Amor ou Ódio? - Naxi

9 Capítulo 9 - Trabalho na casa dele Parte I


Notas iniciais
Boa leitura!

POV Naty

Voltamos pra sala de aula. Aula de arte. Entramos na sala e a professora anunciou um trabalho.

Professora: Quero que montem duplas, por favor.

Ótimo, duplas... de novo.

POV Maxi

Maxi: E aí, León... vamos fazer juntos?

León: Ih, não vai dar... chamei a Vilu.

Olhei pro Diego, depois pro Broduey e depois pro Fede, todos já tinham dupla.

Xxx: Ei, Maxi! — ouvi uma voz no fundo da sala, era a Fran.

Maxi: Que?

Fran: Tem uma pessoa sem dupla ali.

Maxi: Quem? — ela apontou pra ela... Naty.

León: É a Naty! Vai lá chamar ela.

Maxi: Éérr, tá.

Levantei da cadeira e fui na direção dela.

Maxi: Oi

Naty: Oi

Maxi: Então... já tem dupla?

Naty: Não... e você?

Maxi: Também não... eu tava pensando da gente fazer juntos... só se você quiser.

Naty: Tá, eu faço com você.

Maxi: Ok.

POV Naty

Minha dupla será novamente o Maxi. Ele terminou de falar comigo e voltou pra sua carteira. Depois, a professora explicou o trabalho. Era simples, fazer uma biografia de um pintor que ela escolhesse, depois apresentar a vida dele na sala de aula e mostrar algums obras que mais chamasse a atenção. Ficamos com Renoir. A aula acabou e eu fui falar com o Maxi.

Naty: Quando vamos fazer o trabalho? É pra daqui a dois dias.

Maxi: Se quiser, pode ser hoje na minha casa.

Naty: Ok, vou lá pra 14:00h... poder ser?

Maxi: Pode.

[...]

As aulas terminaram. Saí do colégio e fui pra minha casa. Cheguei, almocei, tomei um banho e coloquei um shorts jeans, uma blusa de manga comprida cinza, um all-star e uma touca cinza. Não saio sem touca. Quando deu a hora de ir, meu pai chega.

Pai: Onde vai?

Naty: Fazer trabalho na casa do Maxi.

Pai: Ah, trabalho... sei — meu pai é pai e mãe ao mesmo tempo, minha mãe morreu quando eu tinha 3 anos. Ele vive chamando o Maxi de genro.

Naty: É pai, trabalho. Agora eu tenho que ir.

Pai: Vai logo... ah, quero conhecer meu genro em breve, tá? — ele piscou e deu um sorriso pra mim.

Naty: Paiê, não começa por favor.

Pai: Tá, tá... tchau, até mais tarde.

Andei alguns segundos e já estava na frente da casa dele. Toque a campainha e ele atendeu.

Maxi: Oi Naty — disse assim que abriu a porta.

Naty: Oi.

Maxi: Entra.

Naty: Cadê seus pais?

Maxi: Trabalhando... vem, vamos no meu quarto.

Naty: Melhor não, vamos ficar aqui na sala. Sabe, tem um ar melhor. — por algum motivo não queria subir. Sei, sou meio paranóica.

Maxi: Calma Naty, eu não mordo... digo, só um pouco.

Naty: Haha... vamos.

Maxi: Vem. — disse indo em direção à escada e logo depois a uma porta, abrindo a mesma e revelando um quarto muito organizado, mais organizado que o meu. — Pode sentar aí.

Naty: Valeu.

Sentei na cama e logo vi duas prateleira cheias de bonés.

Naty: Coleção legal — disse sorrindo.

Maxi: Obrigado.

Olhei pro lado e vi um teclado. Não sabia que ele tocava.

Naty: Você toca?

Maxi: Toco.

Naty: Que legal! Desde quando?

Maxi: Faz 4 anos que toco.

Naty: Huum. Então, vamos começar?

Maxi: Vamos.

[...]

Naty: Pronto, terminamos.

Maxi: Ainda bem... quer comer alguma coisa?

Naty: Não precisa, valeu — falei fingindo. Estava morrendo de fome.

Maxi: Não precisa ter vergonha, sei que está com fome.

Naty: Pode ser.

Maxi: Sabia.

Ele saiu pra preparar alguma coisa e comecei a olhar o quarto. Até que percebi um painel com várias fotos, fui até lá e comecei a olhá-las.

Ele é muito lindo mesmo, como nunca tinha reparado? Além de lindo é gostoso, epa peraí! Vai com calma Naty, se controla. Pensei pra mim mesma, vendo uma foto dele sem camisa na praia.

Xxx: Gostando do que vê?

CONTINUA...

Notas finais
Reviews.