Notas iniciais
Meu Deus, meus títulos estão cada vez piores... Mas enfim... Mais um capítulo aqui para vocês :3 E eu queria perguntar... Alguém aí gosta de "Jogos Vorazes"? Se sim diz aí nos reviews ou me manda uma MP... Sei lá... Estou com umas ideias na mente hu3hu3

SANTANA'S P.O.V

Eu estava me dirigindo para minha primeira aula do dia depois de ter dormido terrivelmente mal de noite e ter simplesmente me recusado a conversar com Quinn sobre o fato de a minha Britt-Britt decidir jogar todo o futuro incrível dela fora para trabalhar com um monte de trouxinhas usando sapatilhas. Obviamente eu não estava em meu melhor humor.

Eu me sentei e me preparei para assistir não só a pior aula do mundo como também a mais chata de todas: História da Magia. Só para melhorar meu humor incrível. Eu até poderia saltitar de felicidade.

O professor entrou na classe, mas, antes que ele pudesse começar a falar, a garota mais linda do mundo, a minha Britt-Britt, é claro, colocou a cabeça para dentro da classe e disse:

– A diretora gostaria de falar com a aluna Santana Lopez.

Gente, que orgulho dessa menina.

Eu rapidamente recolhi minhas coisas e saí da classe, fechando a porta logo atrás de mim.

– Oi... — Ela disse me encarando com seus olhos azuis penetrantes.

Eu senti meu coração bater mais rápido dentro do peito.

– Oi...

– Acho que precisamos conversar, San...

– Sim, precisamos...

– Eu sei como isso é difícil para você... Afinal, foi assim que seu pai te criou... Te fazendo acreditar que trouxas não chegam aos nossos pés, mas... Não é assim que eu fui criada, e você sabe disso.

Eu assenti e a deixei continuar.

– Eu entendo que você não queira abandonar suas crenças, assim como eu não quero abandonar as minhas, eu simplesmente acredito que não existe o certo e o errado... Eu só quero que você... Pense, pode ser?

Eu assenti novamente e olhei para baixo.

– E... Talvez você possa, sabe, ir me ver dançar... Pra ver como é. Lembra que eu te falei que Mike Chang, eu e alguns amigos fizemos um pequeno clube de dança na Sala Precisa? — Eu concordei. — Então, vamos fazer uma pequena apresentação para os mais chegados... Se você quiser aparecer...

Ela tateou um pouco suas vestes até tirar um pequeno cartão do bolso e me entregar.

– Não sei, B...

– Você pode pelo menos pensar?

Eu suspirei e guardei o pequeno papel no bolso.

– O.k.. Vou pensar. Então... Aprendeu com a mestra, né?

Britt arregalou os olhos e respondeu:

– Mas eu não fiz de propósito para te tirar da aula, San! A profa. McGonagall quer mesmo falar com você!

***

Eu parei diante da sala da diretora e bati duas vezes. O que diabos ela queria comigo?

– Entre.

E eu entrei. A profa. McGonagall estava sentada em sua mesa lendo alguns papéis, que ela logo travou de arrumar ao me ver. Ela fez um gesto para que eu me sentasse na cadeira em sua frente.

– Britt disse que você queria falar comigo.

– Isso, isso. Bem, senhorita Lopez, seu pai nos enviou uma carta esta manhã.

Eu arregalei os olhos.

– M-meu pai?! O que ele quer?

– Bem, ele escreveu dizendo para nós te liberarmos esse fim de semana pois ele gostaria de passá-lo com você.

Eu quase senti meu coração sair pela boca. Meu pai queria passar um fim de semana comigo? Em que tipo de mundo isso acontecia? E eu tinha certeza de que não era no meu...

– S-sério?!

– Senhorita Lopez, olhe para a minha cara e diga se eu tenho cara de brincalhona.

De brincalhona não, mas de bruxa má...

– Pode ir agora.

Eu me levantei e saí da sala às pressas, antes que o minhas ofensas latinas me colocassem em encrenca.

Eu andava linda e maravilhosamente no corredor, ainda perplexa com a informação que tinha acabado de receber e extremamente feliz com a ideia de que talvez as coisas entre meu pai e eu pudesse mudar, quando senti um movimento muito rápido atrás de mim, mas antes que eu pudesse me virar ou pegar minha varinha minha mente foi tomada por um barulho horrível, parecendo um grito, estridente e muito muito alto.

Eu senti meus joelhos baterem no chão e levei as mãos aos ouvidos na tentativa desesperada de fazer o barulho parar. Meu crânio doia tanto que parecia que ia se rachar em dois. O barulho parecia mais alto a cada segundo e eu logo senti minha consciência indo embora, restando apenas aquele barulho estridente. Eu sabia que estava completamente desarmada e que qualquer um poderia me atacar naquele momento.

Que ótimo, eu poderia morrer e a última coisa que eu ouviria em toda a minha vida seria um hipogrifo tendo um filho.

Notas finais
:O E agora??