Notas iniciais
Primeiramente, preciso dizer que demorei para postar este capítulo porque continuo com problemas no meu notebook... Pois é, perdi todo o capítulo que, como eu já tinha dito, já estava escrito. Daí eu concluo... Bem que eu podia ter postado, aí não passaria tanta aflição ao ver perdido tudo o que eu tinha feito. Para quem não lembra..., no capítulo 52 eu falei que ele seria maior porque do meio para o final havia uma parte onde Kate e Rick se entregam aos prazeres do amor e sexo... Só que eu achei que as cenas estavam muito hot, então, eu preferi não postar naquele momento e deixar para postar neste capítulo... Ou seja, eu dividi ao meio o capítuo anterior por perceber que as cenas hot do final daquele capítulo ficaram muito fortes, razão pela qual, achei por bem, revisar e cortar algumas delas. Contudo, como eu o perdi inteiro, tive que reescrevê-lo... Que Deus me ajude!!! Este capítulo (53) começa quando a Kate, de forma divertida, põe o Rick contra parede e, pela milésima vez, repete uma pergunta para ele... rsrsrs Gente, Kate faz a tal pergunta porque ela não leu ao capítulo 21. rsrsrsrs Depois, no final deste capítulo... Ops!!! Sem spoiler... rsrsrs Muita calma nesta hora... Hey, como meu notebook fez o favor de perder o que eu havia escrito, então ao invés de cortar as cenas hot, eu tive que reescrever o capítulo. Depois de reescrever este capítulo, já com mais censura, percebi que não está assim tãããão hot... Tô falando sério!! Está normal... Só quero dizer uma coisa que já falei anteriormente: Kate e o Rick se amam e se desejam e fazem amor com muito sexo... Normal como qualquer casal saudável... Como qualquer um de nós. Fato. Então, óbvio que tem cenas hot, mas, todas normais... Todas dentro do padrão da normalidade. Nada do outro mundo. Mesmo assim, se você é menor de idade, desligue o computador, AGORA!!!! Vá assistir o desenho animado do Bob Esponja ou Ursinhos Carinhosos.... rsrsrs Contudo, se você ficar, é por sua conta e risco... Ok??? Nada de me crucificar... Espero que gostem. Bjinhos. Denise

Após inspecionarem as filhas no banho e as colocarem para dormir, Kate e Richard desceram e já não mais encontraram Martha, que, com certeza, já tinha se recolhido aos seus aposentos.

Rick escolheu um vinho tinto encorpado e maravilhoso. Ambos, sorridentes e felizes, com suas respectivas taças na mão, estavam de num papo animado. Kate estava encostada num batente próximo à sala, de frente para o noivo.

Os assuntos e as brincadeiras fluíam com muita facilidade entre eles, e riam na mesma medida, tendo em vista o entrosamento e a intimidade que tinham e que, muito embora suspenso por seis anos, foi facilmente recuperado, tamanho o amor que sentiam um pelo outro.

Após falarem sobre as filhas, Kate se lembrou de algo que queria saber desde a sexta-feira passada, mas que Rick, ao que parece, estava tentando escapulir de responder.

— Hey, Rick, você ainda não me contou como foi que você foi parar naquele evento de sexta-feira passada, o Jantar Anual dos Capitães de Polícia de Washington D.C., como convidado do Javier.

Ao ouvir tal pergunta, Richard achou que era melhor conversarem sentados, pois o assunto seria longo. Então, como não tinha a mínima intenção de acordar as crianças ou mesmo sua mãe, ele a conduziu para um amplo sofá que ficava na parte mais reservada da varanda, que era completamente afastada e fora do alcance visual da escada.

Rick fechou a cortina e por último deixou a porta de correr quase que totalmente fechada e ambos ficaram no ambiente externo, sentindo a brisa suave da noite.

Confortavelmente sentados no espaçoso sofá, continuaram apreciando o bom vinho tinto.

Acomodados, Kate provocou o noivo — Estou esperando, Richard.... Ou você mais uma vez vai se esquivar de responder? — ela falou divertida.

Sem nada para esconder, ele responde — Simples, Kate... Ele é meu amigo...

Usando do sarcasmo, ela o interrompeu e perguntou — Ah, é? — sorriu. Voltando ao tom de voz normal, ela comentou — Isto eu percebi, fácil, fácil! Nem precisa ser inteligente para ter deduzido isto, Gatinho.... — sorriu — O que eu estou querendo saber, mocinho, é de onde vocês se conhecem, porque a Lanie nunca tinha ouvido falar de você, entendeu?

— Mas, vocês mulheres... — ele fez cara forçada de enfado somente para fazer birra com Kate — Você já foi perguntar à Lanie se ela já tinha ouvido falar de mim?

Retornando ao sarcasmo, Kate, não se aguentando de tanto rir, disse — Você adivinhou... Eu fui correndo perguntar a Lanie sobre você...

Irônica, Kate imitou o som de um sorriso — Rá, rá, rá!!!! — em seguida continuou — Faça-me o favor... — sorriu mais uma vez — Mas você é muito presunçoso, né, Richard... Não é isto, meu bem, é porque se a Lanie já tivesse ouvido falar de você, ela, que não tem papas na língua, falaria lá mesmo na mesa algo a respeito ou te cumprimentaria de um modo diferente de como ela o fez.... Entendeu, Sr. Richard Convencido Rodgers... — exibiu um sorriu aberto.

Em resposta, ele esclareceu — Tudo bem! Tudo bem! Você venceu! Então deixe-me explicar como foi que eu conheci o Esposito... Bem, todas as vezes que eu vou para Washington, D.C. à negócios e passo duas noites ou mais por lá, eu sempre me encontro para uma mesa de poker, jantar ou mesmo para beber alguma coisa com uns amigos que moram lá e, em uma destas vezes, há aproximadamente... — ficou a pensar... — .... aproximadamente quatro ou cinco anos, um dos meus amigos convidou o Javier. Desde o início eu o achei um cara leve, bacana, divertido e de bom papo. Gostei dele. De lá prá cá, todas as vezes que eu vou à Washington, D.C. para assuntos da fábrica, eu estico até o sábado e sempre telefono para ele e saímos e fazemos programação com os amigos. Constantemente ele convida a mim e todos da turma para festas e jantares na casa dele ou eventos relacionados à Polícia de Washington, D.C.. — ele fez uma pausa e torceu levemente a boca — Acontece que todos os amigos da nossa turma são casados e vão com suas esposas e eu... Bem... — fez novamente uma carinha de carente... — ... eu sempre recusei... — mudando a feição de carente para feliz, ele complementa — Mas agora, que estamos juntos, aí iremos a todos...

Prestando atenção nos detalhes da explicação, ela murmura — Hummmm!!!! Entendi... Quer dizer... Deixa ver se eu entendi... — ela o olhava de rabo de olho — Você sempre recusava porque não queria ir sem acompanhante... Sim... Mas desta vez... Justamente desta vez você aceitou... você mudou de ideia.... e daí você foi... sozinho... Quer dizer, você 'chegou' sozinho... — ela o olhou divertida.

Rick percebeu que, pela expressão de Kate, sua situação não era das melhores.

Então, rapidamente, ele tratou de esclarecer — Eu recusei, eu juro que recusei, amor... Mas depois dele insistir muito eu aceitei... — sorriu... e com um trejeito divertido no rosto... fazendo charme, ele acrescentou — Ele até me falou que a mulher dele iria levar uma "amiga" e que "essa tal amiga" era "uma mulher belíssima! Uma moça fina, inteligente (...)"... — ele piscou para ela — quando eu cheguei lá eu vi que a tal moça era Você. — sorriu.

Fingindo-se indignada com a conversa de Javier, ela fala — O que? Quer dizer que o Javier anda me anunciando por aí, como se eu fosse uma mercadoria?... Fica me pondo no outdoor para os amigos dele? Sério!?

— Mais ou menos isto... — Ele se divertiu com a indignação dela. Tentando ver se melhorava a situação, ele acrescentou — é, mas ele não falou seu nome...

— Sim... Ele não falou meu nome... E você foi ao baile, todo assanhadinho... louco para conhecer a "tal" mulher...

Tentando se defender, ele disse — Hey, moça. Eu te disse que eu recusei...

— Mas depois você aceitou... Fácil, fácil... E você foi. — ela se fingia aborrecida. — E você foi com suas próprias pernas... Você não foi amarrado... Nem foi forçado... Ele não te obrigou...

— É... Sim... Não... Sim... Não... Mas eu deixei bem claro para o Javier que eu não queria conhecer mulher nenhuma e mesmo depois dele ter dito que a "tal" moça era deslumbrante... Estonteante... Lindíssima...- ele sorriu ao ver a expressão de pânico dela.

— Eu mato o Esposito! — ela falou entredentes. — Eu não sabia que ele ficava me colocando em exposição... me pondo em oferta para os amigos... Só faltava esta agora...

Sorrindo com a explosão dela, ele continuou — ... pois é, eu disse que não queria conhecer mulher nenhuma porque eu estava envolvido com uma moça..., mesmo depois que ele disse que você é esta maravilha.

— Foi é? — ela aí sorriu um pouquinho... — Quer dizer que você está envolvido com uma moça....

— Completamente envolvido e apaixonado — ele sorriu mas depois retomou à conversa — Eu não entrei em detalhes... disse apenas que estava envolvido com a mulher mais maravilhosa do mundo... — ele sorriu e deu um selinho nela — Mas quando eu falei isto o Javier disse que ele não estava dizendo para eu me casar com a "tal" moça... Que era apenas para eu sair do hotel, ver gente, ver movimento e me divertir um pouco.... — vendo que a expressão dela continuava de pânico, ele continuou — Ele ainda disse que eu não iria me arrepender em conhecer a "tal" moça...

Cada fato novo que Rick acrescentava, Kate aumentava sua cara de horror... — E digo mais, amor — Rick continuou e fez bico e entortou a boca, fazendo cara de ciúmes — no final ele me advertiu... ele disse que tinha um porém..., ele disse que não sabia ao certo se a "tal" moça iria estar sozinha ou se iria estar acompanhada... Acredito que ele estava se referindo àquele Promotorzinho... aquele tal do Will Sorenson. — fez cara de ciúmes, nojo e desdém.

Ao ouvir a entonação com que ele mencionou o nome do Promotor e ao ver a reação de ciúmes de Rick, Kate sorriu, pois achou fofo ele ficar com ciúmes daquela situação, mas depois continuando fingir indignação, Kate ameaçou — Eu mato aquele Javier Esposito.

— Mata nada! — ele fez descaso. — Na verdade, você devia era agradecer a ele por ter me chamado, porque assim, eu te salvei de passar a noite toda dançando com o talzinho do Promotor e ouvindo aquele papo chato... aquele galanteador de quinta... o tal do Will Sorenson...

Achando divertido o ciúmes do noivo e a petulância dele por achar que fora salva por ele, Kate, sorrindo, o indaga — Sério, Rick? O que te faz pensar que você me "salvou" do Promotor Will Sorenson?... Aliás, o que te faz pensar que se você não tivesse ido ao baile, eu ficaria com o Will?

— Hummm!!! Agora é "Will", é? — ele não escondeu o ciúme.

— Hey, garanhão... — ela fez charme — Não venha me ludibriar com esta história de ciúmes... Você nem tem direito de ter ciúmes... — Rick fez cara de espanto e depois ela contiuou — Pior foi você... É isto mesmo, moço... Você tá todo errado... Todo errado.... Muito embora você tivesse o objetivo de provar que me amava, o senhor, ao invés de ficar dormindo no hotel, preferiu ir para uma festa para conhecer a tal "moça, linda, inteligente", blá, blá, blá... Você ainda dançou com a aquela outra moça na minha cara...

Uma conversa que tinha tudo para ser divertida, estava indo para um caminho tortuoso... Tudo bem que ela estava falando mais por brincadeira do que levando a sério, mas ele ficou com receio do assunto descambar ladeira abaixo e estragar não só a noite, mas também todo o final de semana. E isto era tudo o que ele não queria, pois depois de convencê-la a acreditar no seu amor, não queria passar mais um dia sequer sem ela. Óbvio que ele sabia que ela morava em Washington, D.C., mas ele também sabia que, mesmo geograficamente distantes, eles estavam juntos. Então tratou logo de tentar encerrar o assunto.

Sob o olhar de Beckett, ele pegou a taça de vinho dela e, junto com a dele, a colocou sob a bancada ao lado e, num movimento rápido, pôs a noiva no seu colo, passando a beijá-la e abraçá-la.

Após alguns instantes, interromperam o beijo e ficaram se olhando, apaixonados.

Feliz, fascinada com os beijos e com o gesto impulsivo do noivo, Beckett, ainda no colo dele, passa as mãos no rosto másculo, num afago e, carinhosamente, o indaga sussurrando — Hey, babe, o que deu em você?

Após alguns selinhos, ele ainda a enlaçando no seu colo, explicou — Minha linda, esta conversa sobre "como" e "porque" eu fui àquele jantar do Esposito e a forma como nós ficamos lá, eu dançando poucos minutinhos com aquela moça que eu nunca tinha visto na vida e se ela passar por mim, eu não a reconhecerei.... — sorriu — e você, hummm! com aquele Will... dançando "muitas" músicas... — ele frisou a palavra "muitas" e fez uma cara de ciúmes — Eu estava aflito, não nego... então, amorzinho, já falamos demais sobre isto. — ele deu mais uns selinhos nela — Você não queria saber como eu conheci o Esposito e como eu fui parar no jantar? Pronto, eu te falei. Mas Kate, o que aconteceu lá... eu com a tal desconhecida e você dançando com o Will... apesar do ciúme que sentimos no momento... eu um pouquinho até agora.... — sorriu — eu sei que para nós não significou nada... Você sabe também que eu não queria nada com a "tal amiga" da mulher do Esposito porque eu já estava completamente apaixonado por você, aliás nunca deixei de estar — sorriram — Eu fui ao evento apenas para me distrair porque se eu ficasse no hotel, eu não iria parar de ficar pensando besteiras só de lembrar que você estava naquele seu compromisso que você não quis dizer o que era... Lembra?

— Lembro, seu bobo. — ela eu um selinho nele.

— Então, mocinha, não importa nem 'como' ou 'porque' eu apareci por lá. O que importa, é que eu fui e te encontrei... Linda e maravihosa, do jeito que o Esposito tinha me dito... Minto!!! Você é muito mais linda, muito mais maravilhosa. Você é extraordinária, Kate... E eu te amo. E, como eu já te disse, nunca vou parar de agradecer a Deus por Ele ter feito este arranjo para nós dois irmos e, assim ficarmos juntos. Não sei o que aconteceria se nós não tivéssemos ido.... Também nem vale a pena ficar pensando sobre isto... Estamos juntos, isto é que interessa.

— Concordo, babe. — ela sorriu contente com as palavras dele.

De repente, ele mudou a fisionomia... Passou a olhá-la de um modo diferente e usar um tom grave e sério quando falou com ela, deixando-a assustada.

— Mas, mudando de assunto... Hoje, no início da tarde, quando você ainda estava se arrumando e fazendo as malas, lá em Washington, D.C., você se comportou muito mal comigo... — ela arregalou os olhos, não só diante da mudança drástica de atitude dele mas também do assunto — Você ficou lá de longe me provocando, me excitando... e eu aqui, morrendo de saudades e de desejo de estar com você... Aliás, pior ainda... eu nem estava aqui em casa... eu ainda estava na fábrica... — ele deu um selinho nela, diminuindo a angústia da noiva... — E, conforme eu já te disse, mocinha, você ficou endividada, ou seja, você me deve... e, pelo que eu me recordo, você me disse que estava ansiosa para pagar a sua dívida comigo... Eu me lembro de tudo... Eu me lembro de cada palavra que você usou... Você disse que pagaria suavemente, mas se eu quisesse eu poderia até amarrá-la e forçá-la a pagar... Tá lembrada? Eu te falei que eu estava aqui doido para te ver e você de lá, me excitando... Eu me lembro que você falou exatamente assim "– Para sua informação, gatinho, eu estou na mesma situação... Se o tecido do meu vestido fosse frágil, já estaria furado na parte dos bicos dos meus seios... E isto sem falar em outros detalhes, tipo, 'alagamento' nos 'países baixos' se é que você me entende... — "— Richard a apertou mais forte nos braços. — E eu tentei mudar de assunto para eu não passar constrangimento no meu escritório... Mas você não desistia e pra piorar ainda mais a situação, você me perguntou se eu iria beijar seu corpo todo e ainda perguntou o que eu iria fazer mais com você... Demais, né? Você é uma mocinha muito má! — ele falou sério com ela.

Entendendo perfeitamente onde ele queria chegar, ela recomeçou a fazer o que iniciara em Washington, D.C., só que agora, ela iria lucrar, porque não estava mais a centenas de quilômetros de distância... Ela estava ali, colada nele, mais precisamente, no colo dele. Então, ela abriu os três primeiros botões da camisa social dele, acariciando-o no peito, Kate, com voz sedutora, se insinuou para o noivo e, com voz rouca e sensual, perguntou — Eu sou uma mocinha má, é?

— Muito má! — ele respondeu — E você sabe o que as mocinhas más merecem?

— Castigo?...

— Mocinhas más, merecem ser castigadas... — ele a encara com os olhos semicerrados. — E você vai receber um castigo "duro", "muito duro", se é que você me entende...

— É! Eu até já estou sentindo que você está "duro" comigo... — Mesmo sob a calça social, Kate, que ainda no colo dele, sente o membro dele avolumado e, a fim de aproveitar mais da situação, mudou de posição, sentando-se agora de frente para ele, peito com peito, uma perna de cada lado do corpo dele, as pernas dobradas, com o pé para trás, tendo o joelho encostado no assento do sofá.

Ela esticou o pescoço, indo em direção ao ouvido dele, sussurrando — Eu entendo... Entendo também que você disse que iria adorar cobrar este dívida e que iria ser uma delícia!

Neste momento ele afasta as alças do vestido dela e não só apalpa, mas pega os seios dela com ambas as mãos espalmadas e os aperta de forma erótica, utilizando-se dos polegares para friccionar os mamilos e os bicos, deixando-a mais afogueada ainda.

Olhos nos olhos, o casal estava com pupilas dilatadas, face a excitação.

Kate continua com os movimentos pélvicos, incitando-o, friccionando seu corpo ao dele, recebendo uma resposta imediata. Mesmo vestidos, os sexos estavam colados, sendo separados apenas pelas roupas, sendo que ele estava de calça social e ela apenas de calcinha, pois usava vestido. E, por estarem assim, colados um ao outro, Kate, apenas de calcinha, sentia que o membro dele pulsava tal e qual seu próprio sexo, sendo assim, não parou de fazer suaves movimentos de fricção. O fogo os queimava e, passados alguns segundos, Rick tira uma mão de um dos seios dela, substituindo-a pela boca faminta, passando a sugar e lamber com sofreguidão, arranhar e mordiscar os mamilos e os bicos com os dentes, extraindo gemidos de prazer de Kate. A mão, agora liberada, ele a direcionou ao sexo dela, que sem empatar a fricção que ela fazia sobre si, ele passou, também a friccionar mesmo por cima da calcinha.

Ela era inteiramente dele e estava completamente entregue àquele momento, fato que confirmou ao constatar que o tecido da calcinha estava completamente molhado, deixando-o mais excitado do que já estava, e isto o impeliu a prosseguir... E foi o que ele fez. Afastou para o lado a delicada renda da peça íntima dela para ter acesso à pele nua da intimidade feminina e passou a apalpar com destreza as suas umedecidas dobras macias e foi aí que passou a ouvir, além de gemidos, ouvia também soluços entrecortados de prazer, sons que eram característicos de Kate, e, aliado ao contato físico que mantinham, ambos arfavam.

O roçar dos corpos continuava e a excitação de ambos só aumentava.

Entre gemidos, Kate, com voz rouca, conseguia se expressar — Que delícia, aaahhhrr!!! Rick! Delícia! Não pare....

Ele adorava ver Kate naquele estado de total entrega e pedindo por mais. Ela jogava a cabeça para trás, o que facilitava o seu acesso aos seios dela, onde ele se deliciava, sugando e mordiscando os bicos túrgidos dos lindos seios dela.

Passados alguns segundos ouvindo os ruídos dos suspiros excitados de Kate, que nada mais eram do que músicas para seus ouvidos, Richard, sem pré-aviso, introduz não um, mas dois dedos longos e grossos na estreita fenda alagada de sua noiva, resultando num clamor estremecido, visto que tal invasão, por mais que ela desejasse, não imaginava que fosse naquele exato momento e de forma tão firme e decidida.

Ambos estavam na mesma sintonia, então ela, com ajuda dele, se deixa arrastar um pouco para trás, deixando sua intimidade mais livre e mais exposta a fim de facilitar o acesso e invasão dos dedos dele dentro dela. Os movimentos eram fortes e profundos e a cada arremetida, a mão dele atritava com o clitóris, promovendo disparos de pequenos choques que se espalhavam por seu corpo até que ela sentiu uma maior descarga elétrica tomando todo seu ser, fazendo suas entranhas latejarem, comprimindo os dedos do seu amado no mesmo compasso dos seus batimentos cardíacos. Seu corpo tremeu e sentiu-se desabar no peito do seu amado sendo a cabeça apoiada no ombro dele, na base do pescoço, onde ficou até sua respiração se acalmar, o que se deu, coincidentemente, no momento em que ele retirou seu dedos de dentro dela e, sem demora, levou-os à própria boca, saboreando cada gota da seiva dela..., se deliciando.

Com fisionomia de prazer ele relatou — Eu adoro seu gosto e seu cheiro e isto me excita. — ele a abraçou e a beijou no pescoço apaixonadamente — Amor, você é deliciosa! — ele declarou com voz rouca. — E isto só faz com que eu deseje você ainda mais. Eu quero mais você. Eu quero entrar em você. Agora! — ele a abraçava, a acariciava e a apertava por todo o corpo.

Ela se sentiu excitada e revigorada ao ser apalpada e ao ouvir aquela revelação apimentada dele. Logo, ela põe a mão sobre o volume na calça dele, a desabotoa e abre o zíper, afastando a cueca e liberando o membro quente e latejante que estava enclausurado, ansioso para entrar em ação. A cada toque dela, ele fechava os olhos e suspirava, excitado.

No instante em que ela apalpou o guerreiro vigoroso, ela o sente inchando nas suas mãos e, rouca, ela implora — Venha, babe. Eu também te quero.

Sem esperar mais, ele faz uma massagem vigorosa no seu membro, preparando-o para o combate sexual.

Sentindo suas entranhas latejando de desejo, Kate envolve o membro dele com suas mãos e murmura — Você já está pronto, babe... — em seguida, ela leva a mão ao seu próprio sexo e se acariciando, avisa — e eu também... — sussurrando, ela prossegue o incitando — Eu preciso de você agora, eu quero te receber inteiro. — faminta, ela continuava a fazer uma massagem erótica seu próprio sexo, ao mesmo tempo em que olhava do pênis para os olhos dele, alternadamente — Eu também quero ser preenchida por você.

Mordiscando a orelha dela, ele sussurra — Erga o seu corpo para você montar no meu membro... Eu não aguento mais esperar, Kate — em atendimento ao pedido dele, apoia-se nos ombros dele e ergue seu tronco, quando ele direciona seu membro na direção da entrada da fenda dela e em seguida se posiciona para engatar — Solte o corpo e desça, amor — e aí, de olhos fechados, boca aberta, ofegante, ela, vai descendo lentamente, sentindo-se forçada pela robustez daquele membro, ficando totalmente preenchida e assim que o faz, ela, novamente sentada no colo dele, mexe os quadris para acomodá-lo ainda mais dentro de si e, em seguida, começa com os movimentos, passando a levantar e abaixar o tronco, numa dança de encaixe e quase desencaixe. Em certo momento, Rick que estava completamente recostado no espaldar macio do sofá, puxa a mulher para si e a toma num beijo molhado e apaixonado num duelar e sugar de línguas formidável, experimentando sensações maravilhosas.

Excitada, Kate se apoia no corpo de Richard para se movimentar com mais facilidade, pondo sua cabeça nos ombros dele oportunidade em que lhe dá mordiscadas sensuais.

Kate mantinha suas mãos no rosto e nos ombros do seu amado e, em movimento ascendente e descendente, causava frisson nos dois. Richard acariciava as costas dela com mãos fortes e ágeis, incentivando-a a continuar se mexendo..., se acoplando.

Respirações aceleradas, Rick sentiu que ambos estavam próximos de alcançar o ápice, então, com resistência e força física impressionantes, como se ela tivesse o peso de uma pluma, ele a pegava pelas ancas e a suspendia e a abaixava com vigor sobre seu corpulento pênis e assim ficaram por aproximadamente um a dois minuto até atingirem o orgasmo, quando ele a solta, sendo penetrada profundamente pelo membro pulsante, ambos gemem de prazer, Kate soluçando e quase como se estivesse com falta de ar e Rick, arfando fortemente, os dois com corações acelerados.

Trêmula, satisfeita, porém exausta e ainda completamente preenchida, Kate se jogou nos braços de Richard, passou seus braços pelo pescoço dele, acomodou seu rosto entre o peito e o ombro másculo e, ainda com a pulsação acelerada, ela sussurra — Te amo, babe.

Aninhando-a com carinho e acariciando as costas e os cabelos dela, Rick também se declara — Também te amo, Kate.

Sentindo a brisa da noite, ficaram assim, abraçados, apaixonados, recuperando as energias.

Notas finais
Que tal um comentário? Aceito também que você favorite a história e se quiser também pode até recomendar.... rsrsrs Obrigada. Bjinhos