Amor Proibido
15 Capítulo 14 - Tudo em seu devido lugar
Cap.14 – Tudo em seu devido lugar
(Edward)
Segui para o banheiro e tomei um banho relaxante, era tudo o que precisava depois da viagem exaustiva até Forks.
Depois do banho, fui até o closet e peguei uma cueca boxer, uma calça de moletom e uma camiseta, para jantar em casa com a minha mulher, minha filha e meu genro – genro? Argh! – estava bom demais!
Assim que vesti a cueca Bella entrou no quarto.
– Vim ver se já estava pronto. – ela disse sem graça.
Vesti a calça e puxei-a para os meus braços.
– Não precisa ter vergonha! Até parece que nunca me viu nu? Como fizemos a Renesmee? Por telepatia? – brinquei lhe dando selinhos.
– É que a gente tá há tanto tempo separados, que chega a ser estranho. – ela disse sorrindo.
– Estranho ver o seu homem nu? – perguntei olhando em seus olhos. – Pois eu estou louco para te ver nua. – disse beijando o seu pescoço.
– Quem sabe mais tarde.
– Porque não agora? – provoquei.
– Porque a nossa filha está nos esperando para jantar e ela está sozinha com o namorado!
– É... Acho que dá para esperar. – disse puxando Bella para fora do quarto.
Até parece que eu ia deixar a minha princesinha sozinha com aquele ogro, nem pensar!
– Nossa demoraram! – Nessie reclamou. – Isso porque a mamãe disse que só ia ver se já tinha terminado o banho.
– Já estamos aqui. Vamos jantar? – perguntei.
Seguimos para mesa que a Bella tinha arrumado e nos sentamos.
– Eu vou servir vocês. – Bella disse toda prestativa.
– O que fez de tão especial mãe? – Nessie perguntou.
– Risoto de camarão. – Bella sorriu para mim.
– Ah, o prato preferido do papai.
– Claro! – Bella afirmou.
– E onde você arrumou camarão? Pelo o que me lembro não tinha aqui.
– Pedi para o Jacob comprar. Aliás, não tinha muita coisa aqui, onde você estava comendo, afinal de contas?
– No hospital, na casa dos meus pais. – disse.
– Isso quando não ia comer fora com aquela biscate! – Renesmee disse olhando diretamente para mim.
– Renesmee! – Bella chamou a sua atenção.
– Desculpe! – disse olhando para Bella.
– Esquece isso. – ela disse.
– Você também Nessie! – Jacob disse. – O importante é que os seus pais estão juntos de novo! – disse beijando a mão da MINHA FILHA!
– Não fica bravo! Ele respeita a Nessie. – Bella sussurrou em meu ouvido.
Terminamos de jantar e a Bella foi servir a sobremesa.
– Não tive tempo de preparar algo mais elaborado, então fiz um mousse de chocolate.
– Que tá com uma cara maravilhosa! – Jacob disse.
– Também acho mãe!
Bella serviu o doce para todos e logo depois levou toda a louça para a pia.
– Deixa isso para depois. – sussurrei em seu ouvido.
– A nossa filha tá aí na sala. – ela disse.
– Renesmee? – chamei-a.
– Sim?
– Quer ir dormir na casa dos seus avôs? – perguntei.
– Tudo isso para ficar sozinho com a mamãe, né? – Renesmee debochou. – Posso dormir na casa do Jake?
– Nem pensar! – disse. – Vamos deixar para outro dia, amor! – disse e segui para o quarto.
Logo depois Renesmee foi até lá.
– Eu estava brincando papai! – disse. – Eu sei que quer ficar sozinho com a mamãe, mas você sabe que será inevitável que eu perca a minha virgindade um dia.
– Só não quero que aconteça o que aconteceu comigo e a sua mãe. Você é muito nova!
– Vocês não se protegeram, mas pode ficar tranqüilo que eu e o Jake vamos tomar todos os cuidados, quando vier a acontecer.
– O que eu espero que demore muito tempo! – disse.
Nessie sorriu e sentou em meu colo.
– Eu vou dormir na tia Rose. Estou com saudades do povo de lá.
– Tudo bem! Desculpe pela minha reação. – dei um beijo em sua bochecha. – Sei que você está crescendo e logo irei te perder para aquele ogro!
– Não fala assim pai! Você nunca vai me perder. Eu sempre serei a sua princesinha.
– Te amo filha!
– Eu também pai! – ela disse e nos abraçamos.
– Nessie? – Bella chamou da porta do quarto. – O Jacob precisa ir embora.
– Eu já vou! – disse levantando do meu colo. – Vou dormir na casa da tia Rose. – disse para a mãe.
– Tudo bem. – Bella disse sem graça. – A gente não está te expulsando filha!
– Eu sei mãe! Vocês precisam desse tempo. – disse dando um beijo no rosto da mãe. – Nos vemos amanhã!
– Venha tomar café com a gente. – Bella pediu.
– Se a tia Rose deixar, eu venho! – disse e saiu.
– Agora somos nós dois. – disse abraçando-a. – Mas não sei se você ainda vai querer ficar comigo nesse quarto.
– Você trouxe aquela mulher para cá? – Bella perguntou.
– Sim. – sussurrei. – Sei que está com raiva, mas eu estava desesperado, sentindo a sua falta, apesar de ela não ter nenhum terço de você!
– Eu sei que vocês homens tem as suas necessidades, mas na cama onde já dormimos tantas vezes, onde já fizemos juras de amor. – Bella disse com os olhos cheios d’água.
– Não chora meu amor, por favor! – disse beijando seu rosto todo. – Tudo bem! A gente deixa para outro dia. – disse abraçando-a.
– Não! – ela disse. – Eu quero você! – disse olhando nos meus olhos. – A gente compra outra cama depois, mas eu preciso de você.
– Eu também meu amor! – disse deitando-a na cama, beijando seu pescoço enquanto ela gemia meu nome. — Até dos seus gemidos eu senti falta.
Estávamos tão afoitos que ficamos nus em tempo recorde.
Sugava seu seio direito, enquanto metia dois dedos dentro dela.
– Ham... Ham... — Bella gemia. Desci beijos pelo seu corpo, até chegar NELA.
– Esse é o meu lugar preferido no seu corpo. — disse olhando seu rosto corado. — O cheiro é inebriante. — disse aproximando a boca, e passei a chupá-la.
– Edward... Edward... — Bella gemia cada vez mais. Chupei seu clitóris e meti a língua algumas vezes, até ela gozar na minha boca.
(Bella)
– Que foi? – Edward perguntou acariciando meu rosto.
– Senti tanto a sua falta!
– Eu também! – disse e me deu um selinho. – Pensei que nunca mais estaríamos assim, juntinhos.
– Acho que eu não ia agüentar muito tempo longe de você! – disse deitando em cima dele.
– Eu sinto muito pela perda do nosso filho! – Edward disse com os olhos cheios d’água. – Eu nunca pude dizer isso, nem te dar um abraço.
– Eu sei que você sente, tanto quanto eu senti. – disse olhando em seus olhos. – Mas a gente pode encomendar outro.
Edward me olhou e sorriu.
– Só se for agora! – e voltamos a nos amar.
(...)
Estava terminando de arrumar a mesa de café da manhã quando Renesmee chegou com o namorado.
– Bom dia mãe!
– Bom dia princesa! – disse sorrindo para ela. – Bom dia Jake.
– Bom dia Srta Swan. – disse envergonhado.
– Pode me chamar de Bella, Jacob! – disse rindo.
– Bom dia família! – Edward disse sorrindo. – Menos você Jacob! Você não faz parte da família!
– Pai! – Nessie repreendeu-o. – Ele ainda não faz parte da família!
– Vamos parar vocês dois e vamos tomar café. – disse.
– Vocês estão com umas carinhas ótimas! – Nessie disse. – Vocês ficam bem juntos.
– Que bom que acha isso filha. Agora você vai ter uma família de verdade! – disse emocionada.
– Eu sempre tive uma família de verdade mãe! – protestou. – Mesmo que os meus “pais” eram meus tios e minha “tia” era minha mãe.
– Mas agora você está com os seus pais de verdade. – Edward disse.
– E quando vão se casar? – Renesmee perguntou e eu me engasguei.
– Calma amor! – Edward bateu em minhas costas. – Respira!
Tomei um gole de suco de laranja e respirei calmamente.
– Não tô te entendo mãe! – Renesmee disse. – Quando o papai foi para Londres vocês não falavam em se casar?
– Claro que sim filha! – disse. – Só não quero pressionar o seu pai.
– O vovô vai achar ótima essa idéia de morarem juntos sem estarem casados! – Renesmee cutucou. – Cuidado papai! Vovô Charlie é chefe de policia.
– Como eu iria esquecer? – Edward perguntou debochadamente.
– Você tirou o dia hoje, hein Renesmee! – disse. – Não tá na hora de ir para a escola?
– Tá bem, não vou mais encher o saco de vocês! – disse pegando a mochila. – Jake você me leva?
– Claro! – ele disse se levantando e pegou sua louça suja.
– Pode deixar aí Jake! – disse. – Leva essa mocinha logo, antes que ela se atrase!
– Tudo bem. – ele disse rindo.
– Tchau! – Renesmee gritou e foi para a porta.
– Tem certeza que fez bem a ela ter sido criada pela Rose e pelo Emmett? – Edward perguntou.
– Claro que sim! Eles são ótimos pais! – disse. – Acho que isso aí da Renesmee é genética!
– Sua né? – ele me encarou.
– Claro que não, meu bem, sua mesmo! – disse levantando da mesa.
– Como é que é, dona Isabella? – ele me encurralou na pia.
– Isso mesmo! – encarei-o.
Ele olhou no relógio.
– Dá tempo de dar um jeito em você! – disse me pegando no colo.
(...)
Decidi ir até o hospital para almoçar com Edward. Assim que cheguei lá me informaram que ele estava na lanchonete.
Edward estava sentado com Victoria, a nova pediatra do hospital, mas acho que não é sua função ficar alisando meu marido!
– Atrapalho? – perguntei ao me aproximar.
– Oi meu amor! – Edward levantou e me deu um selinho. – É claro que você não atrapalha.
– Vim ver se você pode almoçar comigo. – disse.
– Claro que posso. Quer almoçar aqui mesmo ou quer ir para outro lugar?
– Que tal almoçarmos no shopping? – Victoria perguntou.
– Mas quem disse que você foi convidada? – perguntei.
– Nossa Edward! Você vai deixá-la falar assim comigo?
– Mas ela está certa! – Edward beijou a minha mão. – Você não foi convidada para almoçar conosco. Eu só vou buscar a chave do carro. – disse saindo da lanchonete.
– Vou deixar uma coisa bem clara. – Victoria disse me fuzilando com o olhar.
– Diga! – disse sentando-me onde Edward estava sentado.
– Isso não acaba aqui! – disse. – Eu não vou desistir de Edward Cullen!
– Problema seu! Vai entrar em uma disputa já ganha.
– Isso é o que nós vamos ver! – disse e foi embora.
– O que aconteceu? – Edward perguntou.
– O que? – perguntei fingindo não entender.
– A Victoria passou que nem um furacão!
– Sei lá! – disse desinteressada. – Vamos almoçar? Estou morrendo de fome!
Cruzamos nossas mãos e saímos do hospital.
Fale com o autor