Notas iniciais
Oi! Aviso importante: Se você é sensível, se se sente mal ou não gosta de ler cenas hot, aconselho não ler este capítulo. Meu amor pelo Rick e por Kate não tem limites e é inabalável. Escrevo pensando neles. Boa leitura. Bjinhos, viu??? Denise

... DURANTE A MADRUGADA...

Rick acordou, abriu os olhos e deparou-se com a estonteante beleza de Kate, com seus lindos cabelos cinematograficamente espalhados pelo travesseiro, confirmando, assim, que o que vivera não fora um sonho, mas sim a mais pura, linda, excitante e apaixonante realidade. Ele e Kate estavam juntos. Estavam no quarto dela, deitados de conchinhas, nus e agarrados sob os edredons.

Suspirando feliz, sorveu a maravilhosa e suave fragrância de cerejas que exalava dos cabelos dela. Acariciou-os e, ao simples movimento das mechas, o aroma penetrou naturalmente em suas narinas. Mesmo durante os seis anos em que estiveram separados, ao sentir este aroma, seus pensamentos eram imediatamente levados para a única mulher que fazia jus aquele cheiro: Katherine Beckett. A sua Kate Beckett, que em breve, com a graça de Deus, seria Kate Beckett Rodgers, a Sra. Rodgers.

Rick estava despertando de uma revigorante soneca, fundamental para reabastecer a energia utilizada na consumação de suas fantasias libidinosas com sua linda e deliciosa Kate, na qual a submetera a um ritual erótico envolvendo o seu aprisionamento, com direito a palmadas, apertões, carícias, beijos e mordidas, levando-os a um árduo embate carregado de muita paixão, onde ele, só em apertá-la, apalpá-la, beijá-la e dedilha-la a levou ao prazer extremo e, após plenamente saciada e afogueada, com o coração repleto de amor, ela pedira mais, se entregando intensamente aos prazeres carnais, passando a compartilhar seu corpo com ele, de livre e espontânea vontade.

Só de lembrar os momentos quentes que vivera com Kate no início da noite, Richard ficou totalmente desperto. Sentindo-se excitado com estas lembranças ainda recentes, aliado ao fato dele ser completamente apaixonado por Kate e amá-la profundamente, sentiu seu peito arder, seu coração acelerar e sua intimidade pulsar forte... Ficou excitado, pronto para recomeçar. Então, ardendo em brasa, algo dentro dele pedia por mais. Ele a queria novamente. Precisava dela.

A posição que estavam deitados, favorecia exatamente ao que ele tinha em mente. Ele queria despertá-la e tomá-la para si e ansiava que ao ser despertada, ela estivesse na mesma sintonia dele, com o mesmo fogo e com o mesmo entusiasmo.

Com o braço sobre a cintura dela como se fosse um largo cinturão, ele a mantinha agarrada ao seu corpo, tendo as costas dela colada ao seu peito. Afastando delicadamente os cabelos do pescoço de Kate, passou a lamber, beijar e arranhar levemente com os dentes o ombro dela, repetindo o mesmo estilo de carinho também no pescoço e também na orelha, mordiscando-a. E, como ainda continuavam sem roupas após a folgança erótica do início da noite, apertou-a ainda mais contra seu corpo, trazendo-a mais para junto de si, cutucando-a ritmadamente com seu membro ereto, na certeza de que iria acordá-la.

Decidido a tê-la novamente, passou a acariciar e apertar os seus lindos seios, friccionando as aréolas com os dedos polegar e indicador.

Demorando menos tempo do que ele imaginara, Kate desperta e, sonolenta, vira seu rosto na direção dele e sussurra excitada – Hey, garanhão! Isto tudo é um convite para o próximo round, é?

Antes mesmo de obter resposta, Kate sorriu com sensualidade e com ar de promessa – Hummm! Você me conhece bem, né, e sabe que eu gosto e sabe que eu topo. Topo tudo.

Ao ver a expressão que ela fizera e ao ouvir a voz e as palavras dela, Rick sentiu que o fogo tomava conta do seu corpo.

Soltando-se vagarosamente do abraço dele, Kate move seu próprio corpo para ficar sentada no noivo, que, neste momento, já se encontrava confortavelmente recostado sobre alguns travesseiros.

Ao por seu rosto sobre o de Rick, Kate não impede que suas mechas e cachos deslizem e caiam sobre o rosto másculo e, após se inclinar para frente e mordiscar os lábios dele, trocam um longo, voluptuoso e apaixonado beijo, que, ao final, transformam-se em deliciosos selinhos.

Sem deixar de afagar o rosto e os cabelos de Rick, ela, sentada sobre ele, o encara com jeito travesso com os olhos semicerrados, atritando suavemente sua própria intimidade contra o corpo dele, ao tempo em que continua com novas carícias, fazendo uso das mãos, das pontas dos dedos e das unhas e, arrastando-se para trás, em direção aos pés dele, de forma a sair de cima dele, Kate fica de joelhos no colchão entre as pernas do parceiro.

Ainda utilizando as mãos, os dedos e as unhas, Kate continua uma trilha à caminho do vigoroso membro e, quando o encontra, quente e latejante, o envolve habilmente, em toda sua magnitude, usa as duas mãos, o manipulando com movimentos suaves e precisos, repetidamente base-extremidade, extremidade-base, provocando-o, levando-o à loucura.

Sensual e com os olhos grudados nos olhos dele, Kate abaixa a cabeça para abocanhar o membro dele, momento em que, novamente, seus cachos escorregam, cascateando para frente, empatando o campo de visão de Richard, que, rapidamente, fala para ela coloca-los para trás da orelha, explicando que não podia nem queria perder nenhum detalhe da cena dela o devorando, pois para ele, ‘ver’ e ‘sentir’ tinham que estar no mesmo pacote. Kate o atendeu e jogou seus cabelos sensualmente para o outro lado, de forma a não impedir a visão dele, Kate prossegue na sua atividade. Com a língua, pincela toda a extremidade do órgão e, sem parar de manipulá-lo, o introduz lenta, pausada e parcialmente na sua boca, causando um frisson não só nela, mas, principalmente, em Rick, que geme e profere expressões ardentes e afrodisíacas de puro incentivo para ela continuar a lhe dar prazer.

A manipulação já durava alguns minutos, quando Rick percebe que estava perto de atingir o orgasmo. Contudo, ele não queria explodir naquele momento, pois queria que a folgança continuasse. Então, com habilidade, Richard movimenta seu corpo de forma que Kate é interrompida. Ele a puxa para si, colocando-a de volta sobre seu corpo, dando-lhe um beijo selvagem e molhado, com um duelar de línguas fabuloso.

Ao interromper o beijo, Kate, já com sua intimidade inundada, tal o estado da sua excitação, continua com o olhar preso no olhar dele, passa a ficar literalmente de joelhos, com as pernas ladeando os quadris dele, quando se ergue o suficiente para, com a ajuda de Rick, se acoplar a ele, num encaixe anatomicamente perfeito, e, após alguns segundos, tendo-o inteiramente dentro de si, se acomoda e, com flexibilidade e molejo, ela impulsiona seu corpo a fazer movimentos de encaixe e desencaixe, sem desconectar-se realmente, e Rick, além de impulsionar vigorosamente seus quadris de encontro ao centro da sua fêmea, ainda apalpava e estimulava a intimidade dela com uma das mãos e com os dedos, a fim de aumentar e acelerar o seu prazer.

Totalmente dentro dela, sentindo-se ‘mastigado’ por Kate, Rick percebe que ela está chegando ao ápice, então, acelera os movimentos dos dedos e dos quadris a fim de ajudá-la a atingir o seu objetivo.

Ao vê-la e ao senti-la tremular ao alcançar o orgasmo, Rick, sabendo que ela estava exausta, inverte as posições e, ajoelhado, ele, amante poderoso e exigente, agarra com energia as coxas dela, e, as mantendo fortemente seguras e afastadas, volta a se conectar com um único golpe, levando-a a gritar não de dor, mas sim de prazer ao ser invadida e, intrépido, Rick reinicia os movimentos repetitivos, compassados, violentos e acelerados.

Além das respirações ofegantes dos dois e o som oco resultante do choque dos corpos suados, o côncavo e o convexo, o que se ouvia também eram os gemidos de prazer de Kate, implorando que ele não parasse... Que continuasse naquele mesmo ritmo e naquela mesma potência.

A combinação daqueles ‘sons’, dos ‘toques’ e do ‘entusiasmo’ de ambos, somado ao ‘cheiro de amor e sexo’ que tomava conta do ambiente e também o efeito que os ‘movimentos pélvicos’ causaram neles, tudo isto os levavam à loucura e, quando Rick executou a derradeira, longa e profunda estocada, ambos foram contemplados com o magistral orgasmo, oportunidade em que ela recebeu dentro de si a comprovação do prazer dele.

Ainda conectados, ele desaba na cama, exausto, porém satisfeito, trazendo-a ao encontro do seu peito.

A calma, a paz e o silêncio chegaram à alcova. “Após a tempestade vem a bonança”. Naquele momento, o que se ouvia era somente a desaceleração das respirações cansadas.

Suspirando, Rick se desconecta e puxa o edredom para cobri-los. Kate, saciada e apaixonada, faz do peito dele seu travesseiro e, em contrapartida, recebe carinhos nos braços, nas costas e nos longos e sedosos cabelos.

— Eu te amo, Kate. – continuando a acaricia-la, ele fez uma observação – Eu senti tanta falta deste nosso entrosamento... Eu senti tanta falta de estar com você, assim..., antes, durante e depois do sexo... O simples fato de sentir você, o seu corpo aconchegado e preso ao meu... Eu senti falta do seu cheiro misturado ao meu. Não sei como sobrevivi sem você nestes seis anos.

Kate coloca a ponta do seu dedo indicador sobre os lábios dele e, delicadamente, pede para ele silenciar – Pssssiiii!!!!! – e depois comenta com doçura – Eu também te amo, Rick, mas lembre-se que combinamos de não ficar falando ou remoendo o passado, principalmente este hiato de seis anos... Isto só nos fará mal... Sofrer pelo que passamos e, principalmente, pelo que não passamos ou não vivemos... Seria uma tortura ficar pensando como deveria ter sido.

Apertando-a moderadamente entre os braços e dando um suave beijo no topo da cabeça dela, ele reconhece que ela tem razão e confessa lentamente – Você, sempre com pensamentos lógicos e coerentes. Até hoje eu não entendo porque eu não a deixei argumentar e explicar naquele dia... Seis anos perdidos...

Kate levanta um pouco a cabeça a fim de olhar nos olhos dele e, fazendo carinho nos cabelos desarrumados dele, ela expõe seu ponto de vista – Rick, você não percebe que estas colocações são nocivas? Vamos tentar depurar estes pensamentos e estes sentimentos. – vendo que ele ia interrompê-la, Kate continua – Eu sei que é difícil... Muito difícil... Mas vamos pelo menos tentar. Já basta que teremos que responder muitas coisas que as três meninas, com certeza, irão nos perguntar... Elas vão querer saber muitos “porquês” e não se engane... Elas são espertas e vão procurar lógica nas nossas respostas. Então, vamos deixar este assunto para quando as meninas perguntarem. E pode ser também que elas nem perguntem. As gêmeas, apesar de espertas, são muito pequenas. Elas só tem cinco anos. Vamos ver como elas vão reagir. E, como elas são crianças, até Alexis com dez anos, não temos porque contar rigorosamente a verdade. Não precisa. É mais detalhe do que elas precisam saber. Até porque, certos detalhes faria com que elas ficassem divididas diante das atitudes minhas e suas, elas poderiam tomar as minhas dores, ou as suas... E com certeza, não é isto que queremos para nossas filhas tampouco para o nosso futuro.

— Você tem razão, Kate. Sempre. – eles sorriem. – Então manteremos as mesmas informações que já passamos para elas. Vamos apenas fazer um apanhado delas, tanto as minhas, quanto as suas, arrumar tudo e unir numa só história, para que nenhum de nós caia em contradição.

— Verdade. – Kate confirmou a informação dele – E não temos que ficar achando que estaremos mentindo para nossas filhas. Ao manter a história que já contamos, nós as estaremos protegendo. Só isso.

Abraçando-a, ele girou seu corpo e ficou sobre ela e, com o olhar carregado de amor e carinho, ele, apoiando-se sobre os próprios braços, fica a encarando e, sorrindo, aproxima-se e passa a dar pequenos e leves beijinhos pelo rosto. Afastando-se ligeiramente dela, ele pega seu iPhone e comenta com ela. – Quando eu ouço esta música, amor, eu só lembro de você.

— Que música? — Kate ficou curiosa.

Rick respondeu – Esta...

Deu o ‘play’ e a melodia calma, suave e romântica espalhou-se pelo quarto e, ele, apaixonado e romântico, acompanhava a música, cantando baixinho.

"Deixa eu dizer que te amo

Deixa eu pensar em você.
Isso me acalma
Me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver

Hoje contei pras paredes
Coisas do meu coração
Passei no tempo
Caminhei nas horas
Mais do que faço a paixão

É um espelho sem razão
Quer amor fique aqui.

Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu gostar de você
Isso me acalma
Me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver

Hoje contei pras paredes
Coisas do meu coração
Passeei no tempo
Caminhei nas horas
Mais do que passo a paixão

É um espelho sem razão
Quer amor fique aqui?

Meu peito agora dispara
Vivo em constante alegria
É o amor que está aqui

Amor I love you
Amor I love you
Amor I love you
Amor I love you (bis)

"Tinha suspirado
Tinha beijado o papel devotamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas
sentimentalidades
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia
delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho
lépido
Sentia um acréscimo de estima por sí mesma!
E parecia-lhe que entrava enfim numa existência
superiormente interessante...
Onde cada hora tinha seu intúito diferente
Cada passo conduzia um êxtase...
E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações..."

Amor I love you
Amor I love you
Amor I love you
Amor I love you(bis)"

Ao final da música, Rick informou à Kate — Esta música é “Amor I Love You”. É brasileira, de autoria de Marisa Monte / Carlinhos Brown , João Higíno Filho.

Kate tinha lágrimas nos olhos, diante da sensibilidade dele ao por a música e cantá-la para ela, da profundidade da letra que combinava perfeitamente com a suavidade da melodia.

Rick passa carinhosamente o polegar na face e nos olhos de Kate a fim de secar as lágrimas e a acalenta. – Não fique assim, amor.

— A melodia e a letra da música me emocionaram, mas não tanto quanto ter você aqui comigo, ao meu lado, cantando-a para mim, numa linda declaração de amor. – Ela mesma passa as mãos nos olhos para retirar mais lágrimas que desciam.

— Mas toda hora eu falo que te amo, Kate... – Rick tentava soar divertido para ver se ela parava de chorar.

— É diferente. Muito diferente. – fortalecendo-se, respirando fundo e soltando o ar pela boca, ela deseja parar de chorar.

Ele percebe que ela conseguira parar de chorar, então a coloca de volta sobre seu peito e continua a acaricia-la.

Passados alguns minutos, Rick, sonolento, convida. – E aí, amor, vamos dormir... Estou com sono. Venha. – disse isto e a puxou para si.

Só que, cuidadosa e muito rapidamente, Kate se senta e comunica – Querido, não é querendo quebrar o clima romântico ou mesmo estragar o seu sono... Mas...

Ainda relaxadamente deitado, ele a interrompeu e perguntou – o que foi, Kate?

Ela sorriu, deixando-o sem entender nada. Ela arqueia as sobrancelhas e fala divertida – Vou dar uma dica. Aliás, uma dica enorme – sorriu – A dica é: “três crianças”...

Rick balança a cabeça para os lados, em negativa e com o semblante indicando que ainda não estava entendendo onde ela queria chegar, Kate prossegue – Querido, não somos somente eu e você. – ela arqueia novamente a sobrancelha.

— E... – ele ainda não tinha entendido.

Rindo muito, Kate o chamou à realidade – Hey, Rick... Heloooo! Acorda, amor!!! Vou dar um desconto porque você está muito cansadinho... – piscou para ele e sorriu matreira – Vou traduzir: Nós temos três filhas. Três crianças. E duas delas com apenas cinco aninhos, portanto, querido, não devemos dormir nus, muito menos sem tomar banho depois desta farra maravilhosa que fizemos... – ela sorri novamente e vai até ele e dá um selinho. Depois volta a sentar e conclui – A primeira coisa que Bia e Annie fazem quando acordam nos finais de semana é correr para minha cama... Elas acordam e querem logo tomar o café da manhã e também querem conversar, querem me perguntar um monte de coisas, querem me beijar, querem me abraçar... – ela sorri – Esta cama, Rick, vira um verdadeiro palco de carinhos. – ele sorri de volta – você viu como foi esta manhã, não foi? – ele arregalou os olhos, espantado e, diante da expressão assustada dele, Kate ficou sorrindo.

Assombrado, Rick comentou – Tem como não lembrar, Kate? E para piorar a situação, ainda tinha a Dra. Parish Esposito, a mulher do meu amigo... Imagina! Eu nem a conhecia e a primeira vez que nos encontramos, eu estava nu e na cama com você, ficando evidente que tínhamos feito amor...

Sorrindo diante do comentário do noivo, Kate faz um rápido nó no cabelo, tipo coque, prendendo-o com uma fivela de metal que estava sobre o criado mudo ao lado da cama e, sem falsos pudores, levanta-se nua e o puxa pela mão – Vem amor, vamos tomar banho.

Olhando-a sem roupa, linda, perfeita e maravilhosa, ele sente seu membro latejar e se pronunciar. Atendendo ao chamado de Kate, ele pega na mão dela e, sorrindo maroto, se levantou pelado, falando – Como recusar a um convite deste, eihm?

Sem deixar de perceber o estado erétil dele, ela o abraça e o admoesta com carinho, sussurrando ao pé do ouvido dele – Amorzinho, eu falei ‘tomar banho’. E vamos para o ‘chuveiro’ e não para a ‘banheira’. – ela falou divertida, simulando bronca, e separando-se um pouco dele, o bastante para olharem para baixo e apreciarem o volume rijo que ele tinha, ela prossegue – Richard Rodgers, você não se aqueta!!!

Segurando o riso, ele olha para ela com cara de menino levado e fala – Kate, não sou eu. Eu juro. Ele tem vida própria. Eu não tenho culpa... – tentando reverter a situação, ele faz um gracejo – Na verdade, a culpa é toda sua... quem manda ser tão linda, tão gostosa, tão cheirosa, tão maravilhosa, tão apaixonante...

Ela o interrompe e entrando no clima, ela diz – Ah, é, né? Quer dizer que você não tem nenhuma autoridade sobre este seu amigão aí em baixo?

Abraçando-a por trás e passando os braços pela cintura dela, empurrando-a carinhosamente em direção ao banheiro, tentando dissuadi-la a mudar de ideia, ele fala – Não... Sim... Não... É, vamos tomar banho... Quem sabe, né? Vamos ver no que vai dar...

Sorrindo, ele entrou no box acompanhado dela.

Após abrir o chuveiro, a primeira coisa que Rick fez, foi puxá-la para um beijo ardente, o qual ela correspondeu inteiramente e, como ele previra, o desejo a venceu, fazendo-a levantar a perna direita em direção aos quadris dele, prendendo-a junto a si. Sem esperar um segundo sinal de consentimento, ele a imprensa na parede fria, e, para conferir se ela estava pronta para ele, ele apalpa a intimidade dela e ao constatar que ela estava preparada, introduz dois dedos, e, sem aviso, coloca o terceiro, movimentando-os com habilidade e energia e, após poucos minutos e muitos gemidos dela, ele a leva fácil e rapidamente a um orgasmo imediato e, sem nem mesmo espera-la se recuperar, ele a levanta um pouco e substitui os dedos pelo exuberante membro, possuindo-a com volúpia, arremetendo com avidez e precisão, levando-a a um segundo orgasmo, sendo que desta vez seguida por ele.

Abraçados, ficaram sob um forte jato de água quase frio, refazendo-se. Tomaram banho e vestiram seus pijamas, o dela, curto, num tom de rosa clarinho e o dele, longo, azul marinho e, após destrancar a porta do quarto, ela se enfiou embaixo do edredom.

Assim que chegou à cama, ele a prendeu nos braços e divertido a chamou. – Hey, amor, você lembra que mais cedo, quando eu a carreguei nos ombros e a joguei na cama... você disse que estava com muita raiva de mim?

Torcendo a boca para o lado, tendo certeza que Rick ia falar uma gaiatice, Kate olhou para ele e, fingindo-se enraivada, disse – Sim, senhor, eu lembro muito bem... – mas depois, não aguentando, caiu na risada e se jogou nos braços dele, dando um monte de beijinhos rápidos. – Eu adorei cada segundo, Rick. Adorei! Adorei! Adorei! – Afastando um pouquinho o rosto do dele, ela o repreendeu – Mas você devia ter pegado leve nas palmadas. – olhando para ele com cara de dengo, ela o informou – Doeu, viu? Ardeu de verdade.

Continuando a abraça-la, ele disse – mas bem que você gostou... Confesse, vai. – ele cheirou seu pescoço e voltou a olhar para ela – Não foi somente eu que apreciei, não foi? Você gostou de tudo.- dando uma piscada de olho para ela ele continuou a zoação – Admita que você se excitou com as palmadas... e que sentiu suas entranhas latejarem com cada palmada que eu dava e com cada pegada e cada movimento e cada apertada que eu dava em você, diga... – ele a beijou rapidamente.

Ela passa a ficar sobre sobre ele e pede – Rick, sossegue!!! Você fica me atiçando... Você gosta, eu também gosto... Deste jeito nós não vamos dormir...

Ambos caíram na risada, até que ele falou – Mas sabe porque seu ódio foi embora?

— Porque eu te amo, bobo. E eu não estava com ódio de verdade... Você sabe... Eu estava um pouco chateada... – sorriu. – Mas adorando cada coisa que você fazia comigo. Ah, eu te amo. Eu sou apaixonada por você. Pronto! Satisfeito, meu senhor? – brincou.

— Tudo bem que você me ama... Eu sou irresistível, bonitão e coisa e tal – ao dizer isto ela deu nele uns tapinhas de brincadeira.

— A modéstia passou longe, não foi? – Kate sorriu junto com ele.

— Sim, não mude de assunto... Mas o que eu estava querendo dizer, amor é que além de todo o amor que você tem por mim, e coisa e tal, – sorriu novamente – sua raiva acabou porque eu cumpri a promessa que eu te fiz ontem à noite... – sorriu maroto. – a promessa que eu fiz antes de você se entregar prá mim.

— Mas você é convencido, viu? Você tá se achando... – sorriu. – Diz logo... Que promessa foi essa, sr. Sabe Tudo? – ela perguntou divertindo-se.

— Eu te disse que te daria um remédio que é ‘tiro e queda’ para acabar a sua raiva e que eu podia te dar quantas doses você quisesse... – não aguentou terminar de falar, porque começou a rir, depois, continuando – eu falei que era eficaz...

Ambos caíram na gargalhada até que Kate falou – Mas você é folgado, né? Mas tudo bem, porque eu iria mentir? Digo mesmo... – sorriu – Eu adorei ser medicada por você. Adorei mesmo... – sorriu.

— Olha, Kate, e as doses injetáveis... Diz aí?

— Maravilhosas! Todas as doses. De qualquer jeito. — disse com uma carinha bem sensual. — E acho bom você me medicar sempre, viu? Não deixe acabar este remédio... Pelo amor de Deus!

Ao ouvir os comentários dela, ele girou seu corpo e ficou sobre ela e a encheu de beijos, sendo interrompido por ela – Querido, eu juro que eu quero passar minha vida sendo medicada por você. Eu juro. Mas hoje eu já tomei muitas doses e...

— Querida, não tem problema com super dosagem... E só para sua informação, eu tenho este remédio em estoque e estão muito bem acondicionados e não tem prazo de validade. Fique tranquila!

Ambos gargalharam até que Kate falou – Falando sério, querido, já é de madrugada. Temos que dormir porque as meninas madrugam. Serio! Elas acordam muito cedo e não podemos passar o dia bocejando, fora que vou ficar quebrada, né? — ela deu uma piscade de olhos para ele.

Feliz por estar com a mulher da sua vida, ele sorri e concorda com ela – Tá bom, amor. Tá bom. É porque eu ainda estou em êxtase porque estamos juntos. – estavam sentados na cama e sorriram felizes um para o outro.

Um pouco tensa, Kate chama Rick – Amor, antes de dormir eu queria comentar uma coisa com voce. Queria dividir uma preocupação... – Kate falou.

Olhando-a com interesse, Rick perguntou – Diga. O que é que se passa nesta sua linda cabecinha?

Torcendo a boca para o lado e, em seguida, mordendo o canto inferior do lábio, Kate ficou olhando para ele e, por fim, disse – Rick, desde a primeira vez que fizemos amor... agora, depois que nos reencontramos, em nenhuma das vezes fizemos uso de preservativo. – deu uma pausa, mas continuou – E confesso que eu também esqueço e só lembro depois. E, como já comentei com você, eu não tomo pílula anticoncepcional, nem tenho DIU, ou qualquer outro método contraceptivo.

— E você está no seu período fértil, Kate? – ele perguntou levando o assunto a sério.

Torcendo novamente a boca para o lado e mordendo o canto inferior do lábio, Kate olhou para Rick e, após uns segundos de silêncio, ela confirmou — Sim, Richard. Eu estou no meu período fértil.

Preocupado com o que acabara de escutar , Rick pergunta – Kate, se você estiver grávida, vai ser um transtorno para você? – ela não respondeu e ele voltou a falar – Querida, lembre-se que eu já te falei... Eu falei sorrindo como se tivesse zombando ou não levando o assunto à sério, mas eu falava sério, Kate. Se você estiver grávida eu juro que vou ficar contente. Vou mesmo. – ele sorriu – ainda mais se for um garotão – sorriu novamente.

Ainda tensa, ela se queixou – Ah, Rick, você não está levando à sério...

Sério, ele ratificou o que dissera anteriormente — Querida, eu estou falando super sério. Juro que vou ficar contente.

— Mas o que me preocupa também, é que ainda é muito cedo para eu ficar grávida. Nós acabamos de iniciar uma relação. – percebendo que ele ia interrompê-la, ela sinaliza pedindo para ele espera-la terminar de falar, prosseguiu – eu sei que nós nos amamos, mas, na verdade – ele fez uma pausa — não sei se eu queria ter outro filho. Alexis já é quase uma mocinha e as meninas já estão com cinco anos... E também... Minha gravidez foi tão difícil...

— Você sofreu na gravidez? Houve risco? – ele perguntou visivelmente preocupado.

— Não. Não foi problema de saúde... Meu emocional é que ficou abalado durante a minha gravidez, principalmente nos primeiros meses quando eu tentava entrar em contato com você e não obtinha êxito... A gravidez também foi difícil porque além de eu estar com dinheiro regrado, não pude comprar tudo que elas precisavam, inclusive moradia; eu tinha que resolver tudo sozinha, tudo era muito novo para mim, sozinha, sem ninguém por mim. A sorte foi que minha obstetra foi a Lanie, que se tornou minha amiga inseparável. Como se fosse minha irmã. A família dela ficou sendo a minha família.

— Kate. Agora tudo é diferente. Tudo está diferente. Repare, além de você não ter mais o problema financeiro, pois você já está muito bem estabelecida, você tem a mim, Kate. Nunca vou me perdoar pelo que eu fiz você passar, Kate. Nunca! Nada que eu fizer vai fazer você superar, eu sei. Mas falar sobre isto não vai trazer de volta o tempo de sofrimento para modificá-lo. Impossível. A única coisa que eu posso dizer, amor, é que eu estou junto de você. Eu estou ao seu lado. Eu estou aqui e também tenho condições financeiras para arcar com toda e qualquer despesa que for necessária. Eu não vou deixar você sozinha. Nunca.

Ele a puxou para si e a abraçou forte e percebeu que o coração dela estava batendo acelerado. — Hey, amor. Não fique assim. Não vamos nos precipitar. Não vamos sofrer por antecipação. Vamos aproveitar nossa nova vida e, se você estiver grávida nós enfrentaremos juntos. — olhando preocupado para ela, ele pergunta – Se você estiver grávida, você cogita a hipótese de aborto?

Assombrada com aquela pergunta, ela responde imediatamente — Não! Nunca! Nunca me passou pela minha cabeça fazer um negócio deste. Jamais!

— Que bom que você pensa assim. Então, Kate, vamos esperar. Se você não estiver grávida, passaremos a nos precaver para acontecer no momento certo e se você estiver, o bebê será muito bem vindo. – ele sorriu para ela e deu um monte de beijo no rosto e nos cabelos dela.

— Você deve estar pensando que eu sou uma boba...

Apertando-a nos braços, ele disse – Longe disto, amor. Você é perfeita! Você apenas está apreensiva. Você tem seus motivos e eu entendo e respeito. Mas, como eu falei, vamos viver um momento de cada vez. – Pegando o queixo dela, direcionando-o para olhar para ele, Rick falou — Hey, eu te amo. Te amo como nunca amei ninguém. E repetindo aquela máxima, eu te afirmo que "Eu te amo mais do que eu te amei ontem e te amo menos do que te amarei amanhã". – Sorriu para ela.

Devolvendo-lhe o sorriso ela disse — Também te amo. Muito. Muito mesmo. – Deu um selinho nele.

— Pronto. Então vamos dormir. – Ao falar isto, Rick se deitou e a puxou para ficar junto a ele e trocaram um abraço apertado e, depois de trocarem um beijo de boa noite, acomodaram-se, deitando-se de conchinha. Ele passando o braço pela cintura dela, apertando-a a ele, como se fosse um cinto.

... PELA MANHÃ, NA SUÍTE DE KATE...

Era domingo. Kate acorda com o balanço excessivo do colchão e com o peso de dois corpinhos que não só se moviam, mas estavam literalmente deitados sobre ela, sendo que a dona de um destes corpos lhe dava um monte de beijinhos molhados e estalados no rosto e acariciava seus cabelos, pegando umas mechas por entre os dedinhos. Estes pequenos corpos eram muito conhecidos dela e, mesmo de olhos fechados, ela sabia que ambos eram praticamente idênticos, tinham lindos olhos azuis e cheirosos e sedosos cabelos loiros acinzentados.

Como Kate fingia estar adormecida, não conseguia distinguir qual das duas princesinhas estava acariciando seus cabelos.

Kate percebera que, sob o edredom, Rick ainda a mantinha de conchinha, bem agarradinha a ele com seu braço forte traspassado pela cintura dela e as pernas de ambos estavam entrelaçadas. Pelo som cadenciado da sua respiração, Kate deduziu que ele ainda estava dormindo pesado e parecia não perceber, muito menos se incomodar com os dois ‘pesinhos’ que, inocentes, se agitavam sobre eles.

Continuaria simulando o sono para ver até onde isso ia dar.

Ainda recebendo os doces estalados beijinhos, Kate continuou sendo chamada pelas filhas. — Mamãe, acorde. Papai, acorde. – Kate se segurava para não rir, pois estava achando muito fofa a atitude das filhas. As duas tinham voz doce e elas os chamavam bem baixinho, quase sussurrando.

— Mamãezinha, linda! – disse outra voz também linda e doce.

Pronto! Agora Kate não poderia mais fingir estar dormindo, senão elas, cheias de energia, as chamariam milhões de vezes e, assim, ficariam agitadas. Kate abriu lentamente os olhos e olhou para suas duas bonequinhas loiras: as donas dos lindos e expressivos olhos azuis, sendo que uma delas, estava com o rostinho repousado entre o vão do seu pescoço e, por isso, percebeu a mãe se mexer. Era Annie, que rapidamente levantou o rostinho e, exultante, falou antes mesmo da mãe dizer qualquer coisa, – Mamãe, mamãe, você acordou! – falou toda contente, já com a voz no tom normal e, se dirigindo às irmãs que estavam ao lado, chamou-as – Bia, Alexis, a mamãe acordou!

Bia que também estava sobre os pais, se movimentou de forma a também poder dar um monte de beijinhos na mãe.

Ainda com muito sono, porém com um sorriso estampado no rosto, Kate cumprimentou as meninas – Hum? Quanto beijo gostoso! Bom dia, minhas três princesas!

Neste momento, Alexis, por ser maiorzinha e mais comedida, sentou-se junto a Kate, abaixou-se e deu-lhe um beijo no rosto. Então, ouviu-se um sorridente coro infantil de “Bom dia!”, mesmo que mal ensaiado e lindamente desordenado.

— Bom dia, queridas. – Kate respondia aos cumprimentos das três ao mesmo tempo e, em seguida, perguntou – Mas porque vocês acordaram tão cedo, assim? Perderam o sono?

— Kate, são oito e meia da manhã! – Alexis, esperta, a informou.

— E hoje não é dia de escola; a Beth não veio. – Annie concluiu, completando o que Alexis tinha falado.

— E nós estamos com fome, mamãe. – Bia tratou logo de informar, arrematando o que as irmãs disseram.

Espantada e preocupada com o adiantado da hora, Kate precisava levantar para preparar o café da manhã, mas ao sentir a respiração de Rick no seu pescoço de forma regular e cadenciada, concluiu que ele, realmente, ainda estava dormindo, apesar de todo o movimento das filhas e de toda a conversa que se desenrolava.

Kate até tentou se virar, mas, mesmo dormindo, ele a estava prendendo forte, então, com jeito, foi se libertando das garras maravilhosas dele, ao tempo em que instigou as meninas a acordarem o pai. – Filhas, eu tive uma ideia. Porque vocês não acordam o pai de vocês também, eihm?

— Mamãe, eu até que tentei, mas ele não acordou – Fazendo um biquinho lindo, Bia tratou logo de se justificar.

Com um sorriso de felicidade estampado no rosto, Kate se lembrou do exato motivo do noivo estar dormindo feito uma pedra. Ambos tiveram uma noite maravilhosa e eroticamente bem-sucedida e, consequentemente, estavam exaustos, e ele mais ainda.

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Depois de terem dormido após terem feito amor de forma selvagem e fantástica, quando Rick a aprisionara, ele a acordou um tempo depois, durante a madrugada entre beijos e carícias, literalmente pronto para novo combate, o que aconteceu com perfeição e ambos saíram vitoriosos e, mais tarde no banheiro, no momento do banho, repetiram o episódio, mesmo que de forma mais rápida. "Que noite maravilhosa!", Kate pensou.

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— Mamãe! – A voz fininha de Annie tirou Kate do devaneio.

Desperta, Kate sugeriu — Meninas, porque vocês não tentam novamente acordar o papai ? Insistam. Ele adora beijinhos e carinhos.

Estimuladas pela mãe, as três o atacaram freneticamente. O som do riso delas e o motivo que as levava a sorrir enchia o coração de Kate de alegria.

As crianças nem passaram dez segundos beijando o pai e Richard abriu os olhos, suspirou e, sonolento, tentando se encontrar, conferiu o que se passava ao seu redor.

Passando as duas mãos pelo rosto e pelos cabelos, com um sorriso nascendo nos lábios, ele, tal e qual Kate, não se incomodou de ter sido acordado pelas filhas e as cumprimentou – Bom dia minhas princesas. – olhando e sorrindo para Kate ele disse – Bem que a mãe de vocês falou que vocês acordavam cedo...

Alexis repetiu a mesma informação anteriormente fornecida à Kate – Não é cedo, papai. Já são oito e meia da manhã!

— O que? – ele olhou para Kate com olhar indagador – Como foi que dormimos tanto?

Com os olhos semicerrados, Kate sorri e comentou com um tom baixo e carregado de malícia – Sério, Rick! Você quer mesmo que eu te diga com detalhes o motivo que nos fez perder a hora?

Devolvendo-lhe o mesmo tipo de olhar e sorriso, Rick informou à Kate – Prá falar a verdade, querida, eu não queria que você me 'dissesse'... Eu preferia que você me 'mostrasse' com riqueza de detalhes...

Ambos riram diante do tema da conversa.

Já sem ser abraçada por ele e mesmo tendo as meninas sobre eles, Kate tinha conseguido girar o corpo e estava o admirando, quando recebeu um olhar apaixonado dele que, em seguida, puxando-a mais para perto dele, acariciou sua face e a cumprimentou – Bom dia, minha linda.

Seus lábios se encontraram num beijo rápido. Um beijo doce, cheio amor e de promessas.

Tal demonstração de amor foi o bastante para ouvirem o coro infantil – Eca! — que levou Rick e Kate a gargalhar.

Animado, Rick retira as gêmeas de cima deles a fim de possibilitar que ele e Kate pudessem sentar. Em seguida, já sentados na cama, Rick as coloca novamente no colo deles.

— E aí, vamos tomar café da manhã? – Kate perguntou animada para as filhas.

As três responderam simultaneamente.

— Vamos!

— Estou com fome, mamãe.

— Eu também.

Então... – olhando para Rick, anunciou -, eu vou fazer suco de laranja, vou esquentar pães e torradas, vou pegar presunto, queijo, requeijão cremoso, vou descascar e cortar frutas frescas, vou arrumar a mesa também com iogurtes, leite, café e achocolatado... — por fim, arriscou — Que tal você fazer panquecas com cobertura de geleia de frutas, Rick?

Novamente, as meninas, felizes, se expressaram ao mesmo tempo.

— Êba!

— Oba!

— Papai, eu amo panquecas com geleia!

— Perfeito! – Rick comentou – Então vamos todos para a cozinha. Vou querer ajuda de vocês três, pode ser?

Pronto, esta parecia ser a senha para acontecer explosão de alegria das filhas e cada uma delas começou a dizer suas habilidades na cozinha.

— Então, vamos levantar e mãos à obra. – Richard tomou a frente da programação culinária.

Após Kate e Rick fazerem a higiene matinal, eles desceram para a cozinha com as filhas, todos de pijamas.

O amor e a harmonia estavam no ar. Entre risadas, conversas, brincadeiras e mais risadas, o café da manhã da família Beckett-Rodgers foi preparado e saboreado por todos.

Durante o café da manhã, para alegria das crianças, Rick decidiu procurar na internet uma atividade recreativa para todos.

Continua...

Notas finais
E o amor se fez. Não sexo por sexo. Longe disto... Foi sexo com amor! Amor por amor! O amor de Kate e Rick é lindo. Espero que tenha gostado. ======================== LINKS DE IMAGENS Kate e Rick na cama - sensual - http://images6.fanpop.com/image/photos/32300000/Caskett-caskett-32358411-500-281.png ===================== LINK DE IMAGENS E MÚSICA Amor I love you - música - https://www.youtube.com/watch?v=6bWNj4nI_Zo Kate e Rick fazendo amor no box http://29.media.tumblr.com/tumblr_m2sk0tLsOM1qdqa91o1_1280.jpg Kate e Rick sentados na cama http://38.media.tumblr.com/e8c8c59fd1208c5cf088943c74aab068/tumblr_mlbtx7fJ0B1qzdceqo1_500.gif Gostaria muito de receber um comentário seu. Me diga se gostou ou se não gostou.