Amor Sem Limites - One-shot
1 Capítulo 1 - Capítulo único
Notas iniciais
Da mesma autora de The Mark Of the Vampire e Como Enlouquecer Um Vampiro.
Bjksss
PVDEAN
Estava analisando uns documentos e esperando minha filha chegar, fiquei preocupado porque bella era muito pontual, levantei-me e quando fui ligar pra ela ouvi o barulho do carro entrando na garagem, fiquei aliviado, bella era propícia em causar acidentes, aos outros e a ela mesma.
Minha filha era a pessoa mais incrível que já conheci, quando me divorciei de sua mãe entrei com uma ação judicial e fiquei com sua guarda,não a deixaria com uma mãe irresponsável como Renné, eu era e sou muito protetor, faria qualquer coisa pela minha pequena e linda desastrada, lembro-me da primeira que a tive em meus braços, nunca vi isso como pecado, não dizem que amar verdadeiramente alguém era amar sem limites? meu amor por ela não poderia ser medido de tão imenso que era.
Flash Back
Bella tinha dezessete anos e saiu com seu namorado, ela me contava tudo sobre sua vida, por tanto sabia que iria ter sua primeira relação sexual essa noite, estava frio e chuvoso, então recomendei que não dirigisse rápido e que tomasse cuidado, se qualquer coisa desse errado era pra me ligar que eu iria até ela imediatamente.
Sou um empresário de sucesso no ramo da publicidade, então sempre levava trabalho pra casa, enquanto relia alguns contratos estava pensando em bella, eu não ia com a cara do seu namorado, pode ser ciúmes bobo de pai em relação ao primeiro namorado da filha, mas eu sabia que não era, mandei investigar toda sua vida e descobri que era um playboy que gostava de curtir a vida e se divertir com as garotas, contei a ela que não se chateou pelo que fiz e até agradeceu por me preocupar com ela, mas disse que gostaria de tentar, não gostava de ser tão desastrada a ponto de aproximar os homens com sua beleza e espantá-los com seu jeito estranho, pra mim que era seu pai via tudo com diversão, seus tropeços e tombos só não achava divertido esse namoro, mas ele que não a magoasse porque eu acabava com ele.
Quando deu por volta das onze da noite ouvi seu carro chegando, mas ela iria dormir na casa dele então o que poderia ter acontecido? pelo tanto que ela acelerava o carro havia alguma coisa errada, quando ela parou o carro eu já me encontrava na garagem preparado para matar aquele filho da puta.
-o que houve — disparei abrindo a porta do carro, ela baixou a cabeça e virou o rosto, estava chorando, ela não me respondeu, só correu para seu quarto caindo pelo caminho, fechei a porta do carro e respirei fundo, se controle Dean, dizia para mim mesmo, mas bella sempre foi minha prioridade e não poderia deixá-la sozinha agora, corri atrás dela e entrei no quarto ouvindo o barulho do chuveiro, meu sangue gelou e depois ferveu, me recusava a pensar na possibilidade daquele futuro morto ter abusado da minha filha.
-bella diga o que aconteceu — disse carinhosamente pra ela, não obtive resposta, tudo o que sabia era que não poderia perder o controle quando bella estava precisando de mim. — por favor, diga — falei firme, ela saiu do banheiro vestindo um roupão e não olhou pra mim quando respondeu.
-deu tudo errado, e a culpa é minha — e começou chorar, levantei seu rosto e travei o corpo, tinha o sinal avermelhado de dedos do lado esquerdo, o desgraçado havia batido nela.
-então me explique como isso — apontei pro seu rosto — aconteceu e você acha que é culpada, ele abusou de você e não minta pra mim — a alertei, bella não sabia mentir, pra mim que sou seu pai ela nem tentava, sabia que não adiantaria.
-as coisas estavam indo bem e ...e...nós terminamos de ....de...- ela estava nervosa e se atrapalhando com as palavras, sempre conversamos sobre tudo, ela não ficava constrangida em falar sobre sexo comigo.
-vocês transaram, até aí estava tudo como o planejado e depois — a ajudei, estava aliviado por saber que ele não abusou dela, mas ele era um cara morto do mesmo jeito, ninguém bate na minha filha e vive pra contar.
-depois conversamos e fomos fazer um lanche, voltamos pra sala e eu estava com um copo de suco, tropecei e derrubei no sofá novo e importado da mãe dele era muito bonito e caro, mas eu não fiz de propósito juro que não fiz, mas ele ficou furioso e gritou comigo disse que não prestava nem pra transar e ainda iria ter que inventar uma desculpa pra mãe dele e perdeu a paciência e fez isso — disse tudo num fôlego só e mostrou o rosto, como ele se atreve a insultar meu bebê, bella apesar de bonita tinha a alto-estima lá em baixo, uma vez ela me disse que morreria virgem porque era muito destrambelhada.
-sabe que vou fazê-lo pagar por isso não sabe — avisei a ela que concordou meu coração doía muito por vê-la tão triste.
-ele vai dizer pra todos na escola que eu não faço nada direito que nem pra transar eu presto — caiu no choro outra vez, a abracei apertado, eu sofria quando ela sofria e sorria quando ela sorria.
-você é boa em muitas coisas, além do mais a prática leva a perfeição isso também vale para o sexo — disse em tom de brincadeira pra tentar animá-la, deu certo porque ela deu um risinho baixo.
-me ensinaria? — disse com olhos pidões, a olhei atento, ela fazia uma carinha irresistível, mas isso nunca havia passado pela minha cabeça.
-terá muitos namorados que tenho certeza, serão pacientes com você — disse rindo e fiz um carinho no local machucado.
-com certeza com a sorte que tenho é capaz de também apanhar do próximo — e voltou a chorar, novamente a abracei isso não era justo com ela, nem eu que sou seu pai jamais encostei um dedo nela e vem esse filho da puta e faz isso depois ter tirado sua virgindade, ela deve estar sofrendo tanto, refleti sobre seu pedido, dei um beijo no seu pescoço e fui contornado seu maxilar até o outro lado, faria qualquer coisa para distraí-la e fazer esquecê-la do que houve.
-o que está fazendo — disse franzindo o cenho.
-pediu que a ensinasse se mudou de idéia me avise — sussurrei em seu ouvido e vi que ela ficou arrepiada, dei um risinho — sensível — falei.
-não costumo mudar de idéia humm — respondeu e gemeu baixinho quando mordi o lóbulo de sua orelha.
-o que foi esse humm? — perguntei me fazendo de confuso, ela olhou pra mim com seus olhinhos verdes brilhando, não havia requisito de dor ou tristeza ali, se você for capaz de tirar a dor e a tristeza rapidamente do olhar de quem se ama, então não importa o que seja você está fazendo o certo.
-faz de novo — pediu e tombou a cabeça para o lado, atendi seu pedido e ela gemeu outra vez, a peguei no colo e fui até meu quarto sem parar de fazer carinho em seu pescoço, ela sempre foi muito cheirosa, não precisava usar perfume, mas pela primeira vez eu o sentia diferente, era excitante.
-é bom — ela disse baixinho.
-você ainda não viu nada — ela me olhou curiosa, por deus o que aquele infeliz fez? disse abra as pernas e pronto? a depositei em minha cama como a jóia preciosa que era, a olhei atento, os olhos brilhando de ansiedade, a respiração falha e os lábios entre abertos, era algo belo de se ver, ela também me analisava, aproximei meu rosto do seu bem devagar, esperando que mudasse de idéia e dissesse que era tudo uma loucura, mas a conhecia melhor que ninguém, até nisso ela era parecida comigo, não voltava atrás depois de tomar uma decisão.
Encostei meus lábios nos seus e fiquei parado apreciando o quanto eram macios, ela suspirou e mordeu meu lábio inferior, não segurei o gemido e ela riu com isso.
-o que foi papai, está aprendendo ao invés de ensinar — provocou e passou a língua ao redor dos meus lábios.
-primeiro não se provoca um homem a menos que queira vê-lo perder o controle — falei divertido e a beijei, dei o melhor de mim pra ela ver o quanto era especial, que não importava o que aquele idiota disse, ele estava errado, senti seu gosto e a beijei mais forte, segurei seu rosto e invadi sua boca gostosa com minha língua, ela gemeu e agarrou meus cabelos os puxando fortemente e retribuiu o beijo quase em desespero, se controle Dean, não banque o jovenzinho inexperiente com sua filha, dizia para mim mesmo, precisava mostrar a ela o quanto era bom fazer amor e não essas transas loucas e rápidas que provavelmente foi o que ela teve. Parei o beijo e a olhei, era bom ver em seu rosto e em seus olhos o quanto ela queria, me queria.
-desculpe — pediu e corou.
-pelo que? — perguntei confuso
-por nada, achei que tivesse feito algo errado — murmurou envergonhada, vou deixar pra pensar sobre o que houve com aquele infeliz depois, agora tinha coisas mais importantes pra fazer.
-deixe pra achar alguma coisa mais tarde — disse e a puxei para mim a fazendo ficar sentada, voltei a beijá-la lentamente e fui abrindo seu roupão, o retirei e passei as mão desde seu pescoço até os braços finos e delicados, coloquei as mãos em sua cintura e apertei fazendo com que ela gemesse — gosta?
-muito.
-se quiser me tocar fique a vontade — sugeri, e senti suas mãozinhas abrirem os botões da minha camisa, vi que estava trêmula e a ajudei, quando retirei a deitei novamente observando seu corpo, era lindo e bem definido pra alguém com sua idade.
-porque ta olhando assim — ela estava sem graça, dei um risinho e me deitei sobre ela a cobrindo completamente com meu corpo, gemi ao sentir sua pele na minha.
-é linda.
-sabe que puxei você e fica convencido com isso — disse baixinho enquanto eu voltava a distribuir beijos molhados por seu pescoço.
-com certeza — e fui descendo os beijos, cheguei aos seios fartos e firmes e mordi o bico a fazendo soltar um gritinho, mordi outra vez e caí de boca neles, suguei com vontade os apertando, sentindo em minhas mãos o quanto eram macios e deliciosos, me concentrei neles ouvindo seus gemidos e a vendo se contorcer, desci uma de minhas mãos para o meio de suas pernas e automaticamente ela as fechou me enfiei no meio delas e as abri com as minhas.
-papai — resmungou
-só sinta — pedi a ela, depois de uns segundos ela relaxou e só então eu passei meus dedos por sua intimidade, estava depilada e muito úmida — ta molhadinha — disse a beijando e movendo meu dedo nela sem a penetrar, sentia que ela ficava mais excitada, tanto pela umidade em meus dedos quanto por sua respiração ofegante, ela se contorceu e apertou meus ombros, ela abriu mais as pernas estava ficando enlouquecida, aumentei a pressão e velocidade dos meus dedos.
-por favor, não me faça esperar — pediu e invadiu minha boca a sugando com vontade, retribui na mesma intensidade que ela e comecei descer a beijando por todo o corpo.
-você vai ter o que quer — disse e olhei bem sua intimidade gostosa, retirei meus dedos e substituí por minha língua, ela gritou surpresa e tentou fechar as pernas novamente, sem sucesso, eu estava entre elas, introduzi um dedo enquanto sugava e sentia seu gosto maravilhoso, era muito apertada, se visse que eu a machucaria com meu tamanho pararia na mesma hora, não importava o quanto estava excitado — é muito apertada — disse introduzindo mais um dedo, precisava alargar um pouco se não, não teria como continuar e ela se sentiria frustrada, continuei fazendo movimentos lentos com meus dedos mas minha língua estava rápida, seu gosto era muito bom pra desperdiçá-lo, senti ela se contorcer ainda mais e agarrar meus cabelos forçando minha cabeça de encontro a sua intimidade, se ela queria mais eu daria a ela, mordi seu clitóris inchado e acelerei o movimento dentro dela, ela gritou e tremeu, senti seu gozo escorrer e suguei tudo, como disse era muito saborosa, não deixaria escapar nada, retirei meus dedos e a limpei com minha língua, subi dando beijos carinhosos e molhados por seu corpo até chegar na sua boca.
-sinta seu gosto — disse e a beijei lentamente, ela ainda estava fraca pelo orgasmo intenso.
-é assim um orgasmo — perguntou sugando minha boca entre o beijo o parei e a olhei a analisando.
-não o teve hoje? — sabia não ser o momento, mas tinha que saber, ela negou com a cabeça, me senti inconformado, qual a graça em ter um mulherão desses e não fazê-la atingir seu ápice, se isso acontecesse comigo me sentiria um incompetente.
-ele estava apressado — disse sem graça, desgraçado, mas o que é dele está guardado.
-mas eu não tenho pressa — disse me levantando e comecei retirar o restante das minhas bem tranquilamente sobre seus olhos atentos e curiosos, quando fiquei só de cueca boxer ela arregalou os olhos, mas só fiquei sabendo o motivo quando ela disse.
-tudo isso não vai entrar — e fez sua típica carinha \\"isso é obvio\\" e apontou pra minha ereção, segurei o riso e me aproximei lentamente e me deitei sobre ela.
-se não entrar, paramos, mas se sentir que posso machucá-la quero que diga imediatamente — disse sério e passando a mão no seu corpo, ela suspirou e fechou os olhos.
-não vai ficar chateado — perguntou ainda com os olhos fechados, ela estava receosa.
-jamais ficaria chateado com você — afirmei e ela abriu os olhos me analisando, então sorriu.
-então me mostra papai, mostra o que é sentir um homem de verdade — disse com os olhos brilhando de excitação, ela não precisou pedir duas vezes, a beijei com todo o amor e vontade que sentia, apertei seus seios firmes e os massageei, sei que ela é minha filha, mas era muito gostosa, ainda mais pra alguém inexperiente, senti suas mão me tocando, apertando meus ombros e passando por minha costas as arranhando, eu precisava de controle, parei de beija-la e mantive meus olhos fechados, jamais me perdoaria se a machucasse por estar terrivelmente excitado e dolorido.
-porque está assim — perguntou e eu abri os olhos encontrando um mar de esmeraldas que eram seus olhos, eles eram iguais aos meus.
-não posso perder o controle e machucá-la — minha voz estava rouca, mas fui sincero com ela.
-como você disse, não temos pressa e você jamais me machucaria — sua inocência e sinceridade me deram o controle que precisava, me apoiei com uma braço e com o outro observei seu corpo, era muito linda e fui eu quem fiz, não fiz sozinho mas ela havia puxado todas as minhas características, quer dizer quase todas, ela não era muito alta, era a única coisa que tinha de Renne.
-olhando assim não valeria a pena pedir um teste de DNA — ela riu com isso, e me olhou.
-acho que não está sendo justo, ainda está vestido — disse olhando pra minha cueca, só ri e balancei a cabeça, sentei-me e retirei a única peça que vestia, eu sentia seus olhares em mim.
-ouvi dizer que quanto maior o tamanho, melhor — a olhei e ela não tirava os olhos de mim, ou melhor, do meu membro.
-nem sempre, acredito que tem que saber o que faz e não só contar com o tamanho.
-então você é bom — refletiu — é grande e sabe o que faz. — mirei seus olhos que estavam escurecendo do tamanho que era o desejo que sentia, eu estava a fazendo esperar, mas era pra mim manter o controle da situação, mas parece que ela queria me ver descontrolado, se aproximou e sentou-se no meu colo, com uma perna de cada lado, passei as mãos em suas coxas, sentindo sua firmeza e vendo o quanto eram bonitas, ela suspirou e se remexeu.
-calma — disse e ela passou os braços por meu pescoço e aproximando seu rosto do meu.
-eu tenho calma, mas confesso que estou nervosa, com minha falta de experiência fico com receio de não satisfazê-lo.
-só faça o que realmente tem vontade, é instinto — peguei em sua avantajada e gostosa bunda e a trouxe para mais perto de mim, sua intimidade encostou-se ao meu membro dolorido de excitação e gememos juntos — qualquer dor que sinta, me avise — a lembrei novamente, ela só acenou com a cabeça — usaram preservativo? — perguntei apertando sua bunda.
-usamos — respondeu e gemeu quando friccionei meu membro nela — mas não quero usar com você, quero senti-lo. — só concordei, eu também sempre usei e tinha plena convicção de que nunca contraí nada, bella mesmo sendo virgem também faz exames médicos periodicamente, eu sabia que ela tomava anticoncepcional pra controlar a menstruação então não tinha problemas, mas queria confirmar.
-seu anticoncepcional está dia.
-sempre — respondeu impaciente, peguei meu membro e passei por toda a sua vagina, ela estava escorrendo.
-está com muita vontade — perguntei e fui a penetrando lentamente.
-não imagina o quanto — ela estava muito ofegante, parei quando a cabeça estava dentro, era muito apertada para meu membro grande e grosso, ela gemeu e deu uma rebolada mínima querendo mais, eu também queria.
Retirei e coloquei novamente entrando um pouco mais, fui sentindo sua vagina se abrir e se fechar acomodando-me dentro dela, era uma sensação indescritível.
-olhe para mim — pedi, eu queria ver sua reação enquanto a penetrava, se machucasse e ela não dissesse eu veria através de sua expressão, ela estava corada mas pelo visto não estava doendo, ainda, forcei mais um pouco e quando estava a metade dentro dela ela arregalou os olhos e eu parei o movimento.
-céus — disse baixinho e remexeu o quadril o acomodando mais um pouco, deixei que ela fizesse aquilo que sentia vontade, mas estava ficando difícil controlar o animal selvagem que existia em mim quando transava, bella não sabia disso — falta muito pra entrar. — sua voz estava falha.
-já entrou a metade — brinquei e ela olhou para o meio de nossas pernas, era uma bela visão, ver sua bucetinha apertada em contraste com meu membro grande, apertei e suguei seus seios a sentindo mexendo cada vez menos, devia estar desconfortável, mas ela gemia baixinho, eu sentia seu calor e sua umidade e segurava seus seios firmemente para não por minhas mãos em seu quadril e forçá-lo fortemente para baixo. — talvez assim seja melhor — disse e sem aviso a virei deixando-a deitada e ficando por cima dela, sem sair de dentro de seu corpo quente e apertado, meu gesto arrancou um gritinho dela.
-assim — disse e abriu um pouco mais as pernas.
-assim — concordei e fui penetrando lentamente, eu estava beirando o descontrole.
-hummmm — ela gemia e estava completamente parada, me preocupei.
-está doendo?
-é desconfortável mas se parar agora vou morar com a mamãe — e ainda faz chantagem, não resisti ao vê-la prender o lábio inferior entre os dentes tentando evitar que os gemidos fossem mais altos, forcei e me enterrei nela, com isso ela não segurou o grito da dor e do prazer que sentiu, permaneci parado deixando que seu corpo se acostumasse com a invasão.
-como se sente — perguntei e em resposta recebi um grunhido, dei um risinho e comecei me movimentar lentamente, eu sabia pelo estado em que ela se encontrava que logo estaria fodendo ela do jeito que eu gostava.
-ai senhor — ela murmurava e gemia baixinho, eu estava no paraíso, fazia tempo que não fodia alguém tão apertada.
-não é senhor, é papai — brinquei e sai dela e entrei com força, ela gritou, gemeu e se contorceu.
-dane-se o nome — disse revirando os olhos quando rebolei dentro dela.
Peguei uma perna e passei na minha cintura a outra coloquei no meu ombro, tive mais acesso ao seu corpo e entrei ainda mais fundo, ouvindo seus gritos e gemidos enquanto ela passava a mão no meu peito deixando a marca de suas unhas, aumentei minha velocidade e minha força sentindo-me em êxtase, seu corpo era viciante, em seguida ela me acompanhava e rebolava comigo.
-quero de quatro — pediu ofegante, quem era eu pra negar algo a ela, sai de dentro ouvindo seus choramingos, abri bem suas pernas e a vi arregaçada pelo meu pau, passei a língua e mordi seu clitóris sobre seus resmungos, ela estava muito excitada, mas muito mesmo, via seu liquido melar minha boca e escorrer.
-vire-se — saiu mais como uma ordem do que como um pedido, eu já havia perdido o controle, ela me olhou em expectativa e se virou, não dei tempo a ela e a penetrei novamente sentindo suas nádegas bater no meu quadril, entrei completamente e ela tentou se afastar, mas segurei seu quadril o forçando para trás arrancando mais um gritinho seu, parei o movimento.
-gosta? — perguntei ofegante
-posso saber por que parou......ahhhhhhhhhhhh- gritou alto quando sai e entrei com brutalidade, ela rebolou agarrando as cobertas, parece que até nisso ela puxou a mim, gostava de sexo intenso e animalesco, enquanto a fudia com fúria ela choramingava e ofegava, eu não estava diferente, aquela visão de sua bunda se chocando contra meu quadril e vendo meu pau arregaçá-la daquela forma me leva a beira da loucura, senti que ela iria gozar e aumentei a força, ela explodiu num orgasmo intenso e seu corpo caiu para frente deixando sua bunda ainda mais empinava, mas diminui o ritmo mesmo minha vontade sendo de me aproveitar de sua posição tentadora, mas não o mantive por muito tempo porque ela rebolou sem levantar o corpo, ela queria daquele jeito tanto quanto eu.
Naquela noite não dormimos, satisfizemos nossos desejos um no corpo do outro e de todas as formas e posições possíveis, no fim ela não conseguia manter-se de pé enquanto eu me deliciava fodendo seu rabo no banheiro, então parei e dei banho nela, a enxuguei e a levei para seu quarto exatamente como fazia quando ela era criança, assim que a coloquei na cama ela dormiu, a cobri e voltei tomar banho e depois fui dormir, também exausto mais satisfeito, não só por meus desejos estarem saciados, mas por ter tirado a má impressão que aquele infeliz deixou. Mas ele se arrependeria amargamente por fazer aquilo ao meu bebê.
Fim flash Back
-TERRA CHAMANDO PAPAI — olhei e ela estava estalando os dedos diante de meus olhos — até que enfim saiu de sua bolha — disse sorrindo e vindo me dar um beijo no rosto como fazia todos os dias.
-estava com o pensamento longe — nem tão longe assim, pensei olhando pra ela, agora ela tinha vinte e dois anos e estava namorando um cara descente e de boa família, Edward Cullen iria ser médico assim como seu pai e se conheceram na faculdade, eu estava feliz por eles, tudo que sempre quis foi ver minha filha feliz e via isso todos os dias no brilho de seus olhos, olhos esses que me olhavam com uma malicia muito conhecida por mim — o que quer? — perguntei me fazendo de confuso, eu sabia o que ela queria, jamais recusaria algo a ela.
-estou sem calcinha — murmurou no meu ouvido e me senti duro imediatamente, a agarrei a jogando sobre os ombros e corri para meu quarto, lá, começamos tudo de novo.
Dei um jeito no infeliz que bateu nela aquele dia, paguei uns conhecidos e forjaram um assalto, bateram muito nele e depois o mataram, também não sinto culpa por isso, qualquer um que a fizesse sofrer teria o mesmo fim, também nunca senti culpa de dormir com ela e fazê-la gemer meu nome, porque seus olhinhos brilhavam de satisfação e alegria, como achar isso pecado se a pessoa que amava estava feliz? meu amor de pai não tinha limites, nunca teve e nunca teria.
Notas finais
Bjksss
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