Notas iniciais
Oiiii, que escreve aqui é a Jy! Prazer por conhecer vocês!
Capítulo especial *-*, escrito por minha pessoa!
Vocês conhecem as partes em itálico da história, leitoras pervertidas :D
Boa leitura!
QUEM NÃO CURTE ESSAS PARTES, PULEM O CAPÍTULO!, a história poderá ser entendida totalmente sem lerem o capítulo abaixo, assim como foi com as partes em itálico da história.
Continuamos nas notas finais, apareçam por lá, ou serão atingidas pela maldição do domingo depois da sexta feira 13! *risada maligna*

Capítulo 26

Os braços de Ikuto a envolveram, pressionando-a contra seu próprio corpo, os lábios tomaram os delas. Amu pensou que estava caindo em um mar de prazer, sem ter medo da queda. Um fogo imenso a levava a mais longe, a envolvendo no calor da reação do marido.

As mãos dele enfiaram-se nos cabelos de Amu, retirando um a um os grampos deixando o longo cabelo rosa cair-lhe nas costas, enquanto segurava o rosto e devorava seus lábios em um beijo possessivo. Amu deixou os braços envolta do pescoço largo, apertando seu corpo contra o dele, correspondendo o beijo na mesma intensidade.

Insaciáveis, ambos os corpos uniram-se ainda mais se possível, procurando alívio para o desejo que os consumia.

Acariciavam um aos outros, tirando as próprias roupas, com os lábios unidos, girando e mexendo-se em uma dança impaciente controlada pela luxúria. A jaqueta de equitação de Amu foi atirada em uma cadeira, a capa de Ikuto foi parar no chão. Ele puxou a blusa fina de dentro da saia de equitação, mas o pequeninos botões o atrapalhavam, até que Amu viesse em sua ajuda.

Ele a olhava com os os olhos semi fechados, enquanto Amu desabotoava a blusa. Quando terminou, Ikuto deslizou-a pelos ombros atirando-a ao chão.Os seios fartos destacavam-se no decote do corpete, não controlado pelas fitas que o amarravam.

Ikuto segurou uma das pontas da fita azul, a puxando delicadamente. No mesmo instante o corpete de algodão abriu-se a ele, que continuou tirando fita por fita da frente da peça íntima. Os olhos seguiam o caminho dos dedos. E então levantou o olhar, olhando-a, e Amu percebeu o fogo cravado nos olhos azuis. A luxúria que incendiava, queimava mais que o próprio fogo.

— Tenho deitado nu todas as noites imaginado esse momento — sussurrou ele com a voz rouca, mordendo levemente o lóbulo da orelha de Amu. — Me chamando de idiota por ter nos imposto aquele acordo.

Amu ofegou.

— Eu também.

Ikuto riu, inclinando a cabeça, tomou-lhe os lábios novamente em um beijo intenso, antes de se afastar e retirar o corpete de vez. Com um movimento lento, as mãos fortes deslizavam pelo colo lavo e macio, enquanto tirava a peça de tecido fino, a deixando cair no chão.

Os olhos azuis a analisavam, enquanto acariciava ali. Ikuto tomou-os nas mãos, entregando, deixando-os mais rijos a cada carícia, até que cada parte do corpo de Amu brilhasse de prazer.

Ela deixou escapar um gemido, queria mais, queria sentir e desfrutar de todas as sensações que tinha direito.

Inclinando-se Ikuto substituiu os dedos pelos lábios, sugando com suavidade, provocando-a cada movimento da língua contra pele macia. Ela sentiu os joelhos tremerem, não caindo devido a força que Ikuto a segurava pela cintura

As mais diversas sensações vibravam dentro de Amu, aumentando algo que não sabia nomear, o coração acelerava a cada movimento que Ikuto insidia em seu corpo.

Ikuto riu, inclinou a cabeça, tomou-lhe os lábios num beijo impetuoso e rápido antes de se afastar e desatar de vez o corpete. Com um movimento lento, as mãos fortes deslizaram pelo colo alvo e macio, enquanto lhe retirava a peça de tecido fino, fazendo-a cair ao chão.

Queria que a doce tortura continuasse, mas no mesmo tempo desejava que ele tirasse toda a roupa, levando-a ao auge do prazer. Desejava tudo ao mesmo tempo. Os sentimentos em uma confusão caótica.

Os dedos delicados, trêmulos, abriam os botões do colete, partindo a camisa, explorando a pele, descobrindo as sensações que causava nele. Sorrindo com o leve gemido que escapava dos lábios do marido.

Rápido e preciso, Ikuto arrancou a camisa, dando a esposa a oportunidade de pressionar os lábios contra os músculos do peito. Ele permanecia imóvel, incapaz de se mexer enquanto Amu espalhava uma trilha de beijos na pele quente, deslizando a língua. Ele sussurrava o nome da esposa, passando a mãos entre as longas mechas rosas.

Por fim, quando pensava que fosse explodir, Ikuto se afastou, tirando as botas, seguidas pela calça. Amu terminou de se despir. A urgência do desejo a fazia ignorar a vergonha e a timidez. Olhava o corpo do marido, sentindo uma onda avassaladora de desejo a carregar. Nunca tinha visto um homem nu, mas no marido era uma beleza selvagem feita de músculos e ossos.

— Você é linda — murmurou ele, beijando-a como se a vida dos dois dependesse daquilo.

Amu sentia-se derreter por dentro, deliciando-se com o movimento que as mãos dele explorava seu corpo.

Ao mesmo tempo, Amu terminou de se despir. A urgência sobrepujando a vergonha e a timidez. Examinou o corpo másculo forte e esguio e uma onda avassaladora de desejo a engolfou. Nunca antes vira um homem nu, mas no marido identificou uma beleza selvagem composta de músculos e ossos fortes.

— Você é linda — murmurou ele, tomando-a nos braços e beijando-a como se sua vida dependesse daquilo. Elas percorreram o ventre até chegaram entre as pernas, separando-as com uma carícia a fazendo gemer, enquanto se movia de encontro ao toque sensual.

Ikuto puxou uma das cobertas que ficavam sobre os móveis, entendendo no chão, puxando a esposa consigo, deitando-a sobre o lençol. Ao lado do corpo da esposa, a acariciava, prolongando-lhe o prazer, até levá-la ao limite da insanidade.

Então, ele moveu-se, ficando entre as coxas macias, com movimentos lentos, a penetrou. Amu ofegou com a pontada de dor inicial, parando-o. Ikuto baixou a cabeça para olhar-la nos olhos, a esposa deu-lhe um sorriso, ele a tomando em um beijo apaixonada.

Vagarosamente, ele começou a se mover dentro dela, enquanto Amu o envolvia com os braços. Os dedos delicados pressionados contra as costas, enquanto ele entrava e saía em uma velocidade crescente. A paixão fluía a cada movimento, levando-os a algo impossível de descrever.O desejo aumentando num redemoinho que ameaçava atirar-la em um mundo desconhecido.

Então, uma onda explodiu no centro do ser de Amu, irradiando por todo o corpo, enquanto Ikuto deixava escapar um grito de prazer, cedendo ao próprio prazer antes do corpo descer sobre ela.

Amu fechou os olhos, aproveitando o momento. Deslizou as mãos pelas costas largas, úmidas de suor, chegando ao cabelo azulado, acariciando-o de leve.

Aquele homem não a amava, tinha medo que isso nunca viesse acontecer, sabia que tudo que aconteceu agora surgiu do desejo de Ikuto, não do amor.

Mas, porém, enquanto o abraçava, era o suficiente.

Notas finais
Voltei!
Caso perguntaram-se por eu ter postado este capítulo kawaii aqui, e não a Lady é:
"Uma coisa é eu ler, o que estou acostumada, antes até dava pra aguentar, mas é muita pouca vergonha para eu revisar de uma só vez, não reviso mais! Não sei de onde tira tanta coisa... prefiro só ler...
...Vai você lá postar isso..."
Não consigo entender ela... Mas, bom, ela aparece no próximo capítulo, que ela já está editando, para a própria felicidade dela, "um capítulo normal, mas muito fofo" ¬¬
Para terminar essa confusão de baboseiras faladas, que no final ela vai me matar por ter copiado do msn a conversa...
Deixem lindos reviews para minha pessoa, opinião do capítulo, da história, minha presença majestosa aqui, se querem me ver de novo, tudo nos reviews em! QUERO REVIEWS PARA RESPONDER :D
Beijosss, Jy