Amor ou Ódio? - Naxi
34 Capítulo 34 - Festival
Notas iniciais
POV Naty
Xxx: Ser baixinha não deve ser fácil.
Naty: Ah, não é mesmo Felipe — disse e ele me entregou o livro — Obrigada.
Lipe: Por nada... e então, como está?
Naty: Ah, bem... na medida do possível — dei um sorriso torto.
Lipe: Com o tempo, tudo melhora — disse sorrindo
Naty: Espero — respondi, olhando bem no fundo de seus olhos claros... tão lindos.
Fomos conversando até a bibliotecária e depois, fomos ao refeitório, sentamos numa mesa vazia e começamos a conversar.
POV Maxi
Estava andando à toa no pátio e vi o Felipe com a Naty. Nunca fui com a cara desse loirinho. Me virei para ir pra sala e acabei esbarrando em uma garota e derrubando alguns cadernos que ela tinha. Ê, Maxi como você é desastrado. A ajudei a pegar os cadernos quando percebi que era a Mathylda.
Maxi: Me desculpe, Mathylda. Eu estava andando e nem te vi.
Mathy: Ah, tudo bem — ela sorriu com seus brilhantes olhos. Quando fomos interrompidos...
Mora: Maxi! Eai?
Maxi: Ah, me deixa em paz garota.
Mora: O que eu te fiz? — disse segurando minha jaqueta.
Mathy: Mora... menos, por favor — disse tirando as mãos de Mora da minha jaqueta — Já não basta o que você fez com o relacionamento dele? Deixa ele em paz!
Mora: Tem razão, não vou perder meu tempo com quem não me quer — dito isso, ela foi embora.
Maxi: Puxa, valeu mesmo. Essa menina grudou em mim como chiclete.
Mathy: É... mas eai, como está?
Maxi: Levando.
Mathy: Relaxa, o tempo é o melhor autor; sempre encontra o final perfeito.
Maxi: Isso é... Charles Chaplin?
Mathy: Sim... você gosta?
Maxi: Sim.
Mathy: Uau, nunca conheci alguém que goste dele.
Maxi: Um dia sem rir...
Mathy: É um dia desperdiçado — e rimos... juntos. E começamos a conversar, ali mesmo.
1 MÊS DEPOIS...
POV Naty
E aconteceu que... eu e Felipe nos tornamos SUPER amigos. Como no intervalo eu sempre ficava sozinha porque, Fran e Vilu ficavam namorando e Sophia no celular, Felipe sempre ficava comigo e começamos a nos conhecer. Temos os mesmo gostos e isso é bom, posso dizer que ele é um ótimo garoto e quem sabe... um ótimo namorado. Não que eu esteja pensando nessa possibilidade, mas acho que a garota que namorar com ele é uma sortuda. Pelo menos ele não a trairia com uma fruta podre... eu acho. Esse fim de semana, iremos ao Festival Teen, um festival só com bandas de adolescentes desconhecidas, claro.
POV Maxi
Em 1 mês, fiz uma amiga... por que não dizer, uma melhor amiga? Sim, fiz uma melhor amiga, Mathylda. Divertida, simpática e com os mesmos gostos que eu. A Naty? Estou superando ainda e vê-la todos os dias não está fácil, mas ela sempre está com o Felipe. Acho que já me esqueceu. Enfim, esse fim de semana, eu e Mathylda iremos na festa da minha mãe... é surpresa, ela vai ajudar assim como alguns parentes próximos da minha mãe.
SÁBADO
POV Naty
É hoje a festa cultural, mas ainda falta muito. É apenas 10 horas da manhã. Acordo com muita fome e faço um café da manhã reforçado. Depois, fico assistindo TV.
[...]
Logo anoitece, o que significa que está na hora de me arrumar pro Festival. Coloquei uma roupa confortável e desci as escadas. Quando estava pisando no último degrau, a campainha toca, deve ser o Felipe. Fui abrir e sim, era ele mesmo.
Naty: Uau, que pontual você — disse sorrindo.
Lipe: Um pouco — ele riu — Vamos?
Naty: Sim, deixa eu só avisar minha mãe que estou indo — ele assentiu — Já volto.
Avisei a minha mãe e fomos ao Festival. Tinha bandas lá que... WOW! As de rock eram as minhas preferidas.
[...]
Chegou uma bandinha de garotas que cantava mal pra caramba, então resolvemos dar uma pausa e comer pipoca. Compramos e nos sentamos num banco. Conversávamos sobre coisas banais e depois sobre nossas qualidades.
Lipe: Sabe, acho seu sorriso lindo.
Naty: Sério? — ele assentiu — Pra mim ele é tão normal... agora, seus olhos são lindos! Quem me dera ter olhos claros.
Lipe: Obrigado... eu acho, mas acho seus olhos são lindos... são impactantes.
Naty: Valeu.
Lipe: Sabe, eu não sei como o Maxi fez aquilo com você.
Naty: Ah, sei lá, sinto que também tenho uma parcela de culpa... eu acreditei que pudéssemos acontecer... fui idiota.
Lipe: Não... ele que foi um idiota, por te perder. Certeza que se fosse eu, nunca faria isso com você — disse olhando profundamente em meus olhos.
Naty: Sério? — ele assentiu e veio se aproximando de mim. Ele... ia me beijar? Me perdi em seus olhos claros e quando vi, já estávamos a mílimetros de distância e pensei... por que não? Ele é um fofo e com certeza não é igual ao Maxi. Logo, nossas bocas se encostaram, dando ínico um beijo.
CONTINUA...
Fale com o autor