Amor em Cinquenta Sombras
10 Tudo tem uma primeira vez
Notas iniciais
Sem mais delongas....
Aproveitem e boa leitura, baby's. ;)
Capítulo Nove – Tudo tem uma primeira vez
(Música do capítulo)
http://www.vagalume.com.br/kings-of-leon/sex-on-fire-traducao.html
Ele olha para mim e me observa. Suspiro de excitação e ansiedade.
- Eu não faço amor, Ana. Eu fodo... Duro! Mas hoje irei abrir uma exceção. – diz e me pega no colo.
Dou um gritinho pelo susto. Seguro em seu pescoço para me equilibrar, enquanto ele caminha por um longo corredor. Para e entra em um quarto. Têm uma cama que dormiriam dez pessoas confortavelmente. Em cada lado dela, tem um criado mudo com luminárias brancas e de vidro. Uma poltrona branca no canto do quarto, chama a minha atenção. Deve ser bom para ler! Penso. Tem uma enorme parede de vidro, que dá uma bela visão panorâmica da cidade. Ele vai até a luminária e diminui a luz. Fico parada olhando cada movimento seu, entrelaçando as minhas mãos na frente do corpo. Toda aquela segurança sumiu e estou com muito medo do que irá acontecer. Ele levanta o corpo e olha para minhas mãos. Com passos lentos e calculados, ele se aproxima de mim. Seus olhos estão estreitos, só que dessa vez é de puro... Desejo? Quando chega até mim, pega a minhas mãos e beija cada uma, seus olhos nunca deixando os meus. Depois pega o meu dedo médio e coloca na boca, chupa-o lentamente e sinto o calor da sua boca. Meu Deus! Quase tenho uma convulsão. Não satisfeito, ele vai para o dedo indicador e morde levemente. Dou um gemido baixinho que o faz sorrir. Bastardo! Mal encostou em mim e estou quase pegando fogo.
- Você tem certeza, Ana? – pergunta, colocando minha mão em uma ereção.
Como um reflexo o aperto com força e fecho os olhos sentindo seu membro duro por mim.
- Sim. – sai como um gemido.
Mal termino de falar e ele me prende na parede com seu corpo quente. Ele passa sua mão direita pelo meu seio e vai descendo até chegar à bainha do meu vestido.
- Precisamos nos livrar desse belo vestido. – diz no meu ouvido.
Com habilidade e rapidez, livra-se do meu vestido e o joga na poltrona. Ele dá um passo para trás e coloca as mãos na cintura, me observando. Involuntariamente me cubro.
- Por favor, não tenha vergonha! Você é a mulher mais linda que já vi, Ana. – afirma resignado e segura os meus braços no lado do corpo.
Tento relaxar e aproveitar ao máximo esse momento. Alcançando minhas costas, ele abre o meu sutiã. Me encara com os olhos ardentes e tenho certeza que está refletindo o meu. Tira o sutiã de uma vez, deixando cair no chão. Agora estou apenas de calcinha e sapatos. Ele começa atirar seus sapatos, seguidos das meias e na hora que vai abrir a braguilha da calça, percebo que EU quero transar com esse homem, quero me entregar totalmente e foder do jeito que ele disse que faz. Desajeitada e trêmula alcanço sua calça. Ele fica surpreso, mas nota o que quero fazer e tira suas mãos para dar passagem as minhas. Abro a calça e vou a baixando lentamente. Sua cueca é branca e isso me dá água na boca. Livro-me de sua calça e vou para camisa. Vendo minhas intenções, ele retrai o corpo e sei o motivo.
- Não vou encostar em você, prometo! – falo firme.
- Certo. – é tudo que fala e espera.
Volto a fazer meu trabalho e retiro sua camiseta sem encostar um dedo nele. –congelo- O seu corpo é totalmente definido. Cada músculo em seu lugar. Ele tem um corpo perfeito! Ombros largos, quadril estreito e que coxas. Fico olhando seu corpo por um bom tempo.
- Você está com uma cara tão safada, Srta. Steele. –Christian diz e sua voz é luxúria total.
Sem aguentar, ele avança sobre mim e me beija. Suas mãos acham os meus mamilos e começa apertar e beliscar com destreza, deixando-os eriçados. Ele vai me encaminhando até a cama e me joga sem nenhuma delicadeza. Retira os meus sapatos e começa a lamber a minha panturrilha. Vai mordendo e em seguida lambendo cada parte da minha perna. Fecho os olhos e inclino minha cabeça para trás, tentando absorver a sensação. Quando chega a minha calcinha, Christian a pega com os dentes e vai tirando-a, dessa vez bem devagar. Quando meu sexo vai aparecendo, ele fixa seu olhar nela e sua respiração fica pesada. -fico vermelha- Com minha calcinha nas mãos, cheira profundamente e faz cara de satisfeito. Mordo minha bochecha de tão constrangida que estou. Não acredito que ele fez isso!
- Seu cheiro é maravilhoso. Sou filha da puta de um sortudo. – diz deslizando sua mão por minha perna- Você é linda pra caralho, Anastásia. Conclui e abre minha perna esquerda.
- Christian... – sussurro tentando fechar a perna.
- Quieta. –ele aperta minha coxa- Deixe-me sentir seu gosto. Saborear você. – pede e sei o que significa.
Não respondo e seguro o lençol quando ele vai passando o seu nariz pelo interior da minha coxa. Passa pelo meu Monte de Vênus e desce para meu sexo. Olha para mim e depois olha para minha intimidade, que está úmida pela excitação. Sem aviso, abocanha meu clitóris me fazendo gritar. Christian lambe lentamente cada pedaço do meu sexo. Não satisfeito, abre meus grandes lábios e passa sua língua de cima a baixo do meu sexo. Revilo os olhos e o quarto é preenchido por gemidos e palavras incoerentes. Estou sentindo um tremor percorrer meu corpo, meu ventre se contrai e meu sexo está pulsando. Ele volta sua atenção para meu clitóris e gira a língua rápido e sem piedade.
- Goze para mim, baby. Grite meu nome. – pede e continua a tortura.
- Ah, Chris.. – grito.
Como um feitiço, explodo em um orgasmo arrasador que faz meu corpo se contorcer e quase arrancar seus cabelos. Ele lambe toda minha excitação e vem subindo, dando beijos pela minha barriga, nos meus mamilos e por fim a minha boca. Posso sentir um sabor salgado em seus lábios. A prova do meu orgasmo maravilhoso. Minha respiração ainda está irregular, quando ele sussurra no meu ouvido. Seu corpo repousando sobre o meu.
- Seu gosto é uma iguaria rara... O melhor que já provei. – confessa.
Desse seus lábios para meu mamilo e tenho uma ideia ousada. Sempre imaginei como deveria ser fazer sexo oral. Sempre senti nojo, mas agora quero prova o gosto do Christian também. Sem esperar o jogo para o lado. Ele leva um susto e arregala os olhos.
- O que você está fazendo. – pergunta com um sorriso, quando passo a mão por sua cueca.
- Shiii.. – coloco um dedo na frente dos seus lábios.
Ele deita na cama e sorrir. Volto minha atenção para sua cueca e começo a tirá-la. Sua ereção salta livre e é... Enorme! –engulo a seco- Como isso vai caber dentro de mim? Penso. Concentrando-me, tiro sua cueca com sua ajuda. Minha deusa está orgulhosa nesse momento. Não sei o que fazer então, seguro seu membro e faço o movimento de vai e vem. Olho para ele, que fecha os olhos e lambe o lábio superior. Com muita confiança em mim e nele, beijo a sua glande. Ele levanta o tronco e apoia-se nos cotovelos.
- Quero ver isso. – afirma.
Subindo e descendo a mão, abro minha boca e coloco metade do seu pênis na minha boca. Ele geme entre os dentes e segura a minha cabeça. Desço a boca até senti-lo na minha garganta e volto, lambo sua cabeça e desço novamente. Christian começa a mexer os quadris no ritmo na minha boca. Solto seu membro e lambo de baixo a cima e de cima a baixo. Giro a língua em volta da ponta. Ele solta um grunhido e isso me excita pra caralho. Aumento os movimentos com a boca, quando ele aumenta a velocidade dos seus quadris. Acho que ele vai gozar.
- Ana... Ah... Pare. Não quero gozar na sua boca. – diz e puxa meus cabelos, levando minha cabeça e me beija forte e duro.
Joga-me na cama novamente, abrindo minhas pernas e encaixando-se entre elas.
- Você toma algum anticoncepcional? – pergunta ajoelhado e acariciando-se.
Isso é foda! Vê-lo assim tão excitado e por minha causa.
- Não. – falo baixinho.
Merda! E agora?
- Imaginei. – diz e estica o corpo até o criado mudo e tira uma caixinha.
Tento ver o que é, mas não tem nome. Ele mexe e tira uma camisinha. Ah! Olhando para mim, ele abre o envelope e em seguida vai desenrolando a camisinha em sua maravilhosa extensão. Devidamente protegido, deita-se sobre mim e coloca a ponta do seu membro na entrada do meu sexo. -fico rígida- Ele não me penetra. Vai beijando meu pescoço, queixo e finalmente minha boca. Beija-me lento e sua língua explora, saboreia a minha com força. Lento, mas com força!
- Está pronta? – pergunta sério.
- Para tudo! – respondo e é tudo que precisava.
Ele entra em mim de uma vez, rasgando a minha virgindade sem dó, nem piedade.
- Ah. – grito com a dor.
É uma dor suportável, mas machuca. Fecho os olhos com força e ele não se mexe.
- Tudo bem? Você é tão apertadinha. – diz no meu ouvido.
Seguro seus cabelos com força.
- Tudo. Continua, por favor! – peço choramingando.
Retira-se uma vez e volta a me penetrar com força. –gemo- Fica imóvel por alguns instantes e sai, entrando logo em seguida.
- Ah. Por favor! – suplico.
Ele atende meu pedido e começa a mexer sem parar. Suas estocadas vão aumentando em cada gemido que dou. Sua respiração está desregulada e ele me olha com adoração.
- Isso. Geme para mim, gostosa. – pede Christian.
Seu vai e vem, faz meu corpo subir e descer. Parecemos dois selvagens, com tantos gritos e gemidos. Senti-lo dentro de mim é celestial. Ele me preenche por inteiro e cabe perfeitamente em mim. Como demorei tanto para fazer sexo? Pergunto-me atoa.
- Chris. Mais rápido! Ah... – peço.
Não sei se é possível, mas ele aumenta suas estocadas. Seus gemidos no meu ouvido, faz meu coração acelerar. E mais uma vez sinto que estou quase lá. Contraiu meu sexo envolta do seu pênis e ele solta um gemido gutural e isso é a minha perdição. Gozo gritando o seu nome. Ele não aguenta e chega ao clímax também.
- Ana... Porra! – diz liberando o seu prazer.
Ainda não voltei para a terra, quando ele sai de dentro mim e deita do meu lado. Com dificuldade, viro meu corpo ficando de frente para ele. É uma sensação estranha! Me sinto pesada e leve ao mesmo tempo. Um sorriso insiste em partir meu rosto em dois.
- Você é gostosa pra caralho, Ana. Foi bom para a sua primeira vez? – pergunta beijando meus lábios.
Olho para seu membro.
- Foi muito bom e faria novamente. – confesso deitando de barriga para baixo.
Ele abre um deslumbrante sorriso. Passa a mão pelas minhas costas e causa um arrepio delicioso.
- Agora? – pergunta com um sorriso safado.
- Agora! – exclamo.
Ele levanta e entra num cômodo do quarto, que acredito que seja o banheiro. Volta em menos de três minutos e noto que está sem a camisinha. Pega outra na caixinha e me entrega.
- Coloca. – ordena.
Arregalo os olhos perdida. Não sei como se faz isso! Percebendo o meu desespero, sorrir e segura meu cabelo.
- Abre o envelope. –faço o que ele manda e abro- Agora é só desenrolar até o fim. Segure na ponta para não entrar ar. – diz sussurrando.
Faço um trabalho perfeito e sorrio com orgulho. Ainda em pé, ele me puxa pela mão e encosta-me na parede.
- Levante sua perna e coloque em minha cintura, baby. – pede.
Passo minha perna esquerda por sua cintura e posso sentir seu membro pulsando no meu sexo. Ele pega as minhas mãos e segura acima da minha cabeça. Com a outra mão posiciona seu pênis na minha entrada e me penetra devagar. Sinto cada centímetro dele entrando em mim. Arqueio as costas.
- Isso é tão bom! – confesso.
Estou um pouco ardida, mas não diminui o prazer. Ele agarra o meu quadril e flexiona o dele lentamente. Me saboreando. O ar sibila entre seus dentes. E seu olhar faz com que o beije, enfiando a língua na sua boca gostosa. Com o meu ataque, ele aumenta a velocidade e tenho dificuldade para me equilibrar.
- Por favor, me solte. – peço.
- Não me toque. – diz soltando meus pulsos.
Coloco minhas mãos em seus cabelos e puxo com força, jogando minha cabeça pra trás. A sensação é divina! Volto a olhar para ele que me encara. Sua respiração cada vez mais rápida e pesada. Suas escadas são tão fortes que chega a doer. O som dos nossos corpos se chocando é de arrepiar. Não é possível! Sinto que vou chegar lá novamente.
- Baby, estou quase lá. – comunico.
- Goze... para mim, Ana. Deixe-se levar. – diz com dificuldade.
Mais duas estocadas e gozo gloriosamente em volta dele, que continua aumentando a velocidade e goza com um gemido lamurioso. Respirando com dificuldade, ele encosta sua testa na minha.
- Você é minha! Só minha, entendeu? – pergunta com uma intensidade, fazendo meu sangue esquentar novamente.
- Sim, sua. – confirmo e ele me aperta ainda mais.
Ficamos parados. Um tentando acalmar o outro. Depois de uns 5 minutos, ele sai de mim e me puxa para a cama. Deito de lado e ele vai até o banheiro novamente. Volta deitando-se atrás de mim e me abraça. Ficamos de conchinha. Sinto ele afundar a cabeça no meu cabelo e suspirar.
- Você foi maravilhosa! Agora durma, baby. – declara.
Fecho os olhos. Estou me sentindo tão bem... Satisfeita! E ele que foi maravilhoso! –embora não tenho ao que comparar- Mas tenho certeza que outro melhor não existe. Com esses pensamentos, caio em um sono tranquilo e seguro.
Acordo assustada. Sinto um peso no meu peito e vejo que é o braço do Christian. Droga! Estou com sede. Tiro seu braço devagar para não acordá-lo e tenho sucesso. Desço da cama fazendo careta. Estou um pouco dolorida. Apanho sua camisa do chão para vesti-la e coloco rápido. Noto que a porta do quarto está entre aberta. Estranho! Tenho quase certeza que ele a fechou. Olho novamente para Christian e ele dorme tranquilamente. Apenas um pedaço de lençol cobre o essencial. Percebo um pequeno círculo de sangue bem do seu lado, comprovando a minha virgindade perdida. -fico vermelha- Ele vai ver isso! Saio do quarto e deixo a porta aberta. Vou andando a passos lentos até a cozinha. Graças a Deus a luz está acessa, pois odeio escuridão. Abro a geladeira procurando por água e acho uma jarra logo na primeira prateleira. Agora preciso achar um copo! Vou abrindo armário por armário até achar os copos. Sirvo-me e encosto na bancada. Fico pensando em tudo que aconteceu essa noite. Suas mãos, boca, língua e... Não sei por que, mas algo chama minha atenção pela visão periférica. Viro a cabeça e derrubo o copo com que vejo. Uma mulher de cabelos negros, olhos verdes e pálida está apontando uma arma para mim. Levanto os braços em forma de rendição. Não sai uma palavra da minha boca. Não consigo gritar, nem reagir. Ela se aproxima e escosta a arma na minha cabeça. Paro de respira.
- Então você é a nova submissa do mestre? – ela pergunta com um sorriso perverso que faz a minha espinha gelar.
Notas finais
Estou nervosa aqui, meninas! Espero que tenham gostado! E amanhã terá a continuação, pois estarei de folga. Uhuuuuuuuuu
Ansiosa pelos comentários! Fiquem na paz, bjim e até... :D
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