Notas iniciais
Oi para os melhores leitores do mundo! Sei sei, vocês querem me matar, mas não me matem, se não não sai o último capítulo da fic :D Culpem meu pc, que tive que mandar formatar, pois é, triste, mas aqui estou eu de volta, e com o penúltimo capítulo de Amor, Um Sentimento Confuso para vocês, espero que gostem, e aguardem ansiosamente pelo último, que sai semana que vem! Boa leitura, amem o Edward! E o Alaric também!

Foi tão rápido, aquela confusão me deixou tonta. R7 gargalhou de forma que até meus pelos da nuca arrepiaram.
–Eles acham que podem comigo! -ironizou ele.
–O que vamos fazer chefe? -perguntou o desmiolado olhando para a porta como se fossem invadir a qualquer momento.
–Nada meu caro, Isabella vai!
–Eu? -perguntei confusa.
–Ela?
–Sim! Ela vai nos tirar daqui e depois, se der sorte deixamos ela com vida! Mas ela só sai viva se também sairmos.
Não estava entendendo o plano dele, e não pretendia entender tão cedo.
–Agora você vai ligar para seu pai e exigir que eles vão embora! Se não sua linda cabecinha vai cair! — Arregalei os olhos diante de sua ameaça.
Ele me entregou o celular e ficou esperando eu digitar o número e ligar. -Liga logo garota!
Percebendo minha hesitação ele tomou o meu celular de minhas mãos e ligou para meu pai, colocando o aparelho em meu ouvido.
–Vai demorar muito para solta-la? — perguntou alguém do outro lado da linha.
–Sou eu! -falei pra quem fosse que estivesse do outro lado.
–Isabella? Ele quer fazer um acordo?
–Não, ele quer que vocês vão embora, se não ele... — vacilei meu olhar e encontrei ele sorrindo diabolicamente.
–Não se preocupe Isabella!
R7 retirou mais uma vez o telefone de minhas mãos e começou a falar firme e rápido.
–Vou dá uma prazo para saírem daqui, vou deixa-la em algum lugar, mas se encontrar qualquer movimento estranho pelo caminho não pensarei duas vezes antes de matá-la.
Quem estava falando com ele disse algo que o alegrou, então ele desligou jogando o telefone para o seu capacho.
–Hora de partirmos companheiro!
Os dois começaram a arrumar suas coisas, juntando alguns sacos de batatas que R7 havia trazido quando saíra.
Ouvi bem quando alguns carros foram ligados ao longe. Eles realmente estavam indo embora? E me deixando ali com aquele maníaco? Senti minhas esperanças sumirem mais uma vez no dia.
Depois do que pareceu horas, mas talvez fossem apenas minutos, em que fiquei sentada com os braços amarrados nas minhas costas, eles decidiram me soltar para partirmos.
Eu sabia que ele não me soltaria, qual o objetivo de sua vingança se ele me deixasse viva? R7 mandou seu comparsa na frente esse que abriu a porta rapidamente e saiu para o breu que virava a noite. O dia todo ali, naquela situação não me deixara bem emocionalmente. Sentia as lágrimas escorrerem enquanto ele me conduzia pra fora atrás dele.
Quando já estávamos a alguns metros do galpão ouvi um barulho semelhante ao de alguém pisando em um galho de árvore, R7 também ouviu, pois parou de andar na hora e olhou na direção da porta por onde saímos.
Sua arma não saía de sua mão e eu podia apostar que estava engatilhada.
Enquanto ele andava de um lado para o outro confuso seu comparsa seguia em direção a onde, provavelmente, haviam deixado o carro, sem perceber a pausa que seu chefe dera.
Nunca fui boa em coordenação motora, isso sempre fora o motivo de eu estar diariamente com novos arranhões. No tempo que fiquei na floresta perdida devia ter servido para melhorar esse meu quesito, mas não, eu estava pior, e dessa vez, quando minha coordenação motora falhou, não foi por azar, mas por pura sorte. Meu pé falhou ao pisar em um buraco pequeno no chão e cai imediatamente, nem às mãos daquele que me segurava foram capazes de me segurar, cai de cara no chão, o deixando sem ação. Nesse exato momento vários policiais saíram do meio da escuridão e apontaram suas armas em nossa direção.
–Caius Volturi, esteja prezo por falsidade ideológica, tentativa de homicídio, por manter refém em cárcere privado...
Falsidade ideológica? Mas ele não era quem era? Então quem ele era? Parei de ouvir o policial que citava todos os crimes dele, então mais uma vez as coisas aconteceram de forma rápida e crucial, alguém me puxou pelo braço, eu ouvi três disparos de arma e senti uma forte dor em meu rosto, mais especificamente em meu nariz e apaguei.

P.D.V. Narrador

Em meio a tanta confusão Edward conseguiu encontrar Isabella caída ao chão, seu instinto imediato o fez juntá-la rapidamente em seus braços e tirá-la daquele lugar onde os policiais lutavam para algemar o bandido.

–Vai ficar tudo bem Bells, eu prometo! – Falava ele, sabendo que ela não ouvia, pois estava desacordada.

Alaric aproximou-se rapidamente e ajudou Edward a colocar Bella no seu próprio carro, Charlie logo se juntou a eles e partiram em direção à cidade com as viaturas da polícia logo atrás.

Isabella acordou depois de uns quarenta e cinco minutos, no momento que a colocavam deitada em sua cama, ela abriu os olhos e a primeira coisa que viu foram os olhos tristes de seu pai.

–Pai! – gritou ela o abraçando.

–Bella, ah minha filha, chega de me dar preocupação, por favor! – Comentou ele em tom risonho a fazendo sorrir.

–O que aconteceu? – quis saber ela notando que estava em seu quarto.

–Ele foi preso minha filha, junto com aquele seu capanga, e na verdade, ele não era o verdadeiro R7, R7 morreu na época 1que estava preso em Nova York, aquele era um irmão querendo se vingar, mas para nossa sorte, ele não tinha um pingo da inteligência de seu irmão. Agora estamos livres de qualquer ameaça, ah e ele acaba de confessar que planejou tudo, desde o atentado em nossa antiga casa, como a sabotagem em sua viajem para a caverna, ele até explodiu um ônibus, mas ele estava vazio. Há algo em nossas vidas nos protegendo desde o princípio minha filha.

–Eu sempre soube disso! Que algo estava me protegendo.

Isabella Swan suspirou aliviada pela primeira vez durante meses.

Ela levantou-se rapidamente, sentindo uma tontura.

–Você levou uma grande pancada quando caiu, Carlisle disse que foi por isso que desmaiou, tem que andar com calma agora, até passar essa tontura.

–Okay pai – Assentiu ela descendo as escadas.

No andar d baixo, todos a esperavam, desde alguns amigos, como professores da escola, incluindo Alaric Saltzman, que estava a menos de uma hora de pegar um avião.

Bella abraçou sua mãe e Ângela, qual ela não via a alguns dias, Edward estava logo atrás delas, acompanhado de Carlisle.

–Ele que a tirou do chão e a trouxe para cá, ele não desgrudou de você nem por um segundo, acho que ele gosta de você filha! – Sussurrou Charlie aprovando, pela primeira vez alguém para sua única filha.

Isabella olhou confusa para o pai, mas andou até Edward, parando em sua frente e olhando por alguns segundos dentro de seus olhos.

–Obrigada! – Disse ela com a voz rouca e constrangida.

–Não me agradeça, apenas fique bem! – Respondeu ele o mais baixo possível, para apenas ela ouvir no meio de vozes que se espalhavam pela casa movimentada.

–Acho que precisamos conversar... – Refletiu ela sorrindo fraco.

–Tenha certeza disso!

Nesse momento, a alguns metros dali, Alaric que assistia a cena intrigado, se afastou, ele precisava ir, ela já estava bem, e acompanhada, ele precisava partir, precisava encontrar um filho.

Notas finais
O que acharam? Edward merece desculpas? Ainda não? E Alaric, será que ele vai encontrar o que procura? Será que finalmente essa galera terá sossego? Beijos, até o próximo!