Amor de Irmãs
13 Hungria - Parte 3
Notas iniciais
Hoje é Dia da Família, ou seja, nós passamos o dia com a família e ela nos leva a onde ela quiser e achar mais divertido! Acordamos por volta das 11h da manhã e o nosso almoço foi pizza, mas não uma pizza qualquer, foi uma pizza húngara, deliciosa por sinal, tão deliciosa que a Elena comeu duas! Ela já se acalmou mais desde ontem, ela anda entusiasmada, mas também meio em baixo, pois faltam apenas 2 dias para irmos embora… Vá eu admito, não é só ela que anda em baixo…
Elena: Katherine! – Disse estalando os dedos à minha frente
Katherine: Oi! Sim?
Elena: Estou a chamar-te à 5 minutos! Que tens? Tens estado estranha
Katherine: Desculpa estava a pensar, não é nada não – Disse forçando um sorriso mas sei que ela tinha reparado que era forçado e apenas assentiu e voltou a escrever para o Damon, estavamos dentro do carro, já fomos à Heroes Square, uma praça onde tem em estátua todos os ‘’heróis‘’ da Hungria, reis, soldados, generais, os mais importantes, agora íamos a caminho do restaurante para jantar Gyros, uma comida típica daqui, super deliciosa por sinal, é um prato com frango, salada, maionese, arroz e pão e é delicioso, pode não parecer muito deliciosa assim, mas acreditem que é! Fomos de seguida à Citadella, linda de mais, então de noite ainda mais, a cidade vista lá de cima, maravilhoso e romântico, muito, as luzes da cidade tornam a cidade mágica, já cá tínhamos estado de manhã, mas se já amava esta cidade antes, então agora que cá vim de noite, ainda amo mais! Ambas estamos maravilhadas com a vista é realmente linda de mais!
Stefan: Então meninas como estão? – Perguntou abraçando-me pelas costas e depositando um beijo no meu pescoço
Elena: Maravilhosa! – Disse dando uma rodinha e piscando o olho e de seguida beijando o Damon – Mas a Katy anda muito estranha, andou assim o dia todo!
Katherine: Eu estou bem Lena, tu andas a imaginar coisas! – Disse tentando parecer convincente e ela lançou-me um olhar de reprovação
Stefan: Que se passa? – Perguntou e quando ia para responder o meu irmão me salvou, nessas horas eu amo ele
Jeremy: Boa noite manas, cunhadinhos! – Disse sorridente segurando a mão da Anna
Anna: Boa noite! – Disse meio tímida
Elena: Jer! Boa noite querida! – Disse a Lena dirigindo-se ao casal que tinha acabado de chegar
Damon: Boa noite pombinhos – Disse sorrindo e dando um breve aceno
Katherine: Boa noite! – Disse sorrindo aliviada
Stefan: Boa noite! – Disse imitando o Damon
Anna: Nós vamos entrando, querem vir? – Perguntou amigável
Elena: Sim claro! – Disse puxando o Damon
Stefan: Nós já lá vamos ter – Disse segurando a minha mão e eu engoli em seco. Eles entraram e quando não havia sinal de ninguém, ele começou – Podes começar
Katherine: Com?
Stefan: Katherine eu conheço-te bem demais para me virem com esse ‘’com?‘’ – Disse imitando o meu tom de voz
Katherine: Não vale a pena, pois não? – Perguntei cabisbaixa
Stefan: Não mesmo – Disse e eu baixei a minha cabeça e não consegui controlar algumas lágrimas – Katherine, olha para mim – Disse levantando a minha cabeça e limpando as lágrimas
Katherine: Eu nem sei porque estou a chorar, Stef – Disse fungando – De certeza que não é nada de mais e eu estou assim
Stefan: Estás preocupada, é normal amor – Disse carinhoso
Katherine: Ele continua mal Stefan, ele ontem fingiu estar bem, mas eu vi, eu vi que ele estava mal – Disse chorando – E se não for só uma constipação Stef? E se for grave? O que eu vou fazer? Eu sou a mais velha e sou a mais fraca, como vou ser capaz de sorrir para os meus irmãos e dar forças para a minha mãe? Eu não consigo… — Disse soluçando por causa do choro
Stefan: Amor… Não penses assim, talvez nem seja nada de mais, talvez seja só mesmo uma constipação, lembras-te quando ficaste constipada no Verão e estavas com muito mau aspeto? – Assenti – Se calhar seja só isso, tu sempre foste muito parecida ao teu pai
Katherine: Mas eu tenho medo Stefan – Disse com a cara molhada por conta das lágrimas e o mesmo me abraçou e ficamos assim uns minutos até me acalmar e para de chorar
Stefan: Não voltes a dizer que és fraca Katherine, pois tu não o és, tu és a rapariga mais forte que eu alguma vez conheci na minha vida – Disse olhando-me nos olhos com a minha cara nas suas mãos e eu assenti – Vamos para dentro, tens que ir lavar a cara para o inchaço do choro passar – Disse carinhoso sorrindo e eu assenti mais uma vez, eu não tinha mudado de ideias, mas estava mais aliviada depois de ter falado com o Stefan, fomos à casa de banho, lavei a cara umas 5 vezes e quando sai parecia que nada tinha acontecido e descemos para o sítio onde estava o resto do pessoal, estava numa mesa, o Jeremy e a Anna, a Elena e o Damon e a Bonnie e o Kai e quando nos viram chamaram-nos para nos sentarmos nos bancos livres e assim o fizemos, assim que chegamos à mesa, estavam todos a rir, menos o Jeremy que estava com um olhar de quem queria matar a Elena
Katherine: Que se passa? – Disse rindo da animação da mesa
Jeremy: A Lena tirou a noite para falar de mim – Ele disse eu fiquei confusa
Elena: Eu só estava a contar à Anna como o Jeremy era enquanto criança – Disse rindo divertida
Katherine: Oh! E o que estás a achar até agora Anna? – Disse divertida
Anna: Bastante interessante – Disse rindo divertida e abraçando o Jer que olhou para ela quando ela disse
Elena: Ah! E ouve uma vez, que nós fomos para a casa do lago com a família e o Jer estava tão entusiasmado por ir que quando lá chegamos ele saltou no lago de roupa e tudo e quando saiu com aquela cara sapeca de menino de 7 anos ainda queria nos atirar também a nós! – Disse rindo e todos riram divertidos
Katherine: Pois foi! E depois no mesmo dia quando percebeu que eu e a Lena não queríamos ir à água porque estávamos a brincar ele despejou-nos com um balde de água do lago em cima e destruiu o nosso castelo de areia, o que fez a Elena ficar furiosa e ir atrás dele a correr e cair na água com ele – Disse rindo fazendo o grupo rir mais ainda até o Jeremy – E ouve um dia em que a Lena estava doente e ele disse que não precisávamos de ir ao médico apenas ir até à igreja e trocar ela por outra criança – Novamente riram e a Anna ficava cada vez mais encantada com o seu menino ao ouvir as histórias – Uma vez que fomos de férias e ele andava atrás da Lena com um camaleão a dizer para ela brincar com ele e que ela seria a namorada do camaleão e ela fugia dele e chegou até ameaça-lo dá-lo para a vizinha rabugenta e velha, mas ele sabia que ela não podia fazer isso então continuava com camaleão atras dela – Risos novamente
Elena: Muito engraçado, mas esqueces-te quando fomos passar ferias a casa dos avós, que uma vez ele tinha trocado o teu peluche por uma galinha e tu dormiste a noite toda agarrada a ela e quando acordas-te deste um berro que acordou a aldeia inteira e que ia matando a galinha de susto – Mais risos. Quando demos pela hora, já era tarde, então despedimo-nos de todos e fomos para casa
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Acordamos à hora normal, apanhamos o comboio, elétrico e finalmente chegamos à escola, os húngaros ficaram a ter aulas enquanto nós fomos ao mercado, apanhamos o autocarro para o centro de Budapeste e fomos a pé o resto, compramos prendas para a família e para nós, último dia, tínhamos que aproveitar ao máximo, à hora do almoço encontramo-nos com os nossos parceiros e fomos para casa almoçar, decidimos ficar em casa à tarde, arrumamos as malas, deixamos de parte a roupa para amanhã e ficamos a ver televisão e acabamos eventualmente por adormecer, quando acordamos tomamos banho, lanchamos e fomos para o Arena Plaza, ficamos lá o resto da tarde, jantamos lá e fomos para a pista de gelo prepararmo-nos, quando chegou o grupo todo, alugamos os patins e fomos para a pista, estava a correr tão bem a noite, o clima da patinagem era bastante divertido, estávamos a patinar e a fazer corridas, estava perfeito de mais mesmo! Quando acabaram as horas do bilhete, saímos e arrumamos tudo e fomos para um bar, onde bebemos e bebemos muitos, bastantes shots iam para a nossa mesa, mas quando estava a ficar meio turvo, decidimos parar e ir para casa, quando chegamos a casa, não sei se era por conta dos shots ou não, mas assim que chegamos adormecemos logo. No dia seguinte, acordamos meio atordoadas e tomamos banho, uma de cada vez, bebemos café ao pequeno-almoço e comemos uma fatia de pizza e seguimos para o aeroporto, pelos vistos fomos as primeiras a chegar então aproveitamos para beber mais uma vez café, precisávamos de estar bem quando chegássemos a casa, quando o resto do grupo começou a chegar, reparei que todos estavam a ir beber café, estávamos todos iguais, mas os stores não nos disseram nada! Fizemos o check-in e começamos a despedir de todos, houve muita choradeira, principalmente porque queríamos ficar. Os ‘’nossos‘’ pais deram-nos uma prenda a casa uma, uma carta escrita por eles e uns brincos e então nós agradecemos-lhes por tudo o que tinham feito por nós em húngaro, o que fez eles ficarem emocionados e nós começarmos a chorar de novo, quando tivemos que revistar para entrar, estava difícil de ir, pois ninguém queria ir, o Jeremy e a Anna não se largavam aos beijos, percebo mas enfim…
Chamaram o nosso voo e entramos, no inicio da viagem ia tudo calmo, mas assim que fizemos a escala, saíram montes de pessoas do avião, deixando as últimas cinco filas de bancos só para nós e foi ai que eletrizamos, começamos a tirar montes de fotos no avião, a comer, a ouvir música, a dançar e saltitar de banco em banco para falarmos com este e com aquele, quando deu 16h da tarde, os gatos dos hospedeiros serviram-nos o almoço, que estava muito bom por sinal. Não nos acalmamos por nada, nem quando o avião estava a aterrar. Saímos do avião e fomos para a passadeira à espera das nossas malas e quando estava tudo, fomos andando até às enormes portas que foram abertas e lá ao fundo já se viam as nossas famílias à nossa espera, foi tão bom esta viagem, mas ao mesmo tempo foi tão bom abraçar os meus pais e finalmente dormir na minha casa, na minha cama. A Elena e o Jeremy continuavam elétricos e estavam a contar a viagem toda eu ia entrando na conversa de vez em quando e ria com a energia que eles ainda tinham depois de 7 horas dentro de um avião.
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