Amor e Magia 2
1 Capítulo 1
aushaushaushsa
Estava andando pela feira, pois minha mãe tinha me mandado comprar algumas verduras para ela. O céu estava ao crepúsculo, cores lindas pintavam–o.
– O que mais deveria comprar mesmo? – pensei em voz alta a caminho de casa. Passei a olhar minha sacola de compras a fim de me lembrar de que mais precisava levar. Nabo, tomate, cenoura... Estava tão concentrada que acabei esbarrando em alguém, e me vi jogada no chão, com uma dorzinha na cabeça. Ai!
– Me desculpe, sou muito descuidado, estava olhando para o outro lado. – Alguém disse com uma voz linda e doce, percebi ser masculina. Só de ouvir corei.
– Er. O erro foi meu, me desculpe. – Disse, rapidamente passei a pegar os legumes que haviam caído no chão.
Vi uma mão–amiga me ajudar a catar os legumes. Quando ele acabou de pegar todos, me entregou e ofereceu uma de suas mãos para me ajudar a me levantar. Desocupei uma mão e entreguei–a para ele. Ele me levantou com delicadeza. E então vi seu rosto, lindo, como um astro de cinema. Tinha cabelos negros e olhos bem azuis a ponto de poder me afogar neles. Fiquei paralisada. Ele não era só lindo, era perfeito!
– Você está bem? – ele disse me trazendo de volta dos meus pensamentos.
– S–sim. O–obrigado! – eu disse muito envergonhada por ter encarado tanto.
– Não há de que. – ele disse sorridente.
Aquela voz era tão magnífica, fez meu coração parar por um segundo. Eu não conseguia dizer mais nada. Então ele disse por fim.
– Bem, eu vou indo, me desculpa de novo.
Eu fiquei parada ali durante uns 30 segundos, então fui para casa esquecendo completamente se tinha ou não esquecido alguma coisa na feira. Chegando em casa, entreguei a sacola de comprar pra minha mãe, e ela acabou me dando um sermão, por que eu tinha esqueci o vinagre e o colorau.
– Em que você estava pensando menina? – Ela disse, completamente zangada. – Já demorou na primeira viajem, vai ter que voltar á feira para comprar o que esqueceu e me trazer umas coisinhas a mais, e eu vou ter que esperar. Bom, a prejudicada e você mesma, o jantar vai ter que demorar mais.
– Tudo bem mãe, desculpe eu só fiquei um pouco desligada, pensando no monte de dever de casa que eu tenho que fazer. – eu disse tentando despistar de qualquer coisa que tenha passada na cabeça dela, que possa revelar em que verdadeiramente eu estava pensando naquele momento.
Voltei à feira e comprei o que tinha esquecido e um pouquinho a mais que a minha mãe acabou se esquecendo de me pedir para eu comprar, e mais umas coisas que estavam acabando que ela pediu para trazer também, só por precaução. Voltei pra casa quase correndo, porque sabia que minha mãe ia falar muito aquela noite se eu me atrasasse demais, apesar de que, estava olhando para os lados para ver se conseguia encontrar ele de novo. Que boba eu sou, ele estava indo para a direção oposta a minha, e, eu num sei nem o seu nome.
Chegando em casa, coloquei as coisas na mesa, peguei um saquinho de batatinhas para ver se enganava minha fome enquanto a janta estava sendo preparado, e corri para meu quarto, pra fingir fazer meus deveres de casa. Na verdade, estava pensando nele. Como o veria de novo? Se o visse, quando seria? E, a pior pergunta que martelava na minha cabeça. Qual era o nome dele?
Passando uma hora, minha mãe me gritou para jantar, desci as escadas correndo, pois minha fome já estava me matando. Comi rápido, apesar de tudo, queria que o dia acabasse logo. Eu alimentava esperanças de talvez vê–lo novamente na escola, ou na ida para lá.
Na manhã seguinte acordei um tanto deprimida. Pensando que talvez nunca vá encontrar aquele garoto de novo. Eu estava sendo boba, em pensar que talvez ele estudasse na minha escola, se fosse o caso, como eu não teria o visto por lá? Um garoto lindo como aquele deveria
Estava andando pela feira, pois minha mãe tinha me mandado comprar algumas verduras para ela. O céu estava ao crepúsculo, cores lindas pintavam–o.
– O que mais deveria comprar mesmo? – pensei em voz alta a caminho de casa. Passei a olhar minha sacola de compras a fim de me lembrar de que mais precisava levar. Nabo, tomate, cenoura... Estava tão concentrada que acabei esbarrando em alguém, e me vi jogada no chão, com uma dorzinha na cabeça. Ai!
– Me desculpe, sou muito descuidado, estava olhando para o outro lado. – Alguém disse com uma voz linda e doce, percebi ser masculina. Só de ouvir corei.
– Er. O erro foi meu, me desculpe. – Disse, rapidamente passei a pegar os legumes que haviam caído no chão.
Vi uma mão–amiga me ajudar a catar os legumes. Quando ele acabou de pegar todos, me entregou e ofereceu uma de suas mãos para me ajudar a me levantar. Desocupei uma mão e entreguei–a para ele. Ele me levantou com delicadeza. E então vi seu rosto, lindo, como um astro de cinema. Tinha cabelos negros e olhos bem azuis a ponto de poder me afogar neles. Fiquei paralisada. Ele não era só lindo, era perfeito!
– Você está bem? – ele disse me trazendo de volta dos meus pensamentos.
– S–sim. O–obrigado! – eu disse muito envergonhada por ter encarado tanto.
– Não há de que. – ele disse sorridente.
Aquela voz era tão magnífica, fez meu coração parar por um segundo. Eu não conseguia dizer mais nada. Então ele disse por fim.
– Bem, eu vou indo, me desculpa de novo.
Eu fiquei parada ali durante uns 30 segundos, então fui para casa esquecendo completamente se tinha ou não esquecido alguma coisa na feira. Chegando em casa, entreguei a sacola de comprar pra minha mãe, e ela acabou me dando um sermão, por que eu tinha esqueci o vinagre e o colorau.
– Em que você estava pensando menina? – Ela disse, completamente zangada. – Já demorou na primeira viajem, vai ter que voltar á feira para comprar o que esqueceu e me trazer umas coisinhas a mais, e eu vou ter que esperar. Bom, a prejudicada e você mesma, o jantar vai ter que demorar mais.
– Tudo bem mãe, desculpe eu só fiquei um pouco desligada, pensando no monte de dever de casa que eu tenho que fazer. – eu disse tentando despistar de qualquer coisa que tenha passada na cabeça dela, que possa revelar em que verdadeiramente eu estava pensando naquele momento.
Voltei à feira e comprei o que tinha esquecido e um pouquinho a mais que a minha mãe acabou se esquecendo de me pedir para eu comprar, e mais umas coisas que estavam acabando que ela pediu para trazer também, só por precaução. Voltei pra casa quase correndo, porque sabia que minha mãe ia falar muito aquela noite se eu me atrasasse demais, apesar de que, estava olhando para os lados para ver se conseguia encontrar ele de novo. Que boba eu sou, ele estava indo para a direção oposta a minha, e, eu num sei nem o seu nome.
Chegando em casa, coloquei as coisas na mesa, peguei um saquinho de batatinhas para ver se enganava minha fome enquanto a janta estava sendo preparado, e corri para meu quarto, pra fingir fazer meus deveres de casa. Na verdade, estava pensando nele. Como o veria de novo? Se o visse, quando seria? E, a pior pergunta que martelava na minha cabeça. Qual era o nome dele?
Passando uma hora, minha mãe me gritou para jantar, desci as escadas correndo, pois minha fome já estava me matando. Comi rápido, apesar de tudo, queria que o dia acabasse logo. Eu alimentava esperanças de talvez vê–lo novamente na escola, ou na ida para lá.
Na manhã seguinte acordei um tanto deprimida. Pensando que talvez nunca vá encontrar aquele garoto de novo. Eu estava sendo boba, em pensar que talvez ele estudasse na minha escola, se fosse o caso, como eu não teria o visto por lá? Um garoto lindo como aquele deveria
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