Amor de Ontem, Hoje e… Sempre⏳⌛⏳
63 Assistindo filmes
Notas iniciais
Aquela quarta-feira estava sendo mágica. Kate estava radiante de felicidade em poder presenciar a alegria das filhas ao lado de Richard... Pai e filhas... Os três estavam ali... Abraços, beijos, conversas, risadas... O pai, que, só com muita ajuda e força Divinas, ela, conseguindo isolar e disfarçar seu sofrimento pessoal, 'construíra' nas cabecinhas inocentes de Bia e de Annie a imagem ideal de um pai dedicado, amoroso, cuidadoso, apaixonado que, apesar de "viajar" muito à trabalho, era um homem perfeito.
Não foi fácil, muito pelo contrário, foram momentos, meses e anos terríveis que ela passara, sonhando com o dia em que ela conseguiria furar a barreira da raiva dele a fim de convencê-lo a recebê-la com o objetivo de revelar que ela tivera duas filhas dele, quebrando, assim, a resistência e o amargor que ele adquirira. O sonho dela era que as filhas tivessem um pai não só nas fotografias... Mas um pai de carne e osso... Um pai que, mesmo não morando na mesma casa, fosse um pai presente. Um pai que lhes daria à mão, daria abraços, beijos, carinhos, afagos, mimos e, um pai que escutaria e solucionaria suas dúvidas... acima de tudo, um pai a quem elas poderiam contar para toda e qualquer situação... Boa ou ruim...
Durante todos estes seis anos, ela ansiava com o dia em que aqueles três se encontrariam... pai e filhas. E para a felicidade se completar, fantasiara também com o dia em que as gêmeas conheceriam Alexis e Martha. Nem nos seus mais loucos delírios, ela se imaginara ali, compartilhando daquela alegria.... E o melhor, ele não estava 'de passagem' e ela não era apenas uma 'mera coadjuvante' ou mesmo uma 'mera espectadora'. Não. Muito pelo contrário, ele seria uma figura permanente e faria parte do cotidiano delas naquela casa e ela, assim como ele, estava ali na condição de protagonista, pois agora formavam uma família, e os dois eram realmente um 'casal' no sentido bíblico da palavra, onde existia amor e paixão, com a comunhão dos corpos, com a convivência e cumplicidade, visando a construção mútua de um projeto.
Kate despertou do seu devaneio ao ser chamada por suas filhas — Mamãe, mamãe, venha...
— Não fique aí, mamãe... Venha. Venha sentar aqui com a gente. — Bia a convocou para se juntar ao trio animado.
Assim que Kate se reuniu a eles no tapete, Annie indagou — Mamãe, porque você ficou parada olhando pra gente?
Kate disfarçou a surpresa à pergunta da filha — Oh, querida, eu estava ali, quieta e caladinha só olhando para vocês três... minha família — fez uma pausa, trocou olhares com Richard e prosseguiu — ... a imagem da perfeição.
Annie nem percebeu a troca de olhares emocionados de seus pais e, como qualquer criança daquela idade, tinha se dado por satisfeita com a resposta da mãe e já estava pensando em outra coisa e se dirigiu ao pai — A Alexis está lá em cima?
Em resposta, Kate fez sinal negativo com a cabeça — Não, querida. sua irmã não veio. Ela ficou em Nova York.
Oh! — Sem entender, Annie, de forma doce, quis saber — Porque a Alexis não veio, papai?
— Ah, querida — Rick explicou -, a Alexis tem aula amanhã, igual a vocês...
— Aula amanhã? — Bia franziu a testa e pareceu inconformada, porém, não fizera birra. — E amanhã ainda tem aula, Mamãe?
— Tem, sim, querida. Amanhã ainda é quinta-feira e depois de amanhã será sexta-feira e nestes dois dias vocês ainda têm que ir à escola, portanto, gatinhas, nada de muita agitação, senão vocês vão dar trabalho para dormir e por mais que vocês queiram fazer estripulia com o papai, acho melhor pegar leve... Podem brincar, se divertir, aliás, a mamãe ama ver vocês assim, alegres.
Naquele momento Beth surgiu e quis saber — Dra. Beckett, com licença, o jantar já está pronto. Serão vocês quatro ou as meninas vão jantar sozinhas?
Kate deu uma piscada para Rick como quem pede opinião, recebendo um leve aceno positivo, em sinal de que concordava e, confirmando tal ideia, ele, animado, faz uma convocação geral e se dirige às filhas — Que tal nós jantarmos?
— Eu estou com fome, mamãe. — Annie afirmou.
— Eu também — Bia passou a mão pelo seu estômado de forma divertida.
— Ah, fico feliz em saber que minhas bonecas vão comer direitinho. — Richard anunciou feliz.
— Beth, nós vamos lavar as mãos enquanto você arruma a mesa na sala de jantar, ok, querida? — Kate orientou a moça.
O jantar transcorreu animado, com as meninas fazendo perguntas divertidas para os pais e ao final as duas pediram para assistir a um filme com os pais.
— Ok! Vocês querem assistir qual filme? — Richard queria saber.
— "FROZEN — UMA AVENTURA CONGELANTE" — as duas responderam ao mesmo tempo, fazendo todos sorrirem diante da coincidência.
— Que linda escolha, meninas — Kate corroborou a escolha das filhas, deixando-as contentes com a aprovação da mãe e, em seguida, confidenciou baixinho somente para Rick ouvir — Pela milésima vez — e acrescentou num tom normal para todos — É uma opção maravilhosa! Sabe, amor, você já assistiu a este filme?
— Não. Alexis assistiu com as coleguinhas da escola e eu fui vetado... — falou triste, como se estivesse se queixando...
Kate prosseguiu -É um filme lindo e muito bem feito. Ele resgata a tradição dos maravilhosos clássicos da Disney e traz lições de amor fraterno com duas lindas princesas, além de destacar um reino com moradores cativantes e, mostra também uma tragédia familiar, que faz todos refletirem e, te juro, arranca lágrimas de muitos marmanjos.
— Papai, este filme conta a história de duas princesas. — Bia começa a explicar.
Annie a interrompe — A mamãe fala que eu e a Bia somos as princesas dela.
— Minhas também, meus amores. Vocês também são minhas princesas... Vocês duas e a Alexis. — Rick joga no ar um beijo para cada uma das filhas. — Vocês são minhas duas princesinhas e a mamãe de vocês é a minha Rainha. Uma Rainha linda e maravilhosa! — ele lança à Kate um olhar apaixonado, recebendo o mesmo olhar de volta.
— Sabe, pai, as duas princesas do filme são Anna e Elsa. — Annie, empolgada, conta ao pai a história do filme — Tem também o Hans que é amigo delas e é muito bonzinho, tem o Olaf, que é um boneco de neve que Elsa criou e é engraçado — Annie dá uma risada engraçada ao lembrar do boneco — Ele é engraçado porque ele sonha em experimentar o verão. Imagina, um boneco de neve debaixo de um sol de verão! Ele iria derreter, né, papai? — de repente ela fez uma carinha de assustada — Mas eu não gosto do Duque de Weselton, porque ele é mau.
— Eu não gosto de gente que é mau. — Bia esclareceu.
— Pelo que eu notei, vocês já sabem do filme todo... E ainda querem ver novamente?
Temerosas de que o pai não as deixassem assistir ao filme novamente, Bia clamou — Ah, pai, eu quero assistir, sim — as duas bradam e olham para a mãe — Mãe... Fala para o papai que eu quero assistir "FROZEN"... — Bia insistiu e buscou intervenção da mãe.
— Eu também, mãe — Annie. — Eu também quero assistir "FROZEN"...
Antes mesmo de Kate falar qualquer coisa, Richard as acalma — Minhas lindinhas, vocês vão assistir ao filme. Eu apenas quis dizer que vocês são espertas e sabem contar a história do filme. O papai fica feliz com a inteligência de vocês, pois mesmo assim querem ver novamente porque o filme é bonito, só isso, minhas bonecas.
— É, papai? — Bia estava hesitante.
— Sério! — ele afirmou — Pois fiquem vocês sabendo, queridas, que muitos adultos também fazem a mesma coisa... Muitos adultos assistem filmes dezenas de vezes ou mesmo repetem episódios de seriados... fazem as famosas "maratonas" das suas séries favoritas e não vejo nenhum inconveniente nisso.
O resto do jantar transcorreu tranquilo e assim que terminaram, todos saíram da sala de jantar, quando Kate informou — Agora as minhas princesinhas vão assistir ao filme...
— Êba!!! Êba!!! — ouvu-se o coro infantil...
— Mas antes de assistir ao filme, estas minhas princesas vão tomar banho.
De forma doce, Bia reagiu — De novo, mamãe? Nós já tomamos banho...
— É, mamãe. Nós já tomamos banho — Annie seguiu o raciocínio da irmã.
Achando divertido o protesto infantil, Kate esclareceu — Queridas, vocês, realmente tomaram banho, mas foi antes de irem para a escola... — Bia fez uma carinha de espanto e a mãe continuou — E lá vocês brincaram, correram e agora, precisam, sim, de um novo banho.
Fazendo um biquinho lindo, Bia protestou — Todo dia a mesma coisa... Banho! Banho!... Eu quero logo assistir ao filme, mãe.
Guiando-as para subir a escada, Kate foi explicando — Mas vocês vão assistir ao filme, queridas, apenas vão tomar banho antes — dando a discussão por encerrada, Kate usou um tom mais firme — Ok?
Todos já subiam a escada. As meninas iam um ou dois degraus à frente dos pais.
Fazendo um bico característico de insatisfação, Bia comentou — Tá bom! Tá bom! — e, resmungando, ela continuou a cena — É sempre assim... Nunca podemos ficar sem tomar banho.
Parando de subir a escada e pegando carinhosamente nos ombros de Bia, fazendo-a parar e colocando-a de frente à ela, Kate quis saber — Eu estou ouvindo um tom de hostilidade, Beatrice? E estou vendo um bico de turra?
Percebendo que fizera besteira, a garota abaixa um pouco a cabeça — Desculpa, mamãe. — ela falou baixinho num tom de que demonstrava estar realmente arrependida de ter afrontado a mãe e por ter feito "bico". — Kate afetuosamente levanta o queixo da menina com as pontas dos dedos, para que a pequena olhasse para ela — Com os olhinhos de cachorrinho pidão, ela estica os bracinhos, faz outro bico, só que desta vez é um bico de arrependimento, quase dengo, e pede colo.
Kate já ia carregar a filha quando se lembrou de que, apesar da garotinha estar no peso certo para sua idade, não seria apropriado carregá-la e por em risco o ritmo de sua gestação que estava indo maravilhosamente bem. Então, sentou-se no degrau e a colocou no seu colo, abraçando-a e a garotinha foi logo se aconchegando nos braços de Kate — Desculpe, mamãe, eu fiz besteira. — ela passou os bracinhos em volta do pescoço da mãe e ao afrouxar o aperto, deu um beijo estalado na face de Kate, soltando-a a seguir. — eu não vou fazer novamente, mãe, eu prometo.
Ainda aconchegando a filha, Kate a advertiu docemente — Minha filhinha, a mamãe não gosta quando você fala ou faz besteira, não é?
— Eu sei, mamãe. Desculpa.
— A senhorita promete não repetir? — Amável, porém, séria, Kate quis saber.
— Sim — A garotinha fez um "X" com seus dois dedinhos indicadores e deu um beijo estalado no cruzamento dos próprios dedinhos. — Eu prometo, mamãe.
— E você, Annie? Também promete? — Kate olhou para a outra filha que estava logo ali ao lado, vendo e ouvindo tudo.
— Mas eu não fiz nada, mamãe... — Annie ficou meio confusa.
— Sim, eu tô sabendo — Kate insistiu — Você não fez... Mas promete não fazer coisas assim?
Sem teimar, Annie repetiu o ato que a irmã tinha acabado de fazer, cruzou os dedinhos, beijando-os. — Prometo, mamãe.
Feliz por ter contornado a situação, Kate comenta — Vocês são minhas princesas lindas e eu não quero vê-las fazendo nem falando bobagens. Vem cá, Annie, deixa a mamãe te dar um beijinho.
Annie desceu dois degraus e se agachou para beijar a mãe. Após beijar e ser beijada pelas filhas, Kate pergunta para elas — O que é que a mamãe sempre fala sobre vocês serem as "princesas" da mamãe?
— Princesas não podem falar nem fazer besteiras. — Bia e Annie responderam simultaneamente, parecendo que tinham ensaiado.
Diante de tais palavras, Kate sorriu feliz — Vocês são o orgulho da mamãe. A mamãe ama vocês.
Bia esticou novamente os bracinhos e rodeou o pescoço da mãe — Te amo, te amo, te amo, te amo, mamãe. Você é a melhor mãe do mundo.
Sentada no degrau logo acima, Annie se achega mais e se junta ao abraço — Eu também te amo, mamãe e você é a mãe mais bacana e a mais linda do mundo. Você é tão boazinha, mãe. — Annie solta o pescoço da mãe, desce um degrau e tenta afastar a irmã um pouquinho da mãe — Bia, deixa eu sentar também no colo da mamãe... Vai, Bia, só um pouquinho.
Amando ver seu colo disputado pelas suas filhas, Kate acomoda Bia sobre a sua perna direita e põe Annie na outra e ambas ficaram agarradinha à mãe. Annie, acariciava o rosto de Kate e também passava os dedos pelos cabelos dela, enrolando os cachos nos seus dedos — Você é tão linda, mamãe.
— Vocês é que são lindas... Minhas Princesas lindas!... — dando um beijo em cada filha, Kate perguntou — E então, vocês não vão mais fazer besteira, né?
— Não vamos, mãe.
— Somos suas princesas, mamãe.
Assistindo a tudo, Richard percebeu que Kate já encerrara com sucesso a reprimenda e, assim, resolveu se manifestar e por fim no clima denso — Oh, meu Deus! Que ótimo que eu tenho duas princesas lindas, fofinhas e educadas.
As meninas se sentiram prestigiadas e sorriram diante do comentário do pai.
— Vamos subir, meninas. — Kate orientou.
Animada, Annie sugeriu — Podemos tomar banho de banheira, mamãe?
— Boa ideia, Annie. Nós duas podemos tomar banho de banheira, mãe? — Bia amou a sugestão da irmã. E, olhando para Kate com olhar pidão — Porfavorzinho, mamãe! — ela uniu as duas mãos como se estivesse rezando.
Bia prosseguiu com o pedido — Enche a banheira, mamãezinha linda e coloca bem espuma porque eu vou brincar com a Annie... Vamos dar banho nas nossas bonecas, né, Annie?
Kate, torceu a boca num sorriso feliz ao ver aquela cena e, animada, anunciou — Ok!
— Êba!!! Êba!!! Êba!!! — Só se ouvia a explosão de alegria das meninas... O entusiasmo tomou conta delas.
Mas aí, Kate avisou — Mas só um pouquinho... Uns... dez minutos. Dá pra vocês brincarem e não ficarem resfriadas.
E assim aconteceu. Kate encheu a banheira com água quentinha, muita espuma, acionou a hidro para a água quente ficar renovando e as meninas transformaram o banho em mais um momento divertido.
Enquanto Kate preparava o banho das crianças, Rick permaneceu no quarto das filhas e, naquele momento, se encontrava parado em frente a um dos murais que continha dezenas de fotografias das gêmeas em diversas etapas de suas vidas. Na maioria delas, estavam sozinhas, uma ou as duas. Em outras, elas se encontravam acompanhadas de uma ou mais de uma pessoa da família... Kate ou Jim e espantosamente também de Martha, Alexis e ele próprio. Ele já vira estas fotos muitas outras vezes em que fora ali no quarto das filhas e sempre tinha o mesmo pensamento: Fotomontagens perfeitas! Ao observar isto, involuntariamente, pensou nas malditas fotografias há seis anos, que, por conta do seu ciúme exacerbado que lhe causara cegueira, ficara furioso, sentindo-se traído e arrasado, o levando a interromper a mais linda história de amor que nunca pensava existir... Uma história que sabia existir apenas nos filmes e nos romances. A história de amor que ele tivera com a mulher da sua vida, a mulher dos seus sonhos que ele expulsara da sua vida, mas que o destino fizera com que eles se reencontrassem e se unissem novamente, demonstrando, assim, que o amor não havia morrido... Estava apenas sobrestado, mas que, ao se deparar um na frente do outro, de forma tão espetacular e eletrizante, igual aos contos de fadas, todos os sentimentos nobres... o amor, todas as faíscas, a chama e a paixão reacenderam e agora queimava com uma intensidade infinitamente mais forte.... um amor tão intenso que imaginava que não mais iria recuperar.
Kate deixara as meninas brincando na banheira com suas respectivas bonecas e seguiu ao encontro do noivo no quarto contíguo. O encontrou visivelmente emocionado, de frente aos murais das fotos das meninas e, vagarosa e silenciosamente, caminhou até chegar pertinho dele.
Ao percebê-la ao lado, Rick a tomou nos braços, a apertou forte, sensibilizado diante das fotografias, das lembranças do passado... do hiato que ficaram separados... um intervalo repleto de sofrimento... um vazio que contrastava com a linda e maravilhosa realidade que vivia agora, contrastando também da cena de carinho, amor e dedicação materna que vira na escada. Comovido, Richard afirmou — Eu não poderia querer outra vida que não fosse esta aqui com você. Você é uma excelente mãe. Você fez um excelente trabalho... Sozinha... Obrigada por ter me dado estas duas filhas, Kate... — afastou-se um pouquinho dela, acariciou seu ventre ainda plano e sorriu levemente e corrigiu — estes "cinco" filhos... Eu te amo, Kate e o que eu mais desejo na vida é ficar o resto da minha vida com você... O que eu mais desejo é que você seja minha esposa... — ele ainda sorria levemente — E quero fazer isto o mais rápido possível... Mas eu não quero esperar mais — empostando a voz, ele pediu — ... Então, Katherine Beckett, você quer se casar comigo?
Por mais que soubesse e tivesse certeza do amor de Richard por ela, Kate foi pega de surpresa com aquela declaração e proposta, tão espontâneas, ao mesmo tempo tão inesperado. Fez cara de paisagem, mas logo reagiu e caiu em si — Mas... eu já disse "sim"...

—Kate, eu estou falando agora. Agora, Kate. Casar agora. — Richard estava radiante, num misto de alegria e ansiedade.
Kate consultou o relógio, respirou fundo e, de forma divertida, anunciou — Amor da minha vida, eu não quero ser estraga prazeres... Mas, querido, você já viu as horas?
— Vamos para Las Vegas, Kate... O fuso horário de lá é igual do de Los Angeles... ou seja, três horas a menos daqui e de Nova York... Mas isso nem vem ao caso... É irrelevante, porque a maioria das capelas de Las Vegas fica aberta o dia todo... É isso mesmo, funcionam 24 horas... É só levarmos nossos documentos e aí casamos. E depois nós confirmaríamos os nossos votos. Você é advogada, deve saber que para os casamentos de Las Vegas serem legais, é necessário ratificar o registro em um Cartório, lá mesmo, no Estado de Nevada e eles dão o prazo de um ano, a partir da data de emissão da licença, para os noivos fazerem isto. — ele deu uma risadinha divertida — Com certeza não levaríamos um ano para esta confirmação...
— Amor! — Kate deu um selinho no noivo — Ah, Rick, você me deixou nas nuvens com todas estas declarações de amor e com essa pressa toda em casar comigo. — Kate se encosta mais nele e dá outro selinho.
Kate continua — O que eu mais quero na vida é me casar com você, babe... Eu quero ser sua esposa e ficar com você pelo resto da minha vida. — ela distribuiu vários selinhos em todo o rosto nele — Mas não podemos agora, babe. — vendo que ele fez uma cara tristinha, ela revelou — Eu te amo e não vou a canto nenhum sem você, porque eu quero você. Eu só quero você. Você, entendeu, babe? Estarei sempre ao seu lado. Sempre. Mas não somos nem estamos sozinhos. Alí no banheiro — ela aponta para o local onde as filhas estavam se banhando — Lá dentro tem duas pessoinhas que neste momento precisam de nós.
Richard argumentava – Elas podem ir conosco ou podem fica aqui com a Beth... — ele dá logo uma solução.
— Amor, elas só têm cinco anos e possuem hora certa para dormir... Nunca ficaram acordadas até tarde, ou seja, se nós a levássemos, nós nos casaríamos, mas cada um de nós carregando uma menina, é, porque em algum momento elas tombariam e eu não deixaria que elas ficassem acomodadas em bancos duros e frios de uma capela... e além disso, eu não quero alterar a rotina delas. Elas precisam dormir bem... Ter uma excelente noite de sono para acordarem descansadas para a escola. E também eu não viajaria agora, deixando as meninas com Beth, para me casar com você, como se fosse uma emergência das emergências... Fora de cogitação.- Kate percebe que Rick continuou com uma carinha triste, então faz um carinho no rosto dele — Amor!! Eu não estou dizendo que não vou casar com você... Eu estou dizendo que não vou casar com você "hoje".
Mesmo tristinho, ele concorda — Eu entendi e você está coberta de razão, mas é que eu não queria mais ficar sem você...
— Mas você não está sem mim, amor. Estamos juntos. — ela mostra o anel de noivado — Esta é a prova material de que estamos juntos, babe. É um símbolo do nosso amor. Estamos separados apenas geograficamente, mas tudo isto vai acabar em alguns dias, porque você e a Alexis vêm morar aqui comigo e com as meninas em Washington, D.C.. Seremos uma família, falta somente você regularizar a matrícula da Alexis e organizar as coisas lá na fábrica com seu pessoal para você montar aqui em Washington, D.C. o seu escritório virtual... Estou aqui e não vou a canto nenhum. Estou te esperando...
Rick a puxou para um abraço forte — Você sempre pé no chão...
Ela se afasta um pouco e, toda meiga, contesta — Ai, amor, você falando assim, parece que eu sou insensível... Que não tenho sentimentos... que sou gelada...
— Nada disso, babe. Eu apenas quis dizer que você é muito sensata... — deu um selinho nela.
— E por falar em ser sensata, se eu não tirar as meninas agora da banheira, elas vão virar peixinhos...
(risos)
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Kate e Richard arrumaram as filhas para a seção de filmes. Ambas vestiam seus pijaminhas, pois, Kate tinha certeza que dormiriam durante o filme e, assim, seria mais fácil colocá-las nas suas caminhas.
Enquanto eram arrumadas, Bia pediu — Papai, eu também quero assitir ao novo filme da "Cinderela".
— Eu até gosto do novo filme da "Cinderela", mas eu queria assistir ao filme "Minions"... — Annie expressou sua vontade.
Richard ouviu os pedidos e intercedeu — Queridas, o único filme que coincidiu a vontade de vocês duas foi o "FROZEN", então assistiremos a este e quando terminar, nós batemos no par ou ímpar para saber qual filme assistiremos depois, se "Cinderela" ou "Minions"...
— Meninas, eu até entendo que vocês queiram assistir a todos estes filmes, mas vai ficar tarde... — Kate começou a falar mas Bia a interrompeu.
— Mas mamãe! — Bia, fez uma carinha fofa.
Kate continuou — Minhas lindinhas, vocês só tem cinco aninhos e a mamãe quer o melhor para vocês e o melhor para vocês daqui a pouco é dormir cedo... Vocês não podem sair da rotina e dormir tarde, meus amores. Se não dormirem na hora certa, vão dar o maior trabalho para acordar amanhã, não é, princesas? — sorrindo, ela olhou para Rick — entendeu, amor?
— Ops! Sim, senhora — Rick devolveu a brincadeira. — Sim, senhora!
Os quatro riram e as crianças mais ainda.
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Os quatro estavam confortavelmente acomodados entre almofadas pretas no espaçoso e super acolchoado futon cor de cinza, que nada mais era do que uma extensão do imenso sofá que havia no aconchegante Home Theater.
Assistiam ao filme FROZEN — UMA AVENTURA CONGELANTE e a todo momento as meninas, animadas, faziam comentários alusivos ao filme e aos seus personagens, fazendo Rick rir. Só que o cansaço e o sono as derrubaram e antes mesmo do meio do filme as duas estavam dormindo profundamente e, assim, foram levadas para suas respectivas camas e embrulhadas com seus edredons.
Kate fizera menção de levar uma das meninas, mas Richard não permitiu — Hey, amor... Não carregue peso... Sua gravidez está indo tão bem... Não vamos mexer com quem tá quieto. — ele aconselhou.
Assim que deixaram o quarto das filhas, Richard abraçou Kate, colocando-a de frente a ele, acariciando seu rosto e cabelos, comentando – Cada segundo que passa, você se supera. Uma mãe tão dedicada e carinhosa... Me faz lembrar quando você cuidava da Alexis... Tão amorosa... Não é à toa que Alexis e as gêmeas te amam. Você é uma mulher extraordinária! — trocaram um selinho — E aí, agora vamos assistir um filme? Juntinhos? — ele olhou para ela de forma afetuosa.
— Vamos. Mas eu queria escolher... Que tal? — Kate o incita.
Risonho com a provocação dela, ele aquiesce — Ok! Ok! Ok! — sorriu — O que é que eu não faço para te fazer sorrir... — depois a olhou temeroso — Mas o que é que você vai escolher? Ai, ai, ai.... O que é que eu fui arranjar.... — ele fingia estar preocupado com a escolha dela.
— Calma, homem. Eu quero um filme bem levinho e divertido. Fique tranquilo que não vai ser nada assim tão meloso... kkk Meloso somente eu agora, grávida... Estou tão piegas que as vezes nem me reconheço... — ela falou de forma divertida, fazendo-os rir.
— Eu tô adorando você assim, melosa... — ele olhava pra ela todo bobo de felicidade — Ainda mais pelo motivo que te deixou assim...
De mãos dadas e felizes, seguiram até o Home Theater para escolherem os filmes.
— Pronto, escolhi três filmes: "The Longest Week", "Amigos Coloridos" e "Mulheres ao Ataque". Como não vai dar tempo para assistirmos aos três hoje, que tal fazer um sorteio?
Richard foi para o futon, entre as almofadas e recostou-se em um monte delas, trazendo Kate para ficar entre suas pernas, com as costas recostadas no seu peito. E assim ficaram, entre um carinho e outro, assistindo ao filme sorteado, "Mulheres ao Ataque". Kate já tinha assistido e ria muito com o filme e Richard, que não conhecia o filme, além de rir com as peripécias do personagem, fazia comentários — Nossa Senhora, esse Mark, eihm!!???
— E a Carly com a Kate, eihm? Que tal? Adoro estas duas — sorria solto diante da cara do noivo. — Mas só de filme mesmo, qual esposa seria amiga da amante do marido. — sorriu — Imagina se eu seria amiguinha de alguma mulher que ousasse chegar perto de você...
Richard engoliu em seco — Deus me proteja. — ele beijou o pescoço de Kate.
— Acho bom mesmo, viu, moço?
Quando a jovem Amber surgiu no filme, Rick não se segurou — O que? Que cara é esse?
Kate deu pausa no filme, soltou-se um pouquinho do noivo e ficou de frente a ele — Como assim, "Que cara é esse?" — ela o olhou em tom de ameaça, mas não segurou a cara fechada por muito tempo, pois sorriu da cara assustada que ele fez.
— Ora, "Que cara é esse....", óbvio que é um safado, Kate. — ele concluiu.
— Ah, sim, acho bom mesmo você pensar assim... — ela se esticou um pouquinho e deu um selinho bem demorado nele e, em seguida, retornou a se encostar no peito dele e voltaram a assistir ao filme.
Ao final do filme, enquanto ainda rolava os créditos, Richard a pega com jeito e a coloca deitada, ficando por cima dela, como que a aprisionando e, sem demora, a beijou. Um beijo longo e apaixonado.
Kate correspondia com entusiasmo. Assim que se desgrudaram, ela o desafiou — Esse beijo... Uma delícia! Mas... depois de ver as safadezas deste Mark... Você está se sentindo culpado, Richard Rodgers?
Ainda sobre ela, ele apenas se ergue um pouco para olhá-la nos olhos e fazer carinho no rosto e nos cabelos de Kate — Sério!? Minha linda... Amor da minha vida... Que você esteja se sentindo carente e insegura por força dos hormônios desregulados da gravidez..., vá lá — ele dá de ombros — mas daí a ficar imaginando coisas e querendo trazer a história de um filme meio louco pra dentro da nossa vida real, babe...
Deitada, sob o noivo, Kate esticou uma mão e ficou acariciando os cabelos e o rosto dele — É que eu fiquei pensando... — ela estava com a voz e os olhos dengosos — Você todo bonitão, charmoso, delicioso, inteligente, bom de papo, rico... Deve ter um monte de mulher, tipo a Carly, ávidas pra cair em cima de você... Um monte de mocinhas iguais a Amber, louquinhas também pra pegar uma pontinha...
— Para! Para! Para aí, amor! — Richard pôs dois dedos dele, delicadamente sobre os lábios dela, a fim de silenciá-la — Obrigada pelo "bonitão, charmoso, delicioso e inteligente" — ele riu apenas para quebrar o clima tenso — , mas você já está viajando, Kate. — fez uma pausa — Meu amor! Se ficarmos pensando que a qualquer momento uma mulher pode se interessar por mim ou um homem pode se interessar por você... Não conseguiríamos trabalhar, tampouco dormir à noite, de tanta tensão...
— Não estamos falando de mim. O que é que eu tenho que ver com essa história? — Kate perguntou.
— Ah, amor, você sabe que eu te amo... Eu te amo tanto, de uma forma que eu pensei nunca ser capaz de amar... E você também sabe que eu tenho ciúmes até da sua sombra, porque ela passa mais tempo com você do que eu... ela fica atrás de você onde quer que você vá, mas eu também sei que foi por causa de um ciúme desmedido que eu cometi aquela imbecilidade que nos separou por seis longos anos... Então, Kate, eu não vou cair novamente nesta loucura... Não vou pensar besteira, imaginando coisas, tampouco tirar conclusões precipitadas sobre qualquer coisa que envolva você e este meu ciúme, que, estou controlando, como eu te prometi... Aliás, prometi não só à você... Eu prometi a mim mesmo porque não posso nem pensar na possibilidade de te perder... Contudo, amor, apesar disto, eu não sou cego e nem tolo. Não sou lunático para pensar que somente eu que acho você a mulher mais linda do mundo, uma mulher atraente em todos os sentidos, sorridente, confiante, independente financeiramente e muito bem resolvida profissionalmente, e, usando suas próprias palavras, que por sinal se encaixam perfeitamente em você: "charmosa, deliciosa e inteligente". Kate, óbvio que eu sei que você vive subindo e descendo no Fórum, participando de centenas de audiências, rodeada de advogados, juízes, procuradores, desembargadores, funcionários dos Cartórios... um bando de homem... todos babando por você... Mas querida, quando escolhemos ficar juntos, é porque nem eu quero saber de outra mulher que não seja você e tenho certeza que você não quer saber de outro homem que não seja eu. — continuando a fazer suaves carinhos no rosto e nos cabelos dela, ele concluiu — Entendeu, babe? Então, do mesmo modo que você trabalha fora, eu também trabalho e mantemos contato com homens e mulheres, mas não quer dizer que ao nos relacionarmos profissionalmente com estas pessoas, estaríamos envolvidas sexualmente também... Então, babe, do mesmo modo que eu tenho que controlar o meu ciúmes, seria ótimo se você também controlasse o seu e não ficar aí imaginando coisas que não existem... — ele deu um beijinho no pescoço dela — Você lembra que eu te falei hoje mesmo, antes de nós irmos ao consultório da Lanie? — ele deu outro selinho carinhoso nela — Eu vou repetir, mocinha: temos que aprender a conviver com estes seus hormônios da melhor forma possível e ter consciência da existência deles, e tirar o máximo de proveito dos momentos positivos e, pelo amor de Deus, muito cuidado com os negativos... não vamos deixar que eles nos dominem, ok?
— Você está certo, babe. Vou tomar os medicamentos que Lanie me prescreveu — ela ficou pensando, e logo concluiu -, mas se bem que eles são somente para enjoo... tem também fortificantes, vitaminas... Querido, ela disse que este descontrole hormonal é nataural... Então eu vou ter mesmo é que me controlar... — Kate faz um jeito no rosto de quem estava aflita — Oh, meu Deus!! Que situação! — ela o abraçou forte, puxando-o para si — E você tão longe de mim... Lá... Sozinho em Nova York... cheio de mulheres...
— Novamente, Kate? Eu falei, falei, falei... e nada? — ele deu um selinho nela. — Meu amor! Você não acabou de dizer que ia se controlar?
— Sim, eu falei — ela fez uma carinha bem divertida de "culpada" — mas é que eu ainda vou aprender a me controlar... é isso... Mas eu vou aprender... Eu vou adquirir esta habilidade... Vou desenvolver um método... — ela mesma sorriu diante da sua desculpa esfarrapada.
(risos)
Com voz rouca, Rick passou a expor seu ponto de vista — Então, meu amor, já que eu falei, falei, falei e, por conta desta instabilidade dos seus hormônios você ainda não se convenceu que eu sou somente seu... Já que você ainda vai desenvolver um método para se controlar e não ter ciúmes... ou pelo menos diminuir bastante — ele sorriu ao repetir as desculpas dela — então... — ele agora deu um sorriso safadinho — o jeito vai ser eu te mostrar, na prática, quem é a mulher que eu amo e desejo..., — ele a beijou avidamente, um beijo curto, porém muito quente, e continuou esclarecendo os fatos — vou te mostrar quem é a mulher que me deixa louco — ao mesmo tempo em que ele ia falando, ele já foi beijando cada ponto do pescoço dela. Ora beijava, ora arranhava levemente com os dentes o pescoço e o colo dela, deixando-a arrepiada, abaixou a parte de cima do vestido vermelho que ela usava, do tipo 'tomara que caia', deixando livres os lindos seios que agora, ele não só apertava e apalpava, mas também sugava e mordiscava os bicos — Somente você me deixa louco, Kate, somente você — ao mesmo tempo que falava, ele sugava, lambia e mordiscava os seios dela e, enquanto isto, ele levou sua mão para a coxa dela, apalpando-a. Levantou a saia do vestido dela, passou a acariciar sua região íntima central, mesmo por cima da fina calcinha de renda que, àquela altura já estava molhada e ao perceber tal fato, ele avisou — E eu sei também que eu te deixo louca, babe, aqui tá a prova, você está molhadinha, prontinha pra mim.
— Completamente louca, babe. — Kate sussurrou.
Com habilidade, ele retira a única peça íntima que ela usava e com destreza, se desfez da sua calça e sua cueca.
Rouco e quase sem ar, Richard anunciou — amor, sinto muito, eu quero muito beijar e sugar seu corpo todo, mas não posso esperar mais... e você também não... eu estou louco para entrar em você e você está ansiosa para me receber, que eu sei — ele mal avisou e já se colocou na entrada dela, rígido e vigoroso e, sem demora, a invadiu, se introduzindo lenta e gradativamente, deixando-a sem ar.
Ao senti-lo inteiro dentro de si, não tardou a receber bombeadas profundas, que a deixava em brasa.
Excitada, Kate o envolveu com suas pernas, trançando-as em volta dos quadris dele, o apertando e o trazendo mais para si, facilitando, assim, as arremetidas vigorosas.
Quase sem ar, Kate consegue falar — Babe, acho que hoje seu membro está maior e mais grosso... — ela mordia seus lábios inferiores e arfava — Estou me sentindo forçada... Quase como se eu fosse virgem... Aaaii!!... Aaaii!! — ela gemia — Sinto cada movimento seu...
Ao ouví-la ele parou com os movimentos e, preocupado, sondou — Estou te machucando, amor, quer que eu pare?
— Não, amor, eu estou me sentindo deliciosamente forçada... Aaaii!! Uma delícia, babe! — ela gemia, mas um gemido de prazer e com dificuldade, pedia — Venha, amor... Aaaii!!... Continue... Não pare... Forte... Bem fundo, babe... Mais, babe mais...
Os gemidos se confundiam... Não se sabia se eram dele ou dela.
Richard continuava arremetendo com energia, ao mesmo tempo em que, gemendo de prazer, beijava os lábios e o pescoço dela e sussurrava — Eu sou todo seu, amor, todo seu e todo dentro de você — continuava bombeando.
Ele diminuiu um pouco o ritmo, então, quase sem voz, ela protestou — Eu quero você, eu preciso de você, amor... Eu estou quase gozando, amor, venha, não pare.
Acatando a ordem dela, ele acelerou os movimentos e os tornou mais fortes e, como prêmio, ele ouviu um rugido característico de quando ela atingia o orgasmo, momento este que ele sentiu seu pênis ser apertado pelas entranhas de Kate, com contínuos espasmos, latejando e isto só fez com que ele se sentisse muito mais excitado, e prosseguiu por mais alguns segundos suas investidas até que atingiu um maravilhoso orgasmo, quando se derramou dentro dela e, no exato momento em que ele gemia de prazer, coincidia com o segundo orgasmo dela.
Permaneceram ainda ligados, sexo com sexo, ainda por alguns segundos... Suados, corações aceleradas, mentes e corpos satisfeitos.
No momento em que as respirações voltaram ao normal, ela o abraçava pelo pescoço quando ele deu rápidos beijos no pescoço e nos lábios dela, então declarou — Eu te amo, Kate.
Ainda com o coração palpitando, ela também revelou — Eu também te amo, Rick. — retribuiu ao beijo.
Acariciando com ternura o rosto dela, Richard quis saber — Você está bem, Kate?
Sorrindo leve ela respondeu — Você está brincando né, amor? — o abraçou mais apertando pelo pescoço e dando um selinho demorado nele, ela continuou — Eu estou maravilhosamente bem... tipo, nas núvens, tá bom assim? — sorriu. — Você tem este poder sobre mim...
Com cuidado, ele se levantou com ela nos braços, trazendo junto a calcinha dela e a caça e a cueca dele e, conferindo o tufon no local onde fizeram amor, ele a informou — tudo beleza, não deixamos rastro nem para Beth nem para as crianças... — ele deu um selinho nela que torcia a boca num sorriso — Que tal continuarmos lá no seu quarto...
Ela o interrompeu — Nosso quarto, babe... Nosso!
— Então, tá... Vamos lá para o nosso quarto que eu quero continuar te mostrando quem é a mulher que me deixa louco.
Foram para o quarto, só que ao depositá-la na cama e se reunir a ela, Kate o abraçou, deu um selinho e o avisou bem baixinho — Amorzinho, não se chateie não... eu amei cada segundo que passamos juntos lá no futon... tanto que gozei duas vezes, você viu — ela deu um selinho nele — mas eu estou com sono... eu sei que ainda é cedo... mas parece que estou dopada... — ela mantinha os olhos fechados e falava com dificuldade. — parece que tomei um sedativo agora mesmo.
Ele a abraçou como se ela fosse de cristal — Oh, amor, claro que eu não vou me chatear... — acariciou o queixo dela — eu entendo... é a gravidez... sintoma característico... mas você aguenta tomar banho? Para podermos dormir melhor?
— Só se você me ajudar, amor, pois estou dormindo... Nem sei como estou falando... — ela mesma sorriu diante do que ela falara.
— Ops! Você falou com a pessoa certa. — ele fez uma gracinha — Vamos que eu te ajudo.
— Babe, eu falei banho... somente banho... Não sou mulher para mais nada agora... Juro! Eu só aguento prender meu cabelo, mais nada.
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E assim foi feito e, de banho tomado e de pijamas, os dois se enfiaram sob os edredons e, voltando-a a abraçá-la como se ela fosse de cristal, ficaram de conchinha e dormiram.
continua.....
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