Amor de Ontem, Hoje e… Sempre⏳⌛⏳

50 Centelhas, labaredas e incêndio


Notas iniciais
Olá meninas e meninos. Estou amando a quantidade de acessos para esta fic.. Quase quarenta mil. Fico feliz com isto. Quero agradecer o carinho de todos e hoje, em especial a Kaka Carmo que favoritou. Demorei para postar porque ainda estou sem o editor de texto do Word e estou usando outra ferramenta menos eficiente e aí, complica... E para piorar, eu desliguei o computador ontem para dormir, logo após terminar de escrever o capítulo... Não tinha postado porque faltava revisar... Quando liguei hoje para fazê-lo... Surpresa: O texto estava não sei em que língua.. Chinês, Japonês ou nem sei o que... Na verdade, não era nenhum idioma, e sim, código e símbolos aleatórios e não teve jeito de voltar para a fonte correta que pudesse ser lido. Para encurtar a conversa... Depois de muito pelejar e pedir socorro, somente agora consegui recuperar o texto... Só Jesus na causa!!!! Mas tudo bem, consegui terminar. Boa leitura. Bjinhos, Denise

EM NOVA YORK

O resto do percurso entre o aeroporto e o loft foi feito de forma leve e divertida, entre conversas e risadas.

Assim que parou à porta do seu prédio, Richard entregou a direção ao manobrista do Condomínio.

Em seguida, deu a volta e abriu as portas para Kate e para as meninas, ajudando-as a sair do veículo. O manobrista, além de estacionar o carro na garagem subterrânea, providenciaria também levar a bagagem ao loft.

— Annie e Bia — Alexis chamou as irmãzinhas, levando-as pelas mãos para entrarem juntas no prédio.

Logo atrás, Kate e Rick, de mãos dadas, seguiam as filhas.

Assim que a família entrou no luxuoso lobby do prédio, Kate reconheceu o Sr. Theonas O'Neill, o mesmo Concierge que, obedecendo ordens de Richard, a impedira de ter acesso ao prédio e, principalmente, de subir ao loft na época da separação. Contudo, diferentemente do que ela imaginara, não sentiu seu coração disparar ou qualquer outro sintoma que indicasse constrangimento pelo episódio. Muito pelo contrário, não cabia em si de felicidade, por estar retornando àquele prédio, onde passara milhares e milhares de momentos maravilhosos com Rick, Alexis e Martha. Tal comportamento demonstrava que ela estava superando o ocorrido e estava transpondo maravilhosamente bem os percalços pelos quais passara.

Ao passarem pela frente do balcão onde o Concierge se encontrava, este cumprimentou a todos. — Boa noite Sr. Rodgers — e, ao olhar para Kate, ele, por mais que tentasse disfarçar, não conseguiu evitar a surpresa ao vê-la. Então, sorrindo de forma polida, a cumprimenta — Dra. Beckett...

— Olá, Sr. O'Neill, boa noite. — Kate sorriu de volta.

Neste momento, Rick que exalava felicidade, solta a mão de Kate e coloca o braço sobre os ombros dela e, sorrindo, cumprimenta o Concierge e faz as apresentações — Sr. O'Neill, vejo que o senhor lembra de minha noiva...

— Ah, sim senhor, eu lembro. Boa noite, Dra. Beckett, bom vê-la novamente.

Richard traz as gêmeas mais para perto do balcão e as apresenta — Sr. O'Neill, quero que conheça Annie e Beatrice, minhas filhas. Elas são gêmeas.

O Concierge passa a elogiar Bia e Annie — Gêmeas e lindas, as filhas de vocês.

— Eu tenho cinco anos — Bia anunciou.

— E eu também. Eu também tenho cinco anos. — Annie repetiu a informação da irmã, fazendo todos sorrirem.

Ainda achando divertido o comentário das pequenas, ele se dirige às gêmeas e as cumprimenta — Prazer em conhecê-las, crianças.

Após as apresentações e despedidas, todos passam pelo belíssimo arranjo de rosas que ficava ao centro do luxuoso lobby do prédio, e seguem em direção ao elevador.

No elevador, enquanto as crianças estavam de frente para a porta, prontas para para sair assim que a cabine parasse, os pais estavam logo atrás.

Aproveitando que as meninas estavam de costas para eles, Richard mantinha as costas de Kate colada ao seu peito, beijava o pescoço dela... Suaves beijinhos, ao mesmo tempo em que introduziu uma mão pelo decote generoso, massageando um seio, manipulando, apertando e torcendo o mamilos e o bico. A carícia ousada a deixava arrepiada e fazia com que ela sentisses cada músculo de sua intimidade que, naquele momento, latejava face a excitação que sentia, fazendo-a contrair os músculos pélvicos.

Percebendo que isto não ia dar certo, ela gira o corpo, dá um selinho nele e sussurra — Babe, tenha paciência! Depois do jantar elas vão dormir e aí, querido... A noite será maravilhosa!

Maroto, ele argumenta — Lembre-se que eu sou um adolescente.... e adolescente não sabe esperar...

Eles sorriram.

Imediatamente após a piadinha dele, Kate apalpou o membro avolumado do noivo e dá uma risadinha e contesta — Hummm! de adolescente você não tem nada... Só se for um adolescente vitaminado! Eu diria super vitaminado! — ela dá um risinho safadinho.

O elevador toca a sinetinha indicando que chegara ao andar solicitado.

Neste momento, rindo da situação, Kate sussurra para ele — E agora, como é que o "vitaminado" vai conseguir passar despercebido?

— A culpa é sua, mocinha! — ele se queixa.

Com ar virginal, ela indaga divertida — Minha? Eu não fiz nada — e sussurrando ao seu ouvido ela completa — Sou completamente inocente nesta história, querido... Você é que ficou me apalpando...

Assim que as portas do elevador se abriram no andar do loft, Richard aperta o andar da garagem e orienta Alexis — Querida, vá com suas irmãs para o loft. Eu vou ali buscar umas coisas...

— Que coisas, papai? — Bia pergunta.

— Eu também quero ir — Annie pede.

Sem dar atenção ao que as filha falaram, ele repete — Alexis, vá com suas irmãzinhas para o loft. Não vou demorar.

Quando as meninas saem do elevador, Kate se posiciona para seguí-las, mas é impedida pelo noivo, que a puxa pelo braço. — Você vai comigo, moça.

Assim que o elevador inicia a descida, Kate, fala divertida — Hey, babe, eu vou ficar aqui com você dentro deste elevador, subindo e descendo até a situação do seu "amigão vitaminado" aí se acalmar, é, gostosão?

Sem deixar escapar nenhum sinal, ele apenas fala — Não, Kate.

Ao soar da sineta e com o painel luminoso informando que haviam chegado à Garagem, ele pega na mão dela e, de mãos dadas vão em direção ao espaço destinado aos carros do loft.

— Vamos sair? — ela pergunta.

Ele não responde e, ao invés de parar num dos carros, ele segue em frente, parando à porta do depósito, destrancando-o. A porta era de enrolar, em aço na cor amarela, com abertura vertical. Cada apartamento do prédio possuía seu depósito privativo e o dele, como era uma cobertura duplex, o tamanho era três vezes maior do que os outros depósitos.

Assim que passam pela porta, ele acende as luzes e Kate olha para um lado e vê caixas fechadas de sucos de frutas em embalagem pet e outros tipos de alimentos. Vê também várias malas de todos os tamanhos, aparelhos doméstico de grande porte, inclusive um aspirador de pó e muitas outras coisas e todas as coisas estavam acondicionadas em estantes. Tudo igual ao período em que ela 'morava' com ele no loft, exceto uns móveis, como cadeiras, um sofá ainda em excelente estado, e uma pesada cômoda com altura de uma mesa, em madeira de lei, com três gavetas. Com certeza tais móveis seriam doados para alguma família menos favorecida financeiramente.

Curiosa, ela olha de um lado para outro e pergunta — O que foi que viemos buscar aqui para levar ao loft, eihm? Sucos... ou o que, Richard?

Eles já estavam dentro do depósito e, mal ela terminou a pergunta, ele gira o corpo, levanta os braços e puxa a porta para baixo, trancando-a.

— Na verdade, querida, não viemos buscar nada para levar ao loft. O que nós viemos buscar... eu não vou esperar mais um segundo... Deixa prá lá... Estamos falando muito...

Dizendo isto ele a puxa para si, abraçando-a e beijando-a com sofreguidão, sendo totalmente correspondido.

Entre abraços e beijos, eles vão se acariciando ardentemente. Colado à ela, ele a faz andar para trás, até encostar as costas na parede. Ele afasta seu rosto do dela, e com olhar e jeito libidinosos, acaricia o rosto dela, seguindo em direção aos cabelos, puxando-o levemente para trás, o bastante para deixá-la em brasa, momento em que ela dá um leve gemido de prazer. Ele a suspende um pouco e ela, instintivamente, trança as pernas no quadris dele. Sem parar de beijá-la, Rick alcança o zíper do vestido de Kate e o abre, fazendo a peça descer até a cintura, deixando-a de sutiã, que logo também é dispensado, ficando os lindos seios livres para receber sua atenção.

Prensando-a contra parede, Richard, sem parar de beijá-la, massageia os seios de Kate, friccionando os mamilos e os bicos, deixando-a ainda mais acesa.

— Ah, babe! Que delícia! — ela buscava ar e ofegava, excitada.

Rouco e febril, Rick anunciava — Delícia é você, Kate. Delícia!

Após alguns instantes, ele olha para o lado a procura de algo e, muito rapidamente a carrega e a coloca sobre a pesada cômoda de madeira e, numa fração de segundos, tira sua própria camisa e blazer e retira o vestido dela pela cabeça, jogando-o longe. Richard passa agora a se deliciar com os seios dela, sugando, lambendo e arranhando com os dentes e ainda mordiscava levemente os bicos dos seios dela, fazendo com que ela sentisse deliciosos e prazerosos choques pelo corpo todo, inclusive e principalmente nas suas partes íntimas que, neste momento, pulsava.

Enquanto se ocupava dos seios de Kate, Rick, ofegante, leva sua mão para a intimidade dela e, por cima da calcinha, fricciona o polegar sobre a região sensível, inclusive sua fenda, sentindo o tecido molhado. Sem parar de sugar e mordiscar os seios da noiva e também sem interromper o roçar dos seus dedos sobre a calcinha de Kate, ele afasta o fino tecido para o lado e, dando continuidade às carícias íntimas ele introduz o dedo médio na estreita fresta feminina e, movimentando a mão com energia de forma a penetrá-a com vigor, ele sente que ela impulsona os quadris na direção dele e a vê jogar a cabeça para trás e soluçar, num claro sinal de prazer, fazendo-o ficar em êxtase e, assim, Rick também introduz o dedo indicador e o anelar para, juntamente com o dedo médio, e intensifica as arremetidas e, consequentemente, o prazer deles, passando a investir com mais intensidade e rapidez e, em pouco tempo ele a sente tremer, alcançando o orgasmo e, neste momento, ela trança as pernas no quadris do noivo.

Excitado ao extremo, Rick dá um longo e molhado beijo em Kate, e, neste momento, ela morde levemente o lábio inferior dele, puxando-o, deixando-o arrepiado.

Muito rapidamente Rick retira a calcinha dela, que era a última peça de roupa que ela ainda usava. Abre o ziper de sua própria calça, descendo a peça juntamente com a cueca de seda, e, segurando-a pelas pernas, ele a puxa um pouco mais para frente, segura seu membro quente, firme e volumoso e o direciona para a entrada da intimidade de Kate e, após fazer um breve reconhecimento da área com a robusta ponta do seu membro, ele o introduz com movimentos leves e lentos, até que Kate pede por mais.

— Rick, me faça sentir você. — ela sussurrava.

— Vou fazer você ver estrelas, meu bem. — sussurrava — estrelas de prazer.

— Venha... venha, amor.

Então, Richard começa a investir firme e forte dentro dela, em movimentos ritmados. Ele a segura firme nas ancas, e, deste jeito, força os quadris dela ao encontro dos dele de modo a se chocar com mais energia. O som oco do encontro das corpos, sexo com sexo, feminino com masculino, e o impacto deste encontro, provoca sensações maravilhosas neles e, a cada encontro, a cada choque, o que se ouve são gemidos de prazer e suspiros excitação, como se estivessem procurando ar para respirar. A todo instante Kate explicava em detalhes o que queria que ele fizesse com ela e, em resposta, ele ia narrando o que iam fazendo.

Os dois pediam por mais, ambos chamando pelo outro, mais e mais até que uma descarga elétrica tomou conta de Kate, fazendo suas carnes tremerem de prazer e seu sexo latejar em sinal de completa satisfação. A tensão sexual era imensa e a intimidade de Kate pulsava, comprimindo o membro de Rick coincidindo com o rítmo acelerado dos seus batimentos cardíacos e, tal sensação, após mais algumas arremetidas, o fez atingir um maravilhoso orgasmo, o levando a dar um rugido animal.

Após um momento, ele se retira dela e se abaixa para se libertar das calças, cueca, meias e sapatos e, exausto, da energia despendida, ele carrega a noiva mais uma vez, desta feita para o sofá, colocando-a no seu colo. Ele a abraça, ambos com a respiração ofegante.

Aos poucos Rick vai se deitando e põe a cabeça no acolchoado braço do sofá, trazendo Kate para seus braços que, como uma criança, vai se aninhando até encontrar uma posição confortável para ambos. E assim, ficam por alguns minutos, ela fazendo cafuné no peito dele e ele acariciando os cabelos dela.

Assim que a respiração de ambos se acalma, ele a põe deitada sobre seu peito e suavemente, diz — Eu te amo, Kate. Te amo como nunca pensei que fosse ser capaz de amar.

— Eu também te amo, Rick. Um amor que não sei se outra pessoa seria capaz de sentir... Sentir as mesmas coisas, as mesmas emoções, as mesmas palpitações que eu sinto quando estou com você ou mesmo quando penso em você.

Após as declarações de amor serem ditas, ele a aperta e ainda a mantém sobre si, puxando-a para um beijo. Um beijo lento e calmo, carregado de carinho e amor e aos poucos este amor calmo vai ficando quente e apaixonado, causando arrepios em ambos.

Eles já estavam para ir adiante quando Kate tem um lampejo de sensatez e, tenta se soltar dos braços de Rick que, sem entender, pergunta — O que foi, amor? Eu te machuquei.

— Não, babe. — ela sorri — Não é isso. Você não me machucou... Aliás, nunca me machuca...

Ele a interrompe — Nem quando eu faço...

Ela agora que o interrompe — Não, amor, nem mesmo na hora do amor, quando fazemos sexo e, como agora a pouco, você me penetra com toda esta sua potência, todo este vigor... Nossa Senhora!!! — ela dá um sorriso safado para ele — Você sabe que eu adoro a forma como fazemos amor.

— Então porque é que você quis se soltar dos meus braços?

— Sério, Richard?

Ele fica pensativo...

— Richard Rodgers, vou avivar sua memória: Eu e as gêmeas chegamos de viagem agora e nem mesmo entramos no loft e você me trouxe para este depósito para me dar uns amassos. — ela deu um risinho safadinho — Só para deixar registrado, quero dizer que os amassos foram deliciosos. — sorriu e continuou — E você sabe, babe, nem eu nem você temos limites... É só encostarmos um no outro a centelha se acende... E se não levantarmos agora, babe, a centelha se transformará em labaredas e para se tornar um incêndio é fácil, fácil.

Ele a aperta e concorda com ela — Você está coberta de razão, querida.

Kate consegue se sentar e ao levantar, vai catando as peças de roupas espalhadas pelo chão, inclusive a cueca dele. De repente ela olha para seus pés que ainda estão calçados com as sandálias de salto agulha. Segurando as roupas já recolhidas, ela comenta — Veja, nem as sandálias você me deu tempo de tirar... Aliás, nem eu me dei conta da existência delas... — sorriu.

— O mesmo eu não posso dizer... Você não faz ideia de como eu fico excitado ao ver você assim, completamente nua e somente de saltos altos... — ele respira fundo faz uma cara de que está tentando se conter.

Ao ouvir o comentário dele, ela o corrige — Você está enganado, querido, eu não só faço ideia de como você fica excitado como também eu estou vendo... — piscou para ele, indicando que estava vendo seu membro ereto — aliás só se eu fosse cega para não ver seu amigão... — sorriu.

Rick faz uma cara de carente e pede — Então venha aqui, minha linda e me ajuda com isto... — ele pega no seu membro excitado, o acaricia e retorna o olhar para Kate. — Vem amor, venha fazer um carinho nele e depois você faz o que você quiser com ele... Todo seu...

— Nem pensar, Rick... Vamos subir...

Com as peças de roupa nas mãos, Kate estava indo na direção ao banheiro que havia ali no depósito. Verificou que, igual a época em que frequentava o loft, havia ali sabonete líquido para banho e uma toalha limpa que era trocada toda semana pela faxineira, para o caso de haver necessidade. Ela prendeu os cabelos no alto da cabeça fazendo um nó e, apos tomar uma banho rápido, ela retornou para perto do noivo e foi pondo o sutiã, o vestido e por último a calcinha.

Vendo que ele ainda estava no sofá, ela o chama — Venha amor, venha tomar um banho rápido, querido... Não só para abaixar este fogo maravilhoso, como também para ficar apresentável para sua mãe e para suas filhas. Eu usei a toalha de banho mas eu não a deixei muito molhada. Dá para você se enxugar. Eu já estou fresquinha novamente e dei sorte porque o tecido do meu vestido não amassa. Kate pegou sua bolsa e retirou um pente e o passou nos cabelos e depois, usando os dedos, deu uma balançada básica nas mechas para ele ficar soltinho. Depois pegou um pequenino frasco do seu perfume e borrifou uma mínima quantidade atrás das orelhas.

Ele ainda estava sentado, só a apreciá-la — Você está deslumbrante e eu estou pronto para começar tudo novamente...

— Richard Rodgers, levante, homem.

— Eu já estou levantado... E você viu, Kate... — ele aponta para o membro — Venha aqui, amor...

— Não é disto que eu estou falando, seu safadinho gostoso — ela sorriu. — Eu disse para você ficar de pé...

— Eu continuo dizendo, Kate, eu já estou de pé...

Divertindo-se com a conversa de duplo sentido dele ela prossegue — Richard, vá logo para o banheiro. — fez uma pausa — Amor, por favor, querido... Já ficamos muito tempo aqui em baixo... Acho que uns quinze minutos...Deixamos nossas filhas no loft e fugimos para... — ela pisca para ele — para fazermos amor trancados aqui, parecendo adolescentes que querem transar escondidos dos pais. Só que nós, ao contrário dos adolescentes, quisemos transar escondidos das nossas filhas.

Ambos caem na risada.

— Adorei esta comparação, Kate.

De repente ela começa a pensar alto... — Alexis tem quase onze anos e as gêmeas cinco... Elas não vão ser crianças para sempre... Este local é realmente ótimo para estes encontros secretos...

Ao ouvir o comentário de Kate, ele deu um salto e arregalou os olhos, assustado com a hipótese que ela expôs e falou tenso — Nunca mais vou comprar apartamento que tenha depósito privativo na garagem... Já sabe, né... Em Washington, D.C., nada de depósito. — ele fala firme. — E outra coisa importante, minhas filhas só vão namorar com trinta anos, Kate... Talvez trinta e cinco...

Ela não se aguenta com as palavras dele e começa a rir — Vá sonhando, Rick... Vá sonhando... Quando a gente menos esperar Alexis aparece aí com um namoradinho... um garoto lindo... E isso não vai demorar não... Talvez uns três ou quatro anos... Um namoradinho da idade dela que ela vai conhecer lá na High School.

— Não estou achando a mínima graça, Kate — ele falou sério se dirigindo ao banheiro. — Não tem graça. Acho que vou contratar professores particulares para nossas filhas...

Ao ouvir tal comentário, Kate riu muito — Querido, abra a cabeça...

Kate ouviu o barulho da água do chuveiro. Não demorou muito e ele saiu enrolado na toalha e começou a se enxugar e, enquanto se vestia, ele perguntou mais calmo, mas ainda cheio de receio — Você acha mesmo que as meninas vão namorar cedo?

Com um sorriso no rosto Kate balançou a cabeça afirmativamente e disse — Querido, se puxarem a mim elas vão sim...

Rick ficou com o rosto vermelho — Pronto, você terminou de estragar com o meu dia... Você tinha mesmo que me fazer imaginar você namorando com outro cara?

Kate riu ainda mais diante desta declaração de ciúme retroativo dele e foi em direção a ele — Querido, não seja tolo... Você está mesmo com ciúmes dos meus namoradinhos da High School? Babe, o que importa se meu primeiro namoradinho foi com quatorze, quinze, vinte ou vinte e dois anos?

Richard havia terminado de se vestir e passava o pente dela nos cabelos, mas prestava atenção no que ela falava — Não sei, Kate — Ele falou meio emburrado

— Querido, eu vou te parafrasear... Escute o que você me disse um dia: "Tudo que eu fiz, todas as minhas escolhas, todas as coisas incríveis e terríveis que eu fiz e que aconteceram comigo, me trouxeram a este momento aqui, com você".

— Touché! — ele falou e sorriu para ela.

Ela o abraça, passando os braços pelo pescoço dele — Então, babe, nada do que ficou lá atrás importa... Nem nossos namoricos de adolescentes, nem outros relacionamento que aconteceram depois, nem mesmo aquele que nós dois tivemos há seis anos... O que importa é o agora e o futuro. A mesma certeza que tenho que estamos juntos e felizes agora eu tenho que também estaremos juntos e felizes no futuro. — ela se aproximou mais dele e o beijou apaixonadamente, sendo correspondida.

Após o beijo, olharam-se e...- Eu te amo, babe — disseram simultaneamente.

Foram para o elevador.

Enquanto o elevador subia, Rick a chamou e com olhar constrangido confessou — Kate, me desculpe...

— Pelo que, Rick? — ela fez uma expressão que realmente não sabia do que ele estava falando.

— É que eu te prometi.... E... Falhei

— Rick, você está começando a me assustar.

O elevador parou no andar do loft, mas antes de se dirigirem à porta, ele a puxou num canto reservado e continuou a falar.

— Kate... Eu havia prometido que te daria o tempo que você precisasse para começar a pensar em engravidar novamente e eu prometi que quando fizéssemos amor novamente eu tomaria precaução. Eu prometi que seria responsável e usaria preservativo para você não precisar encher seu organismo com comprimidos contraceptivos.... Mas olha o que aconteceu... Eu não lembrei, mas mesmo se eu tivesse lembrado, eu não carrego preservativos no bolso da roupa...

Ao ouvir a tal confissão, ela, mais uma vez, passa os braços pelo pescoço dele, dá um selinho e sussurra — Rick, pode parecer loucura da minha parte... Pode parecer que eu estou agindo por impulso e, com isto, estaria me precipitando... Ou pode parecer nem sei mais o que, babe... Mas... — ela sussurrou ao seu ouvido — Eu já estou pronta.

Ele a afastou um pouquinho somente para olhar para Kate e, alegre, ele e perguntou para ela — Sério? Você está pronta? Desde quando, amor?

Kate balançou a cabeça em negativa e disse — Não sei... Não sei, Rick. Mas algo dentro de mim me diz que estou pronta e que no momento que eu engravidar, serei a mulher mais feliz da face da terra. — ela sorria toda boba de felicidade e, sem perceber, lágrimas de emoção descem por sua face.

Ele se aproximou dela, limpou as lágrimas, a beijou e disse — Pode acreditar, amor. Estarei ao seu lado em todos os momentos... Você precise ou não. Estarei ao seu lado para qualquer coisa.

— Eu sei, Rick. Eu sei. — ela deu um novo selinho nele.

— Vamos entrar — ele falou levando-a até a porta do loft.

De repente ele para no meio do caminho e arregala os olhos e pergunta para ela — Você está grávida? Será que você está grávida?

Ela balança negativamente a cabeça, sorri e fala — Não, querido. Não estou grávida... Pelo menos não que eu saiba... Mas não estou com nenhum sintoma de gravidez.

Dizendo isto, ela estendeu a mão para ele, que estava ainda pasmo com a notícia que ela dera, e o chamou — Vem, Rick, abra a porta e vamos ver Martha e as nossas meninas.

Notas finais
E aí? LINKS DAS IMAGENS Concierge - https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQMx57JaYm9o6B1Qj6No-iEHTUakyf5TlogRwSO3tOjRwdVpIKckg Kate divertida - http://33.media.tumblr.com/c946edeafc6130f06227c6559ba64739/tumblr_mwkw8rFbVm1r9dm6no2_250.gif Depósitos - http://resources0.news.com.au/images/2014/12/15/1227156/699468-82721440-7ff1-11e4-9363-aba3d5afaa70.jpg CASKETT - http://26.media.tumblr.com/tumblr_m3cbobSW341qdqa91o1_1280.jpg