Amor Selvagem!

5 Capítulo 5 CAMA DE GATO...


Notas iniciais
Mais um capítulo! Bom findi e espero que gostem! Bjs, XD

Após uma noite animada, a quietude voltou à casa do duque e tanto Camus, quanto Milo se recolheram aos seus aposentos. Jonas verificou todos os detalhes, como sabia que seu patrão exigiria e depois, recolheu-se também.

No quarto amplo, Milo relembrava a noite e os olhares trocados com Camus. Era jovem, mas não inexperiente. Sabia perfeitamente os caminhos do prazer erótico, embora como Marin lhe dissera, antes de embarcar para Londres, ele costumava agir como um pescador deixando-se levar pela maré das paixões sem muito significado além do puro prazer...

No entanto, o que sentia agora, junto a Camus era novo, excitante, mas também constrangedor. O duque era de uma educação impecável, um verdadeiro nobre. Jamais se interessaria por alguém como ele, um cavalariço sem berço que fora apadrinhado por um conde e que deixara claro que estava ali por consideração. Mesmo que fosse apenas um momento de paixão ardente, ainda assim achava que Camus não era o tipo de homem que se deixava tomar por sentimentos desse tipo. Ele era sério, controlado, talvez nem achasse o sexo interessante.

Com um longo suspiro, Milo deitou-se na imensa cama macia e ficou olhando para o nada. Tudo ali era novidade para ele que, embora também convivesse com um homem nobre, sempre fizera questão de manter-se longe das obrigações a que eram submetidos os ricos por nascimento.

Dohko o deixava livre para dormir e comer onde quisesse, os amigos que tinha eram todos da mesma condição social e, a maior parte de sua vida, vivera no campo, gozando do calor gostoso do sol, do aroma das flores e ervas, da companhia dos majestosos puro-sangue que o conde criava. Era a sua primeira vez na cidade e, mesmo gostando de movimento e algazarra, achara Londres suja e barulhenta em demasia.

Ah, como eu gostaria de acordar amanhã e cavalgar antes do café... As lembranças da rotina prazerosa surgiam em sua cabeça, atravessavam os seus olhos fechados e se perdiam no vazio até serem acompanhadas sono que o fez adormecer.

0000****0000****0000

Pandora estava com os olhos vendados em um quarto e se perguntava o que seria a brincadeira que lhe fora prometida pela anfitriã. Valery a deixara ali, sozinha, e saíra devagar, soltando pequenos risinhos satisfeitos.

A venda não lhe permitia ver, absolutamente nada, porém ela sentia o aroma perfumado de rosas e sentia o calor da lareira acesa.

Sorrindo, nervosamente, de vez em quando, ela esperou o que pareceu ser uma eternidade, até que a porta se abriu e ela ouviu os passos abafados sob o assoalho de madeira polida.

— Quem está aí? É você, meu querido? – perguntou ela.

— Shhhhiiii... – foi a resposta.

Uma respiração quente e ritmada se fez presente em sua direção e Pandora não sabia se ficava sentada na cama ou se levantava, tirava a venda e acabava com a surpresa logo.

— Não faça... Fique onde está. – disse a voz masculina.

— Quem está aí? Onde está meu... Onde Hades está? – perguntou Pandora com medo.

— Hades está esperando... – respondeu a voz.

— E-Esperando? O quê? – devolveu Pandora.

— Que você mostre o quanto o ama. Está disposta a fazê-lo?

— Mas é claro! – respondeu ela com entusiasmo.

— Ótimo... então, permita que eu a prepare...

— Como? Preparar-me?

Sim... – disse a voz e logo Pandora sentiu que mãos masculinas, porém macias tocavam-na nas costas e abriam os pequeninos botões do longo vestido.

— E-Espere! Não... Não me toque.

A voz não retrucou e um silêncio sepulcral inundou o ambiente. No entanto, a ausência de fala fez com que as respirações pesadas preenchessem o espaço da sala.

Pandora recuou assustada, para sentir alguém às suas costas e, em seguida, outra pessoa à sua frente. Teve vontade de gritar, porém reconheceu a colônia cara que Hades usava e seu medo arrefeceu...

— Você está aí... eu sei, eu sinto...Hades. – disse ela sorrindo de forma nervosa.

— Sim, eu estou... – disse a voz grave e Pandora avançou na direção da voz.

Assim que sentiu o corpo quente, ela o abraçou, nervosa e excitada.

— O que significa tudo isso? – perguntou baixinho.

— Você me ama, Pandora?

— M-Mas é claro que sim! Você sabe! – respondeu ela quase aos gritos.

— Então prove...

— Provar? O que quer que eu faça?

— Quero que me permita vê-la tendo prazer de outras formas e quero que veja o meu...

— Como assim? O que... Você quer? – falou Pandora, ao mesmo tempo em que sua mente tentava compreender tudo aquilo.

Hades tomou-lhe a boca com luxúria e, ao mesmo tempo, outro par de mãos desabotoava-lhe o vestido, deixando-a com as costas nuas. Pandora gemeu quando sentiu a mão do amante percorrer a frente do vestido e afagar-lhe os mamilos rijos por sobre o tecido. Uma forte onda de desejo percorreu-a, por inteiro e, ao mesmo tempo, um arrepio estranho mesclado ao medo tomou-a quando sentiu outros lábios percorrendo a sua pele...

Enquanto Hades acariciava os seios pequenos, dentes roçavam em seu pescoço e mãos menores a seguravam pela cintura.

Pandora ofegou perdida entre a surpresa, o medo e o prazer quando sentiu estar sendo deitada na cama ampla. Logo, estava totalmente despida, sendo levada às alturas por Hades e por seu parceiro misterioso. Dedos se insinuavam por entre suas pernas e tocavam seu sexo, enquanto bocas sugavam seus seios pequenos em uma trilha incandescente de desejo...

Quando foi penetrada ela não conseguiu suprimir um grito, não por ter sentido dor e sim por ter percebido que não era Hades. Ainda estava vendada, mas conhecia o corpo do amante e quem estava sobre ela não era o conde.

— P-Pare...- gemeu ela.

No entanto, o homem misterioso não obedeceu e continuou a ondular os quadris, aprofundando-se dentro dela, fazendo-a sentir prazer... Pandora gemeu e parou de resistir... ergueu os quadris instintivamente, ansiando pela possessão intensa e prazerosa.

Os movimentos e a forma com que era penetrada eram diferentes, mas excitantes. Seu corpo era virado e tocado de um jeito que não lhe dava tempo de assimilar o que estava acontecendo.

Em um momento, o amante estava entre as suas pernas, em outro, estava abraçado às suas costas, movendo-se com mais ímpeto e gemendo extasiado... As estocadas dele ficaram mais vigorosas e ele a apertava com força, gemendo e ofegando, os corpos produzindo um som seco e ela soube que ele também estava sendo penetrado.

Pandora ficou confusa e tentou parar, mas o orgasmo já se insinuava tão forte e atordoante que ela gritou e deixou-se levar, quase desfalecendo pela intensidade que explodiu em seu corpo delicado.

Minos grunhiu e gozou também, sendo inundado com o prazer de Hades...

Os três arfaram e ficaram unidos durante um tempo. Pandora estava suada, exausta e confusa. Minos tirou-lhe a venda, ainda arfante e ela voltou os olhos para os dois homens atrás de si. O quarto estava na penumbra, com poucas velas acesas e isso acentuou a sensação de pecado.

Ela tentou dizer algo, mas as palavras não saíram... Hades saiu do lado de Minos e ficou ao seu lado, acariciando seu rosto. Duas lágrimas rolaram pelo rosto da jovem e Hades as sorveu com a ponta da língua...

— Venha... A noite está apenas começando para nós. — disse ele puxando-a para si, com um brilho predatório nos belos e frios olhos.

Pandora entreabriu os lábios e logo sentiu que Hades a queria... Sentia-se perdida, suja, mas ainda assim, seu corpo ansiava pelos prazeres que só o conde lhe havia ensinado. Sua vida com Dohko fora vazia, carente de excitação, embora quando o conhecera e vira que não era velho, nem feio, tivesse achado que seu casamento poderia dar certo.

Ela não estava apaixonada quando casou, tudo tinha sido arranjado por seu pai. No entanto, ela sentia desejo e muito... Um desejo que nunca fora satisfeito com o sexo morno e escasso que tinha com o marido. Dohko não a amava e também não a desejava como ela gostaria. Faziam sexo no escuro e embaixo dos lençóis. Ela nunca vira o corpo do marido e nem ele o seu. No final, ambos preferiam dormir em quartos separados e o distanciamento só fez aumentar. Sua vida de casada transformara-se em uma fachada, apenas isso.

No entanto, ao conhecer Hades, tudo mudara... A postura fria e o olhar agudo dele nada tinham a ver com a intimidade que ele lhe oferecia. O conde era ardente e sem barreiras na cama. Fazia sexo à luz do dia, tinha um corpo belo e definido, tomava-a nos braços com tanta luxúria que quando ficaram juntos, pela primeira vez, ela havia tido dificuldades para andar. Podia-se dizer que ela era virgem em matéria de sexo e ele a instruíra e lhe dera um prazer alucinante que ela jamais sonhara existir.

Ela o amava e o desejava como se fosse uma viciada em ópio... Nunca era demais, nunca era o bastante. Mesmo agora, quando descobria esse lado do amante, a única coisa que desejava era que ele não deixasse de querê-la.

— Sou sua... Meu amor. – sussurrou ela e mais duas lágrimas rolaram pelo rosto alvo.

Hades beijou-a com luxúria, a ereção túrgida tocando-lhe as coxas. Minos sorriu e levou a mão ao falo também rijo. Pandora gemeu quando sentiu o conde insinuar-se entre as suas pernas e deixou-se levar...

Enquanto a penetrava, Hades apertou com violência o seio da jovem com uma das mãos e passou então a sufocá-la com a outra. Os dedos de Pandora arranharam com força o braço e costas de Hades. E assim, ambos se moveram com ânsia, até ela gozar, novamente, e Hades sair de dentro dela, indo até Minos que se masturbava e já chegava ao orgasmo.

Desfalecida pelo segundo clímax, Pandora presenciou o prazer do amante derramar-se, não dentro do seu corpo, mas sobre o de Minos. Os dois beijaram-se com sofreguidão e, em seguida voltaram para ela, ficando um de cada lado.

Ainda ofegante, ela foi beijada por ambos, até perder a noção de tudo dentro daquela ciranda de carícias... O sexo violento a fizera descobrir que gostava daquele jeito, que ser possuída daquela forma a fazia sentir um prazer ainda maior e também fantasiar que estava sendo obrigada a fazer aquilo, de modo que à sujeição aos desejos obscuros do conde, não era de sua total responsabilidade...

Quando tudo acabou, os três desabaram exaustos, adormecendo abraçados e Hades soube que havia encontrado a amante certa.

0000****0000****0000

Uma chuva fina caiu durante toda a madrugada, tornando-a fria e úmida. Milo se virou debaixo da coberta quentinha e esticou o braço para o outro lado da cama, onde Camus o fitava com aqueles olhos rubros, cheios de desejo...

— Ah, Camus... – sussurrou ele satisfeito, enquanto o ruivo se aproximava.

Milo enfiou os dedos em seu cabelo e olhou para Camus com paixão, correspondendo ao que ele fazia com uma sofreguidão quase incontrolável. Os lábios do duque eram suaves, mas possuíam os seus com voracidade e a língua áspera se insinuava fora da boca e no nariz provocando cócegas e riso..

— Hummm... Sua língua... Meu nariz... Meus cabelos... Camus!— gritou ele abrindo os olhos e dando de cara com um par de olhos verdes e felinos bem junto ao rosto.

Havia sido, apenas um sonho. Um sonho que surgira do nada ou seria do desejo latente que tomava espaço em seus pensamentos e ações?

Milo levou um tempo para se recuperar da sensação de ter Camus junto ao corpo, da expressão de desejo que vira naqueles olhos tentadores do duque. Sentiu uma ereção se avolumando e respirou fundo, ainda meio tonto de sono.

A gata continuou um tempo sobre o peito de Milo e pareceu bem à vontade, enquanto um dos seus filhotes se emaranhava nos cabelos loiros do jovem e os outros três entravam para baixo das cobertas e fuçavam as coxas grossas, causando-lhe cócegas.

As cobertas começaram a ficar emboladas o que despertou, ainda mais, o espírito brincalhão dos gatinhos. Milo tentava se livrar cuidando para não machucar aquelas bolinhas peludas e irrequietas.

Senhora gata! Como entrou aqui? – falou Milo, agora totalmente desperto, tentando retirar o gatinho que se embrenhara em seus cabelos e impedir os outros de brincarem com as suas partes íntimas.

— Será que foi porque o senhor deixou a porta aberta?

A voz grave do duque pareceu retumbar pelo quarto, fazendo Milo cair da cama embolado com a gata e o filhote firmemente agarrado aos seus cabelos.

O ruivo tinha ouvido barulhos estranhos ecoando pelos corredores da casa silenciosa e envolta nas sombras. Levantara com cuidado, até perceber que os barulhos vinham do quarto de hóspedes cuja porta estava aberta. Por alguns segundos, ele escutou, certificando-se de não ser nada sério que lhe exigisse buscar uma arma. Quando viu que não era nada, adiantou-se segurando o castiçal e adentrando o aposento.

— Eu não costumo dormir fechado a não ser que esteja acompanhado... quer dizer, hã? Poderia me ajudar aqui, Sua Graça?

Camus depositou o castiçal no criado mudo, junto com o outro e adiantou-se para pegar o gatinho preso aos cabelos de Milo. Porém, assim que se aproximou, foi impedido pela gata que o unhou.

— Ai! – gritou Camus quando a unha afiada rasgou as costas da sua mão.

Senhora gata! Que feio machucar a mão de quem a alimenta! – falou Milo, conseguindo retirar o gatinho dos cabelos e depositando-o ao chão.

Miau...?

A gata olhou para os dois com uma expressão confusa e elevou o rabo peludo. Depois miou mais uma vez e seus filhotes se juntaram a ela. Quando estavam todos juntos, ela correu e os gatinhos a seguiram porta afora.

Vendo que a mão de Camus estava sangrando, Milo foi até a penteadeira onde Jonas deixara uma jarra de prata com água e uma bacia. Virou a água na bacia e pegou uma toalha de rosto. Foi até Camus e tomou a mão do duque na sua, limpando o ferimento com cuidado.

— Pronto, tem que limpar bem, porque arranhão de unha de gato é foda. – disse Milo sentindo a maciez da mão de Camus, embora tivesse alguns calos por conta do duque lidar com cavalos.

Camus levantou uma sobrancelha, mas notou não se importar com o palavrão dito e sim no ato de afundar-se no calor gostoso que a mão de Milo passava para a sua.

Milo continuou limpando devagar e aproveitando aquele mínimo contato que lhe dava um prazer diferente do sensual. Era como um carinho e o reconhecimento de como era bom tocá-lo... Camus tornara-se tão importante em sua vida que desejava cuidar dele também, oferecer-lhe algo que tinha em si, afeto e calor.

Assim que a toalha molhada tocou o arranhão, Camus teve um sobressalto, como se ele tivesse estado em transe pela proximidade quente e atenciosa de Milo e despertasse de repente. Ele se afastou e sorriu, totalmente, sem jeito.

— Não foi nada, pode deixar. Obrigado, senhor Milo. Eu... vou colocar um antisséptico e ficará tudo bem. – falou Camus.

— É tão difícil assim?- perguntou Milo, olhando-o muito sério.

— Difícil o quê? – retornou Camus.

— Aceitar ser cuidado, pra variar. Mas, eu entendo. Sua Graça não deve estar gostando nada da minha presença em sua casa. — disse Milo.

Camus olhou para o jovem e não gostou de sentir que contribuíra para a seriedade entristecida que viu nos olhos dele.

— Tem razão, é difícil aceitar algo que sempre fui ensinado a recusar. Meu pai era militar e desde pequeno tive que aprender a cuidar de mim mesmo. Não quis ofendê-lo e saiba que, ao convidá-lo para ficar em minha casa, o fiz com gosto. Jamais hospedaria alguém por quem não tivesse apreço. – disse Camus.

— Então... você, quer dizer, Sua Graça gosta de mim?

Com um meio sorriso, Camus olhou dentro dos olhos de Milo e respondeu:

— Eu aprecio a sua companhia, senhor Milo. E... Quando estivermos às sós, pode dispensar o tratamento formal e me chamar pelo nome.

O sorriso de Milo foi o oposto do duque. Ele escancarou a boca, mostrando os dentes e com um brilho intenso nos olhos azuis.

— Obrigado... Camus.

Ao ouvir seu nome dito por Milo, Camus estremeceu por dentro. O tom quente da voz, o jeito direto e intenso com que ele o fitava, o sorriso aberto que iluminava partes escondidas do seu coração... Estou perdido, perdido! Pensou o ruivo.

— Bem, volte a dormir, senhor Milo. Amanhã teremos um dia cheio e eu gostaria de mostrar-lhe o haras antes de irmos ao alfaiate. – disse o duque se encaminhando para a porta.

— Camus, se eu vou chamá-lo pelo nome, quero que faça o mesmo comigo. – disse Milo.

O duque suspirou e voltou-se para trás, encontrando o belo rosto do jovem.

— Boa noite, Milo. – disse o duque, fechando a porta.

Assim que Camus saiu, Milo atirou-se na cama sentindo uma genuína alegria. Depois, levantou-se e foi até o local onde a gata selvagem estava instalada com seus filhotes. Viu-a lambendo a pata, enquanto os gatinhos se embolavam uns nos outros brincando e mordendo. Sorrindo, o jovem se aproximou e pegou o cesto que agora possuía uma coberta de lã.

— Vamos, Senhora gata... Foi muito feio o que a senhora fez com o Camus, mas mesmo assim, vai dormir nos meus aposentos, enquanto eu estiver hospedado aqui.

A gata ronronou e permitiu que Milo a carregasse junto com as quatro pestinhas peludas.

Em seus aposentos, Camus olhava para a mão que a gata havia arranhado e fechava os olhos relembrando o contato com a mão quente e calejada de Milo... A ternura unida ao desejo o fez estremecer.

Não era, apenas, uma necessidade física que o atormentava e sim a descoberta que aquele jovem era capaz de desbravar em si emoções que julgava inexistentes. Nunca se sentira vulnerável, nem carente. Aprendera desde cedo a ser autossuficiente e a cuidar de si. Tanto que, aos 16 anos quando ficara órfão, sabia toda a rotina de uma casa, como orientar os criados e isso garantiu que pudesse manter-se sem a necessidade de um tutor. Agora, aos 27 anos sentia-se totalmente isento de tais cuidados e, plenamente, senhor de si mesmo. Entretanto, o seu pupilo o desconcertava, instigava e, acima de tudo, o fazia sentir!

Fechando os olhos, o duque tentou relaxar e dormir. Contou até 1000, recitou uma poesia em francês que seu pai contara ser a preferida de sua mãe e repassou, mentalmente, todas as atividades que faria, ao amanhecer. No entanto, o sorriso e o toque do jovem pupilo ainda fazia arder o seu corpo e ele custou a dormir...

Notas finais
Agradecimentos especiais a cada pérola que compõe o meu colar!!! Mel Dark,LucyStar83, Shall, Angelique, Kao, Tragic Juliet, ddkcarolina, Azarella, Anny, Kemylly, Sora Liar, Mizue, Meliare, JB, Chidori, Lemony, Saturno e quem mais chegar! Beijos, amadas e obrigada pelo carinho. Vocês são DEMAIS!!!!