Amor em Cinquenta Sombras

14 Jantares, novos títulos e esperança


Notas iniciais

Oi, minhas lindas! Estou aqui novamente com um capítulo fresquinho para vocês. Como vocês estão e como foi o fim de semana? O meu foi agitado. hehehehe Vamos entrar numa nova fase da história e muitas coisas vão acontecer com esse casal. Quero agradecer todos os lindos comentários maravilhosos. Cada um tem um pedacinho da minha alegria diária. E VOCÊS SÃO AS MELHORES!!!!! :3 Obrigada mesmo, meninas!
Espero que gostem! :D
Ah, amanhã vou conseguir postar, pois não vou trabalhar pela manhã. o uhuuuuuuuu Adoro!
Sem mais delongas...
Aproveitem e boa leitura, baby's.

Capítulo 14 – Jantares, novos títulos e esperança.

(Música do capítulo)

http://www.vagalume.com.br/alicia-keys/listen-to-your-heart-traducao.html

- Você também é minha nora, Ana? – questiona Sr. Grey sorrindo.

- Éééééé... – não sei o que falar.

- Sim pai. Ela é minha namorada! – responde Christian e meu coração para de bater e meu inconsciente fugiu para terra do nunca.

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Sinceramente, não sei o que passou na cabeça do Christian para ele falar isso. Pisco varias vezes até organizar a mente.

- Oh, filho que maravilha. Fico muito feliz em conhecer finalmente sua namorada. – diz Carrick tão animado que parece uma criança.

- Carry, está deixando Ana constrangida. -Grace dá um tapa em seu ombro- Querida, não ligue para seu sogro, mas também estou muito feliz que vocês assumiram. – fala piorando a situação.

- Ana, essa euforia é pelo fato de ser a primeira namorada do Christian, — declara Elliot e fico pasma.

- Cala a boca, Elliot. — rosna Christian para o irmão.

Ele nunca teve uma namorada? Oficialmente? O pior que sei os reais motivos para Christian ter me apresentado assim. Ele ficou sem reação e não me apresentaria como sua futura submissa. Apesar disso, surge uma alegria dentro de mim que não posso controlar. Talvez ele esteja falando sério! Diz minha deusa dando pulinhos.

- Vocês estão deixando Anastásia constrangida e o foco de hoje é Elliot. – diz Christian sério.

- Ah, é verdade. Entrem, por favor! Vou chamar a irmã de vocês. – Grace fala e depois sobe as escadas.

A sala é de um azul claro, com moveis em madeira sofisticados. Entramos e percebo que Elliot está nervoso, pois ficar quieto não é muito a sua cara. Kate olha para mim com uma interrogação desenhado em sua testa. Dou de ombros, mostrando que também estou confusa. Christian me puxa para o sofá e senta colado a mim. Seu cheiro é divino e sua roupa o deixa sexy. Essa calça de flanela cinza, com essa camisa de linho, dá água na boca. Sinto-me estranha e feliz. Não entendo esse lindo homem. Kate e Elliot sentaram em outro sofá e Carrick sentou-se em uma poltrona. Olho para Christian, quando percebo que ele está me encarando.

- Precisamos conversar. – sussurra no meu ouvido.

- Concordo. – respondo olhando para minhas mãos.

- Vocês aceitam uma bebida. – pergunta Carrick.

- Sim. – responde eu e Elliot.

- E você querida? – pergunta Carrick para Kate.

Ela arregala os olhos e olha para Elliot assustada.

- Ela não pode beber pai. – diz Elliot sorrindo.

Nesse momento aparecem na sala Grace mais uma moça muito bonita. Ela tem o cabelo castanho estilo Chanel e usa um vestido amarelo. Parece ser alta, mas não como eu. Quando ela vê minha mão entrelaçada com a do Christian abre um sorriso... Maldoso?

- Então vocês são minhas cunhadas. Uau! Meus irmãos tem bom gosto. – diz sua irmã, vindo a nossa direção.

Christian solta minha mão e abraça ela. Sussurra algo para ele e por sua vez solta uma gargalhada. Hum! Soltando Christian, ela vem me cumprimentar.

- Oi, sou a Mia. Irmã desses gatos. – diz me abraçando forte.

Retribuo o seu abraço e já gosto dela.

- Oi, sou a Ana. – digo um pouco tímida.

- Ah, estou tão animada! É a primeira vez que ele nos apresenta uma namorada. E Christian. –ele olha pra ela desconfiado- Ela é linda e aprovo. – afirma e quero enterrar a minha cabeça.

- É sim, Mia. Obrigado. – Christian diz revirando os olhos.

- Obrigada, Mia. Você é muito gentil. – agradeço seu elogio.

- Não precisa agradecer querida. E você é a loira do Elliot? – pergunta para Kate.

- Sim. Prazer, Mia. Sou Kate. – Kate fala a vontade.

- Meu Deus! Você também é linda. – fala Mia e parece que vai pular sobre Kate.

- Ok. Todas as apresentações foram feitas. Agora quero saber o motivo da reunião de urgência Elliot. – diz Grace com os olhos brilhando.

Olho para Kate e lentamente abre um sorriso encantador. Elliot fica pálido e suspira resignado. Sentamos novamente, esperando ele se pronunciar.

- Fiz essa reunião de urgência, pois temos uma novidade para contar. –Mia está roendo a unha desesperadamente- Como já sabem, eu e Kate estamos oficialmente juntos e hoje descobrimos que vamos ser pais. – ele fala apertando a mão da namorada.

Observo tudo encantada. Grace levanta e vai até ao casal com lágrimas nos olhos.

- Meu filho, que notícia boa. Ah, meu Deus... Vou ser vovó! Carrick, vamos ter um netinho. – Grace fala entre lágrimas.

- Essa foi a última coisa que passou pela minha cabeça, filho. Parabéns! Meu primeiro neto. – Carrick também está emocionado.

Mia continua sentada. Parece que está em choque.

- Obrigada pelo carinho. Estamos tão felizes, né? – Kate murmura para Elliot.

Christian levanta e vou junto. Ele chega perto do irmão e dá um soco no braço dele de brincadeira.

- Parabéns cara! – diz abraçando o irmão- Parabéns Kate! – fala e surpreende Kate com um abraço.

- Vou ser titia. – afirmo abraçando os dois.

- Mia. – chama Elliot- Mana, você tá bem? – pergunta ele agachando na frente da irmã.

Ela continua sentada e calada. Todos olhamos para eles.

- Ah! Eu não acredito! Vou ser titia! Ah, meu Deus! – diz Mia saindo do seu transe.

- Calma. Sim, você vai ser titia. – Elliot agora chora feito criança nos braços da irmã.

Ela levanta e abraça Kate apertado.

- Estou tão empolgada. Não vejo a hora de comprar roupinhas para ele ou ela. – afirma passando a mão na barriga da Kate.

Depois de toda euforia e comemorações, vamos todos para a sala de jantar. É muito bonito e espaçoso. A mesa tem dez lugares feito em madeira. Um lindo e delicado lustre harmoniza a decoração. Carrick senta na cabeceira, Grace senta do seu lado esquerdo, eu sento do seu lado direito, Christian se acomoda ao meu lado, Mia senta do outro lado do Christian, e Kate e Elliot sentam do lado da Grace. A mesa está organizada com talheres de pratas e taças de cristal. Olho de relance meu novo “namorado”. Ele conversa com sua irmã algo sobre Paris.

- Onde vocês se conheceram, Ana? – pergunta Carrick.

Christian para sua conversa com Mia e observa o pai sério.

- Foi através do Elliot. – limito-me a dizer.

- Então você foi o cupido, Elliot? – Mia diz provocando o irmão.

- Ah, sim. Afinal sou um anjo. – responde fingindo de asas.

Quando Christian vai abrir a boca, entra na sala uma mulher com marias-chiquinhas empurrando um carrinho. A primeira pessoa que ela olha é Christian. Estreito os olhos para ela e pego na mão dele, mostrando que sou sua namorada. Ele disse sou, então vou aproveitar. Quando seguro sua mão, ele olha para mim e sorrir, depois coloca nossas mãos em cima da sua perna. Ela vê essa cena e fica vermelha.

- Obrigada, querida! Pode nos servir. – diz Grace sempre muito educada.

Ela serve um por um e quando chega a mim, derrama molho por todo meu vestido branco. O pior que está quente. Todos veem em meu socorro.

- Ai, está queimando. – falo quando levanto de súbito, quase derrubando a cadeira.

- Desculpe-me, Srta. Foi sem querer. – a Vaca fala tentando limpar meu vestido.

- Baby, você se queimou? – pergunta Christian também em pé e toma o pano da Vaca.

- Sim, está doendo. – digo balançando o vestido.

- Ah, minha querida. Venha. Vamos trocar de roupa. – diz Grace me estendendo a mão- Vou passar uma pomada para queimadura. – conclui.

- Me perdoe, por favor. – pede mais uma vez.

— Tudo bem! Acontece. – respondo mais calma.

- Pode deixar mãe. Levo Anastásia para trocar de roupa. – Diz Cristian segurando meu vestido para não encostar em mim.

- Vou buscar uma roupa minha para você, Ana. – Mia diz correndo para escada.

Olho para Kate e ela fuzila a Vaca. Ela também viu que não foi sem querer. Christian vai me puxando para um longo corredor e sobe uma escada estreita. Chegamos ao segundo andar e passamos novamente por um longo corredor. Para na frente de uma porta dupla e a abre. Dá um passo para o lado me deixando passar. O quarto tem paredes brancas com dois janelões e uma cama entre elas. No lado oposto da cama, tem uma mesa de estudo branca. Em cima da mesa, um mural de fotos se sobrepõe. Aproximo-me e vejo que são fotos do Christian adolescente. Olho para ele com os olhos arregalados.

- Esse era meu quarto, Ana. – confessa com os olhos estreitos.

Meu Deus! Ele me mostrou seu quarto de infância. Volto a olhar para o mural e observo foto por foto. A maioria ele está sozinho, outras está com os irmãos. Era um adolescente carrancudo, mas muito bonito. Uma foto recordada no canto chama minha atenção. Uma mulher muito bonita, que olha triste para a câmera. Ela lembra-me alguém. Por descrição, não pergunto quem seja, mas guardei bem seu rosto. Sou surpreendida quando Christian me abraça por trás.

- Você é a primeira garota que trago aqui. – diz sussurrando no meu ouvido.

Ele passa uma mão pela lateral do meu corpo e esqueço até meu nome. Depois ele sobe até o meu seio e aperta.

- Estou com saudade. – falo sem pensar e sinto seu sorriso no meu pescoço.

- Sentiu? – pergunta descendo a mão pelo meu ventre.

- Sim. – gemo quando desce até meu sexo e vai até minha coxa.

- Posso confessar algo? – diz no meu ouvido.

- Pode. – falo e viro de frente para ele.

- Também estou com saudade. – diz e me beija.

Agarro seu cabelo e o beijo com paixão. Parece que faz uma semana que não o vejo. Nosso beijo se torna mais urgente e ele vai me encaminhando para a cama. Quando estamos quase lá, alguém abre a porta.

- Aqui está a... – Mia para de falar quando vê a nossa situação.

Quero morrer agora! Me escondo atrás dele.

- Desculpa gente! –diz sorrindo maliciosa- Aqui que está a roupa. Podem voltar às atividades. – termina e sai do quarto.

- Ela às vezes é irritante. – rosna Christian passando a mão no cabelo.

- Ela quase nos pegou no flagra. –digo sussurrando- Vou me trocar, eles devem estar esperando pela gente. – falo dando a sugestão para ele sair.

- Nem pense nisso. – diz e senta na cama- Pode trocar de roupa, não me incômodo. – fala e cruza os braços.

Suspiro e me viro de costas. Tiro o vestido rápido e graças a Deus, estou com uma calcinha apresentável. Posso sentir seu olhar em mim, mas ignoro. Mia trouxe um lindo vestido rosa. Ele vai até meus joelhos e é justo no meu corpo. Viro e Christian me olha sério. O que chama minha atenção é o volume no meu de suas pernas. –engulo a seco- Ele levanta e vem até mim. Me abraça e aperta seu corpo contra o meu. Isso faz com que sinta sua ereção.

- Christian. – gemo baixinho em antecipação.

- Dorme lá em casa hoje. – pede beijando o canto da minha orelha.

- Vou pensar. – respondo- Por que você me apresentou como sua namorada? – pergunto olhando em seus olhos.

- Depois te explico. Vamos que estão esperando pela gente. – ele muda sua postura em um nano segundo.

Christian vai me arrastando até a sala e todos estão esperando por nós. Fico vermelha quando olho para Mia.

- Ana, a pomada está aqui. – Grace diz me passando a pomada.

- Ah, obrigada. Não precisava. – agradeço e coloco a pomada na queimadura do braço.

O jantar ocorreu animado. Mia fazendo planos para o sobrinho. Elliot provocando Christian como sempre e Carrick olhava com os olhos brilhando toda a cena.

- E quando você me dará um neto Christian. – pergunta Grace fazendo o filho encascar.

Fico aflita. Todos olham para nós dois com expectativa. Acabaram de me conhecer e já querem netos? O nosso namoro nem de verdade é.

- Não pretendo ter filhos, mãe. – responde Christian vermelho.

- Ah, que pena. –diz- Vocês teriam filhos lindos. – Grace fala desanimada.

Percebendo a situação constrangedora, ninguém toca mais no assunto. Christian além de não querer casar, também não quer filhos. Meu inconsciente senta pesadamente em sua poltrona. De repente sinto-me desanimada. Não quero esse futuro para mim. Depois de o delicioso jantar e sobremesa, começamos a nos despedir. Christian pergunta no meu ouvido se quero ir com ele.

- Acho melhor não. Amanhã tenho que acordar cedo. – falo também sussurrando.

- Ok. – diz e vai para seu carro.

Meu coração quebra em pedacinhos e entro no carro do Elliot. No caminho, Kate conta os melhores momentos do jantar.

- Ana, aquela mulherzinha derramou de propósito a comida em você. – diz virando para trás.

- Eu sei, Kate. – confirmo.

- Como vocês afirmam isso? – Elliot pergunta olhando pelo retrovisor.

- Ora, ela estava com ciúmes do seu irmão. Quando viu que Ana estava com ele, resolveu fazer aquilo. – explica Kate o obvio.

- Sempre desconfiei disso. Ela gosta do Christian. – conclui Elliot e reviso olhos.

O assunto até em casa foi a Vaca. E quase não prestei atenção no assunto. Ele foi embora sem dá um único beijo. Chegando em casa, fui para meu quarto e tranquei a porta. Kate e Elliot foram para o quarto e acho que não é para dormir. Lembro-me do contrato, mas hoje não quero ler. Sinto falta do Christian e queria está com ele agora. E porque não vai até ele? Pergunta minha deusa triste. Minha saudade fala mais alto que a razão. Pego minha bolsa e a chave do Bukowski Corri para o estacionamento e fui encontrar minha paz e ao mesmo tempo o meu tormento. Deixei um recado para Kate e ela saberá onde estou. Chego ao Escala em trinta minutos. Digito o código para entrar na garagem e estaciono. Vou para o elevador antes que desista. Digito o código do seu apartamento e o elevador sobe ferozmente. Desejo esse homem além do natural. Ele me deixa confusa, mas sinto-me bem quando estou com ele. Quando estou no hall de entrada, pego meu celular e ligo para ele. Chama até cair na caixa postal. Será que ele ficou com raiva? Tento mais uma vez e ele atende no terceiro toque.

- Anastásia? – pergunta ao atender.

- Oi. Tem uma surpresa para você na sua porta. – falo e desligo.

Em menos de dois minutos a porta se abre e Christian olha espantado, surpreso e com um sorriso lindo. Ele veste apenas uma calça de pijama cinza.

- O que faz aqui? – pergunta e meu sorriso desaparece.

Ele não gostou da surpresa?

- Queria falar com você. –falo mordendo o lábio.

Ele se aproxima e solta meu lábio do cativeiro.

- E estou realmente com saudades. – digo e mordo novamente o lábio.

- Não faça isso, Anastásia. Você sabe que me deixa louco. – diz e me beija.

O beijo é calmo e lento. Separo nossas bocas a procura de ar.

- Você gostou da surpresa? – pergunto com vergonha e medo da resposta.

- Gostei muito. Por favor, entre. – Christian dá passagem para mim.

Entro e ele fecha a porta. Antes que eu possa respirar novamente, sou surpreendida quando me pega no colo. Solto minha bolsa e passo as pernas pela sua cintura. Ele vai andando até seu quarto e fecha a porta com o pé. Chega à cama e deita sobre mim. Sinto sua ereção no meu sexo, enquanto ele me beija com vontade. Coloco minhas mãos em sua bunda, dentro da calça e sinto que está sem cueca. Ele geme baixinho quando aperto seu bumbum durinho.

- Ah, Ana. – diz e seu olhar é lascívia pura.

No gesto rápido ele ajoelha e tira o meu vestido. Logo em seguida livra-se do sutiã e deita-se novamente sobre mim. Sua mão esquerda encontra meu seio e começa brincar, depois desce seus lábios e captura meu outro seio. Curvo minha cabeça para trás e sussurro coisas incoerentes, segurando no lençol e ele continua com sua habilidade.

- Ah. Christian, por favor. – peço suplicando por ele.

- Baby, vou fazê-la gozar assim. Vai... Geme pra mim. – diz e continua.

Ele vai lambendo e mordiscando de leve o meu mamilo e seus dedos apertam o outro, fazendo uma dor aguda passar pelo meu ventre. Essa mistura de sensações fazem ficar impossível e gozo gritando seu nome feito um mantra. Ainda estou sem ar, quando ele tira minha calcinha, depois coloca a camisinha. Tudo é muito rápido. Ele abre minhas pernas e se encaixa lentamente em mim. Sinto seu membro abrir cada pedacinho sensível que existe lá. Ainda estou dolorida, mas isso é irrelevante nesse momento. Com movimentos friamente calculados, Christian entra e sai, me torturando. Sua respiração é entrecortada e combina perfeitamente com a minha. Quando menos espero, ele gira e deita na cama. Fico montada nele, não sabendo o que fazer.

- Assim. – explica e mexe o meu quadril.

Faço como ele e continuo mexendo. Quando achamos um ritmo, aumentados à velocidade. Subo e desço na sua extensão e sinto aquela sensação se apertando dentro de mim. Christian joga a cabeça para trás, segundando meus quadris fortemente. Ele aumenta ainda mais a velocidade fazendo nossos corpos se chocarem e encaixarem perfeitamente. Seguro suas mãos e me deixo levar nesse mar de prazer. Um orgasmo nos atinge no tempo certo. Toco no sol e o calor passa por todo meu corpo. Olho para ele ainda dentro de mim e sorrio. ele respira com dificuldade e me olha com adoração.

- Uau! Essa foi uma surpresa maravilhosa. – declara e saio de cima dele.

- Que bom! – afirmo deitando ao seu lado.

- Por que você mudou de ideia? – pergunta colocando o braço atrás da cabeça.

- Preciso saber o motivo que me apresentou... Como sua namorada. – falo.

Isso não é mentira, pois estou realmente curiosa. Ele olha para o teto e suspira.

- Quando a vi naquela situação, foi à primeira coisa que me veio à cabeça. Não consegui me controlar e beijei você na frente de todos. – diz confirmando minhas suspeitas- Você ficou chateada? – pergunta passando a mão no cabelo.

- Não. Fiquei confusa. – respondo deitando de lado- Amanhã tenho que está em casa às seis horas. — digo para mudar de assunto.

Viu sua idiota? Era apenas uma desculpa. Meu inconsciente sempre de bom humor.

- Tudo bem! É melhor você dormir então. – diz levantando.

Olho para vê aonde ele vai e suspiro aliviada quando entra no banheiro. Viro novamente e puxo o lençol para me cobrir. Ele volta e deita me abraçando por trás.

- Quem é aquela mulher no mural do seu quarto? – pergunto não aguentando de curiosidade.

Ele fica rígido e prende a respiração.

- É uma velha amiga. Agora durma Anastásia. – responde ríspido e me arrependo de ter perguntado.

- Boa noite, baby! – falo para amenizar o clima.

- Boa noite! – diz seco.

Fecho os olhos. Quem será essa amiga para ter um espaço ali? Com muitas dúvidas, caio num sono agitado, mas tranquilo.

Acordo com frio e olho para o lado. A cama está vazia e ainda está escuro. Desço da cama e chamo pelo Christian, mas ele não responde. As cenas de ontem voltam a minha cabeça e começo a ficar desesperada. Vou andando pela casa até encontra-lo sentado no balcão da cozinha. Falando ao telefone.

- Eu sei Elena. Vou resolver logo esse assunto. –diz e espera- Sim. Logo ela será a minha submissa e toda essa história de sexo baunilha irá acabar. Não posso perder o controle. Ela terá que aprender que comigo só funciona assim. – fala apoiando a cabeça na mão.

Fico pasma com a sua frieza. Ele fala como se fosse um negócio. E quem é essa Elena? Dou um passo para trás e sem querer esparro na cadeira. Ele leva um susto e olha para minha direção.

- Ana? – diz perplexo- Quanto tempo você está aí? – pergunta vindo à minha direção.

- Tempo suficiente. – respondo e corro para o quarto.

Era bom demais pra ser verdade! Ele quer apenas um negócio, um contrato, sexo e nada mais. Com lágrimas nos olhos me visto e ele entra no quarto. Tenta chegar até mim, mas não deixo.

- Não toque em mim. – falo com chamas nos olhos.

Estou com raiva de mim mesma. Sempre fui uma idiota!

Notas finais
Escritora fugindo em 3... 2... 1 E aí, gostaram? Gente, não me matem! Vocês irão entender logo, logo. Tenho uma pergunta! Vocês acham que minha história está muito clichê? Precisa mudar alguma coisa? Por favor, sejam sinceros, tá? Ansiosa pelos comentários! Fiquem na paz, bjim e até... ;)