Amor de Chiclete - Bubblegum Love
4 Um pouco mais quente... Talvez?
Notas iniciais
[...] Beijei-a [...]. Seus lábios eram bem mais finos e delicados que os meus, me rendendo muito mais prazer naquilo. [...] Foi então que as nossas línguas se encontraram e se entrelaçaram, desajeitadas no início, mas depois conseguimos chegar em uma sincronia perfeita. E assim continuamos até nos faltar o ar.

~Jujuba POV’s ON:
Quanto mais ela me beijava mais eu gostava, já havia perdido a conta de quantos beijos foram e sua duração, mas eu não ligava, queria que aquilo durasse para sempre e... Espera! Foi ela quem beijou primeiro. Isso significa que ela deseja o mesmo que eu! Não acredito que escondi meus sentimentos por ela por tanto tempo e tudo isso era recíproco.
~Finn POV’s ON:
— Me solta Jack!
— Finn, cara, não vou deixar você ir. Nem sabe onde ela esta!
— Também não me interessa, só quero saber dela aqui comigo. Me deixa ir! – gritei – Se ela estiver em perigo eu preciso salva-la!
Me esperneava tentando me soltar mas Jack estava com seus braços esticados e todo enrolados em mim.
— Se você ficar em perigo e morrer, como vai ajudar a princesa?
— Tem razão – parei de me debater – Vou ficar calmo – Na verdade menti – Agora me solta.
— Tá falando serio?
— Sim. – então o cachorro me soltou — Mentira! – rapidamente sai correndo e gritando – PRINCESA JUJUBA EU VOU TE SALVAR!!!
— FINN ESPERA! – gritava Jack que me seguia em tamanho gigante se aproximando cada vez mais.
— Você não vai me impedir – corria já ofegante
Tentei olhar para trás para ver se ele estava próximo e acabei tropeçando e rolando no chão rolando em um pequeno morro e, em seguida, caindo em cima de algumas moitas. Mas não demorou muito para que pudesse subir o morro com alguns gemidos de dor. Chegando lá em cima dei de cara com Jack.
— Tá feliz agora? – perguntou ele com a cara emburrada – Se machucou todo!
— Estou bem – disse enquanto retirava da roupa alguns espinhos e galhos que grudaram em mim na queda.
— Por que você fugiu, mano?
— Porque... – tentei me explicar, mas não conseguia – Ahn – gemi. Meu corpo estava dolorido.
— Oque eu disse? Como vai ir atrás da jujuba assim agora?
— Eu vou assim mesmo! Você pode me levar, basta ficar gigante.
— Quem disse que vou te ajudar – houve um silêncio antes da resposta
— Você é meu amigo cara, não vai me ajudar mesmo – Tremulei a voz propositalmente e abaixei a cabeça.
— Só estava zoando com a sua cara, vou sim, sobe aí – logo após dizer tais palavras, triplicou seu tamanho e me pôs em suas costas – Sabe para onde temos que ir?
— Acho que sim. – respondi meio incerto
— Então desembucha cara! Não tenho o dia todo, vou sair com a Lady Iris hoje.
O fuzilei com o olhar, mas de maneira leve. Só pode estar em um lugar, pensei.
— Casa da Marceline, vamos lá!
~Jujuba POV’s,ON:
— Marceli... – ela me beijou de novo sem que eu pudesse dizer uma única palavra sequer – Marce-- – outro beijo – Mar – outro beijo.
Por Deus! Aquela garota queria realmente me beijar, não podia culpá-la eu também queria muito aquilo. Aproveitei então que a mesma havia parado para respirar
— Marceline, não é muito perigoso fazer isso aqui?
— Sim,mas...– parara de flutuar e ficara em pé na minha frente. Eu realmente não sabia que podia fazer aquilo, sempre que a via estava flutuando – Isso é muito mais excitante e eu não posso me controlar...
Está ai algo que eu não estava acostumada a ver, uma Marceline safada e incontrolável
— Vamos para o quarto... – realmente não acreditei no que estava fazendo. Não posso fazer isso.
Ela distribuía beijos pelo meu pescoço me fazendo ficar extremamente corada e arrepiada:
— Para a cama?
— S-sim – gaguejei.
Com uma força que eu desconhecia, a garota vampiro me pegou em seu colo e caminhou até o quarto me beijando o máximo que podia, numa frequência próxima à de um frenesi.
Já em sua cama achei que seria uma boa oportunidade para tentar esclarecer oque ela sentia por mim, mas, entre os beijos, minhas palavras não saiam.
— Jujuba – ela finalmente parou por um tempo de beijar – Seja minha – ela me chamou de Jujuba, por incrível que pareça – Só dessa vez...
Das diversas palavras que poderia ter dito aquele momento, a que escolhi, poderia ser considerada a mais idiota:
— Sim – respondi imediatamente
— Era só isso oque eu precisava ouvir... – respondeu-me com um leve sorriso no rosto. Já sabia oque aquilo significava, quer dizer, só podia significar uma coisa, então me deitei ,praticamente me entregando a ela – Isso mesmo – continuou a garota agora com um largo sorriso na face.
A camisa Xadrez de Marceline que eu usava já estava aberta, oque facilitou e muito o trabalho dela, em pouco tempo estava apenas de calcinha e sutiã.
Marceline POV’s ON:
Ela finalmente disse sim, não podia acreditar! Senti meu rosto esquentar um pouco, mas, com certeza, o dela estava pegando fogo e não era apenas o rosto.
— Eu juro que vou ser boazinha. – falei. Primeiramente pretendia usar os dedos. Também não queria mostrar meus instrumentos agora.
Beijei-a pela uma ultima vez, lentamente, enquanto minha mão explorava seu corpo, cada curva, sentia junto com ela cada calafrio que eu mesma a fazia sentir.
A rosada se arqueou quando, sem querer passei a mão em seus seios. Ao perceber prazer de ambas as partes, tornei a fazê-lo, mas apertei também dessa vez, fazendo com que gemesse em meio ao beijo que abafava aquele som maravilhoso. Ela recuou para respirar, aproveitei para explorar outros lugares com a boca. Comecei pelo pescoço e fui descendo distribuindo beijos pelo caminho, sempre atenta a cada reação dela, cada gemido que se perdia por sua boca.
Abri seu sutiã sem pressa. Não queria mesmo que aquilo acabasse. Jujuba já parecia estar perdida em êxtase, então fui com minha boca em direção a um de seus seios, enquanto brincava com o bico do outro com as mãos.
Quanto mais força eu usava nos chupões que dava em seu mamilo, mais ela arqueava suas costas como se estivesse implorando por mais...
–De... D-dedos... – ela estava realmente pedindo aquilo? Não acredito.
— É isso oque quer? – perguntei.
— P-por favor – Respondeu a garota, que agora não estava mais rosada, mas em um tom forte de vermelho.
— C-certo – Gaguejei.
Posicionei-me, ficando de joelhos bem no meio de suas pernas e retirando a ultima peça de roupa que lhe restava, uma calcinha muito fofa e sexy com um lacinho no meio.
A visão que tinha dela era perfeita, ela tinha pequenos pelinhos finos e rosados. Mordi meus lábios completamente ao vê-la assim, totalmente entregue a mim exatamente como eu imaginava, não conseguia resistir. Enfiei um de meus dedos em sua “entrada”, mas ela apenas arqueou suas costas de leve mais uma vez, fiz pequenos movimentos de “vai e vem” e logo depois inseri mais dois dedos; Consegui oque queria, ela se contorceu na cama agarrando os lençóis. Seu gemidos eram baixos e delicados, mas eram mais que o suficiente para me excitar por completo.
Penetrava meus dedos com força, a fazendo se contorcer cada vez mais. Seus gemidos eram cada vez mais altos. A essa altura eu já não estava mais tão, digamos, “seca”.
Segurei uma de suas pernas para cima a arreganhando quase completamente, só para mim .
— Será que aguenta mais um dedo? – Perguntei, recebendo apenas gemidos de prazer como resposta. Aquilo fora mais que um “sim”
Então atendi o seu pedido imediatamente e penetrei quatro dedos de uma vez, com aquele mesmos movimentos de “vai e volta”, sempre aumentando a força e a frequência e atenta a expressão da rosada.
Não demorou muito até que ela chegasse ao seu ápice em minha mão, despejando seu liquido em mim e molhando minhas pernas, a expressão em seu rosto foi incrível. Ao ver aquela simples reação, fui aos céus e voltei numa fração de segundos.
— Marceline... – suspirou meu nome, ofegante e suada, depois de desmontar-se de mim. Acho que foi o suficiente para o momento.
Toc! toc!
— Espera, que barulho é esse? – Alguém batia na porta...
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