Amor entre os livros
1 prologo
danilo
mais um dia normal acordei tomei banho e fui preparar meu café da manhã dei comida pros meus cachorros me arrumei e sai de casa no elevador eu encontrei com a chata da minha vizinha do lado o mulher irritante a casa dela parece um puteiro entre e sai um monte de homens e toda noite é a mesma coisa isso é irritante aqueles barulhos que todo mundo do andar sabe quando ela trepa e que por acaso parece que é todo noite se for fazer isso querida pelo menos um pouco mais baixo né amor ninguem quer ouvir voce gemer a noite toda —ja ta indo trabalhar -ela me pergunta e eu so consigo ficar encarando aquelas olheiras enormes embaixo dos seus olhos—é eu começo cedo o trabalho-falo tentando desviar o olhar—voce da aula né?-ela pergunto e eu faço que sim com a cabeça-deve ser dificil ser professor nos dias de hoje, em quantas escolas voce da aula?—em duas-eu falo olhando pras portas do elevador rezando pra que elas abram logo pra que possa sair dessa conversa constrangedora—voce é professor de que mesmo-ela me pergunta me olhando de cima a baixo —de ingles-eu falo pedindo a deus pra sair de lá—nossa voce é fluente-não não querida eu dou aula porque não sei falar uma palavra meu deus de ajude—é -eu respondo saindo do elevador com pressa passando pelo porteiro que me comprimenta mais eu nem percebo e vou ate meu carro, dou a partida e dirijo ate meu trabalho sem muita pressa pois estava um cedo ainda eu acho uma vaga na esquina desco do meu carro e vou andando ate a escola que não é tão longe de onde estacionei no caminho eu encontro o henrique trabalhamos na mesma escola ele da aula de historia tem 23 anos acabou de sair da faculdade as professoras ficam dando em cima dele ele é ate bonitinho mais não faz meu tipo os alunos chaman ele de jesus por causa do seu cabelo comprido—bom dia-ele fala com um sorriso no rosto—bom dia-eu fala retribuindo o sorrisoentramos na escola eu fui ate a sala onde eu iria dar aula deixei minhas coisas la e desci para chamr os alunos que haviam acabado de chegar na escola odeio ser o primeiro professor do dia mas mesmo assim a aula correu normalmente fizemos algumas brinacdeiras me dou bem com a maior parte dos meus alunos talvez seja por eu ser um dos professores mais novos da escola tenho 30 anos.a aula acabou estava no meu horario de almoço eu almoço com a marli a professora de portugues da escola ela tem uma certa idade mas ela é amada e respeitada por todos os alunos ela ja é professora a um bom tempo e da aula nessa escola a dez anos e é minha grande amiga—parece pensativa hoje-eu digo vendo ela com a mão na cabeça parecendo preucupada—eu estava pensando em voce e em sua vida amorosa-ela disse rindo pra mim—hilario marli mas a verdade agora-eu disse serio—é minha filha ela vai morar fora do pais-ela fala olhando pra baixo—qual das duas ?-eu pergunto interessado no assunto—a mais velha ela vai com o marido pretende construir uma familia la fora-ela diz e eu percebo uma lagrima quase saindo de seus olhos —não se preocupe com isso -eu disse passando a mão carinhosamente pelo seu braço—voce esta certo e alem disso eu tenho varios filhos na escola ja mas falando serio agora como esta a sua vida?-ela me pergunta parecendo serio —ela esta como sempre sem nada demais -eu disse sem me importar muito —então ja sabe onde vamos comer?-ela me perguntou me obrigando a olhar diretamente em seus olhos —que tal no de sempre?-eu disse e ela assentiu com a cabeça o almoço passou normalmente alguns papos aleatorios e muitas risadas e asvezes perguntas que deixavam constrangida mas depois do almoço voltamos para a escola minha proxima aula so iria começar em vinte minutos então fui para sala dos professores onde estava o henrique eu entrei o cumprimentei e puxei uma cadeira pra eu sentar ele estava mexendo no celular e parecia um pouco aflito—algum problema-eu perguntei olhando pra ele mas ele nao tirou a cara do celular—minha namorada ela estamos conversando sobre a festa das nações da escola-ele disse passando a mão no cabelo—a rafaela?-eu disse e ele se surpriendeu por eu ter lembrado não posso negar sou um bom ouvinte —é ela... é ...dificil as vezes -ele diz tentando não soar tão pesado—voces estão juntos a quanto tempo?-eu pergunto —desde que ela tinha quinze pedi ela em namoro na festa dela -ele diz meio envergonhado mas é fofo a forma como ele pediu ela em namoro pra dois adolescentes —o pai dela quase me matou-ele diz com um tom de melancolia parecendo ter voltado para aquele monte em suas lembraças—eu tenho que ir minha proxima aula é daqui a pouco obrigado pela conversa-eu disse me dispidindo e indo ate a sala de aula entro na sala sento na minha cadeira e penso aqueles mulheres não tem chance com esse cara.as aulas acabam eu me despeço de todos e vou indo embora ate que no meio do caminho uma aluna me para giovanna setemo ano o que sera que ela quer?—professor é sobre a minha nota voce poderia aumentar ela -ela diz meio manhosa não gosto de repitir ninguem de ano então fomos ate a sala dela e ela me mostrou sua prova eu analisei pergunta por pergunta peguei a caneta e fui tirando os erados e colocando meio certo ate ficar na media teve algumas que me doeu colocar meio certo mais ela é esforçada presta atenção na aula e me entrega todas as lições de casa,ela me agradeçeu nos vamos ate a porta e eu levo ela ate a casa dela pra ela não ter que ir sozinha volto para o meu carro e encontro fabio na porta me esperando ele é o professor de geografia da escola é meu amigo mas é um pouco tarado com as alunas ate demais pro meu gosto mas mesmo assim ele não deixa de ser um amigo e uma pessoa boa de conversar
—o que foi?-eu pergunto cruzando os braços —eu perdi meu onibus voce pode me levar pra casa?-ele me pergunta quase implorando a casa dele era longe pra ir voltar e ir pra minha daria duas horas quase mas eu sei que ele faria isso por mim ja vi que eu vou chegar em casa 15 horas hoje—vamos logo antes que eu mude de ideia-eu disse fingindo um pouco de raiva ele riu da brincadeira e subiufoi tudo bem nos fomos demoramos porque havia muito transito mais consiguimos chegar inteiros graças a deus eu não morri eu voltei pra minha casa o transito ja estava mais rapido na volta estacionei o carro dentro da garagem do meu predio e peguei o elevador dessa vez sozinho entrei na minha casa e me joguie no sofa descansei um pouco depois lanchei alguma coisa quando acabei levei a louça e fui pra minha cama dormir um pouco eu tenho que corrigir alguns trabalhos de escola mas eu fasso isso depois...eu acordo e ja é o dia seguinte eu devia estar com muito sono mesmo merda eu estava atrasado fui tomar banho e me trocar o mais rapido possivel nem tomei cafe da manhã minha vizinha chata tinha colocado o carro dela em frente ao meu empidindo que eu saisse não dava tempo de chamar ela pra tirar o carro chamei um uber e fui pra ecola eu ainda consegui entrar fui para sala e coloquei minhas coisas esperando os alunos subirem mesmo com fome a aula foi normal alguns alunos me zoando e varias piadas e trocadilhos os alunos talvez não percebam mas os professores não acham engraçado o trocadilho sobre a materia deles mas eu riu da cara de pau deles do mesmo jeito quando a aula acabou eu tive de dar outra em seguida essa foi mais dificil porque a fome tava mais forte hoje a marli não tabalhava então eu iria almçar sozinho pensei em chamar o fabio mas nossos horarios de almoço não batem eu vou na sala dos professores pegar as minhas coisas e o henrique estava la comendo a comida parecia estar muito boa eu acho que eu fiquei encarabdo demais —quer um pouco ?-ele pergunto me fazendo parar de encarar sua linda comida—não eu vou almoçar-eu digo saindo da sala—se quiser pode comer comigo-ja que ele ensiste eu sento ao seu lado e agente come nossa pra que tanta comida ele é so uma pessoa—nossa isso ta muito bom-eu digo me deliciando com a comida—é a comida da minha mãe ela faz pra eu trabalhar todo dia ela diz que ja que é pra morar com ela pelo menos ela faz minha comida o que nem de longe é uma coisa ruim -ele diz parecendo apreciar a comida isso realmente tava muito boa ou talvez fosse a fome —voce não almoça com a marli?-ele me pergunta me desconcentrado da comida —sim mas hoje ela não trabalha -eu fala e ele prece um pouco pensativo—voce pode comer comigo toda terça se quisser ja que a marli não trabalha nesse dia-ele disse como se fosse um pedido e não uma pergunta—depende sua mãe que vai fazer a comida-eu fala brincando—ela me mataria se não fizesse-ele diz rindo talvez seja uma boa ideia não passar as terças sozinho...
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