Capítulo 12

Isabela dá um tapa em Joaquim.

Joaquim: O que foi isso???? Você ficou louca?

Isabela: Como você tem coragem de dar um beijo na minha irmã? Ela é inocente e indefesa, e você está se aproveitando disso para se divertir com ela

Joaquim: Mas é claro que não, eu amo a Manuela de verdade. E eu não me aproveitei de nada, eu me aproximei sim para dar o beijo mas ela deixou

Isabela: Sério?

Joaquim: Sim. Acreditar ou não fica a seu critério, mas Manuela e eu nos amamos

Isabela: É difícil de acreditar mesmo mas eu vou te dar esse voto de confiança, porém ai de você se estiver só brincando com ela e fizer minha irmã sofrer

Joaquim: Isso nunca acontecerá, eu jamais faria a Manuela sofrer

Isabela: Acho bom mesmo

Todos estão dormindo tranquilamente, quando de repente Joaquim começa a se mexer de forma frequente na cama. Ele estava tendo um pesadelo em que Regina queria mata-lo e Manuela estava desesperada. No pesadelo, Regina aponta uma arma para Joaquim e atira em sua direção, porém Manuela fica na frente do amado e toma o tiro no seu lugar. Manuela, toda ensanguentada, cai nos braços de Joaquim. Joaquim começa a gritar de desespero no sonho. Joaquim acorda gritando:

“ NÃÃÃÃÃÃÃO”

Todos no quarto acordam e Júlia pergunta:

“ O que foi Joaquim?”

Joaquim: Um pesadelo terrível

Júlia: Calma, como você mesmo disse, foi só um pesadelo. Não vai acontecer de verdade

Joaquim: Tem razão

Júlia: Agora tenta voltar a dormir

Joaquim: Tá, mas antes vou beber água

Júlia: Ok

Joaquim vai para a cozinha e fala sozinho:

“ Esse pesadelo parecia tão real. Eu não aguento mais a angustia de ter que deixar a Manuela na mansão com aquela infeliz da Regina. Tenho que tira-la de lá de qualquer forma

Na mansão, Manuela acorda feliz pois além de tudo que ocorreu no dia anterior com Joaquim, agora ela se sente mais livre sem a presença dos seguranças na casa. Manuela desce para o café da manhã bastante sorridente.

Regina: Está contente né?

Manuela: Sim, você não imagina o quanto

Regina: Essa sua alegria vai durar pouquíssimo tempo, eu lhe garanto

Manuela: Vai fazer o quê comigo? Agora que não tem mais seguranças e você sabe muito bem que não pode fazer nada com a minha família, eu não tenho mais medo de você

Regina: É melhor não me afrontar garota

Manuela: Você é uma mulher altamente dependente dos outros nas ideias e nas execuções das suas maldades. Sozinha você não consegue nada Regina, absolutamente nada. Você não tem o mínimo de capacidade e muito menos a inteligência suficiente

Regina: CHEGA GAROTA!!!!!!!!!!!!

Manuela: Agora aquela menina obediente que acatava todas as suas ordens morreu Regina. Morreu exclusivamente pra você. Vou fazer da sua vida o mais difícil o que eu puder, como faria a minha irmã se estivesse aqui

Regina: Eu perdi a batalha, mas não perdi a guerra

Manuela: Você perdeu não só a guerra, mas perdeu absolutamente tudo. O Cerco está se fechando Regina

Regina tem um ataque de fúria e a menina sobe ainda sorridente para o seu quarto

A Campainha toca, Regina grita pelos empregos, mas ninguém vem e ela mesmo atende

Regina: Safira? O que você está fazendo aqui? A Priscila não está aqui não

Safira: Eu sei que não está, vim tratar de outro assunto

Regina: E que assunto nos poderíamos ter para tratar?

Safira: Você vai começar me explicando o porquê que a sua filha, Isabela, é idêntica a Manuela Agnes, a filha da Rebeca