Amor Universitário
5 Capitulo 5 - Empregada particular.
Notas iniciais
Acordei de mal humor pelos acontecimentos da noite passada. Tomei um banho, apesar de estão limpinho pelo tempo que passei naquele chuveiro noite passada. Kuroko não estava no quarto, deve ter ido encontrar com aquele namoradinho macumbeiro, aposto que aquele Midorima fez uma simpatia para ficar com o Kuroko! Mais fazer o que, aquele uke escolhe o seme que quiser! Sai do quarto pronto para socar a cara do primeiro que eu ver. Ao entrar na sala acho que minha raiva estava bem evidente, porque todos que estava perto de mim saiam rapidamente. Sentei em uma fileira que dava visão para o lugar de Kuroko que estava acompanhado do quatro olhos pai de santo, mais graças aos meus contatos, no meio da aula algumas coisinhas cairiam em cima deles... Nada demais só um balde cocô de pomba e outras aves. Talvez isso me anime um pouco! Em uma determinada hora, entrou um aluno na sala com o rosto coberto e dois baldes, caminhou sem falar uma palavra até onde o casalzinho feliz estava, e tranquilamente jogou os dois baldes neles e saiu correndo, todos os alunos começaram a rir desesperadamente enquanto o professor tentava ajudar os dois, mais sem querer toca-los por motivos óbvios, mandou eles se retirarem e se limparem, eu comecei a rir descontroladamente, realmente isso tinha melhorado meu humor.
Ao termino da aula fui para a quadra de basquete ainda rindo muito, estranhamente todos os outros não estavam lá, consultei o relógio e constatei que estava na hora do treino. É muito raro para não dizer impossível, que eles faltem após um jogo. Mesmo assim me troquei e comecei meu treino, ao treinar por uma hora, ninguém havia aparecido, fiquei imaginando que eles devem ter enchido a cara e estavam de ressaca.
Ao entrar no vestiário fui para onde tinha os box despi-me e abri o registro, a água logo começou a cair, deixei que percorressem meu corpo até que a porta do box que eu estava foi praticamente arrombada, me preparava para xingar quem quer que seja, mais Aomine invadiu o cubículo já sem roupa e meu atacou, beijando-me de uma forma voraz.
– Achou que escaparia de mim? – Um sorriso psicopata estava estampado em seu rosto. É... Agora fudeu, ou melhor... Vai fuder!
Ele continuou enquanto passava suas mãos em lugares impróprios, correspondi seus beijos de forma tímida ainda. O Daiki desceu seus beijos até meu pescoço, clavícula e peitoral, dando uma atenção especial aos mamilos, ai meu Deus como isso é bom! Tive que reprimir alguns gemidos que tentavam escapar. Ele continuou descendo até chegar ao meu baixo ventre, o moreno se ajoelhou e começou a me masturbar, lenta e tortuosamente puxei a cabeça dele ao encontro do meu membro, ele entendendo o recado e começou a me chupar, mordi os lábios tentando segurar os gemidos, mais alguns conseguiam escapar. Senti os espasmos que anunciavam o clímax.
–Aomine.... – Tentei avisa-lo mais foi tarde demais, ele engoliu todo o liquido sem reclamar.
Levantou-se e me beijou para que eu sentisse meu gosto. Tentou me virar para começar a me preparar, mais não deixei. NINGUÉM ENTRA NESSE CORPINHO QUE MAMÃE E PAPAI FIZERAM! O encostei na parede fria de azulejos, mostrei três dedos para Aomine que prontamente os chupou, introduzi o primeiro dedo, o que fez o moreno se contrair.
– Calma... Relaxa – Distribui beijos em suas costas e nuca.
Ao ver que ele se acalmava, enfiei outro dedo e movimentei-os abrindo-os como tesoura. Introduzi o ultimo dedo e ao sentir que ele estava bem preparado os retirei e me posicionei, forçando meu pênis contra a entrada do Daiki. Que fez uma careta de dor, continuei com calma até estar completamente dentro dele, levei uma das minhas mãos ao membro dele o masturbando, ele assentiu com a cabeça me dando permissão para continuar. Me movimentei devagar, recebendo alguns gemidos de dor em resposta, aumentei a velocidade e a força, até que os gemidos se tornaram de puro prazer e luxuria, eu não ficava para trás. Aomine chegou a seu ápice e após algumas estocadas fiz o mesmo.
Recuperei-me e sai do box, sem esperar pelo moreno, ele conseguiu o que queria, me vesti adequadamente para o encontro com a diretora, aquela mulher me ama! Não me deixa passar nem uma semana ser ir ao escritório dela! Ao chegar, a secretária dela me anunciou, nem entrei direito e ela já começou:
– Fiquei sabendo que anda importunando dois alunos Kagami!
– É mentira, deles diretora! Eu não fiz nada contra Kuroko e Midorima! – Falei com calma.
– Como você sabe quais são os dois alunos então? – Arqueou uma das sobrancelhas.
– Todos sabem! Alguém os estão perseguindo mais não sou eu! – Fiz carinha de cachorro sem dono.
– Eles têm certeza que é você! – Ela perdia a paciência.
– Estão mentindo, confie em mim diretora! – Ela suspirou derrotada.
– Vou te dar esse voto de confiança mais se eu descobri que mentiu para mim você vai se arrepender! Pode se retirar.
Sai do escritório e fui á procura de Kuroko, aquela coisa azul vai se arrepender! Procurei no nosso quarto, no refeitório, em todos os lugares. Fui acha-lo na quadra de tênis.
– Kuroko,quero falar com você. – Ele fingiu não me ouvir. – AGORA!
Encarou-me antes de me seguir até o canto da quadra.
– O que você quer? – Falou indiferente.
– Me entregou é? – A raiva transparecia na minha voz.
– Eu e Midorima não merecemos sofrer por caprichos seus! – Um pouco de emoção escapou em sua voz.
– Sabe... A diretora está à procura do fornecedor de drogas da escola. E até onde sei é o nerd macumbeiro!
– Você não faria isso! – Ele rangeu os dentes.
– Quer pagar para ver? – Ele pensou por alguns segundo até se dirigir a mim de novo.
– Eu faço qualquer coisa, mais não faça isso, ele seria expulso! – O desespero dele era quase palpável. Ponderei por alguns momentos até abrir um sorriso psicopata.
– Você vai ser o meu escravo particular! E vai ter que usar roupa de empregada sexy. – Os olhos dele se arregalaram.
O silencio reinou enquanto Kuroko pensava. Até que finalmente ele falou:
– Certo.
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