Amor de Ontem, Hoje e… Sempre⏳⌛⏳
82 O Vendaval de filhas
Notas iniciais
A entrada das filhas naquele momento tão íntimo deixou o casal sem graça, pois viram fracassada a chance de fazer amor. Mas tal sensação não perdurou, pois a alegria em ver as três crianças ali, saudáveis, alvoraçadas, alegres e saltitantes os deixavam extremamente felizes.
Ainda em choque, Rick conseguiu falar com ela — Devido a esta interrupção, Sra. Rodgers, mais tarde nós terminamos esta... – fez uma pequena pausa e, querendo encontrar uma palavra adequada, lhe dirigiu um olhar maroto, continuou – mais tarde nós terminamos esta... esta... esta “conversa”, ok? – Richard falara por códigos, quase aos sussurros, frisando a palavra “conversa”, usando os dedos para desenhar as aspas no ar.
Tentando aceitar a situação e conformar o marido, Kate comenta resignada – Quem tem filho pequeno é assim, babe... Mas... – Kate também sussurrava discretamente para o marido, daí, sorriu e piscou para ele em franco sinal de que entendia de qual ‘conversa’ ele se referia e, piscando novamente, assegurou – Temos todo o tempo do mundo...
— Sim... – Richard assentiu. No entanto, meio que assustado, se queixou e tratou logo de expor seu ponto de vista, deixando Kate feliz. – Mas não vamos esperar tanto assim, né?...
— Amorzinho, tenha paciência... Depois eu te recompenso, ok? Temos todo o tempo do mundo... – Achando divertida aquela situação, Kate deu uma nova piscada cheia de promessas para o marido.
Como qualquer criança saudável e espoleta, Bia tinha acabado de se jogar sobre os pais. Além de sapeca, ela estava sempre atenta a tudo que se passava ao seu redor, assim, na inocência, quis logo saber o que os pais conversavam, então perguntou ao pai... — Temos todo tempo do mundo pra que, papai?
Num clima de total descontração e brincadeiras, Richard aprisionou a garotinha levemente nos braços e a encheu de beijos estalados no rosto, no pescoço, nas costas, nos braços e nos cabelos, e foi logo desconversando – Temos todo tempo do mundo para encher vocês de beijos, garotinhas lindas.
A resposta ‘disfarçada’ do pai atendeu à curiosidade das crianças que não o questionaram mais sobre o assunto. Passou.
Tanto Alexis quanto Annie que também faziam parte do “Vedaval de filhas” riam e até gargalhavam ao receberem cócegas e beijos estalados dos pais.
— Aaaaiii!!! Socorro!!! – Annie gargalhava e pedia ajuda – Papaaaaaaaiii!!!! – risos — Para, mamãããããe... Chega!!! Socorro!!!
Os risos de felicidade da família ecoavam no quarto do casal.
Por ser maior, Alexis conseguira se soltar e se livrar das cócegas e ria tanto que seus olhos se enchiam de lágrimas... Lágrimas das risadas.
Livre, a ruivinha passou a fazer cócegas em Kate.
Como, normalmente, criança não sabe fazer cócegas, pois, inocentemente, apertam ou beliscam mais do que outra coisa, Richard decidiu por fim à brincadeira e, com ajuda da mulher, manteve as filhas juntinhas e passaram, agora, a enchê-las somente de beijos barulhentos, típicos de animadas fuzarcas matinais entre pais e filhos.
Em meio a beijos e risadas, Richard refreou os ânimos das filhas e as cumprimentou – Ok, ok, ok!!! Chega de cócegas, né, meninada linda? Bom dia, meus amores...
Recobrando o fôlego, Bia conseguiu falar — Bom dia, papai. – a garotinha conseguira dizer, entre risos e esticou os bracinhos e laçou o pescoço do pai de forma bem possessiva. – Meu papai.
— Bom dia, mãe e pai. – Alexis sorriu para os pais.
— Bom dia, meu amorzinho – Kate a cumprimentou com um beijo e um abraço bem apertado.
Liberado do abraço apertado da Bia, Richard verificou o relógio e se dirigiu à Alexis — E você Abóbora, acordou cedo também, eihm... Ainda são 5:50 horas da manhã ...
— Foi, pai, acordei cedinho... Mas foi a Bia e Annie que fizeram o favor de me acordar... – ela disse em tom de queixa, mas na mesma hora se jogou sobre as irmãzinhas e as encheu de beijo, mostrando que não ficara chateada e esta brincadeira gerou mais agitação e risadas. – Obrigada, maninhas.
A cama parecia um ringue de luta, só que ao invés de troca de socos e pancadarias, o que se via era troca de beijinhos, carinhos, muito amor e sorrisos, ou seja, o sonho de consumo de toda família.
Tentando apaziguar a energia das crianças, Kate quis saber sobre a noite das filhas — Meus amores dormiram direitinho? – Kate perguntou assim que a folia diminuiu um pouco e, fazendo uma varredura com os olhos em torno das filhas, procurou algo em volta das meninas, mas não encontrou. Antes de continuar procurando, ela escutou a resposta da Annie sobre a noite de sono.
— Sim, mãe. Eu dormi a noite todinha.
— Eu também – Alexis respondeu.
— E eu também – Bia respondeu quase ao mesmo tempo das irmãs.
Satisfeita com as resposta das crianças, Kate continuou buscando algo em volta das filhas e, como não encontrou, questionou — Mas onde estão o Cotton e o Sweetie, garotas?
— O Sweetie não quis levantar cedo, mamãe... Continua dormindo... – Com caras e bocas, Bia esclareceu, fazendo os pais rirem muito com aquela resposta inocente da menina.
Na mesma sintonia das filhas, Kate perguntou para a Annie — E o Cotton, Annie, onde ele está?
— Pois é, mãe, o Cotton também não quis acordar cedo... Ele deve ter combinado isso com o Sweetie...
Trocando sorrisos animados diante das respostas fofas das gêmeas, Kate e Richard se entreolharam e, mais uma vez se jogaram carinhosamente sobre as três filhas e as encherem de beijos. – Mas vocês são mesmo umas fofuras.
O que se seguiu foram gritinhos pueris e risadas animadas dos cinco integrantes da família Rodgers.
— Uaaaaaiiii!!! – risos.
De repente, Richard caiu em si e viu que as meninas, por serem saudáveis, alegres e felizes, estavam muito agitadas e ficou com receio que, mesmo na inocência, as meninas pudessem esticar os braços ou as pernas, fazer um movimento brusco com o cotovelo ou o joelho em direção à barriga de Kate e causar um imprevisto com os bebês, então, por cautela, decidiu interromper a fuzarca.
Com perícia, ele se levantou da cama sob o olhar atento da mulher e das filhas e avisou — Então, minhas quatro lindas meninas, tenho duas propostas para fazer para vocês... Primeiro, que tal eu mandar fazer uma cama maior porque esta... – risos... e continuou – É... porque esta, apesar de ser do tamanho king, está muito pequena para nós cinco... e em breve teremos os bebezinhos... que quando tiverem maiorzinhos vão querer participar destas farras matinais nos finais de semana...
Richard foi interrompido pelo coro infantil – Êba!!! Êba!!!
De repente a atenção de Rick foi desviada para Annie, que estava parada, pensativa, testa franzida e com olhares atentos nas suas duas mãozinhas estendidas, próxima à sua barriguinha, com as palmas para cima e ela estava contando os dedinhos... – Mãe, olha aqui, — ela ia apontando dedinho por dedinho – Eu, você, papai, Lex e Bia... Cinco, né? e – olhou para a outra mão e apontou os dedinhos – e meus três irmãozinhos... – dirigiu à mãe um olhar de dúvida e perguntou – Mãe, me ajuda aí... Quantos somos?
— Meu docinho, como você mesma contou nos seus dedinhos, nós aqui somos cinco. – Kate pegou nas pontas dos dedinhos da filha para a garotinha visualizar melhor... — Vamos contar juntas... Você, Lex, Bia, eu e o seu pai... cinco... E daqui a alguns meses, teremos seus três irmãozinhos... então, cinco mais três...
— Oito – Alexis respondeu.
— Muito bem, Lex – Kate sorriu para a ruivinha.
— É, pai, esta cama vai ficar muito pequena para nós oito... – Kate e Rick riram diante da conclusão da filha mais velha.
— Pois é... Se com cinco já está esta confusão, imagina com oito... – ele fez uma cara divertida e as quatro riram muito disto. Em seguida, ele voltou a falar – Bem, então está decidido... Vou encomendar uma cama gigante... – mais risos. – Então, a minha segunda proposta é... Que tal levantarmos?
Ouviu-se outro coro infantil em tom de lamentação – Aaaaahhhh!!!!!
— Ah, não pai.... Tá tão bom aqui... – Bia se adiantou.
Sorridente, ele se voltou para Bia e falou num tom animado e convincente, tentando fazê-la mudar de ideia — Vamos, sim, querida. – e depois se dirigiu às demais — Vamos tomar café da manhã lá na cozinha...
Animada, Alexis interrompeu o pai e, mesmo sem intenção, atiçou as irmãs para descerem também – Papai, você pode fazer as panquecas sorridentes?
— Eu também quero!
— Eu também!
Bia e Annie se uniram a Alexis nos pedidos e se ajeitavam para sair da cama.
— Iguais a estas? – Richard apontou para as duas panquecas sorridentes que estavam na bandeja que ele preparara para Kate.
— Sim... – Bia tomou a frente, assentiu e com olhar pidão, perguntou – Posso comer um pedacinho, mãe?
— Pode, querida.
Nisto, as outras duas meninas seguiram a atitude de Bia e começaram a comer as panquecas e, por fim, não sobrou nem um pedacinho das duas. Beberam também o suco de Rick. Tentaram até provar o suco da mãe, mas fizeram careta ao constatar o gosto picante do suco da mãe, devido ao gengibre.
Ao terminarem de degustar as panquecas, as meninas foram orientadas pelos pais para irem à brinquedoteca se divertir um pouco enquanto o café da manhã seria preparado.
Do mesmo modo que entraram no quarto, feito um vendaval, as meninas partiram em direção para a nova diversão e só deu tempo de Richard avisar – Quando as novas panquecas estiverem prontas eu vou chamar vocês.
— Sim pai – as três falaram ao mesmo tempo.
Observando o vácuo deixado pelas filhas, Richard comentou – Haja disposição... – sorriu e concluiu – Que Deus as conserve assim.
— Amém! – Kate assentiu toda feliz.
Com expressão de dúvida, ele perguntou – Você acha que elas ainda vão querer comer? Acha que eles ainda aguentam tomar o café da manhã... Panquecas com carinhas sorridentes, sucos, leite...
— Ai, ai, marido! – falou gracejando diante da cara de espanto dele – Nunca ponha a prova o apetite de suas filhas... – Kate continuou a brincar com ele. — Huuummm!!! Você não sabe de nada... — ela sorriu.
— Huuummm!!! – ele a imitou e fez um trejeito divertido – Sei sim... E como sei... Se for a metade do apetite de uma grávida que eu conheço e que, por coincidência, é a mãe delas ... – ele torceu a boca, fazendo-a rir.
— Vou fingir que não escutei isto, ok, Sr. Rodgers?
— Sim, Sra. Rodgers. Entendi o recado.
Sorriram.
Kate se levantou da cama, parou em frente ao marido e olhou apaixonada para ele e propôs manhosa – Amorzinho, não é que eu quisesse enjeitar sua linda e apetitosa bandeja de Breakfast...Você sabe que eu nunca a rejeitaria... Eu sei que você a aprontou com tanto carinho, babe... Mas é que nossas princesas deram fim em quase tudo... Agora só tem duas torradas e caffè latte frio... Portanto, que tal... – olhou para a bandeja que anteriormente estivera arrumada, cheia de iguarias que ele havia preparado e agora estava quase vazia – Que tal tomar café da manhã com as meninas lá embaixo?
Richard apanhou seu roupão e o de Kate. Vestiu o seu e a ajudou a vestir o dela. Enquanto o fazia, deu um cheiro e um beijinho rápido e carinhoso no pescoço dela e, provando que entendera a proposta, pegou a bandeja e, em tom divertido, anunciou – Do mesmo modo que eu preparei esta bandeja, eu prepararei bilhões de outras iguais a esta pelo resto das nossas vidas, Sra. Rodgers.
Com sorriso de orelha a orelha, Kate não cabia em si de tanta felicidade, então, retirou a bandeja da mão do marido e a pôs na mesinha próxima à cama. – Bom saber – ela sussurrou sensualmente e, nas pontas dos pés, enlaçou o pescoço do marido e o beijou. De início foi um único e longo beijo que se transformou em vários outros beijinhos, quando Rick a prendeu pela cintura, trazendo o corpo dela para junto do seu.
Entre um beijo e outro, Richard sussurrava – Você sabe que está me provocando, não sabe?
— Sim... – entre sorrisos, ela respondeu sem interromper os beijinhos. – Vou ser punida por provoca-lo, amorzinho? – Kate indagou com voz instigante, roçando seu corpo ao dele.
— Não é bem numa punição que estou pensando...
Passados uns poucos segundos, Richard a soltou e foi até a porta, trancando-a, e logo voltou para junto de Kate que o encarou com jeito que mesclava entre dúvida, curiosidade.
— Ãããnnhhh!!???
Empurrando-a com delicadeza para a cama, Rick, com voz baixa e grave deu o veredito — Desta vez, ninguém vai nos atrapalhar... Ninguém... Nem mesmo nossas princesinhas. – disse isto com a fisionomia sisuda, mas com olhar quente e apaixonado.
— Rick..., e as meninas... – Gaguejando e surpreendida com a atitude dele, Kate tentou argumentar. Pasma, ela observava cada movimento do marido que, em pé ao lado da cama, se despia sem tirar os olhos dela. Ele a encarava maravilhado com desejo – Relaxe, meu bem. Elas estão brincando... Estão entretidas em alguma brincadeira – Richard explicou.
Deitada entre o edredom e travesseiros espalhados, Kate argumentava com a voz falhando, tomada pelo desejo – Rick, elas... Elas querem comer...
Completamente despido e visivelmente rijo, Richard foi pra cama e se encontrava ajoelhado ao lado de sua mulher, retirando com agilidade e paixão o roupão e o pijama dela e, pausadamente, murmurava as respostas — Elas comeram as nossas panquecas sorridentes e beberam o meu copo de suco... Estão alimentadas...
Kate não mais contestava, pois sabia que, realmente as meninas não estavam com fome, além do que, estava excitada com a situação que se desenrolava.
Richard continuava tentando convencê-la, encorajando-a – Mas não vamos demorar... Vai ser uma rapidinha... Mas uma rapidinha da melhor qualidade... Com direito a tudo que você merece... Tudo que eu mereço... Tudo que nós merecemos... E pelados... Uma rapidinha sem roupas.
Enquanto falava e retirava as peças de roupas de Kate, Richard fazia uma inspeção erótica no corpo e na alma dela e o fazia com olhar penetrante, deixando-a arrepiada e muito excitada e naquele momento ela não pensava mais em outra coisa que não fosse no prazer que já estava sentindo naquela experiência inusitada.
Quando ele terminou de tirar a calcinha da mulher, último item que restava para tê-la completamente nua para si, ele jogou pra longe a peça de renda preta e continuou a inspeção do corpo dela, desta vez com as mãos, acariciando-a com toques eróticos e detendo-se, inicialmente nos seios, apertando-os e torcendo os mamilos, arrancando gemidos de prazer de Kate.
Incitando-a, porém, consciente de que ela estava gostando daquela forma de investida, ele a provocou com voz sensual – Querida, mas se você quiser parar, eu paro...
Ao ouvir aquela ameaça, ela, aflita, encheu o peito de ar, e o trouxe para junto de si, apalpando e se apossando do membro quente e ereto – Sério!?
Sobre ela, ele insistia na provocação ao falar ao seu pé de ouvido – Se você não quiser...
Ela o interrompeu para informar – Você sabe o que eu quero, querido... e eu já estou pronta... Estou acesa –, Kate o avisou envolvendo parte do membro dele com sua mão direita, o acariciando repetidas vezes com rapidez da base à extremidade – aliás, nós dois estamos prontos... então...
Com esta deixa, Richard levou sua mão ao centro dela, acariciou toda a região íntima e, sem pré-aviso, introduziu dois dedos nela, confirmando que ela estava muito excitada...
Tal invasão causou uma momentânea dispneia em Kate, fazendo-a encher o peito de ar, tamanha sua excitação.
— Delícia e prontinha pra mim – Rick fez movimentos acelerados e ritmados com os dedos, causando uma agitação emocional e erótica fantástica no íntimo dela, levando-a a arquear as costas sobre o colchão, fechar os olhos e viajar com os toques dele.

Aquela visão quase o fez explodir de desejo, então, retirou os dedos apenas para direcionar seu membro para o encaixe perfeito e assim que o fez, ambos gemeram e o que se seguiu foi algo fantástico... O sexo mais perfeito que poderia existir... Tudo acontecia muito naturalmente... Palavras, elogios, orientações e pedidos eróticos... Gemidos e sussurros... Arremetidas fortes, profundas e aceleradas... Solavancos e encontros de corpos...
O cheiro e a fome de sexo dominava o ambiente...
Muito excitada com os movimentos e o erotismo da situação, Kate sentiu seu orgasmo chegar e não só o seu corpo, mas todo seu ser parecia explodir de prazer. E esta onda gigantesca de prazer se iniciou na região do seu clitóris... Pulsava, indo em direção ao seu ventre e se alastrou como um raio quente e veloz pelo resto do corpo, da ponta do dedinho do pé até a raiz dos seus cabelos, dando uma sensação inebriante, como se estivesse perdendo momentaneamente o controle.
Kate percebia nitidamente o pulsar do seu sexo e ao senti-lo assim, comprimia involuntariamente o membro de Richard com a mesma cadência da sua pulsação e esta sensação era maravilhosa para ambos, o que adiantou o prazer. Ele acelerou seus movimentos, bombeou violentamente até receber como prêmio, a descarga final do prazer e se despejar no interior dela.
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Findos os movimentos, mas ainda acoplados, Richard permanecia sobre Kate. Ele até que tentou tirar seu peso sobre o corpo dela, mas foi impedido. Com voz rouca de prazer, ela pediu – Não babe... Fique... – ela murmurou e passou os braços em torno do pescoço dele.
Dando suaves beijinhos no rosto dela, ele sussurrou – Eu sou pesado... E os bebês, querida?
— Os nossos bebês estão ótimos, Rick... Acredite. Se eu estou bem, eles também estão. Rick, eu adoro isto... Sentir você dentro de mim, colado a mim... Seu peso... Acho isto aconchegante... Eu me sinto tão sua e te sinto tão meu... Adoro!
Passados alguns segundos, mesmo aceitando e entendendo o ponto de vista dela, todavia, preocupado com o seu peso sobre o delicado corpo de sua mulher e também por causa dos bebês, Rick desfaz a conexão dos sexos e se retirou dela. Girou o corpo, passando a abraça-la com maior intensidade, apertando-a nos braços para não acabar assim tão bruscamente o forte contato.
Mesmo amando aquele conexão, Kate foi escorregando até ficar do lado dele, mas mantinha a cabeça sobre o peito dele.
Ela acariciava o peito dele com as pontas dos seus dedos e conservava uma perna entrelaçada nas pernas dele.
Richard pousava a mão no braço de Kate, ambos de olhos fechados.
A respiração tornou-se suave... O silêncio se fez.
Ficaram assim, colados e calados por quase um minuto, com o objetivo de recobrar as forças e apreciando a presença um do outro.
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Com as energias renovadas, Richard faz um afago em Kate e falou baixinho — Moça, cada dia que passa eu te amo mais... – ele depositou carinhosamente um beijo no topo da cabeça dela e prosseguiu falando com voz pausada — Não estou dizendo isto somente pelo sexo surpreendente que fizemos... O sexo foi fantástico, não posso mentir, aliás sempre é... – afetuoso, ele continuou — Mas o sexo é apenas uma consequência do amor e da química que temos.
Carinhoso, ele afagava os braços dela e continuou seu raciocínio — Digo isto, babe, porque eu amo a sua forma de ser, eu amo a sua inteligência, eu amo o seu cheiro, o seu gosto, eu amo o seu toque, eu amo a sua voz, eu amo seu olhar, eu amo seus olhos, sua boca, seu rosto, seu cabelo, seu corpo, eu amo o seu bom humor, eu amo a forma como você é... Eu amo o modo como você educa nossas filhas... Eu amo tudo em você.
Ele a abraçava e a mantinha apertada a si.
— Eu também te amo, Rick. Muito. Muito mesmo. Amo tudo em você. Amo seu cuidado comigo. Eu amo até seu jeito brincalhão, às vezes infantil e puro, tão particular seu... Aliás, principalmente este seu jeito de garoto. É tudo... E isto faz de você “único”... É uma forte característica sua que muitos podem até tentar imitar, mas não conseguem, pois você nasceu assim.
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— Rick, as meninas... – Kate levantou a cabeça e olhou preocupada para o marido
— Ok! – Ele consultou o relógio no criado mudo ao lado – Babe, ainda são 6 horas... – ele sorriu diante da expressão de espanto dela.
— Pensei que fosse mais tarde...
Ele sorriu e piscou pra ela – Eu te falei... Uma “rapidinha”.
— E que rapidinha... – ela concluiu satisfeita – Fantástica!
— Nós somos ótimos, né? – ele se gabou de um jeito tão divertido que ambos sorriram, mas logo em seguida, lembrou – É, mas vamos ver nossas princesas, né, e preparar o café da manhã com as panquecas sorridentes, sucos e outras coisinhas que elas gostam. Vamos e depois do café vamos dar os presentes que compramos para elas.
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Após um banho rápido, eles correram para a cozinha e em menos de quinze minutos tudo foi preparado e a animação na cozinha era geral, de repente...
— Mãe, porque a vovó e o vovô não estão aqui conosco? – Alexis quis saber.
— Eles saíram cedo para fazer exercício. – Kate relatou – Sua avó deixou um bilhete explicando que foram caminhar... Dar umas voltas o parque.
A refeição seguia animada. Todos se alimentavam, conversavam e sorriam diante dos assuntos abordados e também planejavam as atividades daquele dia de sábado.
Continua...
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