Amor Verdadeiro
4 Capítulo 3 - Grávida
Notas iniciais
Bem, vamos ao capitulo..... Boa leitura!!!
Cap.3 – Grávida
(Bella)
Desci correndo as escadas, pois não estava com paciência para esperar o elevador.
Cheguei na praça que ficava em frente ao prédio e vi Edward e os meninos.
- EDWARD! – gritei e corri até ele. – me perdoa! Você estava certo o tempo todo!
- Acho melhor a gente ir Emm! – Jazz disse se levantando.
- Acho que não! – Emm disse.
- Vamos logo Emmett! – Jazz o puxou.
- Do que você está falando? – Ed perguntou.
- Você tinha razão sobre a mi... Tanya! – disse não conseguindo chamá-la de mãe. – Ela montou um bordel e quer me levar para lá.
- Quem abriu os seus olhos?
- A Rose. Ela é minha irmã e nunca mentiria para mim.
- Eu também nunca mentiria para você!
- Eu sei meu amor. — me sentei em seu colo e fiz carinho em seu rosto. – Mas eu achei que era implicância com ela.
- Eu só quero o seu bem meu amor. – ele disse e me deu um selinho.
- Eu sei. Me desculpe?
- Claro! Sempre! – ele me beijou e a anã apareceu para nos atrapalhar.
- Desculpa atrapalhar o momento do casal, mas é que a pizza tá esfriando. – Alice disse.
- Vamos amor? – Ed perguntou.
- Vamos! – disse e ele me pegou no colo.
Agora sim, nossas vidas entravam nos eixos.
(...)
2 meses depois...
Há algum tempo vinha sentindo enjôos e tonturas e minha menstruação estava mega atrasada. Decidi fazer um teste de farmácia.
POSITIVO
Ainda não conseguia acreditar que estava grávida.
- Oi Gatinha. – Edward entrou no banheiro.
Não respondi, ainda olhando o palitinho que afirmava que eu estava grávida.
- Meu amor, você tá grávida? – Ed perguntou olhando o palitinho, que agora estava em suas mãos. – Bella! Amor! Fala comigo!
- Eu não sei! – disse.
- Vem comigo. – ele me pegou no colo e me levou para o nosso quarto. – o que você tá sentindo?
- Só enjôo e tontura. – consegui dizer.
- Você comeu? – ele perguntou.
- Tomei uma sopa, mas acho que já a coloquei para fora. – corei ao dizer.
- Então eu vou preparar algo para você comer e depois vamos a sua medica. – ele disse e saiu do quarto.
Fiquei um tempo esperando, até que Edward apareceu com uma bandeja enorme.
- Trouxe seu almoço.
- Só pra mim? – perguntei espantada com a enorme bandeja.
- Vou comer com você e depois vamos ao medico.
- Edward, acho que não é preciso. Esse exame não deve estar certo! Não é 100% certo. – disse alarmada.
- Por isso mesmo que nós vamos. Agora come! – ele disse em tom de ordem.
(Edward)
- Então... Ela está mesmo grávida? – perguntei eufórico.
- Está sim Sr Cullen. Está exatamente de dois meses. – a medica explicou.
- Dois meses? – Bella perguntou alarmada.
- Sim Srta Swan. Algum problema?
- Preciso conversar a sós com meu noivo. – Bella pediu.
- Claro! – a medica disse e saiu do consultório.
- O que houve amor? – perguntei.
- Esse filho pode não ser seu. – ela disse.
- Como?
- Eu estou grávida de exatamente dois meses. Foi naquela noite que eu transei com aquele cara e quando cheguei em casa, nós transamos. Eu não sei quem é o pai do meu filho! – ela começou a chorar.
- A traição eu posso até aceitar, mas um filho de outro cara não dá, Bella! – disse e saí do consultório.
(...)
Uma semana depois...
Já tinha uma semana que Bella e eu não nos falávamos.
Deixei-a no consultório da sua ginecologista e não liguei para ela e nem ela para mim. Seria melhor assim.
Ela criaria o filho dela sozinha.
- EDWARD! – Rose entrou gritando no meu quarto. – Eu preciso da sua ajuda.
- O que foi? – perguntei.
- A Bella!
- O que aconteceu com ela? FALA ROSE!
- Ela está indo fazer um aborto. Ela disse que essa criança está separando vocês! – Rose explicou.
- Ela não pode fazer isso! É só um bebê! Ele não tem culpa!
- Ela está transtornada. Ajuda a minha irmã, por favor! – Rose pediu chorando.
- Me dá o endereço da clinica. Eu vou atrás dela!
(...)
Entrei na clinica e Bella já estava quase entrando na sala.
- BELLA! – gritei e ela me olhou.
- Edward? – ela perguntou espantada.
- Bella não faz isso. É só um bebê! Ele não tem culpa! – pedi.
- Ele vai separar a gente! – ela começou a chorar.
- Bella você não pode fazer isso! É uma criança inocente! – tentei argumentar.
- Eu não posso criar um filho sem pai!
- Eu assumo! – disse sem pensar.
- O que? – ela perguntou.
- Eu assumo a criança! – afirmei.
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