Notas iniciais
Espero que vocês tenham tido um Natal lindo, cheio de alegria, confraternização em família com muito amor e harmonia na presença do dono da festa: Jesus Cristo. Já o meu, infelizmente, foi horrível... Foi diferente! Ironicamente diferente. Desde o dia 24 até o dia 26 minha família ficou chocada com duas mortes, uma no dia 24 e outra no dia 25 (meus amados prima e tio, respectivamente). Minha prima morreu dormindo e meu tio tomou uma queda dentro de de casa. Ambos eram pessoas maravilhosas e eu os amava muito, muito, muito e vou sentir muita falta... Já sinto muita falta deles. Ah, meu Deus!! Pois é... Natal e Cemitério não combinam. Lamentável! Mas não teve jeito. Estou muito triste, triste, triste mesmo. Então, por isto, gente, fiquei impossibilitada de concluir, revisar e postar antes este capítulo. Impossível!!! Mas vamos em frente. A vida continua. Cada um de vocês é muito importante para mim e para o desenvolvimento desta fanfiction. A leitura que vocês fazem... Quando deixam registrados seus maravilhosos e proveitosos ‘comentários’ que eu tanto me beneficio... Quando vocês marcam a fic como ‘favorita’ e quando a ‘recomendam’... Quando “clicam” para ter o acompanhamento automatizado desta história (uma facilidade fantástica deste site e um retorno emocionante para mim)... Nossa Senhora!!! Eu só tenho que agradecer a vocês por me fazerem feliz. Sinto falta de leitores que não vejo mais nos comentários... Será timidez ou será que a história não tá boa, ou será que estão impossibilitados de comentar por falta de tempo, um problema pelo qual eu também estou passando... Só mesmo vocês e o amor CASKETT que carrego no meu coração para eu conseguir encontrar tempo para escrever, revisar e postar os capítulos. Falta, contudo, eu conseguir responder aos belíssimos comentários (estou em falta com vocês). Desculpem-me. Vou conseguir responde-los, com fé em Deus, mas, enquanto isto, não parem de comentar, pois, como eu já disse anteriormente, eu me alimento dos comentários. Bem, chega de conversa... Vou postar logo o capítulo, contudo, antes de fazê-lo, quero dar um agradecimento especial para “yasminalmeiida” que favoritou a história. Muito obrigada por estar aqui e por ter favoritado. Você me fez feliz. Acredite. Muito feliz!! Nossa língua portuguesa é difícil. Muito difícil. Quero deixar claro que em respeito a vocês e a mim mesma, eu me esforço ao máximo para seguir as regras da gramática e da ortografia, pois, assim, fica mais fácil de ler e de compreender o texto, contudo, mesmo assim, quando releio o capítulo já postado, sempre me deparo com ‘deslizes’... kkkkk ... Que assim que eu posso, eu os corrijo... Beijinhos no coração de todos e, se Deus quiser, até breve nos comentários. Denise

A entrada das filhas naquele momento tão íntimo deixou o casal sem graça, pois viram fracassada a chance de fazer amor. Mas tal sensação não perdurou, pois a alegria em ver as três crianças ali, saudáveis, alvoraçadas, alegres e saltitantes os deixavam extremamente felizes.

Ainda em choque, Rick conseguiu falar com ela — Devido a esta interrupção, Sra. Rodgers, mais tarde nós terminamos esta... – fez uma pequena pausa e, querendo encontrar uma palavra adequada, lhe dirigiu um olhar maroto, continuou – mais tarde nós terminamos esta... esta... esta “conversa”, ok? – Richard falara por códigos, quase aos sussurros, frisando a palavra “conversa”, usando os dedos para desenhar as aspas no ar.

Tentando aceitar a situação e conformar o marido, Kate comenta resignada – Quem tem filho pequeno é assim, babe... Mas... – Kate também sussurrava discretamente para o marido, daí, sorriu e piscou para ele em franco sinal de que entendia de qual ‘conversa’ ele se referia e, piscando novamente, assegurou – Temos todo o tempo do mundo...

— Sim... – Richard assentiu. No entanto, meio que assustado, se queixou e tratou logo de expor seu ponto de vista, deixando Kate feliz. – Mas não vamos esperar tanto assim, né?...

— Amorzinho, tenha paciência... Depois eu te recompenso, ok? Temos todo o tempo do mundo... – Achando divertida aquela situação, Kate deu uma nova piscada cheia de promessas para o marido.

Como qualquer criança saudável e espoleta, Bia tinha acabado de se jogar sobre os pais. Além de sapeca, ela estava sempre atenta a tudo que se passava ao seu redor, assim, na inocência, quis logo saber o que os pais conversavam, então perguntou ao pai... — Temos todo tempo do mundo pra que, papai?

Num clima de total descontração e brincadeiras, Richard aprisionou a garotinha levemente nos braços e a encheu de beijos estalados no rosto, no pescoço, nas costas, nos braços e nos cabelos, e foi logo desconversando – Temos todo tempo do mundo para encher vocês de beijos, garotinhas lindas.

A resposta ‘disfarçada’ do pai atendeu à curiosidade das crianças que não o questionaram mais sobre o assunto. Passou.

Tanto Alexis quanto Annie que também faziam parte do “Vedaval de filhas” riam e até gargalhavam ao receberem cócegas e beijos estalados dos pais.

— Aaaaiii!!! Socorro!!! – Annie gargalhava e pedia ajuda – Papaaaaaaaiii!!!! – risos — Para, mamãããããe... Chega!!! Socorro!!!

Os risos de felicidade da família ecoavam no quarto do casal.

Por ser maior, Alexis conseguira se soltar e se livrar das cócegas e ria tanto que seus olhos se enchiam de lágrimas... Lágrimas das risadas.

Livre, a ruivinha passou a fazer cócegas em Kate.

Como, normalmente, criança não sabe fazer cócegas, pois, inocentemente, apertam ou beliscam mais do que outra coisa, Richard decidiu por fim à brincadeira e, com ajuda da mulher, manteve as filhas juntinhas e passaram, agora, a enchê-las somente de beijos barulhentos, típicos de animadas fuzarcas matinais entre pais e filhos.

Em meio a beijos e risadas, Richard refreou os ânimos das filhas e as cumprimentou – Ok, ok, ok!!! Chega de cócegas, né, meninada linda? Bom dia, meus amores...

Recobrando o fôlego, Bia conseguiu falar — Bom dia, papai. – a garotinha conseguira dizer, entre risos e esticou os bracinhos e laçou o pescoço do pai de forma bem possessiva. – Meu papai.

— Bom dia, mãe e pai. – Alexis sorriu para os pais.

— Bom dia, meu amorzinho – Kate a cumprimentou com um beijo e um abraço bem apertado.

Liberado do abraço apertado da Bia, Richard verificou o relógio e se dirigiu à Alexis — E você Abóbora, acordou cedo também, eihm... Ainda são 5:50 horas da manhã ...

— Foi, pai, acordei cedinho... Mas foi a Bia e Annie que fizeram o favor de me acordar... – ela disse em tom de queixa, mas na mesma hora se jogou sobre as irmãzinhas e as encheu de beijo, mostrando que não ficara chateada e esta brincadeira gerou mais agitação e risadas. – Obrigada, maninhas.

A cama parecia um ringue de luta, só que ao invés de troca de socos e pancadarias, o que se via era troca de beijinhos, carinhos, muito amor e sorrisos, ou seja, o sonho de consumo de toda família.

Tentando apaziguar a energia das crianças, Kate quis saber sobre a noite das filhas — Meus amores dormiram direitinho? – Kate perguntou assim que a folia diminuiu um pouco e, fazendo uma varredura com os olhos em torno das filhas, procurou algo em volta das meninas, mas não encontrou. Antes de continuar procurando, ela escutou a resposta da Annie sobre a noite de sono.

— Sim, mãe. Eu dormi a noite todinha.

— Eu também – Alexis respondeu.

— E eu também – Bia respondeu quase ao mesmo tempo das irmãs.

Satisfeita com as resposta das crianças, Kate continuou buscando algo em volta das filhas e, como não encontrou, questionou — Mas onde estão o Cotton e o Sweetie, garotas?

— O Sweetie não quis levantar cedo, mamãe... Continua dormindo... – Com caras e bocas, Bia esclareceu, fazendo os pais rirem muito com aquela resposta inocente da menina.

Na mesma sintonia das filhas, Kate perguntou para a Annie — E o Cotton, Annie, onde ele está?

— Pois é, mãe, o Cotton também não quis acordar cedo... Ele deve ter combinado isso com o Sweetie...

Trocando sorrisos animados diante das respostas fofas das gêmeas, Kate e Richard se entreolharam e, mais uma vez se jogaram carinhosamente sobre as três filhas e as encherem de beijos. – Mas vocês são mesmo umas fofuras.

O que se seguiu foram gritinhos pueris e risadas animadas dos cinco integrantes da família Rodgers.

— Uaaaaaiiii!!! – risos.

De repente, Richard caiu em si e viu que as meninas, por serem saudáveis, alegres e felizes, estavam muito agitadas e ficou com receio que, mesmo na inocência, as meninas pudessem esticar os braços ou as pernas, fazer um movimento brusco com o cotovelo ou o joelho em direção à barriga de Kate e causar um imprevisto com os bebês, então, por cautela, decidiu interromper a fuzarca.

Com perícia, ele se levantou da cama sob o olhar atento da mulher e das filhas e avisou — Então, minhas quatro lindas meninas, tenho duas propostas para fazer para vocês... Primeiro, que tal eu mandar fazer uma cama maior porque esta... – risos... e continuou – É... porque esta, apesar de ser do tamanho king, está muito pequena para nós cinco... e em breve teremos os bebezinhos... que quando tiverem maiorzinhos vão querer participar destas farras matinais nos finais de semana...

Richard foi interrompido pelo coro infantil – Êba!!! Êba!!!

De repente a atenção de Rick foi desviada para Annie, que estava parada, pensativa, testa franzida e com olhares atentos nas suas duas mãozinhas estendidas, próxima à sua barriguinha, com as palmas para cima e ela estava contando os dedinhos... – Mãe, olha aqui, — ela ia apontando dedinho por dedinho – Eu, você, papai, Lex e Bia... Cinco, né? e – olhou para a outra mão e apontou os dedinhos – e meus três irmãozinhos... – dirigiu à mãe um olhar de dúvida e perguntou – Mãe, me ajuda aí... Quantos somos?

— Meu docinho, como você mesma contou nos seus dedinhos, nós aqui somos cinco. – Kate pegou nas pontas dos dedinhos da filha para a garotinha visualizar melhor... — Vamos contar juntas... Você, Lex, Bia, eu e o seu pai... cinco... E daqui a alguns meses, teremos seus três irmãozinhos... então, cinco mais três...

— Oito – Alexis respondeu.

— Muito bem, Lex – Kate sorriu para a ruivinha.

— É, pai, esta cama vai ficar muito pequena para nós oito... – Kate e Rick riram diante da conclusão da filha mais velha.

— Pois é... Se com cinco já está esta confusão, imagina com oito... – ele fez uma cara divertida e as quatro riram muito disto. Em seguida, ele voltou a falar – Bem, então está decidido... Vou encomendar uma cama gigante... – mais risos. – Então, a minha segunda proposta é... Que tal levantarmos?

Ouviu-se outro coro infantil em tom de lamentação – Aaaaahhhh!!!!!

— Ah, não pai.... Tá tão bom aqui... – Bia se adiantou.

Sorridente, ele se voltou para Bia e falou num tom animado e convincente, tentando fazê-la mudar de ideia — Vamos, sim, querida. – e depois se dirigiu às demais — Vamos tomar café da manhã lá na cozinha...

Animada, Alexis interrompeu o pai e, mesmo sem intenção, atiçou as irmãs para descerem também – Papai, você pode fazer as panquecas sorridentes?

— Eu também quero!

— Eu também!

Bia e Annie se uniram a Alexis nos pedidos e se ajeitavam para sair da cama.

— Iguais a estas? – Richard apontou para as duas panquecas sorridentes que estavam na bandeja que ele preparara para Kate.

— Sim... – Bia tomou a frente, assentiu e com olhar pidão, perguntou – Posso comer um pedacinho, mãe?

— Pode, querida.

Nisto, as outras duas meninas seguiram a atitude de Bia e começaram a comer as panquecas e, por fim, não sobrou nem um pedacinho das duas. Beberam também o suco de Rick. Tentaram até provar o suco da mãe, mas fizeram careta ao constatar o gosto picante do suco da mãe, devido ao gengibre.

Ao terminarem de degustar as panquecas, as meninas foram orientadas pelos pais para irem à brinquedoteca se divertir um pouco enquanto o café da manhã seria preparado.

Do mesmo modo que entraram no quarto, feito um vendaval, as meninas partiram em direção para a nova diversão e só deu tempo de Richard avisar – Quando as novas panquecas estiverem prontas eu vou chamar vocês.

— Sim pai – as três falaram ao mesmo tempo.

Observando o vácuo deixado pelas filhas, Richard comentou – Haja disposição... – sorriu e concluiu – Que Deus as conserve assim.

— Amém! – Kate assentiu toda feliz.

Com expressão de dúvida, ele perguntou – Você acha que elas ainda vão querer comer? Acha que eles ainda aguentam tomar o café da manhã... Panquecas com carinhas sorridentes, sucos, leite...

— Ai, ai, marido! – falou gracejando diante da cara de espanto dele – Nunca ponha a prova o apetite de suas filhas... – Kate continuou a brincar com ele. — Huuummm!!! Você não sabe de nada... — ela sorriu.

— Huuummm!!! – ele a imitou e fez um trejeito divertido – Sei sim... E como sei... Se for a metade do apetite de uma grávida que eu conheço e que, por coincidência, é a mãe delas ... – ele torceu a boca, fazendo-a rir.

— Vou fingir que não escutei isto, ok, Sr. Rodgers?

— Sim, Sra. Rodgers. Entendi o recado.

Sorriram.

Kate se levantou da cama, parou em frente ao marido e olhou apaixonada para ele e propôs manhosa – Amorzinho, não é que eu quisesse enjeitar sua linda e apetitosa bandeja de Breakfast...Você sabe que eu nunca a rejeitaria... Eu sei que você a aprontou com tanto carinho, babe... Mas é que nossas princesas deram fim em quase tudo... Agora só tem duas torradas e caffè latte frio... Portanto, que tal... – olhou para a bandeja que anteriormente estivera arrumada, cheia de iguarias que ele havia preparado e agora estava quase vazia – Que tal tomar café da manhã com as meninas lá embaixo?

Richard apanhou seu roupão e o de Kate. Vestiu o seu e a ajudou a vestir o dela. Enquanto o fazia, deu um cheiro e um beijinho rápido e carinhoso no pescoço dela e, provando que entendera a proposta, pegou a bandeja e, em tom divertido, anunciou – Do mesmo modo que eu preparei esta bandeja, eu prepararei bilhões de outras iguais a esta pelo resto das nossas vidas, Sra. Rodgers.

Com sorriso de orelha a orelha, Kate não cabia em si de tanta felicidade, então, retirou a bandeja da mão do marido e a pôs na mesinha próxima à cama. – Bom saber – ela sussurrou sensualmente e, nas pontas dos pés, enlaçou o pescoço do marido e o beijou. De início foi um único e longo beijo que se transformou em vários outros beijinhos, quando Rick a prendeu pela cintura, trazendo o corpo dela para junto do seu.

Entre um beijo e outro, Richard sussurrava – Você sabe que está me provocando, não sabe?

— Sim... – entre sorrisos, ela respondeu sem interromper os beijinhos. – Vou ser punida por provoca-lo, amorzinho? – Kate indagou com voz instigante, roçando seu corpo ao dele.

— Não é bem numa punição que estou pensando...

Passados uns poucos segundos, Richard a soltou e foi até a porta, trancando-a, e logo voltou para junto de Kate que o encarou com jeito que mesclava entre dúvida, curiosidade.

— Ãããnnhhh!!???

Empurrando-a com delicadeza para a cama, Rick, com voz baixa e grave deu o veredito — Desta vez, ninguém vai nos atrapalhar... Ninguém... Nem mesmo nossas princesinhas. – disse isto com a fisionomia sisuda, mas com olhar quente e apaixonado.

— Rick..., e as meninas... – Gaguejando e surpreendida com a atitude dele, Kate tentou argumentar. Pasma, ela observava cada movimento do marido que, em pé ao lado da cama, se despia sem tirar os olhos dela. Ele a encarava maravilhado com desejo – Relaxe, meu bem. Elas estão brincando... Estão entretidas em alguma brincadeira – Richard explicou.

Deitada entre o edredom e travesseiros espalhados, Kate argumentava com a voz falhando, tomada pelo desejo – Rick, elas... Elas querem comer...

Completamente despido e visivelmente rijo, Richard foi pra cama e se encontrava ajoelhado ao lado de sua mulher, retirando com agilidade e paixão o roupão e o pijama dela e, pausadamente, murmurava as respostas — Elas comeram as nossas panquecas sorridentes e beberam o meu copo de suco... Estão alimentadas...

Kate não mais contestava, pois sabia que, realmente as meninas não estavam com fome, além do que, estava excitada com a situação que se desenrolava.

Richard continuava tentando convencê-la, encorajando-a – Mas não vamos demorar... Vai ser uma rapidinha... Mas uma rapidinha da melhor qualidade... Com direito a tudo que você merece... Tudo que eu mereço... Tudo que nós merecemos... E pelados... Uma rapidinha sem roupas.

Enquanto falava e retirava as peças de roupas de Kate, Richard fazia uma inspeção erótica no corpo e na alma dela e o fazia com olhar penetrante, deixando-a arrepiada e muito excitada e naquele momento ela não pensava mais em outra coisa que não fosse no prazer que já estava sentindo naquela experiência inusitada.

Quando ele terminou de tirar a calcinha da mulher, último item que restava para tê-la completamente nua para si, ele jogou pra longe a peça de renda preta e continuou a inspeção do corpo dela, desta vez com as mãos, acariciando-a com toques eróticos e detendo-se, inicialmente nos seios, apertando-os e torcendo os mamilos, arrancando gemidos de prazer de Kate.

Incitando-a, porém, consciente de que ela estava gostando daquela forma de investida, ele a provocou com voz sensual – Querida, mas se você quiser parar, eu paro...

Ao ouvir aquela ameaça, ela, aflita, encheu o peito de ar, e o trouxe para junto de si, apalpando e se apossando do membro quente e ereto – Sério!?

Sobre ela, ele insistia na provocação ao falar ao seu pé de ouvido – Se você não quiser...

Ela o interrompeu para informar – Você sabe o que eu quero, querido... e eu já estou pronta... Estou acesa –, Kate o avisou envolvendo parte do membro dele com sua mão direita, o acariciando repetidas vezes com rapidez da base à extremidade – aliás, nós dois estamos prontos... então...

Com esta deixa, Richard levou sua mão ao centro dela, acariciou toda a região íntima e, sem pré-aviso, introduziu dois dedos nela, confirmando que ela estava muito excitada...

Tal invasão causou uma momentânea dispneia em Kate, fazendo-a encher o peito de ar, tamanha sua excitação.

— Delícia e prontinha pra mim – Rick fez movimentos acelerados e ritmados com os dedos, causando uma agitação emocional e erótica fantástica no íntimo dela, levando-a a arquear as costas sobre o colchão, fechar os olhos e viajar com os toques dele.

Aquela visão quase o fez explodir de desejo, então, retirou os dedos apenas para direcionar seu membro para o encaixe perfeito e assim que o fez, ambos gemeram e o que se seguiu foi algo fantástico... O sexo mais perfeito que poderia existir... Tudo acontecia muito naturalmente... Palavras, elogios, orientações e pedidos eróticos... Gemidos e sussurros... Arremetidas fortes, profundas e aceleradas... Solavancos e encontros de corpos...

O cheiro e a fome de sexo dominava o ambiente...

Muito excitada com os movimentos e o erotismo da situação, Kate sentiu seu orgasmo chegar e não só o seu corpo, mas todo seu ser parecia explodir de prazer. E esta onda gigantesca de prazer se iniciou na região do seu clitóris... Pulsava, indo em direção ao seu ventre e se alastrou como um raio quente e veloz pelo resto do corpo, da ponta do dedinho do pé até a raiz dos seus cabelos, dando uma sensação inebriante, como se estivesse perdendo momentaneamente o controle.

Kate percebia nitidamente o pulsar do seu sexo e ao senti-lo assim, comprimia involuntariamente o membro de Richard com a mesma cadência da sua pulsação e esta sensação era maravilhosa para ambos, o que adiantou o prazer. Ele acelerou seus movimentos, bombeou violentamente até receber como prêmio, a descarga final do prazer e se despejar no interior dela.

.................

Findos os movimentos, mas ainda acoplados, Richard permanecia sobre Kate. Ele até que tentou tirar seu peso sobre o corpo dela, mas foi impedido. Com voz rouca de prazer, ela pediu – Não babe... Fique... – ela murmurou e passou os braços em torno do pescoço dele.

Dando suaves beijinhos no rosto dela, ele sussurrou – Eu sou pesado... E os bebês, querida?

— Os nossos bebês estão ótimos, Rick... Acredite. Se eu estou bem, eles também estão. Rick, eu adoro isto... Sentir você dentro de mim, colado a mim... Seu peso... Acho isto aconchegante... Eu me sinto tão sua e te sinto tão meu... Adoro!

Passados alguns segundos, mesmo aceitando e entendendo o ponto de vista dela, todavia, preocupado com o seu peso sobre o delicado corpo de sua mulher e também por causa dos bebês, Rick desfaz a conexão dos sexos e se retirou dela. Girou o corpo, passando a abraça-la com maior intensidade, apertando-a nos braços para não acabar assim tão bruscamente o forte contato.

Mesmo amando aquele conexão, Kate foi escorregando até ficar do lado dele, mas mantinha a cabeça sobre o peito dele.

Ela acariciava o peito dele com as pontas dos seus dedos e conservava uma perna entrelaçada nas pernas dele.

Richard pousava a mão no braço de Kate, ambos de olhos fechados.

A respiração tornou-se suave... O silêncio se fez.

Ficaram assim, colados e calados por quase um minuto, com o objetivo de recobrar as forças e apreciando a presença um do outro.

.................

Com as energias renovadas, Richard faz um afago em Kate e falou baixinho — Moça, cada dia que passa eu te amo mais... – ele depositou carinhosamente um beijo no topo da cabeça dela e prosseguiu falando com voz pausada — Não estou dizendo isto somente pelo sexo surpreendente que fizemos... O sexo foi fantástico, não posso mentir, aliás sempre é... – afetuoso, ele continuou — Mas o sexo é apenas uma consequência do amor e da química que temos.

Carinhoso, ele afagava os braços dela e continuou seu raciocínio — Digo isto, babe, porque eu amo a sua forma de ser, eu amo a sua inteligência, eu amo o seu cheiro, o seu gosto, eu amo o seu toque, eu amo a sua voz, eu amo seu olhar, eu amo seus olhos, sua boca, seu rosto, seu cabelo, seu corpo, eu amo o seu bom humor, eu amo a forma como você é... Eu amo o modo como você educa nossas filhas... Eu amo tudo em você.

Ele a abraçava e a mantinha apertada a si.

— Eu também te amo, Rick. Muito. Muito mesmo. Amo tudo em você. Amo seu cuidado comigo. Eu amo até seu jeito brincalhão, às vezes infantil e puro, tão particular seu... Aliás, principalmente este seu jeito de garoto. É tudo... E isto faz de você “único”... É uma forte característica sua que muitos podem até tentar imitar, mas não conseguem, pois você nasceu assim.

.................

— Rick, as meninas... – Kate levantou a cabeça e olhou preocupada para o marido

— Ok! – Ele consultou o relógio no criado mudo ao lado – Babe, ainda são 6 horas... – ele sorriu diante da expressão de espanto dela.

— Pensei que fosse mais tarde...

Ele sorriu e piscou pra ela – Eu te falei... Uma “rapidinha”.

— E que rapidinha... – ela concluiu satisfeita – Fantástica!

— Nós somos ótimos, né? – ele se gabou de um jeito tão divertido que ambos sorriram, mas logo em seguida, lembrou – É, mas vamos ver nossas princesas, né, e preparar o café da manhã com as panquecas sorridentes, sucos e outras coisinhas que elas gostam. Vamos e depois do café vamos dar os presentes que compramos para elas.

.................

Após um banho rápido, eles correram para a cozinha e em menos de quinze minutos tudo foi preparado e a animação na cozinha era geral, de repente...

— Mãe, porque a vovó e o vovô não estão aqui conosco? – Alexis quis saber.

— Eles saíram cedo para fazer exercício. – Kate relatou – Sua avó deixou um bilhete explicando que foram caminhar... Dar umas voltas o parque.

A refeição seguia animada. Todos se alimentavam, conversavam e sorriam diante dos assuntos abordados e também planejavam as atividades daquele dia de sábado.

Continua...

Notas finais
Ah, quem quiser comentar, favoritar e recomendar, tá valendo, ok? rsrsrs Bjinhos e até breve ======== beijo CASKETT - https://38.media.tumblr.com/3cbba0bf355bbc907722c4afd9705edc/tumblr_ngjh10e4NA1thc8z7o9_500.gif olhar CASKETT - https://49.media.tumblr.com/383fdc6898f8d717d6a86e72d03b5cde/tumblr_nynrjfDSC51qzdceqo1_500.gif orgasmo CASKETT - http://stream1.gifsoup.com/view1/1821342/for-lovers-only-7-o.gif