Amor Proibido
15 Te peguei!
Notas iniciais
É nesse capítulo que a porra fica seria, então boa leitura!
SANTANA'S P.O.V
Aproveitei que logo depois de Poções tínhamos História da Magia, também com os corvinais, para falar com o menino Chang, que eu sabia que era um amigo de Artie porque já os tinha visto juntos.
- Ei, garoto Chang. — Chamei indo atrás dele pelo corredor.
- S-Santana? — Perguntou se virando rapidamente para mim.
Fala sério, esse povo é retardado por natureza ou era eu que parecia com a Naya Rivera?
- Quero te fazer umas perguntas.
- Agora?
- Não, não. Na hora do cházinho da tarde tá bom para você? — Continuei antes que ele pudesse responder. — É o seguinte: Sei que você é amigo do Artie, então quero algumas respostas.
Ele engoliu em seco.
- S-sobre...?
- Ele terminou com a menina Chang por causa de outra garota. Quem era?
- A-ah... Eu não tenho certeza se o Artie gostaria que eu contasse...
Minha vontade era espancá-lo até obter alguma informação, mas pela primeira vez deixei a Titia Snixx de lado e lhe falei com o meu melhor sorriso bondoso:
- Por favor, Mike. Isso é ralmente importante.
Não sei se ele teve pena de mim ou qualquer coisa assim, mas olhou fundo nos meus olhos e respondeu:
- A garota era Brittany.
Ponto para Santana!
- E você acha que ele faria qualquer coisa, até mesmo algo muito cruel, para separá-la da pessoa que ela ama?
Então o garoto Chang arregalou os olhos e entrou em desespero.
- E-ele não é realmente mau, Santana! Só está apaixonado! Em um ano vocês vão sair daqui e... — Ele subitamente parou, como se percebesse o que tivesse dito.
Eu queria agarrá-lo pelo pescoço e fazê-lo continuar falando, mas antes disso ele se virou e continuou a andar mais depressa.
- Espera aí! — Gritei, tentando acompanha-lo.
Infelizmente, ele era claramente mais ágil e rápido do que eu.
Cheguei mais perto e tentei segurar seu braço, mas ele se afastou rapidamente e disse antes de virar o corredor:
- Desculpe, Santana, eu já falei demais.
Tudo bem que eu estava desesperada por respostas, mas sabia que não conseguiria mais nada dele. Pelo menos naquele dia. Então eu apenas o observei sumir pelo corredor, antes de dar meia volta e ir procurar um lugar tranquilo para organizar os pensamentos.
***
Já era noite quando eu finalmente vi um momento oportuno para falar com a minha Britt-Britt. Eu ia revelar tudo o que tinha descoberto naquele dia e implorar por seu perdão da melhor forma possível.
Entrei escondida na Sala Comunal da Lufa-Lufa e fui direto ao dormitório da minha linda. Para a minha sorte, todas as outras garotas já estavam dormindo, inclusive a minha garota.
Brittany dormia agarrada a um unicórnio de pelúcia que eu tinha lhe dado de aniversário, ela fazia um lindo barulhinho que se assemelhava a um ronrono de gato. Eu não pude evitar sorrir e me aproximar, me ajoelhando ao lado de sua cama.
- Brit? — Chamei delicadamente, sussurrando para as outras garotas não acordarem.
- Hum... San... Me faz sua...
Meu sorriso desapareceu no momento que eu percebi com o que ela estava sonhando.
- B-Britt-Britt... Acorda...
- Eu te amo tanto, San... Me ama de volta...
Senti meu coração e meu sexo pulsarem na mesma sintonia com essas palavras. Olhei em volta antes de prender a respiração e me esgueirar para debaixo das cobertas.
Com ela ainda de costas, apertei me corpo quente contra o seu, inspirando o cheiro de seus cabelos sedosos. Comecei a distribuir leves beijos por seus ombros enquanto friccionava meu sexo contra seu bumbum, me sentindo rapidamente perto do ápice.
- S-San? — Perguntou tentando abrir os olhos.
Meu sangue, que segundos atrás estava fervendo, gelou na hora.
- O-oi Britt-Britt...
- O que você...
Ela parou quando percebeu minha excitação evidente. Merda de dia para usar calça de pijama.
- Santana, o que diabos você estava fazendo comigo?
- N-nada não Britt-Britt... — Arregalei os olhos e escorreguei mais para a beira da cama.
- Tava abusando de mim?
Ela chegou mais perto e eu recuei.
- C-claro que n-não, B-Britt!
- Estava sim! San, eu acho que você tem a síndrome do unicórnio tarado.
Britt chegou ainda mais perto, me encarando seriamente. Eu recuei mais um pouco e BAM! Lá vai uma Santana tarada para o chão.
Se eu fosse Brittany, não resistiria ao impulso de gritar: "Madeira!".
O estrondo não foi tão alto, mas foi o suficiente para todas as garotas acordarem assustadas e acenderem a luz. Muitos pares de olhos se voltaram para mim, que deveria estar completamente ridícula, envergonhada e com a calça do pijama molhada. Fechei as pernas tentando disfarças, mas sem sucesso.
Puta que pariu, aquele não era meu dia de sorte.
QUINN'S P.O.V
Já era meia noite e lá estava eu, caminhando pelos malditos corredores até a biblioteca.
Eu e Rachel tínhamos um trabalho de Poções para entregar, e ela tinha me enrolado o dia inteiro para fazer, decidindo que só trabalharíamos na calada na noite.
Eu teria sentido raiva se isso não fosse tão suspeito.
A biblioteca estava escura e silenciosa, apenas algumas velas colocadas em cima de uma mesa iluminava parcialmente o ambiente. Entrei receosa, olhando para todos os lados para conferir se uma Rachel Berry louca por atenção não pularia de trás de uma estante e me esganaria.
Conti o impulso de chamá-la, pois isso estragaria totalmente meu plano, então apenas me sentei na única cadeira visível e esperei.
Alguns minutos se passaram e eu pude olhar mais atentamente, meus olhos já acostumados ao ambiente. Reconheci as mesas de sempre e as estantes, que faziam sombras assustadoras no chão.
E se você me chamar de medrosa pode dar adeus ao seu lindo rosto.
Longos minutos se passaram, que mais pareciam horas. Suspirei e não pude deixar de pensar que Rachel tinha me chamado lá só para me dar o maior bolo, mas antes que eu pudesse me levantar, cordas amarraram meus tornozelos e punhos, me prendendo contra a cadeira.
Caralho, o que estava acontecendo?
Olhei ao redor e encontrei um vulto se aproximando de mim. Meu sangue gelou, junto com todo o meu corpo. Eu estava presa, não conseguiria alcançar a varinha a tempo. Por alguns segundos torturantes eu pude jurar que estava perdida.
- Pronta para começar a aula, senhorita Fabray? — Perguntou-me uma voz sexy.
Rachel Berry estava parada na minha frente com a cara mais tarada possível. Ela usava um óculos de aro, uma blusa branca e colada de botões, aberta até um pouco acima dos seios, uma calcinha de renda vermelha e uma cinta-liga da mesma cor.
Eu podia jurar que teria um orgasmo ali mesmo.
- Você não tem sido uma boa menina ultimamente... — Ela comentou desabotoando a minha camiseta. — Então agora vai ter que passar pelo castigo.
Ela terminou de desabotoar minha camiseta e a abriu, revelando meus seios sem nenhum sutiã.
- Uh. — Ela sorriu. — Então você já veio preparada para a aula?
Abri a boca para falar, tendo certeza que não sairia nada que não fosse um gemido.
- Rach...
É. Isso foi definitivamente um gemido.
- Vou te ensinar a nunca mais me ignorar, sua aluna safada.
Notas finais
Beijos para todas ;D
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