Amor dos Deuses
7 Forever
Notas iniciais
Um tiro doeria menos, e como sempre eu não consegui disfarçar.
— Luiza? Tudo bem? — pergunta o diretor.
— Ahn, claro.
— É que você fez uma cara que pareceu que tinha levado um tir..
— Ah.. Então gente, qual vai ser o próximo destino? Claro que vamos passar nessa fase, nós somos do Objetivo, a melhor escola de São Paulo. — digo mudando de assunto, fingindo estar animada.
A escola não ganharia boa fama se duas das garotas do trio estariam tendo algum caso e não tem nada que eu possa fazer para mudar isso, um tanto desesperador. Eu estava com raiva da Luba até então, mas depois de entender tudo e ver a cara de sofrimento dela é impossível. O diretor e a Carine se olham com estranheza.
― Ahn, certo. Nós vamos para a França, semi-finais. ― diz o diretor ainda estranhando.
Finjo entusiasmo até o diretor, a Carine e o Daniel começarem a conversar entre si. Olho para a Luba que até então estava de cabeça baixa, ela olha de volta e me manda um sorriso fraco, sem vida. Procuro a mão dela por debaixo da mesa, a encontro e nossos dedos se entrelaçam, ela continua de cabeça baixa mas consigo ver um sorriso se formar em seu rosto.
― Mais algo a tratar? ― pergunta Daniel.
― Hm, creio que não. Vocês já sabem de tudo, uma nova fase daqui dois dias, se passarem vão para as semi-finais na França, e.. Acho que só.
― Certo. ― diz ele se levantando, junto com os outros.
Aperto levemente a mão da Luba, que aperta de volta e se solta da minha, nós duas também nos levantamos. O Daniel vai de encontro com ela, que por sua vez bufa. Eu viro os olhos e saio para a porta quase que correndo, antes que eu vomitasse desgosto na cara daquele menino. Desço os dois rolos de escada por falta de paciência para ir no elevador e desconto a raiva na porta a fechando com tudo, fico no meio do quarto pensando em maneiras de matar silenciosamente aquele menino, quando percebo que não ouvi barulho da porta fechando, o que seria um belo de um barulho pela força que eu a joguei, então olho para trás.
― Mas com..
― As escadas da área de serviço são bem mais práticas. ― diz Luba falando em tom inocente me interrompendo.
Um sorriso involuntário aparece na face das duas.
― Por que não está com seu namorado? ― pergunto fingindo que não me importo.
― E por que você saiu correndo? ― retruca fingindo que não sabe.
― Você não respondeu minha pergunta. ― digo ignorando sua pergunta.
― Nem você a minha..
― Só acho uma injustiça essa jogada ridícula de marketing. ― respondo.
Por que eu ainda estava conversando? A garota da minha vida estava na minha frente, e estavam mais que claros os nossos sentimentos um pela outra.
― Não é marketing quando o casal se gosta. ― provoca Luba.
Eu bufo irritada.
― Então por que você está aqui? Vai com o seu namorado, caralho. ― grito com raiva.
Luba fica alguns segundos olhando para a porta, quando parece decidir algo e vai em direção a ela. Eu não acredito que ela vai mesmo ir embora. Ela chega na porta, coloca uma mão no centro da mesma a empurrando levemente para fora e pega algo do bolso de seu moletom branco de âncora que logo concluo que é uma chave, ela tranca a porta e se vira para mim. Enquanto Luba anda calmamente em minha direção, passa pela minha mente tudo de safado que poderia acontecer naquele momento, dessa vez não foi só as borboletas que invadiram a minha barriga, foi vez do tesão me invadir por completo também. Eu mordo meu lábio inferior involuntariamente e ela que já estava sentindo minha respiração acelerada dá um pequeno sorriso cheio de malícia. Luba coloca a mão na minha cintura e meus braços contornam o pescoço dela. Isso é perfeito de mais para ser verdade. Nossos lábios se encontram e em segundos aquele era o melhor beijo da história dos beijos. Era calmo, depois se tornou selvagem, cheio de necessidade e tesão por parte das duas. A mão da Luba desce para o meu bumbum e dá um pequeno aperto, eu dou um pequeno gemido e ela sorri entre o beijo, satisfeita. Ela me dá um leve empurrão para a parede e eu aterrisso em segurança. Luba anda lentamente em minha direção com a intenção de me provocar e olha, ela estava conseguindo muito bem. Quando ela chega mais perto eu a puxo com força pela barra do moletom e ela aterrissa na minha frente, com cada uma das mãos em um lado da minha cabeça. Eu dou uma de putinha e desço lentamente, a provocando, e pelo jeito eu consegui, porque ela olhou a cena e suspirou, quase gemendo. Eu desabotoo o botão de sua calça com os dentes mostrando o começo de uma calcinha boxer e ela dá um novo suspiro. Subo mais lentamente do que desci e Luba me come pelos olhos. Nós iniciamos um novo beijo mais selvagem que o primeiro e ela me prensa na parede, colando nossos corpos e beijando meu pescoço, deixando pequenos chupões e mordidas que posteriormente deixariam marcas ali, me trazendo longos suspiros, em troca dou um par de arranhões em seu pescoço. Nos separamos por falta de ar e ela me distancia da parede, me joga na escrivaninha e logo entendo o que ela quer fazer. Novamente ela anda lentamente ao meu encontro para me provocar, só que dessa vez não a puxo, fico admirando a sua cintura a mostra por causa da calça aberta, ela para de andar perto de mim e tira o moletom o jogando longe. Ela estava com uma camiseta branca transparente e nossa, sem sutiã, me dando visão daqueles dois melões completamente duros cujo mal cabiam direito na camiseta por ela ser colada, era a melhor visão da minha vida inteira, eu poderia até parar para tirar uma foto, mas tenho a leve impressão que dias como esse irão se repetir. A Luba era de todas as formas possíveis, MUITO gostosa, eu sou a garota mais sortuda do mundo.
― Gostosa. ― digo mordendo o lábio.
Ela me responde com um sorriso e volta a se aproximar. Luba cola nossos corpos e outro beijo selvagem se inicia, ela pega na parte de trás das minhas coxas e me sobe, me fazendo sentar na escrivaninha, ela se posiciona no meio das minhas pernas, desabotoa a minha calça e a tira, a jogando longe. Eu coloco uma mão no pescoço dela, a arranhando, e outra na barriga, explorando com minha mão o seu corpo. Depois de alguns minutos assim eu tiro minha camiseta e ela o meu sutiã, Luba se distancia um pouco não parando de olhar para os meus seios, ela morde o lábio inferior e se aproxima novamente. Enquanto nos beijamos ela vai indo para trás me levando junto, quando o beijo cessa por falta de ar vejo que atrás tem a minha cama e percebo as intenções dela. A empurro e ela cai de costas nas cobertas, subo encima dela e sento em sua barriga a fazendo suspirar. Coloco minhas mãos dentro de sua camiseta e subo para os seus seios, os massageando fazendo Luba dar pequenos gemidos. Ela pega na minha cintura e me joga na cama, sentando na minha barriga, trocando nossos lugares. Ela tira a camiseta deixando a mostra o que já estava a mostra, junto com sua calça, ficando nós duas só com as roupas íntimas. Ela abocanha um dos meus seios, dando pequenas mordidas e chupadas em um e acariciando com sua mão o outro, me fazendo dar suspiros e gemidos. Ouço alguém batendo na porta e tenho vontade de mandar a pessoa para o Tártaro. Eu olho para a Luba em tom interrogativo e ela para de me chupar, subindo calmamente para o pé do meu ouvido.
― Ninguém vai tirar você de mim de novo.
Eu dou um sorriso de orelha a orelha e viro o rosto para a olhar, nossos olhos se encontram e ela me dá um selinho, desce de novo e continua a me chupar. Ouço batidas na porta novamente.
― Quem é? ― respondo rouca.
― Nós vamos sair para conhecer o Rio, você quer ir junto? ― diz uma voz feminina, que logo reconheço ser da Carine.
Luba que ainda me chupava continuava, e eu tinha que me segurar e gemer baixinho, para aquela puta da Carine não ouvir.
― Agora? ― pergunto.
― É, daqui algumas horas.
Luba desce mais e deixa um rastro de saliva que me causa arrepios, para na minha calcinha e ameaça a tirar.
― Luba, por favor, não. Eu não vou conseguir me segurar, por favor. ― digo sussurrando.
Ela sorri com malícia, coloca minha calcinha de lado e passa um dedo como se fosse tirar o excesso de esperma, o que claro não foi a intenção porque eu fiquei mais molhada com isso, soltando um gemido.
― Luiza? ― pergunta Carine, provavelmente por ter ouvido meu gemido.
― Não sei se vou, depois te respondo. ― respondo.
Olho para a Luba e dou um olhar mortal, ela por sua vez, me olha com inocência, chupa o dedo com meu esperma e arqueia uma das sobrancelhas, como se fosse uma criança ingênua. Eu tenho um amor imenso quando ela faz isso, se faz de inocente e usa aquela carinha ingênua, é tão fofo e transável ao mesmo tempo, dá vontade de vomitar arco-íris e depois ir para a cama com ela, o que no caso, eu estou.
― Tem certeza? ― pergunta Carine.
Puxo Luba pela nuca e dou um rápido beijo.
― Para que pontos turísticos nós vamos? ― pergunto.
Aqueles dois mares me olham com dúvida, sinto um ponto de interrogação se formando em sua cabeça, era a minha vez de revidar. A beijo e com meu joelho masturbo sua intimidade pela calcinha. Ela geme intensamente, morde meu lábio e o puxa de uma forma tão sexy que eu suspiro profundamente.
― Lá pelos lados de Copacabana. ― responde ela já estranhando de algo.
― E aí, vamos? ― pergunto baixinho para a Luba que continuava a gemer.
― Você que sabe. ― responde ela em meios aos gemidos.
― Ajudou muito.
Arranho as costas da Luba e algumas linhas de sangue caem na coberta. Sorrio e ela morde o lábio em sinal de dor.
― Te respondo depois, Carine. ― grito.
― Certo. ― responde ela indo embora.
Empurro Luba para o meio da cama e fico por cima dela, enquanto chupo seus seios ela explora meu corpo com sua mão, começando nas costas e descendo até o bumbum. Dou uma pequena mordida em seu mamilo e ela geme apertando meu bumbum. Ela tira a minha calcinha e eu sento em sua barriga, esfregando minha intimidade na mesma.
― Puta.. Que.. Pariu ― diz Luba dando pequenas pausas para gemer.
Luba dá um longo suspiro e morde o lábio inferior de uma maneira muito sexy enquanto olha para a cena. Ela vai para frente e me leva junto, ficando encima de mim. Luba segue para a minha boca e morde meu lábio, suspiro e começamos um novo beijo, arranho novamente as costas dela e novas linhas de sangue caem na coberta, ela arqueia as costas em sinal de dor não parando o beijo. Luba desce e deposita beijos na minha barriga, desce mais e quando chega em minha intimidade, morde o lábio inferior. Ela fica alguns minutos me chupando e quando eu fico perto do orgasmo ela para, sorri para mim e logo percebo que ela vai me torturar mais um pouco. Me chupa mais um pouco e quando eu fico perto do orgasmo de novo ela para.
― Filha da puta. ― digo em meio aos gemidos.
Luba dá risada, passa dois dedos na minha intimidade e os chupa, me olha como se estivesse pedindo permissão e eu a concedo. Ela me chupa mais um pouco, para e coloca os dois dedos na minha entrada e força, até que entram de uma vez, sinto meu hímen se rompendo e gemo de dor, ela espera um pouco até eu me acostumar e começa a fazer movimentos de vai e vem rápidos, e eu nem prestei atenção quando os gemidos de dor deram lugar aos de prazer, aquilo tudo era tão prazeroso. Depois de alguns minutos eu chego ao ápice, Luba tira seus dedos de dentro de mim, os chupa e deita do meu lado, cansada. Subo encima dela e tiro sua calcinha, caio de boca em sua intimidade e ela não para de gemer, dou pequenas mordidas em seu clitóris que a fazem arrepiar e gemer mais ainda, preparo dois dedos, os lubrifico com o esperma de Luba e os forço em sua entrada, nesse instante batem na porta de novo. Decido judiar um pouco dela e mesmo com alguém na porta eu introduzo meus dedos em sua entrada, sinto seu hímen romper e ela morde o lábio inferior tão forte para não gemer que sai um pouco de sangue. Ela me lança um olhar tão mortal que me dá calafrios, sei que ela vai se vingar depois e que vai ser bem pior, não quero nem imaginar. Faço movimentos de vai e vem e Luba continua mordendo o lábio inferior para não emitir algum som.
― Oi? ― respondo a pessoa na porta.
― Luiza, nós estamos indo daqui a pouco, você vai? ― pergunta uma voz masculina, que logo reconheço ser do Daniel.
Olho para a Luba que não sabe se dá risada ou fica com raiva dele por estar atrapalhando, aumento o ritmo dos meus dedos.
― Ahn.. vou. ― respondo me segurando para não rir.
― E você sabe onde está a Luba? ― pergunta ele.
― Uh, a sua namorada? Sei sim, ela está aqui na minha cama sendo fodida por mim. ― sussurro.
Luba dá uma risada abafada.
― Não, por que? Ela não está no quarto dela? ― respondo.
― Não, desde que a reunião acabou ela sumiu, disse que precisava fazer algo importante e saiu correndo.
Olho para a Luba.
― Hm, sou importante. ― sussurro.
― A mais importante da minha vida. ― responde Luba em meio aos gemidos, me arrancando um sorriso.
― Ah, não sei onde ela possa estar. ― respondo ele, descontraída.
― Certo, obrigado. ― diz ele sendo seguido por passos se distanciando do meu quarto.
Luba morde com mais força o lábio e percebo que ela chegou ao orgasmo, tiro meus dedos melados de esperma, os chupo e deito do lado dela, ofegante. Ela vira e olha para mim, que retribuo o olhar.
— Eu te amo. — diz Luba, rouca.
— Mesmo tendo que segurar todo esse peso? — pergunto.
— Eu enfrentaria o mundo todo só com uma mão, se você me prometesse que estaria segurando a outra. — sussurra.
Eu sorrio e Luba se cobre com as cobertas.
— Você tem certeza que quer isso? Eu ainda vou ter que fingir um namoro com o Daniel.
Entrelaço meus dedos com os dela.
— Até o fim. — respondo.
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