Notas iniciais
Estou muito contente, pois a cada novo capítulo que eu posto, aumenta o número de leitores que ‘clicaram’ para acompanhar a história e, consequentemente, aumenta o número de acessos que, somando com os leitores não cadastrados, aumenta consideravelmente o número de acessos a esta fic e eu só tenho a agradecer pela presença e pela confiança desta história que visa primordialmente o amor CASKETT. Sejam bem vindos, a história é nossa. Bjinhos para todos os leitores. Divirtam-se e boa leitura.

Anteriormente...

Do meio para o fim do capítulo anterior, Kate e Richard, de forma sensual e bem humorada, estavam analisando sobre a ida dele para Washington, D.C. e também sobre a nova vida de casados que teriam a partir do momento em que ele se mudasse pra lá, tendo o Richard, inclusive, a advertido para o fato de que a certidão de casamento seria apenas uma mera formalidade.

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Ainda em Nova York...

Sentindo-se completamente restabelecida do mal-estar e sem outro compromisso profissional em Nova York, Kate se encontrava no escritório de Richard e estava de saída rumo à Washington, D.C..

Chegada a hora da despedida, trocaram mais alguns beijos, carinhos e palavras de amor, só que um beijo puxava outro, um carinho puxava outro, a conversa não acabava e não conseguiam se separar.

— Difícil me separar de você, gatinho.

— Eu digo a mesma coisa, mocinha.

— É, mas eu vou ter mesmo que sair daqui, até porque você tem a tal reunião com o fornecedor e não vai ser eu quem vai te empatar... – ela sorriu e na ponta dos pés, deu o milésimo selinho nele. – Pronto, este foi o último... de agora de manhã... – ela piscou prá ele. – Eu e as meninas estaremos em casa esperando por você e pela Alexis.

— Kate, peraê... Bia e Annie já sabem que eu e a Alexis estamos indo hoje de vez prá lá e que moraremos todos juntos? – ele ficou curioso.

— Não, babe, as meninas não sabem. Não achei conveniente comentar com elas, porque se eu dissesse, já viu, né, tanto a Bia e quanto a Annie ficariam ansiosas e não iam parar de falar sobre isto. Você sabe como são suas filhas, né, elas são elétricas, além do mais, elas são muito pequenas e não têm muita noção de tempo e de muitas outras coisas relacionadas a sua mudança. Veja como eu pensei fazer: Você e a Alexis vão chegar, se instalar, passar o sábado, domingo, segunda, terça, quarta e por aí vai e acho que as meninas nem vão atinar para o fato de que vocês não vão retornar à Nova York. – ela esclareceu e, em seguida, ressaltou – Se a mudança fosse para pior, Nossa Senhora! Ah, meu Deus! Não gosto nem de pensar nesta hipótese... Deus nos livre! – ela revirou os olhos como nem quisesse mesmo pensar nesta alternativa — Aí, meu amor, tenha certeza que elas perceberiam imediatamente e sofreriam muito e me crivariam de perguntas difíceis. No entanto, como a mudança é para melhor – Kate abriu um lindo sorriso — talvez nem notem a diferença, porque vão gostar tanto de ter vocês todos os dias que vão se sentir num eterno final de semana. Com o correr dos dias, nós falaremos a elas que você e a Alexis vão morar lá. – sorriu.

— É, tá bom assim, amor. — Richard concordou com o pensamento de Kate.

— Entretanto, com a Alexis, que já é grandinha, a coisa já muda de figura sobre participar à ela da mudança, até porque, meu Deus, é ela quem vai se mudar. Tudo na vida da minha ruivinha será novo... Kate ficou com o semblante preocupado — ela terá toda sua rotina modificada... Casa, Escola, amiguinhos... Sabe, amor, eu estava pensando sobre a ida da Lex para Washington, D.C.... Eu sei que a Martha vai sentir falta de vocês dois, até porque sempre moraram juntos... Natural..., Mas a Alexis é uma criança meiga. Ela é adorável e muito sensível e vai sentir muita falta da avó, aliás, uma vai sentir muita falta uma da outra... Então eu pensei, já que você e a Alexis sentirão muita falta da Martha, ela, por sua vez sentirá muita falta de vocês dois e eu e a Martha nos damos super bem, ela me dá conselhos e carinhos de mãe e sei que ela gosta muito de mim, pois já me falou isto, eu te pergunto... Será que Martha não poderia ir morar conosco em Washington, D.C.?

— Eu também estava refletindo sobre isto, Kate, e até cheguei a comentar com a mamãe, e ela me disse que apesar de sentir muita falta da gente, ela tem compromissos profissionais relacionados ao teatro e também outras atividades referentes à carreira dela, como por exemplo a escola de teatro, mas ela me prometeu que irá nos visitar muitas vezes neste início, logo depois da mudança, porque assim, tanto ela quanto a Alexis não sofrerão tanto... E eu prometi à mamãe que a gente também viria visitá-la muitas vezes aqui em Nova York... Ou seja, querida – ele fez um carinho no rosto da noiva – Fique tranquila que tudo está sob controle.

— Então tá... Então mais um beijinho e eu vou embora.

Após o beijinho, Kate já estava quase saindo quando um pensamento passou por sua cabeça – Hey, Rick, a Antonella vai participar desta reunião?

— Não. Eu e a Antonella já nos reunimos anteriormente sobre o assunto da reunião de hoje... – ele a olhou curioso – Por que?

— Bem, é porque eu vou aproveitar que estou aqui com tempo livre porque não tenho nenhum compromisso profissional em Washington, D.C., vou bater um papinho com ela... Isto se o chefe dela permitir... – sorriu.

— Hummmm!!! Imagina! – ele fez um trejeito divertido no rosto – Eu conheço o chefe dela e te garanto que além de Bonitão, o cara é incrível e também é gente boa... O cara é completo!

— E pelo que posso perceber, também não é nada modesto... — ela ironizou e sorriu.

Ambos se divertiam com o jogo de pavras.

Richard reiniciou a conversa – Kate, sobre você ir conversar com a Antonela... Imagina se eu vou interferir ou proibir alguma coisa para ela... — Ele a olhou demonstrando despreocupação — Eu posso até querer que ela faça alguma coisa em especial, mas proibir de ela fazer alguma coisa? – ele torceu a boca — Não. – ele concluiu divertido – Aquela italiana ali sabe das suas atribuições e dos prazos dela... Aliás, vocês advogadas são bem exigentes com relação aos prazos, né?... Todos os tipos de prazos... Nos processos e nas demais atividades em geral... A Antonella tem tudo sob controle... E, segundo o marido dela, isso acontece também até na vida pessoal. – Ele se lembrou de algo e riu – Ela bota o Malcon doidinho. Ele diz que nada passa despercebido dela... – ele deu uma risadinha gostosa.

— Aaahhhh, quer dizer que vocês conversam sobre nós, é?

Como uma criança que é pega fazendo uma traquinagem, ele nega veementemente – Negativo, mocinha. – ele riu – Quando estamos reunidos socialmente nós, homens, falamos de tudo... Carro, viagem, negócios, política, informática, esporte, bebidas, falamos das nossas crianças e, ultimamente – torceu levemente a boca antevendo uma confissão e fez uma pequena pausa -, e às vezes, somente ás vezes, falamos um tiquinho das nossas mulheres... Mas só às vezes e só um tiquinho... – ele apelou para o gestual.

Sorriram.

— Tá, Rodgers... Faz de conta que eu acredito... – Kate apertou os lábios, indicado que não acreditava.

Continuando com o semblante divertido, Kate Indica o telefone fixo da mesa dele – Querido, deixa de conversa mole, até porque você não conseguiu me convencer... — piscou o olho para ele, provocando-o — e liga aí para o departamento da Antonella, faz um favor, quero ver se ela pode falar comigo ou se tá ocupada demais...

Ele telefonou e pôs o telefone no viva-voz.

A italiana atendeu a ligação telefônica e deve ter consultado o identificador de chamadas, pois já foi cumprimentando – Olá, Richard. Bom dia. Tudo bom? – sem dar pausa nem mesmo para o chefe responder ao cumprimento, ela continuou – Eu já ia te ligar... Preciso falar com você sobre esta reunião que você e o Malcon vão ter daqui a pouco com o fornecedor. Você leu o e-mail que eu te encaminhei com todos os detalhes sobre o contrato? Eu também te falei sobre os valores, os prazos, as multas, não foi? Eu relacionei tudo que eu e você conversamos ontem. Sei que você sabe de cor e salteado tudo sobre este novo contrato, mas não custa nada ler o meu e-mail... É bom para refrescar a memória, pois, ultimamente, você não pensa noutra coisa senão na minha linda amiga Kate e na sua mudança para Washington, D.C.. – ela sorriu e prosseguiu em tom de lembrete – E acho bom mesmo você pensa nela, viu, amigo? A Kate é uma criatura linda e é a mulher ideal para você. – e com voz grave, o advertiu — E faça-me o favor de não deixa-la escapar novamente, pelo amor de Deus!

Enquanto escutava a italiana, Richard piscou e sussurrou prá Kate – tá vendo o que eu te disse? A Antonella controla tudo mesmo... Ela monitora tudo, desde prazos, processos e contratos até o que não é do departamento nem da conta dela... – sorriu.

— Falou alguma coisa, Richard? Eu escutei sua voz... Longe mas foi sua voz – Antonella indagou.

— Não, Antonella... – ele disfarçou — Eu só estou preocupado de você ficar sem ar, porque você não para de falar nem para respirar.

— Oh, como você tá engraçadinho hoje – ela imitou o som de risada – rárárá!

Kate entrou na conversa — Este moço é muito engraçadinho mesmo, viu, amiga... Aliás, eu, particularmente, o acho uma graça! – risonha, Kate já levou a conversa para o nível do duplo sentido e os três riram.

— Hey, Kate, bom saber que você está aí com este cara. Como foi a sua reunião lá na “NICE CLOTHES” ?

Enviando ao noivo um olhar fofo, ela comenta — Querida, depois eu te falo sobre a reunião lá na outra fábrica. Olha, Adorei saber que o Rick não pensa noutra coisa, senão em mim. – sorriu – bom saber... – sorriu.

— Pois é, amiga... Não posso mentir... De dez coisas que ele fala comigo e com o Malcon, nove dizem respeito a você.

— Moças, peraê!!! Eu estou aqui... — Richard finge constrangimento— Não falem de mim como se eu não estivesse presente...

Sem dar atenção a ele, Antonella chama Kate — Amiga, deixe este homem aí estudando o assunto da reunião e venha para minha sala. Vamos conversar, inclusive você me conta com foi sua reunião na “NICE CLOTHES” – a italiana disse divertida.

— Eu pedi ao Rick para te ligar justamente porque eu queria saber se você poderia me receber... Eu quero falar com você.

— Pois venha. – Antonella repetiu o convite.

— Já, já, estarei aí.

— Venha mesmo. Estou esperando... E , olha, poderemos almoçar juntas, se você quiser e puder, porque a reunião do Malcon e do Richard vai entrar pela tarde e, com certeza, não vai parar nem na hora do almoço... Eles devem fazer a refeição durante a reunião.

A ligação foi desfeita logo que decidiram conversar e que mais tarde, almoçariam juntas.

Richard, torcendo a boca, comentou – Viu que eu te disse? A Antonella tá ligada em tudo... Prazos, horários... – ele sorriu – até no que diz respeito aos meus pensamentos, ela quer se meter... Coitado do meu amigo Malcon...

Na mesma sintonia brincalhona do noivo e com o objetivo de provocá-lo, Kate o informou de que a amiga estava certa. – Bem faz ela em ficar ligada...

— Ah, é, é?... Ok! Ok! Ok! Eu reconheço. Ela é fantástica! Na verdade, o casal é fantástico, em todos os sentidos, profissional e pessoal. – Richard agora falava sério.

Piscando marota para ele, Kate, o lembrou da advertência da amiga – Acho bom você abrir logo seu e-mail e passar as vistas nas observações da Antonella, amor, antes que ela te dê uma outra reprimenda. — sorriu da cara de espanto que ele fez -. Vá lá...

— Sim. Vou fazer isto mesmo.

— Olha, vou conversar um pouco com a Antonella. Mais tarde vamos almoçar e logo em seguida vou para o JFK. A gente se vê à noite. Estarei esperando ansiosa.

Eles estavam em pé, ao lado da mesa dele, quando Rick a puxou pela cintura e deixou-a grudada ao seu corpo – Babe, bom almoço e boa viagem. – deu um selinho nela.

Ao ser puxada por Richard, Kate passa os braços pelo pescoço dele e distribui beijinhos pelo seu rosto.

— Obrigada, babe. E você... – piscou -, boa reunião e boa viagem. Eu já te disse. Estarei te esperando. – deu outro selinho.

Kate seguiu em direção à porta e, ao abri-la, olhou para ele, piscou o olho e dando uma risadinha de provocação, ela falou baixinho – Adorei saber que eu ando dominando seus pensamentos...

— Mas é verdade, querida. – ele respondeu sincero. — Completamente dominado.

Kate se despede de Richard, manda um beijo no ar para ele e sai da sala.

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Na sala da Antonella....

Após os cumprimentos iniciais, Kate, com ar preocupado, puxa a amiga pela mão em direção às poltronas e se sentam.

— Hey, Kate, que cara é esta? Você está me deixando preocupada. Você estava tão risonha lá com o “Big Boss”...

Kate desabafa e em tom de suspense, ela começa — Menina! Nem te conto... Bem, se eu consegui enganar você, então quer dizer que também consegui enganá-lo...

— Ãããhhnnn!!??? – Antonella fez cara de quem não estava entendendo nada... – Como assim, Kate? Vá devagar... Explica aí direitinho porque não estou conseguindo acompanhar seu raciocínio...

Kate se apruma no encosto da poltrona, respira fundo e inicia o assunto. – Antonella, você não faz ideia do que eu vou te contar...

— Se o seu objetivo é me deixar tensa, querida, você conseguiu. – a italiana tentou fazer chiste, mas nem ela mesma achou graça.

— Não, querida. A última coisa que eu quero é te deixar tensa. Acredite. Mas preciso muito ouvir sua opinião... – desviou os olhos da italiana ao pensar em algo — Mas também quero ouvir a Lanie... – tenho uma ideia, ela confessou – Vamos falar com ela... Tomara que eu tenha sorte de agora ela estar num intervalo entre uma paciente e outra. Aí vai ser ótimo.

Kate pegou seu iPad na bolsa e convidou a médica, para uma vídeo chamada e, por sorte, Lanie atendeu de imediato.

— Hey, Kate! Que surpresa é esta – a médica consultou o relógio... – Estamos no meio da manhã... A senhora não trabalha mais, é? – como sempre, de bem com a vida, Lanie fez uma das suas piadinhas.

— Oi, Lanie. Papo sério! – nem deu pausa, e foi logo ao ponto – Você tem um tempinho prá mim, amiga?

Já ciente do horário, a médica assentiu — Sim, querida, mas tenho uma paciente logo mais.

— Então serei mais breve ainda. Olha, estou aqui em Nova York, mais precisamente na sala da Antonella, na RODGERS’s. – Kate olhou para a italiana e a chamou — Vem cá, Antonella.

Antonella arrastou sua poltrona para ficar colada à de Kate, assim, a webcam pegava as duas, com facilidade.

Após os cumprimentos das amigas, Lanie resmungou. — Kate, você pode, por favor, ir direto ao assunto, porque além de estar sem muito tempo, eu estou aflita.

— Eu fiz este mesmo comentário, Lanie.

— Então vou cortar uns detalhes, mas evitem me interromper.

Dito isto, Kate resumiu a conversa que tivera com a indiana. Narrou suas impressões sobre a moça com relação a sua beleza e simpatia, também sobre o empenho da moça em fugir da casa para se casar com seu namorado proibido, sem omitir as intenções amorosas dela para como Richard, o que levou Kate a passar mal por fim, com um pouco mais detalhe, descreveu o impacto visual que Kelly e Richard tiveram ao se conhecerem.

A cada parte da narrativa, tanto Lanie quanto Antonella ficavam mais chocadas e não conseguiam esconder suas expressões que iam de angustia a raiva, passando por compaixão, dada ao estado de carência da indiana.

Para arrematar, Kate falou do receio que tem de Richard ficar sabendo do interesse real da indiana sobre ele, razão pela qual tem intenção em omitir todas estas informações dele.

Após concluir sua narrativa, Kate pergunta a opinião das amigas e Antonella foi a primeira a se manifestar – Ah, quer dizer que a “mulher invisível” é um espetáculo de simpatia e de beleza, é? E também teve todo este clima de tensão, de olhares e silêncio quando Kelly e o Richard se viram... Hummm!!! Mas não há de ser nada não, Kate, porque você é linda, inteligente, simpática, maravilhosa, mas mesmo se não fosse nada disto o Richard te ama e, como eu te falei mais cedo, de dez coisas que ele fala comigo e com o Malcon, nove dizem respeito a você, então, querida, o placar está KATE BECKETT "UM” ❌ KELLY WILKER “️ZERO”. Contudo, querida, você tem que considerar que ela é obstinada. Ela é uma mulher forte e de fibra. Não é qualquer mulher que desafia a família para se casar com o homem amado. E no caso dela, não é uma família qualquer... Estamos falando de uma família regida por uma tradição milenar, onde não é a moça que traça seu destino... Ela apenas obedece ao que a família determinar. E a Kelly desafiou tudo e todos e fugiu não só de casa para casar com o namorado, ela fugiu do país porque queria casar com o homem que ela própria escolheu e, com ele, constituir família, pisando em todas as tradições. A firmeza dela é tão grande que desde aquela época, em nome do amor, nunca mais manteve contato com ninguém da família, nem mesmo a mãe de quem ela morre de saudades. Por mais que ela tenha encontrado uma comunidade com pessoas da terra dela, nada se iguala a sua própria família e desde aquela época a família dela se resumiu ao marido e a filha... ela é uma mulher forte que só pode contar com ela mesma. Ela não pode recorrer à mãe, muito menos ao pai, ela está sem irmãos, sem tios e sem primos e hoje, ela só tem a filha. Então, neste caso, a coisa fica complicada com relação aos desvarios dela quanto a fixação de se casar com o Richard. Ela se deu conta de que ainda é nova, bonita e que está carente... Está louca para dormir de conchinha e fazer ousadia – a italiana deu um leve sorriso, levando as outras a sorrir também. – Ai, meninas, desculpe, sei que o caso é sério, mas tive que fazer esta piadinha. Bem, voltando a falar sério, de acordo com o que você contou, Kate, a criatura estava 100% determinada a se casar com o Richard e tinha até planos de unir corpos e fortunas... Portanto, com a fibra que ela demonstrou ter, ela te informou que quer casar com o Richard, e, se não estou enganada, ela não vai desistir...

— Eu concordo com tudo que você falou, Antonella – Lanie opinou – Ela lutou por um amor impossível. É uma guerreira. E também estou com as mesmas dúvidas, amigas: Será que o fato de saber que ele é casado faz com que ela saia do páreo? Será que ela realmente desistiu dele? Será que ela acreditou mesmo no que você disse sobre ser casada com ele? Do mesmo modo que você, ao analisar o Contrato Social e as Alterações Contratuais da empresa dela, viu que ela era viúva, será que ela também já não fez esta mesma pesquisas com relação aos documentos e contratos da RODGERS’s e lá ela descobriu que o Richard é divorciado?

Pensativa, Kate respondeu – É, eu não tinha pensado nisto.

— Pois pense, amiga. – Lanie opinou — Pense. E pense se vale a pena você omitir certas informações do Richard. Ou você confia ou não confia no amor dele. Não existe essa de confiar pela metade.

— Então, vocês acham que devo contar ao Richard que aquela indiana linda, simpática, maravilhosa quer casar com ele? É isto? – Kate estava confusa.

Antonella tomou a palavra – Mais uma vez eu tenho que concordar com a Lanie. Kate, eu acho que você não deve omitir estas informações do Richard, até porque, se você contar tudo para ele, ele já vai estar prevenido caso esta louca resolva fazer uma surpresinha para ele e aparecer do nada aqui na RODGERS’s, mesmo sem marcar hora.

— Vai ficar difícil ela fazer isto porque ele vai se mudar para Washington, D.C.... – Kate tentou argumentar, mas foi interrompida por Antonella.

— E daí, Kate. E daí? Ele vai morar em Washington, D.C., querida. Washington, D.C.. Isto é fichinha... Huummm!!! Esta mudança de estado não é nada para ela que mudou de pais e de continente somente para casar com o homem que ela queria. Washington, D.C. é logo ali.. E tem mais, meninas, Rick até vai comandar a empresa por meio do seu escritório lá em Washington, D.C., mas ele virá aqui com frequência para reuniões e também para as visitas semanais que ele faz no galpão da fábrica. Então, garotas, ela pode muito bem ficar sabendo destas visitas e programar uma surpresinha prá ele... Nada melhor e mais emocionante do que estas surpresas...

— Ai, meu Deus! Agora fiquei tensa. O que é que eu faço? – Apesar de ser muito segura de si, naquele momento Kate estava visivelmente aflita. — O que é que eu faço? — ela repetiu.

— O que é que você faz? Simples. — Antonela tentava acudir a amiga — Você não vai falar agora com o Rick sobre isto. Nadinha mesmo. Você vai espera ele chegar lá e se acomodar. Deixe passar uns dias para dar tempo ele ficar completamente à vontade no seu apartamento. Por mais que ele já esteja acostumado com o seu apartamento, querida, uma coisa é passar finais de semanas alternados e outra coisa é morar definitivamente lá. Então, assim que ele estiver tranquilo, você toca no assunto com ele, mas não demore muito para tocar no assunto e quando fizer, não pinte a cara dela de monstro. Nada de ficar hostilizando a moça. Ouça o que eu estou dizendo: não a critique mesmo. Não fale nada contra ela. Não o ajude a formar opinião. Deixe que ele próprio faça um julgamento sobre ela e sobre os devaneios dela. Dê tempo para ele refletir sobre a ideia de ter outra mulher interessada nele com a clara intenção de se casar com ele.

— Kate, percebo que você está indecisa sobre contar tais coisas para o Richard. — Lanie opinou — Mas pense assim: Ao você confidenciar a ele sobre as intenções da indiana com relação a ele, Richard não vai se sentir confortável em omitir nada de você. Então, mesmo que você não toque mais no assunto com ele, ele vai estar consciente de que você está de olho, ou seja, vai saber que você vai estar ligada e o mais importante, ele vai fazer a dedução lógica de que você é segura não só dos seus sentimentos com relação a ele, mas também dos sentimentos dele em relação a você. Pense nisto amiga.

— É, estou pesativa. – Kate ainda não sabia o que fazer... Se iria manter sua ideia inicial de omitir ao Richard sobre a intenção de Kelly em se casar com ele ou se iria reconsiderar tal ideia.

Logo depois Kate complementou – Mas se eu resolver contar a ele sobre as intenções da Kelly, eu não vou contar que passei mal ao ouvir tais loucuras.

— Eu também acho que essa parte da história você, realmente, deve omitir porque não vai ajudar em nada ele ficar sabendo. – Antonella opinou.

— Já eu acho que você deve contar, sim. — Lanie comentou — Você deve contar que passou mal ao ouvir tais baboseiras daquela mulher, e que, inclusive, passou tão mal que até ficou com medo de perder os bebês...

Kate a interrompeu – Ai, que horror, Lanie!

— Kate, querida, eu, mais do que ninguém, sei que seus bebês estão maravilhosos. Sei que você está tendo uma gravidez perfeita e, ao que tudo indica, vai ser igual ou melhor do que a gravidez das meninas, mas deixá-lo um pouquinho assustado e se sentindo culpado não vai te fazer mal... – sorridente, Lanie se dirigiu à italiana – O que é que você me diz disto, Antonella?

— É, olhando por este ângulo, achei perfeito, Lanie. Perfeito! Você não estará fazendo nada de mal, Kate. Isto não vai afetar ninguém negativamente, nem para a Kelly você vai fazer maldade. Você só estará fazendo algo em prol do seu do amor e da sua família, porque sabe que ele te ama e não quer te perder. Até porque, Kate, não é você quem está tentando tirar marido de ninguém... Tudo bem que ninguém é de ninguém, as pessoas são livres, mas, atualmente, o Richard está com você e se Deus quiser, para a vida toda.

— Peraê, peraê, peraê! Vocês já estão me confundindo...

— Ai, quanto drama, Kate! – Lanie caçoou da amiga. – Você é inteligente, Kate, e entendeu, sim, o nosso ponto de vista.

Kate fez uma cara de que realmente estava confusa — Não, meninas, é sério! Vocês acham que eu devo contar ao Rick tudo que se passou no escritório da “NICE CLOTHES” hoje pela manhã, indo desde o momento em que Kelly narrou a apreensão dela ao saber que estava prometida para o amigo do pai, passando pela fuga, o casamento e a viuvez dela, sem esquecer, lógico, de narrar as intenções matrimoniais da Kelly antes dela saber que ele era meu “marido” – gesticulou o sinal das aspas e continuou explicando – Também devo falar para ele que ela me confidenciou que por se achar ainda jovem e cheia de vida, ela quer casar novamente e que o homem que ela escolheu é nada mais nada menos do que ele? Vou contar também que eu levei um choque ao saber que Kelly queria se casar com ele e que foi naquele momento que passei mal e finalizo contando sobre a minha percepção dos olhares quentes que ambos trocaram assim que ele pisou no escritório dela?... – Kate ficou pensativa.

— Isto mesmo. Sabia que você tinha entendido. – Lanie a elogiou.

Um tanto quanto aflita, Kate ponderou — Na minha visão de advogada, eu acho que eu ficarei vulnerável ao revelar minha alma para ele...

— Querida, não veja isto sob a ótica de advogada, porque o assunto é pessoal. Vá por mim... – Antonella a orientou — Veja sob a ótica de MULHER, especificamente da mulher que não quer perder o homem que ama. Você não estará trapaceando ou mentindo, muito pelo contrário, você estará sendo sincera com ele. Aliás, não só com ele, mas com você mesma.

— E o melhor, Kate, por mais que eu saiba que ele te ama muito e que você é a mulher da vida dele, quando o Richard souber que Kelly está ou esteve interessada nele, ele vai ficar de sobreaviso para qualquer tentativa de investida dela e, também, na hipótese dela atacar, ele vai pensar mil vezes antes de fazer qualquer besteira.

— Tá, certo. Vocês me convenceram. Eu já arrumei estas ideias na minha cabeça e vou ver a melhor forma e o melhor momento para eu conversar com ele. Obrigada, meninas. — Fazendo uma cara de que tinha lembrado de algo, Kate voltou a falar — Uma última coisinha, meninas. – olhando diretamente para a italiana, Kate comunicou – Antonella, eu quero te dizer que você precisa encontrar um meio jurídico de convencer o Richard a não comprar ações da “NICE CLOTHES”. Eu odeio o ideia de vê-los ligados por uma sociedade, tendo que participar de reuniões, trocas de ideias, telefonemas... Odeio!

— Querida, — Antonella se manifestou e com um risinho malicioso no canto da boca, anunciou – Querida, você é a única pessoa que pode conseguir fazer com que ele desista desta ideia maluca de entrar na sociedade da “NICE CLOTHES”. Aliás, tanto a Kelly quanto o Richard, os dois até que combinam neste ponto... Os dois têm ideias malucas...

— Antonella Symens! – Kate a olhou assustada – Amiga, eu sei que você é brincalhona igual a Lanie e falou somente para me provocar, mas nem de brincadeira, por favor, eu quero ouvir o nome do Richard envolvido com o nome daquela maluca. Socorro! Eu não consigo pensar na hipótese de eu perder o Richard novamente, garotas. Eu o amo tanto e sei que ele me ama. Por isto é que eu quero que ele esqueça a “NICE CLOTHES”. – Kate estava com voz de sofrimento.

— Desculpe, Kate, estava só brincando. — Antonella se retratou.

— Eu sei, Antonella, eu sei... Eu também te peço desculpas porque estou morrendo de medo.

— Pois é, Kate, como eu já te disse, você é a única pessoa que pode conseguir fazer com que o Richard desista desta ideia maluca de participar da sociedade da “NICE CLOTHES”.

— Huummm!!! Mas não sei como... Vou pensar numa maneira de falar com ele.

Naquele momento, Lanie avisou que precisava desligar porque estava no horário da sua próxima paciente.

Depois de Kate agradecer às amigas pela força e pelas ideias maravilhosas que elas deram, trocaram cumprimentos e a vídeo-chamada foi encerrada.

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Após almoçar com a Antonella num pequeno e maravilhoso restaurante italiano, onde riram e conversaram bastante, Kate foi ao JFK para seguir viagem de retorno à sua casa.

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Em Washington, D.C....

A noite chegou e com ela também chegaram o Richard e Alexis.

Como acontecia em todas as sexta feira, seja em Nova York, seja em Washington, D.C., o reencontro era cheio de abraços, palavras fofas e beijos trocados por todos.

A felicidade e o amor reinava naquele apartamento em Washington, D.C..

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A semana passou rápida quando na quinta feira, por volta da meia noite, Kate, deitada com Richard após terem feito amor, repousava a cabeça e o braço direito sobre o peito dele, ambos nus, quando ela decidiu que chegara o momento de tocar no assunto “Kelly Wilker” e contar a ele sobre as intenções da indiana de se casar com ele.

— Amor, eu queria te contar uma coisa... Na verdade, eu queria completar o que eu já falei... — ela usou uma voz doce e fazia carinhos no peito dele.

— Hummm!! O que seria? – ele fez graça.

Kate se sentou e com as vistas procurava algo para se cobrir, quando avistou sua camisola na poltrona ao lado da cama. Apanhou e vestiu a peça larga e comprida de malha leve, que mais parecia uma camisa de jogador de futebol e retornou ao lado do noivo, desta feita, sentada.

— Hummm!! Quanto mistério! – ele tornou a fezer graça.

— Bem... Lembra que eu passei mal na sexta-feira passada, lá em Nova York?

Avexado com o assunto, Rodgers se sentou e, assustado, a crivou de perguntas – Você voltou a se sentir mal? O que você está sentindo, Kate? O que você tem? Quando começou? Como estão os nossos bebês?

— Calma, homem! – ela foi até Richard e distribuiu um monte de selinhos pelo rosto dele. – Eu estou bem. Muito bem mesmo – afagando seu ventre plano, ela completou sorrindo feliz – E os nossos pequeninos estão muito bem também... Se eu estou bem, eles também ficam bem.

— Gelei! – ele encostou-se à cabeceira da cama e ficou a espera do assunto que ela queria falar.

— Amor — Kate começou -, assim que cheguei à “NICE CLOTHES” na sexta-feira passada, eu...

Kate narrou para ele tudo que se passou dentro da sala de Kelly, sem omitir um único detalhe, sendo interrompida por ele em alguns momentos, com alguns comentários pertinentes.

Ao final, quando ela revelou o real motivo que a levou a passar mal ele ficou irado – Essa mulher é desvairada, é?... Quer dizer que ela botou na cabeça que quer se casar comigo? Foi isto mesmo que você falou? — ele olhou para a noiva e ela fez sinal afirmativo com a cabeça — Ela deve ser louca! Completamente louca! Só pode ser para falar uma asneira desta.

Como fora advertida pelas amigas de que não deveria criticar a moça, Kate não emitiu sua opinião, apenas reforçou o que já havia falado. – Babe, a Kelly Wilker botou na cabeça que queria te conhecer e que ia fazer de tudo para você se apaixonar, porque, segundo ela, além de beleza e charme, ela tem artifícios para te atrair.

— Kate, estou boquiaberto e ao mesmo tempo muito chateado com toda esta situação. E pensar que você passou mal por conta destas baboseiras que ela disse? – ele a puxou para si e a apertou forte. – Meu amor, você passou mal porque ficou tensa. Querida, ninguém nem nada neste mundo vai me separar de você. Acredite. Esta mulher é louca!

Soltando-se lentamente dos braços dele, Kate o olhou de forma meiga – Mas é que... – parou de falar porque ficou em dúvida se devia ou não continuar falando, mas depois decidiu prosseguir e, neste momento lágrimas desciam por suas faces. Kate tentava secá-las, mas elas não paravam de descer.

Com carinho Rick secava as lágrimas que iam descendo — Eu te amo, Kate. Muito.

Titubeante, baixinho e lentamente ela olhou nos olhos dele e expôs – ... Mas é que eu vi o modo como você a olhou assim que entrou na sala dela... Você ficou enfeitiçado... Eu vi, Rick... Não foi ninguém que me contou... Eu estava lá. Você a mediu dos pés à cabeça, não deixando um só ponto sem ser minuciosamente apreciado e, pela expressão que você fez naquela hora, você gostou do que viu.

— Mas Kate, você há de convir que ela é linda!

Ao ouvi-lo dizer que a moça era linda, as lágrimas desceram mais fortes e ela tentava a todo custo parar de chorar — Esses hormônios.... Eu não tinha nada que chorar agora. — triste, ela se queixava e, visivelmente enciumada ela o repreendeu – Richard Rodgers!

Ele tentava secar as lágrimas dela – Babe, eu apenas falei que ela é linda, nada mais. Eu a olhei e, com exceção do aperto de mãos ao cumprimenta-la, eu sequer toquei nela, aliás, não tenho a mínima intenção de fazê-lo, porque eu só tenho olhos para você, Kate. Eu até posso achar mil mulheres lindas, do mesmo modo que você, com certeza, acha mil homens bonitos, mas uma coisa é olhar e achar bonito, outra coisa é tocar e pior ainda, se envolver.

— Eu sei... Mas é que...

— Você ficou com ciúmes, foi? – ele a abraçou novamente e, carinhosamente secou as lágrimas, beijou o topo de sua cabeça e deu um leve sorriso.

— Não... Foi... Não... – ela gaguejou em sinal de que estava atrapalhada.

— Não importa se você ficou ou não ficou com ciúmes, Kate, muito embora eu esteja apostando que você ficou.

— Se isso era para ser uma piada, eu não achei graça. — Ela reclamou.

Ele sorriu novamente e intensificou o abraço – Mas uma coisa é certa, eu te digo que você até deve ver por aí milhões de caras e considerá-los bonitos e coisa e tal, mas eu te juro que me seguraria para não explodir, ou seja, Kate, eu também ficaria morrendo de ciúmes se fosse uma situação inversa.

— Tá. Eu fiquei com ciúmes, sim. – ela falou tão baixinho que ele quase não a escutou.

Ele a afastou um pouquinho, o suficiente para continuar conversando olhando nos olhos dela — Kate, amor da minha vida, Há muitos anos, desde o primeiro momento que eu te vi, meu coração já era seu. Eu já te falei... Foi amor à primeira vista e não tive prá onde correr, aliás, eu não queria fugir. Eu queria era ficar ao seu lado mesmo. Depois de muito penar para ter você, eu finalmente consegui e a gente começou a namorar e alguns anos depois, ficamos noivos e... – ele aperta os lábios e os retorce em sinal de angústia -... e pulando este hiato desagradável, seis anos de sofrimento, hoje estamos novamente noivos e eu continuo loucamente apaixonado por você, talvez até mais. Meu coração é somente seu. Ele pertence única e exclusivamente a você. Eu te amo, Kate e escolhi você para passar o resto da minha vida. Então, bobinha, nada de ficar preocupada com esta indiana maluca. Deixa ela lá com os desvarios dela. Nada de chateações ou preocupações com ela, inclusive para você não sofrer mais e também para não prejudicar estes meus garotões – ele a apertou novamente e afagou a barriga dela.

Achando boa aquela oportunidade, Kate, com voz mansa e dengosa pediu – Querido, posso te pedir uma coisa?

— Tudo. Tudo que você quiser e muito mais. – ele falou gracejando.

Sem rodeios, ela fez o pedido — Não quero que você compre ações da “NICE CLOTHES”. Quero que você pare com esta ideia fixa de ter ações daquela fábrica. – Ela saiu do abraço dele, se afastou e ficou de frente e, agora com um sorrisinho maroto, para diminuir a tensão, ela o informou – É desejo de grávida, amor...- Continuando com o sorriso malicioso, ela mordeu o canto inferior direito dos seus lábios — Eu desejo que você nem passe na porta daquela empresa, muito menos pense na hipótese de comprar ações dela. Falar com a dona dela, então, vixxche!!! Nem pensar!

Ambos sorriram com aquela tirada dela, então ele aquiesceu – Desejo concedido. – riu novamente – Nem se fala mais naquela mulher nem naquela empresa. Está totalmente fora de cogitação. Vou falar com a Antonella para arquivar definitivamente a papelada e documentos referentes a “NICE CLOTHES”. Os documentos vão para o arquivo morto. – olhou para a noiva – E aí?

— Acho até que você podia mandar incinerar os documentos, ao invés de encaminhá-los ao arquivo... E também deletar os arquivos do computador. todos eles, porque você não vai mais precisar deles... — ela continuava com o olhar malicioso — Bem, esta é a minha opinião.

Sentindo-se leve e feliz por ter conseguido conversar e concluir de forma serena sobre aquele difícil assunto com ele, Kate se jogou nos braços do noivo e falava sem parar – Te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo... – e em seguida, de forma sensual, ela ofereceu seus lábios para um beijo que foi correspondido de forma espetacular. Os beijos esquentaram, e provocaram emoções quentes e eletrizantes conhecidas de ambos. Um beijo se transformou em novos beijos, vieram toques, carinhos, declarações de amor, palavras doces, sensuais, provocantes e eróticas e, mais uma vez naquela noite, a camisola e o edredom foram jogados longe porque naquele momento Kate e Rick não precisavam de roupas. Um precisava apenas do corpo e das emoções do outro. Foi um festival de braços, abraços, mãos, toques, beijos, lambidas, sugadas e sexo, muito sexo, sexo da melhor qualidade, com muito tesão, paixão e amor.

A melodia do sexo era excitante e os impelia a mais e mais... o arfar das respirações pesadas..., os elogios, as dicas, as palavras e os pedidos de cunho eróticos ditos com voz rouca... o som oco dos corpos suados se chocando e por fim, os gemidos da satisfação ao alcançar o tão desejado orgasmo.

Continua...

Notas finais
E aí? Preciso ouvir vocês... —------- Kate apertou os lábios - http://s2.favim.com/orig/36/happy-kate-beckett-lucky-smile-Favim.com-297682.gif Kate mega feliz - http://media.tumblr.com/tumblr_lt7k1ndVyO1qextzn.gif Antonella - http://i.ytimg.com/vi/owiK5lQv6OI/hqdefault.jpg Lanie resmungou - http://vignette3.wikia.nocookie.net/castletv/images/2/27/LanieParish-MurderHeWrote.png/revision/latest?cb=20121103210210 Kate pensativa - http://24.media.tumblr.com/4feeae6fe604f69b506625e929df7030/tumblr_mw7y2vDr7x1qli0cno1_250.gif abraço CONFORTANTE - http://images6.fanpop.com/image/photos/32200000/Caskett-5x01-castle-32285680-500-281.jpg