Amor Proibido
25 Ato heroico
Notas iniciais
Enfim, esse capítulo é dedicado para a minha querida Ariela por dois motivos:
1- Porque apesar dela ser uma bitch Princesa do Paraguai, não tem como não amá-la.
2- A ideia do ato heroico foi dela, eu só dei um jeito de encaixá-lo na fic! Viu como sou legal? Nem roubei a ideia ;)
Boa leitura! E Ariela, aproveite porque esse é seu momento de brilhar (se é que você já não brilha todos os dias né, do jeito convencido que é) ;D
QUINN'S P.O.V
É hoje!
Ah, merda. Quando as escadarias tinham se tornado tão grandes? Após a terceira pausa para recuperar o folêgo tive que parar de correr, pois minhas pernas já reclamavam pelo esforço extra.
Tentando subir o mais rápido que pude sem isso se transformar em uma corrida, automaticamente comecei a divagar.
Será que ela tinha feito algo bem meloso daqueles filmes trouxas? Rach tem cara de quem gosta dessas coisas cheias de rosas e velas... Ah não, merda! Como ativa o meu papel era fazer essas coisas românticas! Mas tudo bem, na próxima eu farei. Por Merlin, não dava para acreditar que meu maior sonho estava finalmente se tornando realidade. Era como um sonho... E se fosse realmente um sonho, eu materia Santana se ela me despertasse com um tapa. Não, espera aí. Se nós íamos realmente fazer amor... Ou merda, qual era a última vez que eu tinha me depilado?! Merda, eu não queria estar toda peluda em nossa primeira vez, ela ia pensar que... Ah não, pera. A última vez foi ontem à noite. Okay, tudo bem, respira, respira, um problema resolvido. Calma. Mantenha a calma e continue subindo... Você já fez isso antes... Quero dizer, subir as escadas, e não sexo... Mas, bem, sexo também... Não, pera. Eu já tinha feito antes, mas Rach... Por Merlin, eu ia ser sua primeira! Mas eu... eu não... nunca tinha tirado a virgindade de uma garota... Não fazia nem ideia do que fazer! Ah! Santana já tinha feito antes! O.k., está decidido, eu vou perguntar à ela como fazer sem machucar muito a minha Rach e... Merda! Não! Droga! Maldição! A vadia tinha ido se encontrar com a Brittany, e nem Dumbledore sabe a hora em que elas vão acabar... Não acredito! E agora? Acho melhor desistir e falar com a Santana antes para não... Não, não, não. Não posso desistir agora, eu espero por isso já faz anos! Tudo bem, é só ter calma que vai dar tudo certo... O.k., agora vou voltar a subir as escadas e mostrar para a minha morena um pouco do Charlie! Falando em Charlie, isso já é outra história... Oh merda, será que eu estava demorando demais? E se ela tivesse ficado impaciente e ido embora? Não, não, ela não faria isso... Ou será que faria? Quero dizer, ela é Rachel Berry... Tudo bem, calma, ela não não foi embora, relaxa. Agora respira fundo e... Por Merlin, qual calcinha eu estava usando?!?
RACHEL'S P.O.V
- Hmmmmm... Você tem pernas ótimas, Rach...
- P-para... Por favor... Eu não... Eu não quero... — Pedi entre soluços, mas dessa vez eles não eram falsos.
As lágrimas começaram a correr ao sentí-la passar a mão por minhas coxas. Sua outra mão prendia meus pulsos acima da cabeça enquanto seus lábios passeavam por meu pescoço.
Pela primeira vez na minha vida eu estava em um filme que eu não gostaria de estar, daqueles em que a mocinha (porque obviamente eu tenho que ser a principal) é pega por um vilão malvado — no meu caso vilã.
Quero dizer, que tipo de garota imaginaria que sua primeira vez seria praticamente estuprada pela maior piranha da escola? Mas pensando bem, isso até que seria um bom capítulo para a minha biografia... Eu chamaria o capítulo de "Os dramas da vida de Rachel Berry". Só poderia ficar melhor se Quinn aparecesse nesse momento montada em um cavalo branco vestindo uma armadura brilhante para me salvar das garras de Kitty Wild, a bruxa malvada do terceiro andar.
- Estupefaça!
E a próxima coisa que eu vi foi Kitty voar pelo corredor de encontro com a parede.
Lá, no começo do corredor, estava minha heroina. Com os cabelos loiros um pouco bagunçados e a expressão totalmente furiosa. Sem contar com a luz dourada que a iluminava.
Senti eu coração saltar mais forte dentro do peito, como se estivesse tentando tocar o ritmo de "Don't Rain on My Parade" — a música que eu sei cantar desde que era uma feto, se permite dizer — enquanto Quinn se aproximava.
- Por Merlin, Rach! Está tudo bem com você? Onde foi que ela te tocou? Ela te machucou? Que merda, o que foi que deu naquela piranha?!
- Hei Quinnie, fica calma... Está tudo bem agora. Você chegou na hora certa.
- Sério? Nossa, que bom... Eu teria chego antes se não tivesse parado para conferir qual calcinha estava usan...
- Hein?!?
- N-nada! Nada não...
- O.k... Enfim, além de você ter chego na hora certa, também leu meus pensamentos... Santa Barbra, talvez isso signifique que estamos conectadas espiritualmente de alguma forma...
- Mas o qu..
Eu não lhe dei tempo de terminar e tomei-lhe os lábios com paixão, colocando minhas mãos em seu rosto delicado e sentindo o sabor de doce de abóbora em seus lábios deliciosos. Entreabri os lábios, dando espaço para sua língua enroscar-se com a minha em uma dança envolvente até precisarmos nos separar em busca de ar.
- Eu... — Ela parou para puxar o ar. — Por favor, me diga que você não fez isso só porque poderia ter morrido.
Eu sorri e lhe dei mais um selinho antes de responder:
- Claro que não, babe. Isso foi como recompensa pelo seu bravo ato de minutos antes...
- E-então i-isso quer dizer que...
- Quer dizer que muitos desses ainda estão por vir...
Ela abriu um enorme sorriso antes de colar nossos lábios novamente.
- Vem, é melhor sairmos daqui antes que ela se recupere. — Quinn disse apontando para Kitty, que estava caída no chão em uma posição estranha.
***
Seu dormitório estava completamente vazio quando chegamos. Quinn disse que as meninas que dividiam o dormitório com ela deveriam estar transando com um cara qualquer e não voltariam tão cedo, então aproveitamos para namorar um pouco e compensar o tempo perdido.
Estávamos sentadas em sua cama trocando beijos quentes e apaixonados, onde sua língua travava uma verdadeira batalha apaixonada com a minha. Um beijo digno de Oscar. Lentamente eu fui me inclinando para trás, deitando-me na cama e trazendo-a para cima de mim.
- R-Rach, o-o que voê... — Ela começou perguntando, mas eu — diva como sempre — a interrompi antes.
- Shiiiiuu... Não diz nada, Q... — Eu disse guiando sua mão até meu seio ainda coberto. — Só me ama...
Continua...
Notas finais
Beijoooos ;D
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