Notas iniciais
Vem mais confusão por aí gente,será que esses dois nunca irão se entender?hahaha vejam por si só, beijos e espero que gostem :*

Me sento na última cadeira de uma das fileiras,estou atrasada o professor me olha com uma cara nada boa.Me desculpo dando de ombros e torcendo minha boca para o lado.

—Aqui feia,pode tomar as notas para mim.

Ouço uma voz familiar olho para o lado é aquele animal está sorrindo,não é possível esse garoto só deve estar de brincadeira comigo.Ele vai ver só,sorrio pra ele ironicamente e disparo.

—Professor,este aluno aqui ao lado está me assediando e me insultando.- faço minha melhor cara de ofendida e humilhada que conheço todos os alunos a nossa volta olham espantados e achando graça ao mesmo tempo.

—O que! Sua louca eu não fiz nada disso...vamos senhor Collin você sabe como as meninas são.Diz ele ao professor.

Ele nos olha achando aquilo ali imaturo demais.

—Saiam os dois da Sala,e voltem quando não acharem que isso aqui é o jardim de infância.

Merda!meu plano deu errado que legal perdi aula logo no primeiro dia por causa de um babaca.

Pego minha bolsa e saio pisando duro da sala,as pessoas parecem estar se divertindo com isso.Viro o corredor e vejo uma máquina de refrigerante,mas está com defeito,aproveito e dou umas porradas para ver se funciona. Mas nada adianta,então sigo a procura de outra.Forças da natureza só devem estar brincando comigo né? Olho pra frente e aquele animal está com os amigos,parece irritado com alguma coisa.

—Tudo por causa dessa feia aí!. Ele diz em voz alta não controlo meu impulso e mostro os dois dedos do meio para ele e sigo andando,os amigos dele riem da situação.

Esse garoto não cresce,ele faz com que eu pareça uma adolescente.

As horas se passam e as aulas acabam ainda bem que não tive nenhuma outra aula com aquele animal,eu enlouqueceria de tédio pela presença dele.

Pego minha Harley e decido sair do campus espairecer a cabeça, a ligação do meu pai ontem me deixou com saudades com sua doença ele pensa que minha mãe ainda está viva isso mexe comigo,toda vez explicar para ele que sou a sua filha vai me quebrando aos poucos,mas aguento firme pois ele é minha única família. Subo na Harley e sigo viagem sem destino pela cidade movimentada que é Nova York, não me enquadro nas meninas mimadas dessa cidade eu sou toda errada,nada delicada e nojenta,levo coisas boas da vida além de me importar com cabelo e sapatos,a vida vai além disso,decido parar no Central Park estaciono minha Harley na vaga para motos,vou direto na fonte aonde homenagearam as pessoas do atentado de sete de setembro,esse lugar me arrepia todas essas pessoas mortas é de se pensar,por isso aproveito ao máximo como posso a minha vida.Vou até um carrinho de cachorro quente na praça e peço um para comer,estou faminta,meu celular toca É a cate.

—Alô.falo com a boca cheia.

—Céus Babi,não fale de boca cheia.

Reviro meus olhos.

—Como você quer que eu fale então?.

—Ok,deixe pra lá, hoje vamos a uma festa no Hard Rock um bar super badalado aonde várias fraternidades frequentam.

Ela diz animada,porra essas merdas de festas aonde só tem aideticos bêbados.

—Sério Cate?.

—Por favorzinho amorinha,vamos?.

—Nem vem,você só me chama assim quando quer as coisas.

—Por favor amorinha do meu coração?.

Rio com o termo que ela usa,e acabo cedendo.

—Ok,ok.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.