viria no dia seguinte, para apresentações formais, pois Cristina queria conversar com o garoto sobre as mudanças que iriam ocorrer na vida dela e dele.
Cris: Aqui estamos garoto, mi casa su casa. Fique a vontade.
Rusty: Minha nossa você tem PS4. isso é demais.
Cris: Gosto de praticar as vezes, podemos jogar futebol se quiser e ja avisou sou menina mas vou te arrasar. Podemos jogar depois do jantar, o que gosta de comer?
Rusty: Sério?? Capitã, posso te perguntar uma coisa?
Cris: Claro.
Rusty: Como devo te chamar? Senhora? Capitã?Qual o seu nome mesmo. -ela sorriu para ela.
Cris: Pode me chamar de Cristina, ou Cris. — nesse momento o garoto olhou para cima e ela viu uma lágrima escorrer dos olhos dele. — O que foi garoto. Aconteceu alguma coisa.
Rusty: Não, é que a única coisa que sei da minha mãe é o nome dela. Cristina, era o nome da minha mãe.
Cris: Rusty, eu sinto muito, bom não sei se isso é bom o ruim, mas eu amo meu nome foi meu pai quem escolhei quando eu nasci, mas eu quero te prometer uma coisa. Se sua mãe ainda estiver por ai, eu vou achar ela pra você,ok.
Rusty: Você não pode. — ele falou triste.
Cris: Porque não?
Rusty: Por que ela morreu para eu nascer. — nesse momento Cristina por um instinto o abraçou forte e fez um juramento para ela mesmo, que nada nem ninguém iria fazer algo com aquele garoto.
Cris: Acho que esta na hora de comer, o que você gosta de comer?
Rusty: Podemos pedir pizza? Eu comia pizza,bom os restos de pizzas que encontravam, estavam sempre frias, mas era bom.
Cris: Pizza então.
Cristina pediu duas pizzas grande, suco e duas sobremesas, torta crocante de sorvete, ela adorava, meia hora depois eles tavam comendo, tudo era maravilhoso para Rusty. Cris e ele estavam estabelecendo um laço de confiança, quando ela mostrou o quarto que ele iria ficar, ele ficou feliz, queria dormir em uma cama depois de muito tempo.
Eram quase 23h quando Cris ouviu algo vindo da sala, ela acionou uma porta secreta e olhou o monitor, tinha alguém na casa, ela foi até o quando do Rusty, quando chegou ele estava sentado na cama.
Rusty: Ele veio atrás de mim.
Cris: Não vai conseguir te tirar de mim, vai para meu quarto tem uma porta aberta, entre e parte o botão azul, a porta vai se fechar só abra quando eu mandar, ok. — ele estava assustado, pois ali ele não estava nas ruas e não poderia se esconder.-Confie em mim.
Quando Cristina entrou na sala, deu de cara com um homem grande, 1,90 de altura, estava usando uma mascara de esqui, ela só via os olhos frios e sombrios dele, ela o atacou dando golpes que ele não esperava, mas como ele era maior as vezes saia vencendo, quando ouviu sirenes se aproximando, o homem deu u soco nela que caiu, e ao invés de matá-la ali ele simplesmente sussurra para Cris.
XX: Vou deixar o melhor para o final. — Ele sai dai sem ser visto pela equipe de Cristina que entrou no logo em seguida. Cristina estava no chão quando o Comandante Hernández entrou ele correu e a pegou.
Com: Filha você está bem?
Cris: Sim estou Comandante. Rivas o garoto esta no quarto do pânico, santo quarto. Só abrirá quando eu mandar, ele está bem. — Carlos estava triste,pois fazia anos que ela não o chamava de pai.
Com: Amanhã resolveremos isso, isso não pode acontecer.
Cris: Isso não vai mais acontecer, ele sabia que estaria sozinha com o garoto, alguém de dentro o ajuda. Ou ele é alguém de dentro. — ela falou com raiva, mas ela não iria deixar nada acontecer com Rusty.
Com: Amanhã mesmo o garoto vai para o serviço de proteção as testemunhas, não vou deixar que se arrisque assim.
Cris: Eu sou a responsável legal por ele agora lembra-se.
Com: Amanhã conversaremos.
Depois de todos irem embora, Cristina tira o menino de dentro do quarto, ele já estava dormindo, pois além de cansado estava com medo.
Amanheceu.....
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