Notas iniciais
Oi! Continuo muito feliz com os comentários que tenho recebido de vocês. TODOS ELES me enchem de alegria, pois me estimulam a escrever mais e mais e com eles, eu aprendo a cada dia. Obrigada. Um agradecimento especial para Sofia que fez uma recomendação tão linda!!! Nossinhora!!!! E fico mega feliz porque eu, igual a você, adoro detalhes... Para mim, os detalhes na narrativa, ajudam a localização das personagens, não só no espaço geográfico, mas também no lado emocional. Sofia, vou tentar ao máximo corresponder às suas palavras. Gente, eu só tenho a agradecer pelos comentários que chegam a cada dia, por vocês também estarem favoritando e por todas as recomendações que tenho recebido. Tudo isto me emociona. Desculpem-me por estar demorando de postar... Mas meu tempo está escasso... Mas, com a graça de Deus, não vou abandonar a fic, viu??? Obrigada!!! Bjinhos, viu??? Denise

... AINDA NA BRINQUEDOTECA...

O silêncio se fez entre eles após o momento de reflexão de Richard, onde ele expôs para Kate a sua inquietação sobre a necessidade de ficarem juntos, pois não podia pensar na possibilidade de ficar longe dela e das suas filhas.

Após alguns segundos, Kate, que ainda tinha suas mãos entre as dele, tentou argumentar. – Richard, eu...

Interrompendo-a, de modo gentil, ele continuou com a voz carregada de emoção – Amor, me deixa explicar... – Eles sorriram de leve um para o outro, apaixonados – Eu já te falei uma vez sobre o amor incomensurável que eu sinto por Alexis... Quando ela nasceu os médicos a puseram nos meus braços e, assim que ela abriu os olhinhos... Duas pedrinhas azuis... Ela olhou para mim e eu olhei para ela... Aquela pessoinha toda enrolada e aquecida nos cueiros, só o rostinho de fora... Naquele exato momento um sentimento me atingiu como um raio e então eu vi que aquilo era amor, um amor inexplicável que você só sente por seu filho e naquele momento eu soube que minha vida tinha mudado para sempre. E o mesmo eu digo com relação a Bia e a Annie. – Rick afagou as mãos de Kate – Infelizmente, eu não as vi nascer, mas no exato momento em que vi a foto delas no seu escritório e percebi que eram minhas filhas... – Emocionado, ele levantou o rosto, fechou os olhos e respirou fundo a fim de evitar o choro. Ainda com voz rouca de emoção, ele continuou – Nossa Senhora! E quando as encontrei na praça... Meu Deus! – voltou a fixar os olhos em Kate – Senti a mesma emoção que tive ao ver a Alexis na maternidade, sendo que de forma diferente e intensa, por dois motivos. Primeiro, porque elas já estavam crescidinhas e segundo... – Rick acariciou o rosto da noiva, contornando sua face e seus lábios com as pontas dos dedos e em seguida, colocou uma mecha de cabelo para trás da orelha dela, recebendo um sorriso de presente. Continuou – ... E... Segundo: Porque elas eram filhas da única mulher que amei na vida. Elas eram suas filhas, Kate... Nossas filhas...

— Oh, Rick! – Kate aproximou-se e deu-lhe um selinho.

— Então – ele prosseguiu –, reconheço não ter condições de me separar de nenhuma das minhas filhas... Nenhuma mesmo... Não tenho a mínima capacidade de ficar longe de nenhuma de vocês... Impossível! Impossível permanecer distante de vocês quatro, não depois de, a duras penas, compreender que eu não estava ‘vivendo’, eu estava, apenas, ‘sobrevivendo’... E sobrevivia somente porque eu tinha Alexis ao meu lado.

— Rick...

— Eu te amo, Kate. Te amo e eu ‘não só quero’ como ‘preciso’ viver o resto da minha vida ao seu lado e ao lado das nossas filhas – e, para suavizar o clima ele completou sorrindo – Nossas três filhas e mais este bebezinho aí que fizemos ontem à noite ou nesta madrugada... ou nesta manhã... – Acariciou a ventre dela.

Pega de surpresa com a repentina mudança de assunto, Kate assustou-se com o novo tema – Hey! Calma aí, Rick... – sorriu – Grávida? Eu? Quem foi que disse que tem um bebê aqui dentro?

— Querida – ele disse em tom malicioso e divertido –, se existe ou se não existe um bebezinho aí dentro desta sua barriguinha chapada, eu realmente não sei, mas que treinamos bastante... Ah! Se você não estiver grávida não foi por falta de treinamento. – ambos explodiram na risada.

Meio tensa, porém sorrindo, ela expôs seu ponto de vista sobre estar ou não estar grávida — Ai, Richard, nem brincando fale um negócio desses... – ela estava visivelmente preocupada – Nós mal iniciamos uma relação e você já está falando num quarto filho...

— Na verdade, eu sei que ontem recomeçamos nosso relacionamento... – recebendo um olhar atravessado e recriminador dela, ela modificou seu comentário – Tudo bem, tudo bem... Vou corrigir e não se fala mais em “recomeço”... Tudo bem... – ele falava todo carinhoso com ela – Então, Kate, eu sei que “começamos” ontem – ele sinalizou as aspas com os dedos – mas, ahhh, Kate, nós nos conhecemos há uns dez anos... Mesmo que tenhamos ficado mais tempo separados do que ficamos juntos, nós não somos dois adolescentes. Somos adultos, temos três filhas e sabemos que o que existe entre nós não é uma paixão fugaz... Sentimos paixão um pelo outro, mas é uma paixão que vem acompanhada de amor. Nós nos amamos... Então, se você estiver grávida, que venha mais este bebê... – sorrindo, dando mais leveza ao diálogo, ele disse – Garanto que Dona Cegonha trará um bebê cheio de saúde... E espero que seja um garotão... E tenho certeza que será muito bem recebido por nós e pela nossa família, o que inclui as nossas filhas.

O olhando com ar de dúvida, ela perguntou pilheriando – Você bebeu o que hoje, eihm, Sr. Richard Alexander Rodgers!? Você fez uso de algum alucinógeno? – ela já sorria – É... Porque você está tendo alucinações e delírios. – ela tocou nas pálpebras dele e analisou seus olhos, como se os estivesse examinando... – Suas pupilas estão normais...

— Como ela é engraçadinha!– ele zombou dela e fez o som de uma risada forçada – “rá-rá-rá” – e a puxou para seu colo, enchendo-a de selinhos. – Engraçadinha e tão linda, cheirosa... – ele já a acariciava e tentava beijá-la mais profundamente.

Mesmo feliz pelas coisas fofas que ele dizia e fazia, Kate ralhou com ele, retornando para o outro pufe e sussurrou – Rick, daqui a pouco sua mãe e as meninas podem chegar e “bum!!!” outro flagra...

Sorrindo e com a carinha fofa de “culpado”, ele levantou ambas as mãos, fazendo o gesto de “mãos aos altos” e disse – Ok! Você está certa!

— Rick, me esclareça uma coisinha... Você começou falando um assunto tão sério e agora escorregou para este...

— Futura Sra. Rodgers, onde está o seu senso de humor? – eles sorriram... – Querida, tudo faz parte do mesmo pacote. Tudo está interligado e não tem ordem certa de classificação ou prioridade. Repare bem: Eu te amo e você me ama. Fato! Eu não vou suportar viver longe de você e das minhas filhas. Temos que morar juntos, na mesma casa e... E preparar logo um quartinho para este novo bebê...

— Richard! Você pode, por favor, falar sério? – ela deu-lhe um murro no peito de brincadeirinha e até tentou fazer uma expressão meio rígida, mas não conseguiu, pois ele a puxou novamente para seu colo e a beijou, sem dar oportunidade dela se desvencilhar.

O beijo foi suave, lento, cheio de amor e de promessas de um futuro maravilhoso, repleto de felicidade.

Ele a mantinha sentada sobre seu colo e permaneciam abraçados. Ele com os braços rodeando a fina cintura dela e ela com os braços em volta do pescoço dele. Finalizaram com alguns selinhos e Kate, sorrindo, comentou – Eu já te disse que adoro este seu modo de me silenciar? – dando-lhe mais um selinho, ela retornou para seu pufe e indagou – Agora falando sério, querido, como vamos solucionar o problema? E não é pequeno... É um problema enorme, mas vamos tentar fazer da melhor forma possível, levando-se em consideração que tudo está a nosso favor e que nós nos amamos e não queremos ficar longe um do outro nem longe das meninas...

Interrompendo-a, Richard apresenta uma solução – Então, quando vamos casar e onde vamos morar? Sim, porque temos que casar e morar juntos... Vamos marcar logo este casamento...

— Rick, eu quero muito me casar com você e para que o casamento dê certo, temos que morar sob o mesmo teto com nossas filhas. Até aí, tudo bem... Mas, infelizmente não poderá ser no seu apartamento ou em qualquer outra residência fora de Washington, D.C.. Mesmo tendo processos em outros estados, a maioria das ações patrocinados por mim corre aqui nesta Comarca. Então, Rick, ficaria difícil e cansativo prá mim se eu morasse em Nova York e ter que vim aqui quase que diariamente, pois, por mais que eu tenha uma boa equipe de advogados lá no escritório que cuidam da maioria das ações, eu gosto de analisar muitas delas e atuar pessoalmente naqueles mais complicados, desde o estudo inicial, com a entrevista do cliente, passando pelas audiências, as demais movimentações processuais até o encerramento da ação. Portanto... Nem sei mais o que dizer. – ela torceu levemente a boca, em sinal de apreensão com a situação que se formava.

— Eu entendo o seu lado, Kate. Já comigo é diferente. Como eu já te falei ontem à noite, eu posso morar aqui em Washington, D.C.. A minha equipe de diretores também é excelente e tenho plena confiança nela, por isso, poderei instalar um escritório aqui na capital e, como estamos na era da informática, vou providenciar tudo da melhor forma possível, com tudo que há de mais moderno e, assim, poderei gerir a fábrica daqui. Óbvio que será necessário eu ir à Nova York de vez em quando para algumas reuniões ou negociações. Mas aí, vamos tirar de letra.

— Mas seus negócios não ficarão prejudicados? – ela o olhou tensa – É, Richard... É isso mesmo... Eu fico preocupada de você se precipitar e agir por pura empolgação, e depois, caso aconteça algum problema, você possa se arrepender e me culpar.

— Querida, não tem como dar errado. Vá por mim. Vai dar certo. E não tem essa de eu te culpar caso aconteça algum problema. E digo mais, caso aconteça algum infortúnio, o que eu acho pouco provável, não vai ser por causa da localização do meu escritório.

— Bom saber que você pensa assim, Richard.

— Então estamos resolvidos quanto ao tópico ‘moradia’... Isto é, temos apenas que encontrar um apartamento para nós...

— Hey, porque não moramos aqui no meu apartamento? – ela quis saber.

— Porque, como você mesma disse, querida, este é o "seu" apartamento e por mais que ele seja confortável, esteja muito bem montado, tenha espaço para todos nós, etc, etc, etc... temos que ter o “nosso” apartamento. Um local novo, sem memórias. Teremos um apartamento onde, juntos, escreveremos uma história... A ‘nossa’ história. Então, repito, teremos apenas que encontrar um apartamento que sirva as nossas necessidades e localizar arquitetos e decoradores para moldá-lo ao nosso jeito. Podemos até contratar os mesmos profissionais que ajeitaram este seu apartamento, pois o serviço ficou perfeito.

— Isto vai ser fácil.

— Então, mais um item resolvido. Próximos passos: Como não é aconselhável tirar Alexis da escola na metade do ano letivo, terei que ficar com ela em Nova York e, neste período, estaria acontecendo a reforma do novo apartamento, adequando-o, sem correria, ao nosso jeito e as nossas necessidades. Neste meio tempo, também faremos a reserva da matrícula dela na mesma escola onde a Bia e a Annie estudam. No entanto, antes de providenciar a matrícula da Alexis aqui em Washington, D.C. e a compra e reforma do novo apartamento, temos que ir ao Cartório e conseguir a licença para o nosso casamento, encontrar um local para realizarmos a cerimônia e depois marcar a data, que, de preferência será quando terminar o ano letivo da Alexis e o apartamento já estiver pronto para nos receber.

— Uaaauuwww!! Isto é que um homem prático... Gostei de ver! Que homem objetivo! – ela sorriu.

— Ah, não venha zoar não, ok?!– sorriram – Kate, não é que eu seja objetivo... É que, como eu já falei, estou ansioso para colocar uma aliança no seu dedo e por isso, não quero desperdiçar um só segundo da minha vida sem estar do seu lado, coladinho em você. Sei que vai ser difícil eu morar em Nova York até o casamento e você aqui em Washington, D.C.. Mas não há de ser nada, nós aproveitaremos este interstício para namorar bastante e eu virei para cá nos finais de semana e você também pode ir para Nova York. Revezaremos. Mas essa será a melhor parte. Muito fácil.

— Bem, então, já temos tudo encaminhado e é só esperar a próxima sexta-feira para visitarmos apartamentos. – Ela olhou para o jogo de tabuleiro e disse – Vamos deixar para jogar outro dia... – felizes e apaixonados, se beijaram rapidamente – Hey, vamos ver como andam as crianças. Elas já estão lá dentro há mais ou menos meia hora e já devem estar entrosadas. Vamos, vamos sair para almoçar. Lembre-se que combinamos de fazer um piquenique com as crianças. Poderemos ir lá pelas três e meia da tarde, um horário bom porque o sol já vai estar mais agradável.

— Neste intervalo, poderíamos ir a uma joalheria para eu comprar o seu anel de noivado, mocinha.

— Hummm!! Gostei da ideia – Kate ficou toda contente com esta notícia e não escondeu como estava feliz.

— E depois, vamos a uma delicatessen para comprarmos a cesta do piquenique e conteúdo dela, como já havíamos combinado. Mas você não pode esquecer de levar é a toalha de mesa bem grande para colocar sobre a grama. – Rick anunciou.

— Ótimo! Então vamos ver nossas filhotas. – Kate disse.

Levantaram-se e ela deu um último selinho e saiu em direção do “Closet das Princesas”, sendo seguida por Richard.

Assim que chegaram à porta do “Closet das Princesas”, dava para ouvir a conversa infantil, seguida por risadas. Martha também estava no meio da brincadeira, tão alegre quanto as meninas.

Ao entrarem, foram recebidos pelas crianças com muita alegria e Kate foi logo dizendo – Meu Deus! Vocês estão lindas!

— Papai, eu estou linda? – Bia foi logo perguntando sobre a sua fantasia de “Branca de Neve”.

— E eu, papai? Eu também estou linda de “Alice no País das Maravilhas”? – Alexis, quis saber.

Annie, também ansiosa pela aprovação do pai, quis saber – Eu estou de “Cinderela”, papai. Estou linda?

Orgulhoso das filhas ele foi logo dizendo – Vocês três estão lindas. – E pegando seu smartphone disse – Vou fotografar vocês. Hey, sorriam.

Foram alguns minutos de pura diversão para tirar as fotografias. Fizeram várias poses. Tiraram fotos sozinhas e as três juntas, também com os pais e ainda com a avó, que estava encantada não só por estar com suas três netas, mas também por estar num ambiente meio que 'teatral', cheio de fantasias e adereços.

Em seguida, Kate perguntou animada – Quem quer almoçar no Restaurante e depois ir ao shopping e, no meio da tarde fazer piquenique?

—Eu! – as três responderam ao mesmo tempo.

Oba! Então vamos. Vão logo trocar de roupa para sairmos. – Richard disse.

Annie falou logo – Eu quero ir vestida de “Cinderela”, papai.

— Papai, eu também quero ir assim, vestida de “Alice no País das Maravilhas”. – Alexis anunciou.

— E eu vou de “Branca de Neve” – finalizou Bia.

— Não, queridas. Venham que eu ajudo vocês a se trocarem. – Richard se ofereceu.

— Mamãe... — Bia olhou para a mãe como que pedindo para interceder em seu favor.

Com o mesmo olhar pidão, Annie se dirigiu à Kate – Mãe, eu quero ir assim... de princesa. — a garotinha pediu.

Desde sempre, Kate era acostumada a tomar, sozinha, as decisões com relação às filhas. Só que agora elas tinham um pai e, se foi ele quem disse o “não”, então ela não poderia tirar sua autoridade. Contudo, por entender que não tinha nenhum inconveniente das crianças saírem assim, Kate, de modo sutil, comentou – Queridas, vocês estão lindas... Mas foi o papai de vocês que disse o “não”, então somente ele pode rever sua decisão.

Achando estranho as crianças quererem ir com as fantasias, Richard sugerira que elas vestissem suas próprias roupinhas. No entanto, entendendo o ‘recado’ de Kate, Rick olhou para ela e percebeu que, por ela, as crianças sairiam assim mesmo, fantasiadas... – Mas, filhas, se vocês saírem assim, não vão poder brincar direito quando formos ao piquenique.

Extrovertida e bastante comunicativa para a pouca idade, Bia tratou logo de expor seus argumentos – Não tem problema, papai, nós estamos acostumadas com isto, porque já saímos várias vezes assim, com esta ou com outros vestidos de princesas, e sempre corremos e brincamos e tudo bem... não é, mamãe ?

Kate olhou para ele e, apertando a boca, a fim de demonstrar que não tinha como negar, e, em seguida, assentiu.

Vencido, Richard decidiu – Então, tá. Podem ir assim. Vocês estão lindas. — e sorriu, indicando que estava feliz.

A alegria foi geral. As crianças saíram do “Closet das Princesas” correndo, mas Kate foi logo advertindo – Meninas, cuidado com a escada. Não corram, senão vocês podem tropeçar nos degraus. Cuidado para não cair.

— Tá certo, mamãe.

— Sim, mãe.

— Sim.

As três responderam ao mesmo tempo e continuaram saindo, mas desta vez mais devagar.

As meninas saíram e os três adultos permaneceram dentro do vestiário infantil.

Com a certeza que as crianças já não ouviriam, Kate se dirigiu para Rick – Relaxa, amor. – ela sorriu – Não tem problema nenhum de elas saíram assim. Aliás, a época de saírem vestidas assim, de fantasias infantis e divertidas é agora, quando são crianças e podem usar os vestidos de princesas. Se elas se sentem felizes com o que vestem, pouco importa o que os outros vão falar. Você vai ver, querido... Elas vão se divertir muito e não serão os vestidos compridos que as impedirão de correr e brincar.

— Mas Kate, uma coisa é elas vestirem esses vestidos aqui ou numa festinha infantil e outra coisa é ir para restaurantes, shopping e para parques públicos... – Rick argumentou.

— Querido! Espere para ver. Depois nós voltamos a conversar e você vai me dizer o que achou delas saírem vestidas assim, tá bom? – sorriu.

Atenta a tudo, Martha resolveu dar sua opinião – Desculpem-me por me intrometer, mas Richard, meu filho, você esqueceu que desde mais nova a Alexis gostava de sair de fantasia e você deixava...

— Mas mamãe, a fantasia que a Alexis usava era da “Mulher Maravilha” “Batgirl” ou “Mulher Gato” que não são vestidos. São calças legging e collant com o emblema do personagem e às vezes uma capa curta e esse tipo de fantasia são mais discretas e não atrapalham nas brincadeiras.

— Rick, eu as levo para passear assim, sempre que elas pedem. Nunca houve embaraço. Mas sempre eu levo uma sacolinha com roupas delas caso elas queiram mudar. Nunca pediram, mas tudo tem uma primeira vez. Então, é melhor estar prevenida.

Kate recolheu as roupas que as três crianças tiraram. Dobrou cada uma delas e pôs numa pequena mochila infantil que já ficava ali para este tipo de emergência.

Ao chegarem ao restaurante com suas respectivas fantasias, as crianças se sentiram o máximo, pois todos olhavam para elas com muita admiração e carinho.

Tudo transcorreu bem durante o almoço. Ao final, foram ao shopping procurar uma joalheria para Rick comprar o anel de noivado de Kate.

Continua...

Notas finais
Espero que tenham gostado. Já vou começar a escrever o próximo capítulo, viu??? Bjinhos.. Denise ================================ LINK DE IMAGENS Rick faz carinho em Kate http://38.media.tumblr.com/tumblr_md1susK8Xg1qd4229o1_500.gif Kate feliz http://media.tumblr.com/tumblr_lt7k1ndVyO1qextzn.gif Selinho http://media.tumblr.com/34cb454d14668a87bf6b2abcaf54b582/tumblr_inline_mitb59xIaY1qz4rgp.gif