Notas iniciais
Oi pessoas lindas! :D Queria agradecer a todos os comentários, vocês tem me entusiasmado muito ultimamente, por isso estou postando rapidinho para vocês! Estamos entrando na reta final da fanfic, mas muitas coisas acontecerão ainda, aguardem viu! Espero que gostem desse capítulo beijinhos! Boa leitura...

–Swan? Não perde tempo mesmo né! – Me afastei de Alaric e olhei para trás, me levantando e sacudindo a areia da roupa, Tanya Denali me olhava sorrindo.

–Tanya, eu...

–Não se preocupe, não direi nada ao Edward... Por enquanto! — disse ela virando-se e andando até a casa.

Alaric, que estava em estado de choque se levantou, recuperando-se.

–Alaric, me desculpe eu não sei o que...

–Não, esta tudo bem!

–Tanya! – Gritou ele para a loira que rebolava no escuro em direção oposta a nossa. Ela virou o rosto, o observando por segundos – Não se atreva! – foi a única coisa que ele disse para ela, esta que virou a cara e continuou andando.

–O que aconteceu aqui? – ele levantava meu rosto com os dedos, eu sentia-me envergonhada, não entendia por que tinha o beijado, ele é meu professor, onde estava com a cabeça.

–Eu não sei... Eu só...

–Isabella, não se reprima, eu aceitei seu beijo, só fiquei... Chocado, nunca esperei isso!

–Me desculpe Alaric, preciso sair daqui! — Falei e sai correndo em direção a casa, meu rosto ardia de tão quente, cheguei aonde estavam todos e pude ver Tanya ao lado de Edward e Emmett, atravessei o quintal e sentei no degrau de terra na porta da casa, apoiando a cabeça nas mãos e tentando pensar com coerência.

–Bella? Esta tudo bem com você? – Era Jacob que falava comigo.

–Jacke! Eu... Podemos conversar? – pedi dando espaço para ele sentar ao meu lado na porta.

–O que aconteceu? Você esta pálida! Foi o Cullen? Ah aquele maldito! – Jacob já estava se levantando novamente então o segurei pelo braço.

–Não, não foi ele, fui eu!

Confuso ele voltou a sentar e me olhou preocupado.

Jacke! – Comecei, sentindo o sangue voltar a esquentar meu rosto – Eu beijei nosso professor! – sussurrei.

–O que? – ele praticamente gritou, arregalando os olhos castanhos em um sorriso nervoso.

–Shi! – Pedi silencio.

–Como assim beijou? – ele também sussurrava – No rosto né?

–Não Jacob, na boca mesmo...

–Mas... Mas... e o Cullen? Agora que não entendo mais nada mesmo!

–Lembra quando você em contou de você e Rosalie? – Olhei na direção de Rose, ela nos olhava disfarçando a metros dali.

–Sim, mas o que tem a ver com isso?

–Você falou que foi de momento, aconteceu sem você prever, e comigo foi assim Jacke, eu não sei, quando percebi já estava o beijando!

–E ele?

–Ele o que?

–O que ele fez Bells? Ele correspondeu ao beijos?

–Sim...

–Meu Deus Bella, e se algum aluno pegasse vocês dois! – Me advertiu ele.

–Ai é que esta! A Tanya viu!

–A Tanya? Nossa, agora sim a coisa ficou seria!

–Ai Jacke, não me condene, eu realmente não sei por que fiz isso...

–Você se arrepende? – ele estava de mãos cruzadas nos joelhos, me encarando curioso.

–Não sei... Acho que não!

–Você gostou? – por que ele estava com um sorriso bobo no rosto?

–Eu... Droga Jacke, gostei!

–Acho que você tem uma queda por nosso professor! Olha Isabella, entre o Cullen e Alaric, Alaric tem muitos pontos a seu favor!

–Jacke, ele podia ser meu pai!

–Nem tanto, ele é bem novo! Talvez pra um tio!

–Ah... – Deixei uma gargalhada escapar, só Jacob mesmo, para me fazer rir em tal situação, pior é que ele tinha razão, e eu estava bem confusa.

Quando Alaric se aproximou de Ângela para ver como ela estava eu desviei o olhar dele, não suportaria olhar em seu rosto por um tempo, até me acostumar com as lembranças que em invadiam.

Quando todos já haviam comido, tomado um suco natural e começaram a bocejar a mulher índia nos trouxe algumas folhas fofas para deitarmos por cima, a casa era pequena e não suportaria abrigar tantos jovens lá dentro, depois de muito agradecer deitamos todos em suas folhas para descansar para o próximo dia.

P.D.V. Alaric

Deitei-me sorrindo, fazia tempo que eu não me sentia daquele jeito, excitado como um adolescente, mas que merda estou pensando? Ela é minha aluna, muito mais nova que eu e ainda por cima esta apaixonada pelo aluno que mais me odeia!

Ainda podia sentir seu cheiro em meu ombro, seus lábios roçando em minha barba até parar em meus lábios e os seios dela pressionando meu peito. P*** que pariu! Eu precisava esquecer isso! Isabella Swan estava longe de meu alcance, apesar de ela ser uma menina forte, destemida, esperta e doce ela era apaixonada por Edward, eu sabia disso, só não entendi por que ela havia agido de tal forma antes, me beijando! Adolescentes e seus hormônios? Talvez pena? Não quis pensar desse modo, queria afastar os pensamentos que quase sempre me atormentavam, esse era um raro momento em que eu conseguia me distrair com outros pensamentos, que não fossem a culpa. Adormeci me questionando, acordei cedo, com alguém puxando meu braço!

–Bom dia! – Falei bocejando e levantando-me, era escuro ainda, mas podia sentir o sol se aproximando ao longe.

–Esta na hora homem branco!

–Okay, já estarei pronto, posso usar seu banheiro?

–Ali dentro! – Falou me indicando uma porta logo na entrada da casa.

–Obrigado!

Depois de usar o banheiro me juntei a ele e pegamos uma trilha qual nos levaria até a estrada principal para pegarmos o ônibus até a cidade.

Andamos uns quinze minutos até sairmos em uma rua asfaltada, era entusiasmante estar em uma rodovia, os carros passavam correndo por nós, a luz do dia vinha chegando e os carros não necessitavam mais de luzes.

–Na hora, lá vem ele! – Apontou para o ônibus velho que se aproximava.

Retirei do bolso minha carteira e o índio chamado Chery olhou confuso.

–Não precisa disso não! Conheço o motorista, ele não cobra de ninguém!

Como um motorista de ônibus não cobrava? Apenas concorde e quando o ônibus parou entramos, passando por um lugar onde devia ter uma catraca a anos atrás, mas hoje não tinha, o motorista sorriu e sentamos nos bancos vagos, próximo da porta traseira do ônibus.

–Obrigado Chery! Não sei o que seria daqueles jovens e de mim, se não tivéssemos encontrado sua casa!

–Agradeça aos deuses homem branco! – não sei por que ele insistia em me chamar assim, já havia falado três vezes para ele meu nome, então resolvi desistir.

Depois de uns quarenta minutos chegamos na cidade, meu sorriso ia de orelha a orelha, o Chery iria me levar até a delegacia da cidade, assim em comunicaria com a guarda da cidade, pedindo ajuda e tentaria me comunicar com o pessoal de Forks.

Descemos do ônibus em frente de um mercado e tentei ligar meu celular, havia o deixado o tempo todo desligado, devido à falta de serviço na floresta, só assim conservei a bateria.

Mas ele não pegava área ali também, achei estranho, fiz um muxoxo e o guardei no bolço de minha calça jeans imunda.

–Aqui! – comunicou-me Chery parando na calçada e frente a um sobrado de dois andares.

Entramos por uma porta de vidro, onde letras negras em minha faixa vermelha diziam ¨delegacia¨.

Uma recepcionista nos atendeu, ela era bem ajeitada, com um coque frouxo no cabelo e batom rosado nos lábios, sorria gentilmente.

–Em que posso ajudar?

–Preciso falar com o delegado!

–Só um instante!

Com um sinal ela pediu que acompanhasse, entramos em uma sala pequena, o Chery ficara lá na frente, e um homem alto me atendeu.

–Sim? Posso ajudar em que meu caro?

–Sou Alaric Saltzman! Eu e minha turma de escola nos perdemos há...

–Ah meu deus! Você é noticia nacional! Sr. Saltzman! Como está vivo? – O homem levantou-se em alegria e abriu os braços.

Notas finais
Quem esta ansioso para a chegada deles levanta a mão o/ E o que acharam do ponto de vista de alaric, expressem suas opiniões viu, beijão, até o próximo!