Amor Proibido
50 Final eterno
Notas iniciais
No capítulo anterior:
Já era de noite e eu combinei com minha mãe para que todos ficassem na nossa casa dos Hamptons. Já estava tarde e lá havia quarto suficiente para todos.
—Eu estou muito feliz! – Alexis se agarra ás minhas pernas.
—Não mais do que eu! – André se agarra do outro fazendo birra e eu agarro os dois em cada braço.
—Vocês são meus pequenos preferidos, mas agora todo essa energia tem de parar um pouco, ok? – Eu beijo os seus narizes.
—Porquê?! – Eles perguntam tristes.
—Porque Kate e Jackie precisam de descansar… Todos nós estamos muito cansados. – Eu explico.
—Tudo bem. – André diz. – Com uma condição.
—Amanhã vai ter sorvete! – Alexis, ri e os dois pequenos se abraçam.
—Tudo bem, amanhã tem sorvete, ok? – Eu os puxo para mim, afeiçoando-me cada vez mais a eles.
—SIM! – Eles falam em uníssono.
—André! Faz pouco barulho… Jackie quer dormir… — Alexis dá um tapa pequeno nas suas costas e todos nós rimos.
Como não amar esses dois? Ou melhor como não amar essa família?
Agora eu tinha todas as certezas deste mundo. Eu era o homem mais feliz deste mundo e estava grato por isso.

Pov Castle
10 anos depois
Eu não podia dizer que pareciam que tinham passado 10 anos desde que Kate tinha sido mais e 15 que já estávamos juntos e devo dizer que aquela chama permaneceu do mesmo jeito.
Agora estávamos com 4 filhos.
Jack Alexander Beckett Castle com 10 anos;
Johanna Rodgers Beckett Castle com 8;
E os nossos gémeos Jackson e Martha com 6 anos;
Eu e Kate tínhamos conseguido feito algo memorável – superar nossos obstáculos para ficarmos juntos, o que havia sido muito difícil e, criar esta família fantástica rodeada de crianças felizes e pais apaixonados exatamente como da primeira vez em que nos vimos.
Tudo bem que agora, com 4 filhos era mais difícil manter essa chama acesa, mas com a nossa paixão e amor sempre arranjávamos um jeito de se manter tudo perfeito.
Agora era comum André e Alexis que estavam com 11 anos passarem o seu tempo na nossa casa e isso era ótimo para as crianças.
Eles tinham um convívio muito bonito.
Tirando isso só tínhamos de saber lidar com a disputa (saudável) entre Johanna e Martha sobre qual das avós ficaria com os netos.
Nós tínhamos uma vida cheia e valeu cada segundo dela. O melhor de tudo era que ainda tínhamos muito para viver.
—Eu te amo. – Eu sussurro no ouvido de Kate enquanto víamos um filme animado com os nossos filhos.
—Always.
Nós sorrimos e nos beijamos.
—Que nojo! – As crianças falam todas juntas e nós apenas nos limitamos a rir. É bom demais ser feliz e eu e Kate eramos peritos nisso.
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