Amor ou Ódio
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Assim Estevão posiciona sua ereção e penetra bem devagar na segunda entrada de sua amada, ele acariciava o corpo dela e beijava o pescoço e ombros, para que ela ficasse relaxada, em pouco tempo a ereção dele estava totalmente dentro da segunda entrada dela. Estevão começa a fazer um vai e vem calmamente em sua amada, eles gemiam, se acariciavam, estava entregue aquele momento, Estevão leva uma de suas mãos ate o clitóris de sua amada e começa a estimulá-la.
Maria: Ahhh... Que gostosooooo...
Estevão: Te amo Maria, minha gostosa... Ohhh...
Ele aumenta o ritmo de suas investidas, provocando gemidos altos em sua esposa e fazendo com que ambos chegassem juntos a um orgasmo maravilhoso.
Maria: Estevãããooooo... Ohh...
Estevão: Mariaaaaaaa... Ohhhh...
Assim eles se recuperam e logo Estevão sai de dentro dela, eles tomam banho entre beijos e caricias, assim que termina o banho eles se secam, saem do banheiro, colocam suas peças intimas e se deitam abraçados na cama.
Maria: Foi maravilhosa nossa noite de amor.
Estevão: Verdade (acariciando as costas dela).
Maria: Estevão (olha nos olhos dele)?
Estevão: Sim?
Maria: Queria que nosso casamento fosse o mais rápido possível, pois quero que minha irmã participe, tenho medo que ela não resista ao tratamento apesar de sempre parecer forte.
Estevão: Será como você quiser meu amor e não pense que sua irmã não vai resistir o tratamento, ela vai se curar em breve e vocês duas vão poder curti muito a vida juntas.
Maria: Deus te ouça Estevão.
Estevão: Ele vai me ouvi (sorri e da um selinho nela). Boa noite minha vida.
Maria: Boa noite meu amor.
Passa alguns minutos e amos já estavam dormindo. Assim foram se passando os dias e Estevão e Maria estavam com o casamento marcado e eles se casariam em duas semanas, Regiane estava na segunda fase do tratamento, a mesmo teve uma recaída grande, pois o tratamento estava sendo muito forte.
Tinha chegado o grande dia Maria e Estevão estavam muito felizes, radiantes assim como todos de sua família, até os abutres estavam felizes por eles, sim os abutres. Antes da cerimônia os abutres pediram para conversar com todas já que Evandro tinha sumido então eles não teriam medo de fala.
Mansão de Damião e Regiane, família Sán Román e os abutres estavam reunidos na sala de estar.
Damião: Porque vocês pediram para nos reunir aqui antes do casamento de Estevão e Maria (olhando para os abutres)?
Fabíola: Porque temos que contar segredos que nos fizeram nos calar por vinte anos.
Regiane: Que segredos (a mesma estava em uma cadeira de rodas e com a saúde um pouco debilitada)?
Daniela: Um deles é a respeito da morte de Carmem esposa do Rufino Salgado.
Alba: O que tem a morte dela (curiosa)?
Demétrio: A morte dela não foi natural como Evandro contou.
Maria: Meu Deus. Ela foi assassinada (assustada)?
Bruno: Sim.
Estevão: Como vocês sabem disse?
Daniela: Porque eu presenciei a morte dela (chorando).
Regiane: (chorando) Meu Deus Daniela, quem a matou?
Daniela: (respira fundo) Evandro.
Damião: Que? Que? Meu pai a matou?
Daniela: Sim. Ele a sufocou com um travesseiro, como sabem eu era enfermeira na época que ela estava internada no hospital, ai quando entrei no quarto dela para dar os remédios, o Evandro estava terminando de sufocá-la, tentei impedir mas, ele era mais forte que eu, me empurrou e eu cai no chão, assim que ela morreu ele veio para cima de mim, me ergueu pelos baços e me ameaçou dizendo que ia matar minha irmã Sofia e minha sobrinha Ana Rosa, se eu contasse para alguém o que ele fez com a Carmem.
Alba: (chorando) Meu Deus porque ele a matou Daniela?
Daniela: Anos mais tarde ele me procurou para perguntar se eu se lembrava daquele dia, disse a ele que era impossível esquecer-se de tal crueldade. Então ele disse que a matou para fazer com que o Rufino sofresse por sempre ter seu amor e não ele, que a matou também porque a mesma sabia o que ele fazia com a senhora, que ele a violentava e te batia (chorando).
Alba: Meu Deus, eu já sabia que ele era um monstro mais não imaginava que era tanto assim.
Bruno: Tem mais.
Damião: Mais?
Fabíola: Sim. Lembram que anos atrás aconteceu um desfalque enorme empresas Sán Román?
Estevão: Lembramos. O que tem esse desfalque?
Bruno: Foi Evandro que desviou aquelas 7 milhões de reais.
Damião: Quase perdemos tudo por causa desses 7 milhões que ele desviou (raiva).
Bruno: Eu estava fazendo os cálculos dos últimos meses naquela época, para sabermos qual tinham sido nossos lucros, gastos, investimentos, achei que estava calculando errado, mais ai descobri que não, naquela época nem Damião e Estevão estavam nas empresas, estavam em viagens de negócios, foi ai que procurei o Evandro, quando mostrei para ele o desfalque ele ficou muito nervoso, pediu para eu saísse da sala, então sai mais como tinha esquecida minha calculadora na sala dele, voltei para buscar quando abri a porta ele dizia, miserável descobriu os 7 milhões que eu desviei, agora tenho que dar um jeito nele, então ele se virou e me viu parado na porta, então ele foi até onde eu estava, me pegou pelo braço e me puxou para dentro da sala dele e trancou a porta então me deu dois socos no rosto, e me ameaçou dizendo que se eu abrisse a boca ele mataria a Fabíola e minha mãe que na época ainda ela viva, fiquei com medo e me calei até hoje.
Estevão: Estou incrédulo por tudo que estão nos contando.
Demétrio: Ainda não acabou.
Regiane: (tosse) Ainda tem mais?
Bruno: E como tem.
Maria: Então contem.
Demétrio: Evandro violentou Ana Rosa quando ela tinha 13 anos.
Maria: Meu Deus (incrédula).
Regiane: Agora (falta de ar) entendo porque ela é desequilibrada, desculpe falar dessa forma Daniela.
Daniela: Não precisa se desculpar, eu achei que ela tinha melhorado com as terapias até apresentei ela para o Estevão, mais não imaginei que ela ficaria obcecada por ele, peço desculpas ao Estevão e a Maria por isso.
Maria: Tranqüila Daniela.
Estevão: Não se preocupe você achava que ela estava bem, mais não estava, não é sua culpa.
Daniela: Obrigada.
Alba: Que descobriu que ele tinha violentando a Ana Rosa?
Demétrio: Eu. Quando cheguei a casa vi Ana Rosa com as roupas todas rasgadas, sangue nas pernas, e com vários hematomas, jogada no sofá da sala. Quando me viu a mesma disse aquele monstro, miserável do Evandro me destruiu, acabou com a minha vida, ela estava com os olhos vermelhos de tanto chorar. Fiquei louco de raiva e fui atrás dele, quando o encontrei bati varias vezes na cara dele. Ai o mesmo disse que eu não podia fazer nada, pois ele usou preservativo e luvas para que ela não possuísse nenhum DNA ou digital dele pelo corpo. Ameaçou-me dizendo que ia matá-la acaso eu fizesse alguma coisa a respeito contra ele, eu ia fazer mais Ana Rosa não permitiu, dizendo que não queria sujar o nome da família, sendo taxada pela sociedade como a pobre garota que perdeu a mãe para a loucura e foi violenta.
Estevão: Sinto muito pelo que a Ana Rosa tenha passado.
Fabíola: Maria.
Maria: Sim?
Fabíola: Nós desconfiamos que Evandro seja o assassino da Patrícia, ele seja o culpado por você ter passado vinte anos de sua vida naquela prisão em Aruba.
Damião: Porque desconfiam?
Fabíola: Porque eles eram amantes.
Alba: Que?
Fabíola: Evandro e Patrícia tinha um caso, que envolvia dinheiro, jóias caras, chantagens, pois ela sabia de muito mais podres dele, sabia que ele tinha tentando violentar a Maria e a Regiane, entre outras coisas mais. Ele me viu vendo eles entre beijos e caricias então o mesmo foi atrás de mim, pois sai correndo pelo hotel em Aruba, quando ele me achou, me ameaçou de morte ou me violentaria acaso eu abrisse a boca.
Estevão: Miserável, infeliz, covarde (com raiva) Destruiu nossas vidas.
Maria: Porque estão nos cantando isso agora?
Brunos: Porque não temos nada a perder, não temos filhos, não temos mais parentes a não ser uma ao outro. E também queríamos que vocês soubessem que a gente não abandonou a Maria em Aruba porque a gente quis, mais sim porque ela soube colocar medo em todos nós, para que nunca colocássemos os pés naquele país para visitar Maria ou até mesmo tentar tirá-la da prisão.
Daniela: Queremos pedir desculpas por tudo que passou Maria.
Maria: Não precisam pedir desculpas agora eu entendo todos vocês.
Regiane: Não querendo bancar a chata (com dificuldades de respirar). Mais temos que nos arrumar para o casamento de Estevão e Maria.
Alba: Verdade.
Damião: Obrigado por nos ter contado tudo isso.
Demétrio: Não precisa agradecer, nós precisávamos contar tudo isso.
Bruno: Há se precisarem dos documentos que provam o desfalque é só me pedirem, que eu entrego para vocês.
Estevão: Queremos sim.
Assim eles combinaram os detalhes da entrega desses documentos, cada um foi se arrumar para o casamento em suas respectivas mansões. Passam as horas, e chega o grande momento, Maria e Estevão estavam radiantes, a cerimônia começa com alguns dizeres dos filhos do casal, irmãos, sobrinhos e mãe do noivo. Eles fazem os votos e trocam as alianças e logo em seguida seguem para a festa que dançaram, beberam, se divertiram Regiane por não está com a saúde não muito boa pede ao seu marido que a leve para casa, pois a mesma queria descansar. Assim que chegam a mansão Damião leva sua esposa para o quarto, ajuda a mesma a se banhar, tomar os remédios, colocar uma roupa confortável para dormi, assim que ele termina de ajudá-la ele vai toma seu banho de banheiro e acaba cochilando na mesma.
Regiane estava deitada em sua cama lendo um livro tão concentrada que nem percebe que tinha uma pessoa se aproximando dela.
XXX: Boa noite minha queria Regiane.
Regiane: (se assusta) O que faz aqui?
XXX: Vim cobrar o que me deve (achando que ela estava sozinha). Uma noite de amor com tudo o que eu tenho direito (se aproximando dela).
Regiane: Jamais conseguirá uma noite comigo seu velho nojento e asqueroso. Vai embora daqui Evandro, vai (nervosa).
Evandro: Não, não vou.
Evandro se deita sobre ela e começa a acariciá-la, beijá-la. E consegue rasgar a roupa dela, deixando a mesma só de calcinha e sutiã.
Regiane: Me larga, me solta (grito fraco, sem força). Sai de cima de mim (começa a chorar) Damiãããooooo (consegue gritar alto).
Damião acorda com o grito de sua esposa, mesmo sai de dentro da banheira se seca, coloca uma cueca e o roupão e sua perna mecânica e sai rapidamente de dentro do banheiro, se deparando com seu pai em cima de sua esposa que tentava se livrar do mesmo, o sangue de Damião ferveu na mesmo instante, ele não ir permitir que sua esposa passasse novamente por tudo que passou no passado, Damião vai até seu pai e o puxa com força, assustando o mesmo e o empurra e da um soco na cara dele que cai no chão, Damião vai até sua esposa a ajuda se cobrir, como ele estava de costas não vez seu pai se levantar e tirar uma arma do palito, apontando para Damião e Regiane.
Damião: (preocupado) Meu amor, ele te fez algum mal?
Regiane: (chorando) Não (pausa e olha para trás). Cuidado.
Damião olha para trás e seu pai atira em direção à nora, mais o tiro acerta Damião.
Regiane: Nãããõoooooo (se desespera)...
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