Notas iniciais
Primeiramente perdoem-me a demora... Estava arrumando o capítulo... Ficou muito grande então eu tive que dar um jeito, mas para este jeito acontecer, tive que fazer uns ajustes, ou seja... Deixa prá lá, senhores e senhoras, estou aqui, graças a Deus... Vamos ler e espero que vocês gostem. Gostaria até que vocês me dissessem algo... tipo... gostaram ou não gostaram... É com muita alegria que eu quero agradecer a todos os leitores que sempre estão aqui me ajudando de todas as formas a prosseguir. E ao falar isto, não posso deixar de agradecer a “Always and Forever Caskett”, “MrsNathanFillion” E “Dayane DBC” que FAVORITARAM a história. Estou muito feliz. Obrigada, ok??? Continuem comigo. Leiam e divirtam-se...

Continuando...

O aniversário da pequena Estelita estava sendo o maior sucesso não só para as crianças que, naquele momento, orientados por Recreadores, corriam, pulavam, davam às mãos cantando e girando e diversas outras brincadeiras divertidas que exploravam o lado lúdico dos meninos e das meninas. As brincadeiras ora eram só para meninas, só para meninos, mas a maioria delas acontecia com todas as crianças. Uma beleza! As meninas estavam de fadinhas e mesmo aquelas que não vestiam a fantasia característica, usavam as asinhas que a Lanie, precavida, comprou varias e deixou à disposição de quem não tinha. Quando estavam sem as meninas, os meninos, da mesma forma, se divertiam a valer com bolas, corridas e tantas outras brincadeiras.

O sucesso da festa se estendia também para os adultos, pois colocaram o papo em dia.

Kate, Lanie e Antonella estavam num papo animadíssimo, quando Lanie muda o assunto para saber sobre a data do casamento.

— Amiga, já sei que você e o Rodgers já decidiram que ele vem morar aqui em Washington, D.C. antes mesmo do casamento... Que fofo, o “Mr. X” está morrendo de pressa... Mas e a data do casamento

Com os olhos semicerrados, Kate encara a médica... Torce os lábios, revira os olhos, respira fundo e solta o ar pela boca fingindo impaciência. Olha de um lado para o outro para conferir se Rick realmente não estava por perto e, quase sussurrando, repreende a amiga – Lanie, quantas vezes eu tenho que falar para você esquecer essa história de “Mr. X”, amiga. – ainda sussurrando, acrescentou — E fale baixo...

— Tá bom... Tá bom... – Lanie sorriu, achando divertido a Kate ficar receosa do noivo ouvir tal comentário. – Ai, Kate! Sem stresse, querida! – caçoou.

— Hey, vocês duas... – curiosa, Antonella interpela as amigas – Stop! – ela arregala os olhos e estende a mão direita para as suas duas amigas pararem de falar – Que negócio é esse de “Mr. X”? Quem é esse tal “Mr. X”?

Diante da cara de surpresa de Antonella, Lanie não se aguenta e começa a rir e Kate toma a frente e responde – Ih, Antonella... – faz cara de enfado – Isso é uma longa história... Depois eu te conto...

— Eu estou com tempo... – de forma teatral, a italiana consulta seu relógio de pulso – Esta festa não vai acabar tão cedo... Susan está brincando... – olhando na direção da filha, ela comenta – A minha fadinha está ali, toda linda, envolvida com as brincadeiras com as outras fadinhas... o Charlie – ela olhou para o carrinho de bebê ao seu lado, onde seu garotinho de um ano dormia – está aqui tirando uma soneca... O Malcon está na vida que pediu a Deus... whisky e amigos... – risos...

Indicando com os lábios e o queixo na direção do marido, a italiana prossegue – O Malcon tá lá com o Richard, Esposito e os outros amigos... , ou seja, estou aqui a sua disposição... Pode começar a falar, Kate.

Tanto Antonella quanto Lanie riram diante da cara de Kate.

— Mas você, eihm, Lanie.... – Kate fingiu zanga e começou a explicar – É assim, Antonella... Para chegar ao “Mr. X”, tenho que fazer um preambulo... Mas vou ser breve... Vou resumir...

Risonha, Antonela a interrompeu — Resume não, amiga. Adoro ouvir suas histórias, mesmo que eu já saiba de algumas partes... — sorriu — Pode começar e nem se preocupe de repetir o que já sei... Adoro!!!

Hummm!!! — Kate adorava a espontaneidade da nova amiga — Bem, eu já te contei algumas coisas sobre a minha vinda para Washington, D.C.. Então..., quando eu me mudei eu ainda tentei por um ano manter contato com aquele moço ali — fez um trejeito divertido no rosto indicando o noivo — e não pensava em outra coisa que não fosse na vontade te tê-lo de volta e também morrendo de vontade de contar a ele sobre a minha gravidez e, assim que as meninas nasceram, eu queria informar sobre as filhas dele e, como você também sabe, não tive êxito... Bem, então, ao final de um ano, eu decidi tentar esquecê-lo... Queria tirá-lo da minha cabeça a todo custo e, com o objetivo de pelo menos 'tentar' fazer isto, eu procurei não falar dele nem mesmo falar o nome dele. É... — Kate fez uma pequenina pausa, olhando para as amigas — Então, após um ano onde eu procurei o Richard diariamente, depois de ficar exaurida e não obter êxito, eu botei na minha cabeça que só iria procurá-lo para falar das nossas filhas quando elas estivessem maiorzinhas e com idade suficiente para entender e não sofrer com a situação. Enquanto isso, nada de falar no Richard. Como minha vida social estava restrita, pois eu era nova aqui na cidade e não fiz amigos rapidamente, eu nem precisei me policiar para não falar nele nem no nome dele, pois a única pessoa com quem eu falava dele era com a Lanie, que desde cedo mostrou-se ser uma pessoa maravilhosa... Uma amiga de verdade...

— Vai, enche a minha bola que estou gostando... — Lanie falou e fez as amigas rirem.

— Você é muito gaiata, isto sim... — Kate falou e sorriu — Bem, continuando... Lanie era a minha única amiga e somente com ela eu falava do Richard e quando eu fazia isto, era para falar das meninas, tipo..., comparando alguma coisa delas que parecia ou lembrava o pai... como por exemplo, um gesto, uma expressão facial, a cor dos olhos, alguma coisa na personalidade, coisas assim... Então, nestas oportunidades, como eu tinha decidido nunca mais falar o nome dele, eu me referia a ele como “Mr. X”...

Boquiaberta, Antonella expressa sua surpresa – Sério!?

— Sim, garota. – Lanie confirma o que Kate falara.

Achando aquilo tudo muito louco, Antonella, divertida, pergunta – Mas peraê, Kate... Porque “Mr. X” e não “Mr. R”... É, amiga, “R” de Richard...

— Bingo! — Kate sorriu — “X” de incógnita, Anonella... Mas na verdade, meninas, pouco importava a letra... Eu escolhi o “X”, mas podia ter sido “Y”, “D”, “S”... qualquer letra... O que eu não queria era ficar falando o nome dele... Só isso... Por mais que ao mencionar a alcunha "Mr. X", eu involuntariamente me lembrava dele... Mas tudo bem... Eu não queria era falar o nome dele, mas pensar, já era outra coisa...

Lanie volta a se manifestar – No início eu achava que era bobagem desta minha amiga louca, mas como ela ainda sofria muito e continuava abalada com o lance do rompimento, eu respeitava o seu ponto de vista e nunca resisti àquela vontade dela – sorrindo, a médica gracejou – Depois de uns dois anos, mais ou menos, quando ela já estava mais fortalecida, eu até brincava sobre este nome engraçado que ela colocara nele... Imagina... “Mr. X”... Só você mesma, Kate, para bolar essa loucura... — todas sorriram — Mas, mesmo assim, eu entendia perfeitamente o lado dela... Claro que houve vezes em que Kate se distraia e falava no nome dele, mas se referia a ele como Rick ou Richard... – Lanie fez um divertido gesto de deboche – Esta moça aí, nunca mencionou o sobrenome do cara. Então para mim o misterioso “Mr. X” era apenas Richard, ou seja, um nome comum por aqui... A cada dez centímetros, vemos um Richard....

— Entendeu, Antonella? – Kate quis saber. – Satisfeita? – brincou.

— Sim... E estou pasma! – Antonela estava visivelmente boquiaberta.

— Hummm! – Lanie torceu a boca, gracejou e continuou – Antonella, nós já te contamos sobre o baile da Policia que eu levei a Kate... Se você está pasma somente por saber da história do “Mr. X”, imagina a cara que eu fiz lá no baile da Policia, quando a Kate me disse que o amigo do Javier... Aquele bonitão que estava na nossa mesa... – a médica fez uma pausa, piscou para Antonella e, fazendo graça, falou em tom segredo – e o bonitão estava babando por ela... Você precisava ver... – sorriu – Pois é, imagina a cara que eu fiz quando ela me disse que o amigo do meu marido era o pai das gêmeas... O tal do “Mr. X”!!!

— Uaaauuuwwww!!!! Faço ideia da sua cara, Lanie. – continuava pasma.

Já que aquele assunto estava rolando solto, Lanie resolveu tirar onda com Kate – Antonella, você precisava ver a cara dela quando viu o bonitão... Menina!!! A mulher não ficou mais tensa porque... Nem sei porque... – sorriu, sendo acompanhada pela italiana.

— Lanie! – Kate a repreendeu, mas também não se aguentou e passou a sorrir com as amigas.

A médica continuou caçoando de uma forma muito leve e divertida, fazendo as outras duas darem boas risadas – Na verdade, nem sei quem estava mais tenso... Se era a Kate ou se era o Richard.... Você precisava ver, menina... – dirigiu sua atenção à Antonella — A química rolando solta... era palpável... Ah! — fez um jeito de quem lembra de algo importante — E o momento em que eles se pegaram no meio da pista de dança... – sorriu.

— O queeee!!! Meu Deus! Dessa parte eu não sabia – Antonela sorriu e o olhou para Kate fingindo-se de enfurecida – Mas Kate, isso você não me conta, né?

— Nossa Senhora, Lanie! Deus do céu! Mas você não é mais exagerada porque é uma só. – Kate ralhava com a amiga, mas sorria muito diante da dramatização gestual e facial que a médica fazia para dar mais ênfase à narrativa. — O teatro está te perdendo, Lanie... Você está na profissão errada... — as três riam.

— Vou pensar nisto... — Lanie entrou na onda da brincadeira, mas depois prosseguiu, não levando em conta a reprimenda de Kate... De forma bem teatral, ela continuou relatando a cena com um pouco de exagero para dar um ar cômico à cena — E o beijo!? Nem te conto... Sabe aqueles beijos que você vê em novela? Romântico e apaixonado ao mesmo tempo? – Antonella ria e fazia gesto afirmativo com a cabeça – Pois é... E eu lá na mesa sem saber o que se passava... Eu conheço Kate há seis anos e nunca tinha visto a criatura assim... Tipo, morri! Queixo caído! – sorria e fazia as outras duas sorrirem também — De repente eu vejo a Senhorita Celibatária não só interessada num cara... Como se não bastasse, ela ainda estava se agarrando e se beijando ali... Nem acreditei...

— Eu daria tudo para estar lá, Lanie... – Antonella falou, mas recebeu um olhar atravessado de Kate, fingindo-se chateada.

— Até você, Antonella? Vai entrar na onda da Lanie? – Kate perguntou escondendo um riso. — Vocês parecem adolescentes relatando o primeiro beijo e a primeira paquera...

— Ah, querida, eu perco uma amiga, mas não perco a piada... – A italiana brincou. Hey... coisa de adolescente? — Antonella deu uma risada gostosa, contagiando as outras duas — Não estou nem ligando prá isso, Kate... E quem foi que disse que falar de amor, de paquera, de tesão, de química, de atração e de beijo é exclusividade de adolescentes? Helooo!!!

— É isso aí, se saiu bem, Antonella... Ah, e tem mais... – Lanie fez uma expressão de quem lembrava de algo importante — Você não sabe da maior... O cara que eu arranjei para se passar por namorado da Kate... – Lanie explicou à Antonella todo o plano de Kate sobre arranjar um namorado para fazer ciúmes ao Rick – ... O Promotor Will Sorenson estava lá... Todo bonito, engravatado... Arriado os quatro pneus por esta aí que só tinha olhos para o Rodgers... – risos geral — Pense num homem sem graça e desiludido... Pois é, esse homem era o Will Sorenson.

A conversa continuou animada e, quem estava de longe, só via as três moças sorrindo, até que Lanie, aflita, se levantou e avisou – Meu Deus! A conversa está tão boa que nem me lembrei que tenho que dar atenção aos outros convidados... Meninas, depois eu volto. — e saiu deixando Antonella na maior conversa com a Kate.

A festa seguiu até o meio da tarde, quando, aos poucos, todos foram deixando a residência dos Esposito.

Lanie havia pedido a Kate e a Antonella para ficarem até o final e assim fizeram. Então, depois que os demais convidados foram embora, ficaram apenas os três casais, que estavam confortavelmente acomodados na arejada varanda da casa da médica, enquanto uma equipe do buffet infantil recolhia todos os brinquedos, as tendas em tecido voil, outra equipe arrumava e limpava todo o espaço, não deixando um único vestígio da festa.

Os adultos conversavam e àquela altura, Charlie já se encontrava acordado e, mesmo sem chorar, estava agitado no colo da mãe, que o entregou ao pai. – Querido, fica um pouco com ele... Está na hora da mamadeira dele – Antonella pegou a maleta do filho e começou a preparar uma mamadeira, a entregando também ao marido para que ele alimentasse o filho.

Mesmo conversando entre si, os outros dois casais observavam a labuta de Malcon e Antonella Symens, que, após terminar de dar a mamadeira, constatou que a fralda do garotinho estava cheia e, imediatamente foi feita a higiene, inclusive com troca da roupa.

Antonella já retornava para a conversa quanto Lanie, divertida, se dirigiu a ela e comentou – Querida, estou cansada só de ver você preparar mamadeira, dar a mamadeira, fazer a higiene do garotinho, trocar a fralda e a roupa dele... – ela respirou em tom aliviado – É cansativo, mas é gratificante, né?

— Ah..., se é! A italiana concordou e olhou para Kate – e daqui alguns meses é você, querida... Só que multiplicado por três... – contentes, os seis deram risada diante daquele comentário.

Feliz da vida, Richard comentou – Em compensação, as alegrias também serão multiplicadas por três.

A conversa agora girava em torno da gestação de Kate até que ela mesma avisa – Por falar em gravidez... Gente, estou feliz porque com tanta gente, tantas guloseimas, etc, etc, etc... toda esta mistura de cheiros... Perfumes das mulheres, dos homens, os aromas dos doces, salgados e na hora do almoço, então... – ela sorriu – não enjoei nadinha...

— Que beleza! – Antonella comentou.

— Gente, apesar de eu não ter enjoado, eu preciso ir. – olhou para o noivo – Vamos, Rick?

— Você manda... — olhou para os amigos e fazendo-se de sofredor comentou — tá vendo, nem casei e já recebo ordens – ele falou divertido e se levantou para para ir à procura das três filhas, fazendo todos rirem com seus trejeitos engraçados.

— Então, querido, vá lá pegar as meninas.

Depois que Richard se afastou, Kate comentou — As três estão adorando esta festa. A Alexis está cada dia mais linda, gente. Eu amo tanto esta menina que parece que saiu de mim... Nem sei explicar... E estou achando fofo, apesar dela brincar igualzinha as outras crianças, ela está toda cuidadosa com a Susan, você viu, Antonella? – a italiana concordou, sorrindo, e Kate continuou – Ela está se sentindo a protetora da Susan, porque a pequena só tem três aninhos. Já vi que ela vai amar quando os irmãozinhos nascerem.

Não demorou nem dois minutos, Bia e Annie, visivelmente suadas e felizes, chegam quase correndo com suas respectivas asinhas balançando, e vão ao encontro da mãe e colados a elas, estavam Juan e Estelita, igualmente suados e felizes. Logo atrás, vinha Alexis, sorridente, segurando a mão da pequena Susan. Sem tomar fôlego, Bia começa a falar – Mãe, o papai disse que nós já vamos... – fazendo biquinho de súpica, a garota prossegue com caras e bocas – Ainda tá cedo, mamãe... Nem brincamos direito...

Emendando o que a irmã dizia, quase atropelando nas palavras, Annie tenta explicar — Mãe, não podemos ir agora porque estamos no meio de uma brincadeira. Não podemos mesmo...– Annie, gesticulava, continuando o pensamento da irmã.

— Tia Kate, fica mais um pouco, fica... É porque estamos brincando... – Estelita pediu. – Porfavorzinho, tia. — a garotinha uniu as duas mãos como se estivesse rezando, fazendo Kate se prender para não rir, pois as filhas também tinham costume de fazer este gesto para pedir coisas que queriam muito.

— Mamãe, por favor, a brincadeira está ótima! — Alexis também pediu.

Richard estava parado atrás das crianças. Kate olhou para ele, como quem pede opinião, pois já se acostumara que não era mais sozinha para tomar decisão sobre as filhas, e em resposta, ele piscou prá ela em sinal de que tudo bem...

Já tinha o aval do noivo, mas restava pedir autorização da dona da casa – Lanie?...

Alegre e descontraída, Lanie era só sorrisos – Amiga, por mim vocês ficam mais tempo... Deixa as crianças brincarem, Kate...

Dirigindo-se para as três filhas, Kate sentenciou – Então só mais meia hora.

— Meia hora é pouco ou muito, Lexis? – Com a testa franzida, curiosa, Bia perguntou à irmã.

Esperta, Alexis respondeu – É muito, Bia... Mas vamos logo brincar... Vamos aproveitar... – ainda de mãos dadas com a Susan, chamou as irmãs e os amiguinhos e voltaram correndo em direção das brincadeiras.

E assim, transcorridos um pouco mais de trinta minutos, Richard, Kate e as filhas, após calorosos cumprimentos de despedida, foram embora, seguidos de Malcon, Antonella e as crianças.

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Já em casa, todos já haviam subido a escada e se encontravam na ante sala que dava acesso a todos os quartos, quando Kate avisou que as meninas teriam que tomar banho, cada qual nos seus respectivos banheiros, porém, as três começaram a falar ao mesmo tempo, mas cada uma falava uma coisa diferente.

Feliz com a empolgação das filhas, mas sem compreender o que elas queriam, Kate, com doçura, orientou como elas deveriam falar – Princesas, não estou entendendo o que vocês estão dizendo. Falem uma por vez. — Abaixando-se um pouco, Kate, acariciando os cabelos da Alexis, indagou – Alexis, minha pricesa, o que é que vocês querem?

Alexis tomou a frente e falou – Mãe, nós queremos tomar banho com você na sua banheira que é grande...

— Isso! É isso que nós queremos, mãe. – Bia confirmou o que a irmã mais velha falara.

— Vamos levar nossas bonecas... – Annie concluiu.

— Peraê! Peraê! Meninas... – Kate tentou acalmar os ânimos das filhas...

Com carinha pidona, Annie se dirigiu à Kate — Ah, mãe, por favor... Nunca mais tomamos banho de banheira com você..., aquela folia,... – a garotinha lembrou e fez cara de quem estava ansiosa para começar a diversão na banheira.

Kate meditou rapidamente – “Annie tinha razão, nunca mais fizeram a farra do banho... Mas hoje ela tinha outros planos... ela queria que as meninas dormissem logo para namorar um pouquinho.”

Com um beicinho não menos pidão, Alexis vai ao encontro de Kate e a abraça pela cintura, olhando para cima, captura o olhar da mãe, interrompendo, assim, seus pensamentos – Eu quero muito participar disto... Banho com brincadeira na sua banheira, mamãe... – em seguida, baixinho, completou — A Annie pelo menos pode dizer que “nunca mais ela tomou banho de banheira com você”, mamãe... E eu?...

O comentário da Alexis cortou o coração de Kate. Aqueles banhos divertidos na sua banheira sempre ocorriam. As meninas adoravam e ela não ficava atrás, porque amava esta aproximação. Era mais do que banho, eram momentos de descontração e convivência íntima com as filhas... onde, exagero à parte, por mais que a banheira estivesse no seu limite máximo e recomendado pelo fabricante, a alegria, a felicidade e a harmonia eram mil vezes maior do que a quantidade de água.

Feitas estas considerações e com o coração apertado ao lembrar que ficara seis anos afastada da sua filha ruiva, Kate não teve outra alternativa senão aquela que agradaria não só as filhas, mas também a sua própria alma, portanto, sem perder mais tempo anunciou – Então, tá... Mas...

— Êba!!! Êba!!! – a euforia tomou conta das três meninas que, sem esperar o que vinha acompanhado do “mas” da mãe, foram correndo para o quarto das gêmeas.

Já imaginando o que as meninas iam fazer, Kate, sorrindo, porém, temerosa, falou para Rick – Oh, meu Deus! Elas foram pegar as bonecas... A “Barbie Sereia”, a “Pequena Sereia”, e talvez, quem sabe, peguem também o peixinho “Nemo”... Este banho não dura menos do que mil horas... – risos – Morzinho, vou lá avisar a elas que hoje não...

Kate já ia atrás das filhas quando o noivo, com carinho, a segurou pelo braço, impedindo-a de ir — Oh, babe, deixe que elas peguem as bonecas, os brinquedos... – Rick piscou para Kate e sorriu maroto – Agitadas do jeito que elas estão, vai ser dureza fazê-las dormir – ele a puxou para si e depois de dar um beijinho bem de leve no pescoço dela, sussurrou sensualmente ao seu ouvido – Deixe elas pegarem as bonecas..., brincarem bastante na banheira... Elas já brincaram o dia todo... Agora vão brincar na banheira... A água quentinha vai acalmá-las e depois a gente as põe para ver uns filminhos... Huuummm!!! Filminhos... – gracejou — até parece... – sorriu – A gente fica lá, nós cinco agarradinhos e emboladinhos em frente à TV... Num instante elas vão dormir... Posso até apostar que não aguentam chegar nem na metade do filme... – ele piscou novamente prá ela, deu um sorrisinho cheio de intenções picantes e a beijou suave e rapidamente – Eu amo minhas filhas. Nossinhora! E o que mais quero é vê-las alegres e felizes, mas, meu bem... – ele deu um sorrisinho maroto -, eu quero muito que elas fiquem cansadinhas e durmam porque eu estou doidinho prá dá uns pega em você... Estou doidinho para brincar um pouquinho com você... — ele mordiscou o pescoço dela, deixando-a arrepiada.

Ainda nos braços dele, entrando na mesma sintonia, torcendo a boca, sorridente, Kate perguntou, com voz carregada de sensualidade – Ah!... Já sei... Você quer continuar brincando de “Fadinha”... Brincando com sua varinha, é? – ela zombou, e, pelo seu tom de voz, via-se que tinha usado duplo sentido nas palavras.

— AAAhhh, sim... Quero continuar brincando – Richard sorriu — Mas não é de “Fadinha” que eu estou pensando em brincar com você, babe... Eu até quero fazer uns truques, umas mágicas... Mas... E quanto a “varinha”.... – risos... — A gravidez está afetando sua memória, é?

Ambos se encaravam com forte apelo erótico e riam diante do jogo de palavras que utilizavam, uma característica marcante deles, quando foram interrompidos pelo “exército” das três filhas que, agitadas, transmitiam energia.

— Mãe, estamos prontas – Bia anunciou.

Kate desviou sua atenção do noivo, olhou para as filhas e ficou abismada ao vê-las somente com suas calcinhas de babados e lacinhos — Meu Deus! – Kate não se aguentou e começou a rir, mas uma risada de felicidade e de forma carinhosa, perguntou . — Mas o que é isso, minhas filhas? — voltou a sorrir.

— Mamãe, a Alexis nos ajudou a tirar nossas roupinhas... Vem, mãe... Vem logo – dizendo isto, Bia foi em direção ao quarto da mãe, seguida pelas duas irmãs, cada uma carregando uma boneca.

Olhando para Richard que também estava sorridente, Kate comentou – O que foi que eu te disse?... Elas foram pegar as bonecas... Alexis e Bia, cada uma com uma “Barbie Sereia” diferente e a Annie com a "Ariel" e "A Pequena Sereia”. Só não pegaram o peixinho “Nemo”...

Kate foi em direção à sua própria suíte e falava com as filhas — Pelo visto vocês querem mesmo tomar banho, né? – Kate foi logo atrás delas, seguida por Richard.

Alexis foi a primeira a chegar ao banheiro e foi logo pedindo — Mãe, vem logo encher a banheira...

As meninas se livraram de suas calcinhas de fru-fru e entraram na banheira vazia e já iam brincando com as bonecas enquanto a água ia caindo... Kate deixou as meninas ali enquanto foi pegar toalhas e camisolas para todas e um vestidinho para si própria. Assim que retornou, Kate livrou-se de suas roupas e entrou na folia do banho com as três filhas. Foi muito divertida e entre risadas e brincadeiras com as bonecas, o banho transcorreu conforme previsto: muita alegria.

Enquanto Kate tomava banho com as filhas, Richard tomou seu banho na suíte dos hóspedes.

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Após administrar o banho das três filhas, sabendo que elas não tinham se alimentado o bastante na festinha porque não queriam perder um segundo sequer das brincadeiras, Kate serviu uma leve, porém saudável refeição noturna e, logo em seguida, as levou para o home theater.

As meninas escolheram um filme e ficaram lá, conforme Richard previra... os cinco agarradinhos e emboladinhos em frente à TV nos sofás e nos futons acolchoados... os pais e as três filhas se divertiam.

Assim que começou o filme, Richard recostou-se nas almofadas e, carinhosamente, puxou Kate para ficar entre suas pernas, apoiada nele, encostando as costas dela no seu peito e, assim, assistiam ao filme trocando carinhos fofos.

Com aproximadamente dez minutos de filme, Annie saiu do “bolo de filhas” e foi em direção à mãe, se encaixando entre os braços dela. Ao ver a filha se aconchegar no colo da mãe, procurando uma posição confortável, Richard cochichou no ouvido de Kate – O que foi que eu te disse?... Não dou dois minutos para ela estar dormindo... – Kate ajeitou a filha nos braços, beijando e acariciando seus sedosos cabelos.

Richard perguntou à Annie – tá com soninho, filhinha?

Bocejando, Annie respondeu – Não, papai... – novo bocejo — Eu não estou com sono.

A resposta da garota acompanhada dos bocejos fez os pais rirem.

O filme ainda não estava na metade quando as três já estavam inteiramente entregues ao sono. – Vamos dar mais um tempinho para elas firmarem o sono – Kate o aconselhou – Abaixa um pouquinho o volume do filme, amor.

Passados uns quinze minutos, Kate tirou Annie do seu colo e a depositou ao seu lado e, ajudada por Richard, levantou-se do futon.

— Vamos pô-las nas suas camas. — Kate orientou.

Ela estava se abaixando com o objetivo de carregar a garotinha, quando foi carinhosamente impedida pelo noivo – Ops! Nada de carregar peso, mocinha, ou já se esqueceu de que você está grávida? – sorriu.

— Mas... – Kate protestou. — Rick, ela é levinha... Eu já estou acostumada a carregá-la...

— Tudo bem... – ele falou e ela voltou a se abaixar para pegar a garota no colo, mas Rick novamente a impediu – Você nem esperou eu terminar de falar... Quando eu falei “tudo bem” foi para dizer que eu concordo com você... Vamos dividir esta tarefa de carregar as crianças...

— Então, era isto que eu ia fazer... Eu ia carregar a Annie... – Kate explicou.

Kate voltou a fazer menção a se abaixar para pegar a filha, quando, mais uma vez foi impedida pelo noivo.

— Você está equivocada novamente... Quando eu falei em “dividir esta tarefa de carregar as crianças” eu quis dizer “dividir” no real sentido da palavra, ou seja, eu carrego estas três crianças aqui – apontou para as filhas dormindo no futon – e você carrega estas três crianças aí – ele acariciou o ventre plano dela. – Entendeu agora, linda? – deu um selinho nela que sorria diante do afeto e cuidado dele para com ela.

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Já na suíte principal, porta trancada, após colocarem e ajeitarem as três meninas que dormiam tranquilas nas suas respectivas camas, Kate estava no closet e pegava um conjunto de roupa para dormir, quando Richard veio por trás e a abraçou num gesto de posse e amor dando um beijo arrepiante no pescoço dela. – Querida, acho que você não vai precisar disto por agora.

De forma sutil, ele tirou o pijama das mãos dela e o devolveu displicentemente ao armário, olhando-a de forma sedutora, porém firme.

— Sério!? – ela perguntou por perguntar, pois ela não só sabia o que ele queria como também estava querendo a mesma coisa.

Richard fez Kate girar o corpo sobre seu próprio eixo para ficar de frente a ele, deu-lhe um selinho e começou a tirar as roupas dela, peça por peça e esta ação a excitava muito, deixando arrepiados todos os seus poros e pelinhos do seu corpo, inclusive os mamilos.

Enquanto ele falava e a despia, Kate sentia seu sexo latejar e umedecer, quão grande era o seu estado de excitação. Ao desnudar cada peça, Rick falava baixinho – Você também não vai precisar nem disto, nem disto aqui...

Ele a queria para si. Queria muito. Continuava o que fazia. A cada item de roupa que tirava dela, ele acariciava a pele onde a peça estivera cobrindo, alternando seu olhar entre o traje, a pele e os olhos dela, até que chegou ao sutiã, onde demorou mais do que o previsto, o fazendo bem lentamente e, seguindo o padrão estabelecido por ele mesmo para aquela tarefa, já acariciava os seios da noiva antes mesmo do acessório ser retirado. Passou a massagear e apalpar com mais intensidade, chegando a apertá-los sem causar dor, apenas prazer, abaixando a cabeça de modo a lamber e mordiscar os mamilos eriçados e, logo após tê-lo removido, anunciou -, você também não vai precisar disto — e por último, desceu a calcinha, livrando-se também daquele pequeno pedaço de tecido rendado e, com um riso rouco, ele concluiu – muito menos disto. — Ao falar isto, ele tocou, dedilhou e explorou minunciosamente a intimidade dela, levando-a a dar pequenos gemidos. – Agora, sim, você está como eu queria, não só nua, mas também, completamente excitada e pronta para mim.

Ofegante, Kate avisou – Eu sempre estou pronta prá você, babe... A qualquer hora, em qualquer lugar e nem preciso estar assim..., nua... e você sabe exatamente o que eu quero dizer... – seu peito subia e descia, face a respiração ofegante e, ansiosa ela o encorajou — Então, bonitão, não me faça esperar... Eu não aguento mais...

Num piscar de olhos, ele a ergueu como se ela fosse uma pluma e seguiu em direção ao quarto, depositando-a na cama e, numa fração de segundos, estava também completamente sem roupas, passando a beijar, lamber e acariciar toda a extensão do corpo dela, desde o tornozelo, subindo pelas pernas, passando pelas coxas, afastando-as para, enfim, chegar ao centro da intimidade dela, beijando-a..., lábios com lábios, contudo, somente uma língua, e esta fazia o reconhecimento erótico do local, se deliciando com cada gota de seiva que sorvia e, com a ajuda das mãos e dos dedos, estimulava a região, levando-a a movimentar os quadris, indicando que queria mais e mais.

Kate gemia de prazer ao ter seu sexo manipulado e sugado. Mantinha suas mãos nos cabelos de Rick, como se quisesse trazê-lo ainda mais na direção dela, a fim de que ele aprofundasse o beijo íntimo, até que ela chegou ao orgasmo.

Ao senti-la estremecer ele a acariciou, sugou e beijou mais algumas vezes o sexo dela e seguiu sua trilha. Por cima do corpo dela, ele ia espalhando beijos, lambidas, mordiscadas e sugadas... umbigo, ventre, seios, pescoço. Trocaram beijos intensos e excitantes e se acariciavam mutuamente.

Richard mordiscou a orelha de Kate, quando sussurrou – Amor, eu quero você agora... Não posso esperar mais...

Ansiosa por telo dentro de si, Kate, com destreza, leva suas mãos ao membro dele e após acariciá-lo com habilidade e sabê-lo pronto, o direciona para a entrada do seu sexo e, erguendo seu próprio quadris ao encontro do dele, no mesmo momento em que ele impulsiona seu corpo para se unir ao dela, acontece a conexão, não só de corpos, mas também de almas e esta união os afetava de forma fabulosa.

Uma vez acoplado no interior quente e apertado dela, continuam a se movimentar, primeiro de forma suave e com cadência. Em seguida, Richard se apoia no colchão e passa a usar mais vigor, fazendo as investidas mais fortes e profundas e a cada choque de corpos, ouvia-se o som oco de corpos suados se encontrando até que, mais uma vez, depois de intensas estocadas, ele sente Kate tremer e seu membro ser mastigado e comprimido pelo sexo pulsante dela, fato que o fez ficar mais excitado, pelo que passou a se movimentar com urgência e a gemer quase de forma selvagem e agressiva, tal o seu estado de excitação, levando-a a um segundo orgasmo, coincidindo com o seu próprio.

Após alguns segundos, de frente a ela, olho no olho, Richard dá um beijinho dela – Kate, eu te amo. Te amo muito e nunca vou cansar de repetir isto. E nem que passe mil anos, nunca vou ter como agradecer a Deus por Ele ter te colocado novamente na minha vida e na vida da Alexis. Não sei o que seria da minha vida sem você, babe. – Disse isso e a apertou nos braços, trazendo-a para si.

— Eu também te amo. Muito. Muito mesmo.

Sonolentos, eles se ajeitaram na cama, de conchinha, de modo que Kate apoiava suas costas no peito dele. Estavam empacotados pelo grosso e macio edredom e o ‘barbante’ do embrulho era o braço dele que passava por cima do corpo dela de forma protetora e acolhedora.

O som dos corpos se chocando, das respirações agitadas e das vozes dos dois ao declararem seu amor, foi substituído pelo silêncio e, posteriormente, pelo ressonar do casal que, exaustos, porém apaixonados, saciados e felizes, adormeceram.

continua...

Notas finais
E aí? Quem gostou ou não gostou, comentem... Se você não é cadastrado no NYAH FANFICTION, se inscreva... É fácil, seguro e é de graça. O site não fica te enviando mensagens para comprar nada. Apenas te envia aviso para o seu e-mail quando a história é atualizada, ou seja, quando um novo capítulo é postado... Somente isto, ou seja, é maravilhoso! E se gostou, ainda pode favoritar e recomendar... kkk Bjinhos, e até breve. Denise ============= Rick sorriu - https://static.squarespace.com/static/51b3dc8ee4b051b96ceb10de/51ce6099e4b0d911b4489b79/51ce61e6e4b0d911b44a4fbe/1337631857807/1000w/fillion5212012.jpeg CASKETT safadinhos - http://37.media.tumblr.com/95d0e28d0eb696141740fc1cb89f614d/tumblr_mudl2lQ7LW1soidzoo1_250.gif CASKETT na cama - https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/7b/26/f2/7b26f2761437f8bbfa69de34fa110ce1.jpg https://n1.picjoke.org/useroutputs/3324/2018-08-22/1-pt-0bd181be50e7b82f660de27946caa888.jpg https://n1.picjoke.org/useroutputs/3324/2018-08-22/1-pt-26f5945969cf8bb0733ae455bd1397cc.jpg https://n1.picjoke.org/useroutputs/3324/2018-08-22/1-pt-db4cb4ba97367db06435c222b3ee4aab.jpg